Medida vai atingir produtos contendo resíduos de substâncias proibidas na UE; deve afetar abacates, mangas, goiabas, frutas cítricas, uvas e maçãs
A França declarou que vai suspender a importação de produtos agrícolas de países da América do Sul contendo resíduos de substâncias proibidas na UE (União Europeia). Em uma publicação no X no domingo (4.jan.2026), o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, mencionou mancozebe, glufosinato, tiofanato-metílico e carbendazim.
Segundo o premiê, a medida deve afetar produtos como abacates, mangas, goiabas, frutas cítricas, uvas e maçãs.
A restrição se dá no momento em que há um impasse para a conclusão do acordo entre a UE e o Mercosul. O tratado enfrenta resistência da França e da Itália –em grande parte por causa da reação do setor agrícola, que teme um aumento excessivo de produtos do Mercosul, não submetidos às mesmas regras vigentes no bloco europeu.
Depois do anúncio, Lecornu publicou em seu perfil no X uma “carta aberta aos agricultores” franceses. Ele afirmou que os controles sobre importações “serão fortemente reforçados” no país.
“Cabe agora à União Europeia ampliar rapidamente essas ações em todo o mercado europeu. Enquanto isso, decidimos agir imediatamente e iniciar esse movimento. O princípio será simples: as mesmas normas para todos, os mesmos controles para todos”, disse.
“Não é mais aceitável tolerar a presença de substâncias proibidas na França em produtos importados que entram no nosso mercado: é uma concorrência desleal, uma injustiça econômica e um problema para a saúde dos nossos consumidores”, declarou Lecornu.
“Continuaremos utilizando plenamente os mecanismos legais à nossa disposição, seja para frutas e vegetais, seja para carnes importadas que não respeitem as normas sanitárias e fitossanitárias da União Europeia. Mais uma vez: é uma questão de bom senso”, disse.




Um adolescente de 17 anos morreu após se afogar no Rio Preto, na zona rural do município de Colina do Sul. O caso ocorreu na região da ponte que liga ao povoado da Capela. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), o jovem tomava banho no rio quando foi arrastado pela correnteza e submergiu.
As equipes dos Bombeiros de Niquelândia e Alto Paraíso foram acionadas ainda no sábado (27/12), para iniciar as buscas subaquáticas no ponto indicado por testemunhas. As tentativas de localização seguiram por várias horas, mas, devido às condições do local e à baixa visibilidade da água, o corpo não foi encontrado no primeiro dia de operação.
Na manhã deste domingo (28/12), uma equipe náutica especializada do CBMGO, deslocada de Anápolis, retomou as buscas utilizando técnicas de salvamento aquático e varredura em área ampliada do curso d’água.
O adolescente foi localizado já sem vida. Após o resgate, o corpo foi deixado sob os cuidados da Polícia Técnico-Científica para os procedimentos legais.
Atenção redobrada
O Corpo de Bombeiros reforça que rios, cachoeiras e represas exigem atenção redobrada, especialmente em períodos de maior fluxo de visitantes e famílias em lazer. Correntezas, desníveis, poços profundos e pedras submersas podem aumentar significativamente o risco de acidentes, mesmo com pessoas habituadas ao local.
A orientação das autoridades é evitar nadar em áreas fundas, não entrar na água após refeições ou ingestão de bebidas alcoólicas, utilizar sempre equipamentos de flutuação quando necessário e, principalmente, nunca entrar em rios sozinho.
A ocorrência mobilizou equipes de três unidades do CBMGO e evidencia a importância do acionamento rápido dos serviços de emergência para a adoção de protocolos de busca e salvamento. A Prefeitura e as forças de segurança lamentam a morte do jovem e manifestam solidariedade aos familiares e amigos.
Intervenções na logística internacional são um caminho para conter o avanço do lixo plástico em países mais vulneráveis
O plástico cresceu mais rápido que qualquer outro material industrial nos últimos 65 anos. Sua durabilidade barata, inicialmente uma inovação, virou um problema ambiental e de saúde pública de proporções globais. Sem estratégia de fim de vida, o mundo faz um experimento sem controle, com plástico acumulando-se em países pobres, rios, e no Oceano todo.
O plástico não se fabrica em um bairro. Muitas vezes, nem dentro de um único país. Ele depende de uma cadeia internacional gigantesca. Os chamados plásticos primários —produtos químicos líquidos ou gasosos utilizados para fazer produtos plásticos— atravessam oceanos para abastecer fábricas pelo mundo.
Desde os anos 1950, quando os primeiros plásticos surgiram, a complexidade e dimensão dessa cadeia só cresceu. Hoje, o plástico é uma commodity global, tão presente que quase tudo à nossa volta contém algum pedaço dele. Olhe a sua volta: é possível visualizar porque a demanda mundial por plásticos mais que triplicou entre 1991 e 2021.
Um crescimento tão grande de moléculas sintetizadas em laboratório – que não existem na natureza – certamente traria desafios. Entre eles, o desafio da contaminação dos nossos próprios corpos e ecossistemas.
Em locais com regulações e/ou capacidades institucionais mais fracas – especialmente em países do Sul Global – esses desafios se transformam em crises visíveis: plásticos no solo, na água, nas ruas, nos peixes, no leite materno.
Avaliações tecnológicas e análises de ciclo de vida mostram que, a todo e qualquer custo, ainda não dispomos de um sistema de gestão de resíduos realmente eficiente quando o assunto é plástico —não na escala em que o temos produzido, consumido e descartado; nem mesmo considerando cenários amplos de reciclagem e incineração.
As veias abertas do plástico
O comércio internacional teve (e tem) papel central na cadeia de valor do plástico em todo o mundo. A própria indústria do plástico reflete essa complexidade e escala: empresas líderes do setor muitas vezes não possuem fábricas próprias —elas dependem de amplas redes de fabricantes terceirizados, geralmente localizados em países com mão de obra mais barata. O resultado é uma cadeia longa, complexa e difícil de rastrear. Por décadas, o comércio internacional e o lobby do petróleo sustentaram a dependência econômica de 140 plásticos-commodities.
Considerando a alta ramificação dessa cadeia, um estudo brasileiro elaborado por nós, autores deste artigo, começou a destacar o papel de alguns portos —territórios restritos e delimitados do comércio internacional— nessa cadeia.
Muitas cadeias de valor globais — não só a do plástico — passam por poucos portos espalhados pelo mundo. Isso significa que uma grande parte do poder e do controle dessas cadeias está concentrada em poucas empresas portuárias nessas passagens fronteiriças.
Mesmo quando essas empresas assumem alguma responsabilidade socioambiental, elas raramente cobrem toda a extensão e a complexidade dos impactos gerados. Afinal, as cadeias entram e saem pelos portos, mas se espalham pelo mundo.
Na maioria dos casos, são multinacionais sem qualquer vínculo comercial com os produtores e consumidores da parte doméstica da cadeia do plástico. O estudo propõe investigar quais portos, ao funcionarem como funis dessa cadeia, são pontos estratégicos para a implementação de políticas públicas para iniciar o gerenciamento dessa crise.
Por isso, pensar na redução gradual —e realmente intencional— da cadeia do plástico como política ambiental é também pensar em políticas de planejamento econômico que incidam sobre fluxos de sua cadeia de valor.
É uma orquestração necessária (o planejamento de políticas ambientais junto às macroeconômicas) e em uma escala necessária (internacional), às políticas que visem buscar com seriedade, nos dados, soluções para as crises climática e do plástico.
O crescimento prejudicial da produção de plástico não aconteceu sozinho. Ele teve —e segue tendo— acordos comerciais favoráveis e incentivos de governos de todo o mundo.
Por ser um produto refinado do petróleo, as cadeias de suprimento do plástico confluem no seu início para a extração de petróleo. Ou seja, o lobby do petróleo, com suas atividades fortemente subsidiadas, também desestimula o desenvolvimento de produtos e modelos de negócio mais circulares.
Redirecionar esses incentivos poderia mudar o jogo
Investimentos em inovação e transferência de tecnologia para materiais alternativos, substitutos, compostáveis e biodegradáveis, em sistemas varejistas baseados em reuso das embalagens, podem guiar economias para a saída dessa crise. Junto a tarifas sobre produtos descartáveis ou não recicláveis, e taxas sobre aterros e incineração, intervir no “meio da cadeia” — o midstream — é um ponto de virada que vem sendo esquecido, e é onde políticas podem agir muito antes que o plástico chegue ao consumidor.
Diante da urgência, mas também diante da complexidade da crise plástica, a questão não dá pra ser participar ou não do comércio global da cadeia do petróleo. Não conseguimos deixar de comprar plástico nas nossas escolhas diárias. A questão na escala coletiva é como participar de uma transição para novas cadeias de substitutos do plástico, que também promovam menor disparidade entre economias.
No estudo desse como, chamamos para a mesa as agências portuárias. Para que, antes de chegarmos à fixação de metas operacionais mais refinadas, possamos trabalhar com algo aplicável e testável hoje nos principais portos da cadeia.
O midstream dos portos é estratégico: é territorialmente limitado, informatizado e monitorado. Por que não começar por eles então?
Começando pelos portos do Sul
Para minimamente planejar uma saída da dependência do plástico, no entanto, a visão de duas dimensões são essenciais — tanto para evitar uma abordagem simplista e que desconsidere históricas assimetrias de poder em curso.
Primeiro, a visão estratégica. Alguns portos, muitas vezes, influenciam economias de regiões e países inteiros. E, portanto, também são atores-chaves para políticas ambientais. Com essa visão, as agências portuárias assumem o papel de parceiras estratégicas para intervenções em determinadas cadeias e determinadas regiões.
Hoje falamos muito de soluções no começo da cadeia (upstream) ou no fim (downstream). Mas pouco sobre o meio —o midstream— onde decisões realmente podem ter impacto. A dimensão estratégica coloca a territorialização da política no centro da análise, e se baseia antes nos dados dos volumes e valores movimentados, do que em bandeiras de amplos ou desconexos territórios nacionais.
Segundo, a visão de justiça. Justiça, seja distributiva, ambiental, ou climática, tem uma direção comum: a para o mais pobre, vulnerável, e exposto a risco. A mera tarifação de certos plásticos em portos do Norte simplesmente reduzirá mais o poder de compra e de acesso a serviços no Sul e, portanto, da qualidade de vida dessa população de forma generalizada.
Nesse sentido, políticas ambientais atuando sobre cadeias de valor devem destacar múltiplas formas de intervenção possíveis e direcionadas a economias diversas, tomando a dicotomia Norte e Sul apenas como um pano de fundo histórico a ser considerado, mas não generalizável.
Outros resultados iniciais da pesquisa no Porto de Santos destrincham esses fluxos totais nos códigos de cargas mais representativos e estratégicos, também considerando os processos químicos envolvidos na fabricação dos diferentes tipos de plásticos e conexões com outros setores.
Mais que apresentar uma seleção padronizada para todas as economias dentre os 140 tipos de insumos da cadeia do plástico e os plásticos em si, a evidência científica provoca a discussão política sobre metas de redução gradual a esses plásticos-commodities, cujos dados são facilmente acessíveis no portal ‘World Integrated Trade Solution’, que opera com dados do UNCOMTRADE – United Nations Commodity Trade Statistics Database.
Dados sobre como os plásticos são comercializados internacionalmente sob 140 nomes diferentes (incluindo como resíduo) estão na seção 39, para todos os países. A complexidade dessa análise é um desafio imenso. No entanto, apresentar um pacote inicial de indicadores do comércio internacional no timing das negociações do GPT também é uma estratégia de diplomacia científica. E visibilizar esse midstream da cadeia ajuda a tirar o foco corrente na culpabilização do consumidor final, ou da ineficiência dos sistemas de coleta e separação e reciclagem.
Sem perder de vista essas duas dimensões —a estratégica e a em favor da justiça— a experimentação coordenada dessa tarifação de transição pode (e deve) começar.
O rápido e volumoso aporte de recursos provenientes dela, aplicada em portos selecionados pelo mundo todo, pode abastecer fundos específicos destinados ao financiamento de inovação para: novos sistemas distributivos com menos descarte e mais reuso; desenvolvimento de materiais substitutos no setor de embalagem; ou ainda ao financiamento da recuperação de zonas de sacrifício já cobertas de plástico ou emitindo dioxinas e furanos.
Plásticos nascem do petróleo, um lobby poderoso que bloqueia mudanças. O “ato final” do lobby do petróleo só acontecerá com políticas internacionais fortes. A pesquisa brasileira, iniciada no Porto de Santos, mostra um caminho em caráter experimental: começar pelos portos —poucos, centrais e poderosos. Podem ser eles os pontos de virada de algumas de nossas crises tecnológicas.
Este texto foi republicado de The Conversation sob licença Creative Commons. Leia o texto original aqui.
Prefeitura de Nerópolis promove ‘Social Itinerante’ na região sul da cidade
Lidiane 7 de outubro de 2025
A prefeitura de Nerópolis promoveu mais uma edição do programa Social Itinerante, desta vez atendendo a população da região Sul da cidade. O evento, realizado na Escola Municipal Maria Caldas, no Residencial Alda Tavares, reuniu centenas de moradores e ofereceu uma ampla variedade de serviços gratuitos, envolvendo saúde, assistência social, agricultura e orientação jurídica.
Na área da saúde, foram realizados cerca de 50 atendimentos médicos, com participação do prefeito Dr. Luiz Alberto, que atua como médico há mais de 40 anos na cidade. A população teve acesso a exames preventivos, aferição de pressão arterial, vacinação contra a gripe e orientações sobre prevenção à dengue. Além disso, foram aplicados exames diversos, totalizando mais de 120 procedimentos durante a ação.
O núcleo de assistência social do evento registrou mais de 340 atendimentos, incluindo distribuição de 200 cestas básicas para famílias inscritas no CadÚnico. Também foram oferecidos serviços de orientação psicossocial, atendimento jurídico em parceria com a OAB Nerópolis e um bazar solidário para a comunidade local.
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico contribuiu com a distribuição de mudas de hortaliças, tomates, abobrinhas e adubo orgânico, incentivando práticas sustentáveis e o cultivo de alimentos saudáveis. A iniciativa permitiu que moradores aprendessem técnicas simples de agricultura familiar, estimulando a produção local e a autonomia alimentar.
Segundo a prefeitura, esta é a primeira de uma série de ações planejadas para diferentes bairros da cidade, com o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços municipais e fortalecer a interação entre governo e comunidade.
A ação demonstra o compromisso da administração municipal em oferecer serviços integrados que unem cuidado social, saúde preventiva, educação e sustentabilidade. Ao levar a estrutura da gestão diretamente aos bairros, o programa Social Itinerante reforça a importância da presença institucional e do atendimento próximo à população, valorizando a cidadania e promovendo a qualidade de vida no município.
País realiza novas eleições presidenciais na 3ª feira (3.jun) depois de uma crise constitucional
A Coreia do Sul realiza eleição presidencial na 3ª feira (3.jun.2025) depois do impeachment do ex-presidente Yoon Suk-yeol (Partido do Poder Popular, direita), deposto por impor lei marcial durante 6 horas em 3 de dezembro de 2024. A saída exigiu a convocação de novo pleito porque o país não tem vice-presidente.
Seis candidatos disputam em turno único. São eles:
- Lee Jae-myung (Partido Democrata, centro-direita);
- Kim Moon-soo (PPP, direita);
- Lee Jun-seok (Novo Partido da Reforma, centro-direita);
- Kwon Young-guk (Partido Democrático Trabalhista, esquerda);
- Hwang Kyo-ahn (independente); e
- Song Jinho (independente).
O democrata Lee Jae-myung, derrotado por Suk-yeol no pleito de 2022, lidera as pesquisas de intenção de voto na Coreia do Sul. Kim Moon-soo aparece em 2º, seguido de Lee Jun-seok.
Lee Jae-myung
Lee Jae-myung, 60 anos, nasceu em uma família pobre da cidade de Andong –província de Gyeongsang do Norte.
Formado em direito pela Universidade Chung-Ang, entrou na política em 2005 e venceu sua 1ª eleição em 2010 para de prefeito de Seongnam –província de Gyeonggi, noroeste do país. Em 2018, foi eleito governador de Gyeonggi. Tentou a presidência em 2022, mas foi derrotado.
Durante a gestão como prefeito, foi acusado de favorecimento ilícito a investidores imobiliários, o que teria dado lucros excessivos a empresas e prejudicado as contas públicas.
Na campanha presidencial, recebeu uma sentença de prisão por declarações falsas que violariam as leis eleitorais da Coreia do Sul. Jae-myung negou todas as acusações, alegando “motivações políticas”.
Como integrante da Assembleia Nacional e líder do Partido Democrata desde 2022, sofreu uma tentativa de assassinato em 2024, ao ser esfaqueado durante visita às obras do aeroporto em Gadeokdo, Busan.
Suas principais propostas incluem o combate à desigualdade social e à polarização política. Com perfil populista, apoia o aumento de gastos em programas sociais e uma reforma corporativa para proteger os direitos de acionistas minoritários. Na política externa, propõe reaproximação com a Coreia do Norte.

Kim Moon-soo
Kim Moon-soo, 71 anos, nasceu em Yeongcheon –província de Gyeongsang do Norte. Tem atuação política voltada à esquerda, participou de movimentos trabalhistas em fábricas, o que o levou a ser preso e torturado pelo regime militar (1972 – 1981).
Kim se voltou para a política nacional quando conseguiu uma cadeira na Assembleia Nacional pelas eleições legislativas de 1996. Como parlamentar, lutou por pautas trabalhistas e ambientais.
Foi governador da província de Gyeonggi até 2014. Tentou a presidência em 2012 pelo Partido Saenuri, mas não venceu as primárias. Em 2022, foi nomeado ao Conselho Econômico, Social e Trabalhista pelo então presidente Yoon Suk-yeol.
Suas propostas envolvem desregulamentar empresas sul-coreanas, a redução de impostos da classe média via isenções fiscais e o investimento em energias nucleares como matriz energética. Para a política externa, propõe uma linha-dura nas relações com a Coreia do Norte e uma maior aproximação com os Estados Unidos.

Lee Jun-seok
Lee Jun-seok, 40 anos, nasceu em Seongdong, distrito da capital Seul. Formado na Universidade Harvard, iniciou a carreira política quando se tornou presidente do PPP em 2021, depois de eleições sem sucesso em 2016 e 2018.
Destacou-se no partido pela posição conservadora e oposta a políticas liberais, principalmente contra o feminismo. Optou por uma candidatura mais próxima do povo e de perfil populista, com vídeos de campanha em metrôs e locais públicos.
Como presidente do PPP, conseguiu eleger Yoon Suk-yeol para a presidência, 5 prefeitos metropolitanos e 7 governadores regionais.
Em 2022, foi acusado de envolvimento em escândalo sexual em 2013. Teria tentado destruir as provas da ocasião, o que levou a sua suspensão da liderança do partido. Em 2023, a polícia inocentou Lee, que saiu do PPP para fundar o Partido da Reforma em janeiro de 2024.
Suas propostas incluem desregulamentar empresas e um salário mínimo mais baixo para os estrangeiros em comparação aos trabalhadores sul-coreanos. Também busca reforma administrativa com a diminuição dos atuais 19 ministérios para 13. Na política externa, defende alianças com EUA e Japão e uma oposição à China e à Coreia do Norte.

Investigação é iniciada após desabamento de estruturas de aço em obra da Hyundai Engineering na rodovia Seul-Sejong
Ao menos 4 trabalhadores morreram e 6 ficaram feridos após o desabamento de estruturas de uma ponte em construção em Anseong, província de Gyeonggi, na Coreia do Sul, às 9h49 desta 3ª feira (25.fev.2025).
O acidente se deu quando 5 suportes de aço de 50 metros de comprimento caíram dos pilares durante a construção da rodovia expressa Seul-Sejong, segundo informações dos bombeiros.
Assista ao vídeo do momento do colapso (3s):
South Korea, Bridge collapse: At least two people have died and 5 have been injured after a part of a bridge that was under consturction collapsed in Cheonan, South Chungcheong Province, Tuesday morning.
National Fire Agency believes three more workers are trapped under the… pic.twitter.com/WF4xxhAqW1
— GeoTechWar (@geotechwar) February 25, 2025
Segundo informações do jornal Korea Times, das 10 pessoas que trabalhavam nas partes superiores da ponte, 7 eram sul-coreanas e 3 chinesas.
Os feridos foram encaminhados a hospitais próximos, onde 5 deles encontram-se em estado grave, de acordo com informações das unidades de saúde.
A altura da ponte varia conforme a seção, mas alcança até 52 metros, com distância entre pilares de 210 metros.
O presidente interino Choi Sang-mok (Independente) ordenou o envio emergencial de todos os recursos disponíveis para os esforços de busca.
A Rodovia Seul-Sejong, com extensão total de 134 km, está dividida em 2 trechos: o 1º, de 72 quilômetros, liga Anseong a Guri (província de Gyeonggi) e foi inaugurado em 1º de janeiro; o 2º, de 62 quilômetros, conecta Sejong a Anseong e tem previsão de abertura para o final de 2026. O local do acidente integra este 2º trecho.
Um representante da Hyundai Engineering, empresa responsável pela obra, afirmou ter enviado ao local todos os funcionários que trabalham com a construção. “Estamos levantando detalhes da situação, como o número de funcionários de campo empregados por subcontratadas“, afirmou.
O Ministério do Emprego e Trabalho do país iniciou investigação para verificar possíveis violações das normas de segurança e da lei de punição por acidentes graves. Também foi ordenada a suspensão temporária dos trabalhos.
A legislação sul-coreana prevê prisão ao presidente-executivo de uma empresa em caso de mortes em acidentes graves no local de trabalho caso seja provado que as medidas de segurança tomadas foram insuficientes.
Abertura de Novos Mercados na Coreia do Sul e Guatemala Impulsiona Exportações do Agronegócio Brasileiro
Lidiane 8 de fevereiro de 2025
O Brasil segue avançando com sua estratégia de expansão comercial internacional e acaba de alcançar novas aberturas de mercado na Coreia do Sul e na Guatemala. Essas conquistas são mais um reflexo do fortalecimento do agronegócio brasileiro, que continua a se expandir em mercados estratégicos da Ásia e América Central, ampliando sua presença em mercados altamente competitivos.
A Coreia do Sul e a Guatemala são mercados-chave para produtos como grãos, café, frutas e produtos lácteos, e a abertura de novos mercados nos dois países representa um crescimento significativo nas exportações agropecuárias brasileiras. Com a ampliação dessas oportunidades comerciais, o Brasil fortalece sua posição como um dos principais fornecedores de alimentos e insumos agropecuários para o mercado global.
Abertura de Mercado na Coreia do Sul: Gergelim Brasileiro Ganha Acesso ao Mercado Asiático
O governo da Coreia do Sul autorizou a exportação de gergelim brasileiro, um produto que tem crescido consideravelmente na produção agropecuária nacional. O gergelim, que é amplamente utilizado em uma variedade de produtos alimentícios, ganha agora acesso a um mercado importante no continente asiático, que é reconhecido por sua demanda crescente por produtos alimentícios de alta qualidade.
Em 2024, a Coreia do Sul importou mais de US$ 2,85 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para cereais, carnes, oleaginosas e grãos. A exportação de gergelim representa uma nova oportunidade para os produtores brasileiros, que agora poderão atender a uma demanda crescente por sementes de gergelim de qualidade superior. Esse mercado oferece grande potencial de crescimento para as exportações brasileiras, já que a Coreia do Sul continua a expandir sua indústria alimentícia e sua demanda por insumos agropecuários.
Abertura de Mercado na Guatemala: Oportunidade para a Indústria de Alimentos e Insumos
Na Guatemala, a autoridade sanitária do país também autorizou a exportação de gelatina e colágeno produzidos no Brasil, abrindo uma nova oportunidade para o setor de insumos alimentícios e farmacêuticos. A Guatemala, com uma economia crescente e uma população que consome uma quantidade crescente de produtos alimentícios processados, se torna um mercado importante para os produtores brasileiros de gelatina e colágeno.
Em 2024, o Brasil exportou US$ 248,9 milhões em produtos agropecuários para a Guatemala, com destaque para produtos florestais, cereais e oleaginosas. A exportação de gelatina e colágeno será um impulso significativo para o comércio com a Guatemala, além de fortalecer a posição do Brasil no setor de insumos alimentícios e farmacêuticos, com produtos de qualidade superior.
Diversificação e Crescimento das Exportações Brasileiras
Com a abertura de mercados na Coreia do Sul e na Guatemala, o Brasil consegue diversificar ainda mais sua pauta de exportações, atendendo à crescente demanda por produtos de alta qualidade no mercado internacional. Esses dois novos mercados fazem parte de uma estratégia maior do governo brasileiro de expandir suas relações comerciais com países em mercados emergentes e desenvolvidos, oferecendo uma gama de produtos que variam desde sementes e grãos até insumos alimentícios e produtos farmacêuticos.
Além disso, a abertura desses mercados coloca o Brasil como um fornecedor confiável e estratégico de produtos agropecuários, o que fortalece ainda mais as parcerias comerciais com esses países e amplia as oportunidades de negócios para os produtores brasileiros. A diversificação das exportações também oferece uma proteção contra flutuações econômicas e de mercado, pois o Brasil passa a ter acesso a uma ampla gama de mercados.
Desafios e Oportunidades para o Setor Agropecuário Brasileiro
Apesar das grandes oportunidades, o Brasil ainda enfrenta desafios no comércio internacional, como as barreiras comerciais impostas por alguns países, as exigências sanitárias rigorosas e a concorrência internacional. No entanto, o agronegócio brasileiro continua a se destacar pela qualidade de seus produtos e pela capacidade de inovação.
A sustentabilidade e o compromisso com práticas agrícolas responsáveis são fatores que colocam o Brasil em uma posição de liderança no mercado global. O país tem investido fortemente em tecnologias agrícolas sustentáveis, garantindo que a produção agropecuária continue a crescer, sem comprometer os recursos naturais. Essa qualidade e responsabilidade são fatores essenciais para superar os desafios e garantir o sucesso contínuo das exportações.
Conclusão: Brasil Avança no Comércio Internacional e Consolida sua Posição no Mercado Global
A abertura de mercados na Coreia do Sul e na Guatemala é mais um marco no crescimento do agronegócio brasileiro. O Brasil continua a expandir suas exportações para mercados estratégicos, diversificando sua pauta de produtos e ampliando suas oportunidades comerciais. Com o aumento da demanda internacional por produtos sustentáveis e de alta qualidade, o Brasil tem todas as condições de continuar a ser um líder global na produção e exportação de alimentos e insumos agropecuários.
Essas novas aberturas de mercado no mercado asiático e latino-americano representam um grande passo na integração do Brasil com o comércio global, ampliando as oportunidades de negócios e consolidando o país como fornecedor confiável de produtos agropecuários.
Ordem de prisão foi emitida depois de Yoon Suk Yeol, ignorar 3 intimações para depor sobre lei marcial; apoiadores tentam impedir prisão
Autoridades sul-coreanas prenderam o presidente afastado Yoon Suk-yeol na noite desta 3ª feira (14.jan.2025) pela tentativa de impor uma lei marcial no país em dezembro de 2024. Investigadores e policiais entraram no complexo da residência presidencial, no centro de Seul, às 10h30 de 4ª feira (15.jan) no horário local (22h30 de Brasília).
A operação teve resistência e confrontos físicos com apoiadores de Yoon e sua equipe de segurança, que se reuniram em frente à residência do presidente para impedir a sua prisão. Foi a 2ª tentativa de prender o presidente afastado –a 1ª, em 3 de janeiro, foi barrada por militares e apoiadores. As informações são da agência sul-coreana Yonhap.
A polícia mobilizou cerca de 3.000 agentes para conseguir ter acesso ao local, onde aproximadamente 6.500 apoiadores do ex-presidente se reuniram. Além do grupo, as equipes enfrentaram resistência do PSS (Serviço de Segurança Presidencial) e de parlamentares do partido governista Poder Popular (direita), que bloquearam os acessos ao complexo.
Investigadores recorreram a diferentes estratégias, incluindo o uso de escadas e trilhas próximas, para tentar entrar na residência.
A ordem de prisão foi emitida pelo Tribunal Distrital Ocidental de Seul após Yoon ignorar 3 intimações para interrogatórios sobre sua tentativa de imposição da lei marcial. O mandado permanece válido até 21 de janeiro, após uma prorrogação concedida na última semana.
O CIO (sigla em inglês para Escritório de Investigação de Corrupção para Autoridades de Alto Escalão), que lidera a operação, obteve aprovação de uma unidade militar para a entrada de investigadores e policiais na residência. Contudo, o PSS contestou a autoridade da unidade para conceder tal permissão, argumentando que a aprovação adicional do próprio serviço era necessária.
O Ministério da Defesa apoiou a posição do PSS, afirmando que a segurança da residência presidencial deve seguir protocolos rígidos.
IMPEACHMENT DE YOON
Yoon Suk-yeol está recluso na residência presidencial desde que foi destituído pela Assembleia Nacional, em 14 de dezembro de 2024. As tentativas de detê-lo ganharam ampla repercussão e polarizaram a sociedade sul-coreana.
Durante a operação, confrontos foram registrados entre apoiadores e autoridades, e uma mulher precisou de atendimento médico no local.
Enquanto isso, parlamentares do partido governista acusaram os investigadores de agirem de forma “injusta e ilegal”. O advogado de Yoon, Yun Gap-geun, classificou a ação como uma “violação dos princípios legais”.
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O prefeito de Aparecida de Goiânia Leandro Vilela (MDB) começou seu mandato com uma força-tarefa de limpeza nos bairros da cidade. A ação foi lançada na manhã desta quinta-feira (2/1) no Setor Goiânia Park Sul, onde os trabalhos incluíram a roçagem de lotes e a retirada de entulhos descartados irregularmente em terrenos baldios.
Acompanhado do secretário de Desenvolvimento Urbano, Wagner Siqueira, o prefeito inspecionou o início dos serviços e reforçou que a zeladoria será uma das prioridades de sua gestão para melhorar a qualidade de vida da população e prevenir a transmissão de doenças.
“Este é o primeiro de vários trabalhos que nós iniciamos já hoje cedo. A cidade está suja, com dezenas de pontos críticos como este no Goiânia Park Sul. Esses locais, além do mau cheiro, são propícios para a proliferação do mosquito transmissor da dengue. Nós queremos uma cidade limpa, urbanizada e com qualidade de vida”, afirmou Leandro Vilela.
A força-tarefa envolve uma estrutura com 12 caminhões-caçamba, seis tratores de roçagem, cinco pás carregadeiras, uma bobcat, quatro máquinas de roçagem manual e 62 servidores. Durante a inspeção, o prefeito também anunciou medidas para combater o descarte irregular, como a instalação de câmeras de videomonitoramento e o reforço da ronda pela Guarda Municipal.
“Um morador relatou que pessoas vêm armadas fazer o descarte e ameaçam quem reclama. Isso é inadmissível. Vamos enfrentar e resolver esses problemas com o apoio da Guarda Municipal, Polícia Militar e Polícia Civil. Aqui haverá planejamento, ação, responsabilidade e respeito”, garantiu o prefeito.
Evandro Venâncio, morador da região, comemorou a ação dizendo esperar por uma solução para o problema do descarte irregular de resídulos há anos.
“A gente vem há anos tentando uma solução para isso aqui, mas nunca conseguimos. Somos obrigados a conviver com animais descartados, pneus e resíduos que criam focos de dengue, causando transtornos enormes. Acredito que agora, com a nova gestão, as coisas vão mudar. Em nome dos moradores, agradeço ao prefeito por atender nosso pedido de socorro”, afirmou Evandro.
O secretário Wagner Siqueira destacou que a limpeza urbana será a marca da nova gestão.
“A cidade estava abandonada, cheia de lixo e sujeira. Identificamos sete pontos críticos, mas sabemos que há muitos outros. Vamos trabalhar com transparência e eficiência, integrando todas as secretarias, para transformar Aparecida em uma cidade mais limpa e bonita, com qualidade de vida para os moradores”, explicou Wagner.
Leandro Vilela finalizou reforçando o compromisso de estender a ação para toda a cidade.
“Estamos começando aqui, mas vamos para todos os outros pontos críticos. Nosso objetivo é garantir que práticas irregulares como essas não aconteçam mais. Com planejamento e muito trabalho, faremos as entregas que os aparecidenses esperam de nós”, concluiu.
A Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria de Educação, reformou a Escola Municipal Maria Gomes da Silva, localizada no setor Colonial Sul. A cerimônia aconteceu na sexta-feira (13/12), às 8h, e contou com a participação de moradores, servidores da unidade e autoridades políticas.
A unidade passou por uma reestruturação completa, com revitalização e revisão dos sistemas elétrico e hidrossanitário. A obra, que contou com um investimento de R$ 3 milhões do Tesouro Municipal, também adequou a escola para que ela atenda às normas de acessibilidade e segurança, conforme as exigências da Vigilância Sanitária e do Corpo de Bombeiros.
A Escola Municipal Maria Gomes da Silva atende atualmente 18 turmas, abrangendo a Educação Infantil (Agrupamentos 4 e 5) e o Ensino Fundamental 1 (1º ao 5º ano).
Durante a solenidade, o prefeito Vilmar Mariano destacou os investimentos feitos na educação municipal ao longo de sua gestão.
“Foram 10 escolas reformadas, assinamos Ordem de Serviço para a construção de cinco CMEIs, valorizamos os profissionais, entregamos material escolar e uniforme para todos os alunos da rede municipal. Investimos porque entendemos que o futuro de nossas crianças passa pela educação”, afirmou o gestor.
A secretária de Educação, professora Fernanda Laura, também presente na entrega, reforçou a importância de investir na infraestrutura escolar para melhorar a qualidade do ensino.
“Uma escola com salas de aula mais arejadas, melhor organizada, limpa, com espaços devidamente adequados, irá certamente melhorar a qualidade da educação”, pontuou.
Representando a Câmara Municipal, o vereador Diony Nery da Silva (MDB) se emocionou durante a inauguração.
“É uma emoção muito grande encerrar o meu mandato entregando para a comunidade que representei durante os últimos quatro anos essa escola completamente reformada”, declarou o parlamentar.










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