10 de janeiro de 2026
  • 21:47 Motoristas sem infrações terão CNH renovada automaticamente
  • 18:03 PIB brasileiro pode crescer US$ 9,3 bi com acordo Mercosul-UE, diz Ipea
  • 14:19 Alessandro Moreira pleiteia mais prazo para a execução de emendas parlamentares
  • 10:35 Estudante de biomedicina é presa por venda irregular de medicamentos
  • 06:51 Europeus decidem nesta 6ª feira futuro do acordo UE-Mercosul


Em Davos, o secretário-geral, Mark Rutte, afirmou que a Europa arcará com custos de apoio militar à Ucrânia para combate a invasão russa

O secretário-geral da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Mark Rutte, pediu nesta 5ª feira (23.jan.2025) que os Estados Unidos continuem o envio de armas à Ucrânia para auxiliar no combate à invasão russa. A dala se deu no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).

Rutte afirmou que a Europa arcará com os custos de apoio militar e que devem investir mais em defesa e ajuda à Ucrânia. “Se esse novo governo Trump estiver disposto a continuar abastecendo a Ucrânia com sua base industrial de defesa, a conta será paga pelos europeus, estou absolutamente convencido disso, temos que estar dispostos a fazer isso”.

Os comentários se deram depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano) disse na 3ª feira (21.jan) que poderia impor sanções à Rússia caso o presidente Vladimir Putin (Rússia Unida, centro) se recusasse a negociar um possível fim à guerra. Em fevereiro, o conflito completa 3 anos. 

Em Davos, o secretário-geral da Otan também afirmou que é essencial que a Rússia não vença a guerra. Segundo ele, isso poderia ser um “aceno aos líderes da Coreia do Norte e da China”

“Nós realmente temos que intensificar, e não reduzir, nosso apoio à Ucrânia”, disse.



Autor Poder360 ·