Queijo de baru: Jornal do Campo ensina como fazer alimento sem leite com sabor do queijo tradicional | Goiás
Lidiane 5 de maio de 2024
O Jornal do Campo deste domingo (5) traz uma receita vegana, diferente, original e criativa. O angatu é considerado um queijo vegano em que o ingrediente principal é natural da fruta baru.
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A receita do angatu foi criada originalmente pela Tanise Knakievicz, doutora em biologia molecular. Segundo a moradora de Niquelândia, região localizada no norte de Goiás, as pessoas que já experimentaram o alimento garantem que ele lembra o sabor verdadeiro do queijo tradicional.
Aprenda a seguir o passo a passo de como preparar o angatu.
- 500g de baru
- Probiótico
- 1g de ácido cítrico
- Sal a gosto
Primeiro colha o baru e extraia a castanha da fruta. O próximo passo é secá-la em uma estufa ou no sol, deixando-a por dois dias. Depois desse procedimento, descasque a castanha. Em seguida, coloque-a na água para hidratar por cerca de 8 a 12 horas.
A castanha deve expandir e ficar crocante. Logo depois, leve as castanhas a um liquidificador, batendo-as em baixa rotação. Ao terminar, leve o líquido para coar e bata novamente mais duas vezes no eletrodoméstico.
Após esses procedimentos, adicione o líquido em uma panela e deixe esquentando por 15 minutos. Acrescente o ácido cítrico no líquido, misture e espere até formar uma massa. Deixe a mistura esfriar por 20 minutos. Quando estiver em uma temperatura ambiente, separe o soro da massa.
Adicione o probiótico para fermentar a massa. Mexa a massa com uma colher de plástico. Com a massa sem o soro, tempere-a com sal a gosto. Utilize uma coador circular para montar o angatu. Quando a massa estiver na forma, faça uma prensa utilizando potes redondos. Deixe-a armazenada por 12 horas. Ao passar o horário estipulado, a comida pode ser temperada e servida como desejar.
*Victoria Vieira é integrante do programa de estágio entre TV Anhanguera e Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), sob orientação de Millena Barbosa.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Arroz carreteiro: Jornal do Campo ensina adaptação de receita tradicional com queijo derretido | Goiás
Lidiane 31 de março de 2024
Confira a receita do famoso prato brasileiro: arroz carreteiro
O Jornal do Campo deste domingo (31) ensina como fazer arroz carreteiro com queijo derretido. Quem ensina o passo a passo do prato é a gastrônoma Estefânia Lima, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás.
A gastrônoma explica que o arroz carreteiro surgiu da necessidade dos caminhoneiros que percorriam as estradas do Brasil e buscavam alimentos não perecíveis para as refeições durante as longas jornadas. Então, com ingredientes como carne serenada, carne de sol e charque, os carreteiros preparavam tudo em uma única panela para facilitar.
- Arroz
- Carne seca
- Bacon
- Mussarela
- Tomate
- Cebola
- Pimenta kumari
- Pimenta de cheiro
- Pimenta biquinho
- Alho
- Azeitona
- Cebolinha
- Óleo
Em uma panela grande em fogo alto, aqueça três colheres de óleo e refogue a cebola até que ela esteja caramelizada. Adicione o alho e refogue até que esteja dourado. Acrescente o bacon e a carne seca à panela. Refogue até que a carne esteja frita e o bacon esteja crocante.
Em seguida, faça o processo chamado “pinga e frita”: adicione um pouco de água à panela para cozinhar a carne e, em seguida, deixe fritar novamente. Após fritar a carne, adicione o tomate à panela e refogue até que esteja levemente desfeito. Depois acrescente o arroz, a pimenta kumari, a pimenta de cheiro e um litro de água à panela.
Misture bem e deixe cozinhar por aproximadamente 20 minutos ou até que o arroz esteja seco. Finalize o prato adicionando cebolinha, azeitona, pimenta biquinho e mussarela. Mexa bem todos os ingredientes. A receita serve até cinco pessoas.
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VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Cidade história de Goiás recebe tradicional Procissão Fogaréu, que remonta perseguição a Jesus Cristo | Jornal Nacional
Lidiane 29 de março de 2024
Tradicional procissão do fogaréu, em Goiás, rememora
Na cidade histórica de Goiás, uma procissão rememora um dos momentos mais marcantes da Paixão de Cristo.
A cerimônia começa no apagar das luzes e no repique dos tambores.
Apenas o fogo das tochas ilumina o caminho, percorrido por 45 farricocos – homens encapuzados, vestindo túnicas coloridas e descalços. Eles representam os soldados romanos que saem à caça de Jesus. Eles vão seguidos por uma multidão.
“Muita emoção mesmo, muito bom. A parte espiritual da gente fica renovada”, disse o engenheiro agrimensor Nílson Lemos.
“Transcende qualquer sentimento. É impactante”, conta Maria das Graças do Couto, servidora pública aposentada.
A cidade de Goiás, tombada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco, é palco da Procissão do Fogaréu há 279 anos. Uma tradição que faz parte das comemorações da Semana Santa.
A primeira parada é na Igreja do Rosário, que representa a última ceia.
“Eu não sei onde está Jesus de Nazaré. Procurem por essas ruas, entre aquele povo simples”, diz um ator durante a Procissão Fogaréu.
A perseguição termina nas escadarias da Igreja de São Francisco de Paula, que representa o Monte das Oliveiras. Assim que surge a imagem de Jesus Cristo, o clarim anuncia que ele foi preso.
“Resgata toda uma memória histórica do que é a Semana Santa. Então esse é um momento de profunda reflexão, de repensar sobre a nossa existência, sobre a humanidade como um todo”, disse a geógrafa Nilvani Pinheiro.



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