16 de março de 2026
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Presidente dos EUA rebate relatos sobre resistência militar e diz preferir acordo a ofensiva militar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou que todos, incluindo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Dan Caine, consideram que uma eventual guerra contra o Irã resultaria em uma “vitória fácil” dos norte-americanos. Em publicação nas redes sociais, Trump rebateu reportagens que indicavam cautela do militar e declarou que a informação é “100% incorreta”. Disse ainda que, embora prefira um acordo diplomático, a decisão final sobre uma ação cabe a ele.

Segundo o jornal norte-americano The Washington Post, Caine alertou Trump sobre os riscos de uma ofensiva contra o Irã. Segundo relatos de integrantes do governo ouvidos sob anonimato, o militar teria afirmado, em reunião na Casa Branca na semana passada, que falhas no estoque de munições estratégicas e a falta de apoio de aliados ampliariam os perigos de uma operação e poderiam expor tropas norte-americanas a retaliações.

Caine teria ressaltado que os arsenais foram significativamente reduzidos pelo apoio de Washington à Ucrânia na guerra contra a Rússia e pela defesa de Israel diante dos conflitos na região. Em nota, o gabinete do general teria declarado que ele apresenta “uma gama de opções militares” aos líderes civis, com avaliação de impactos e riscos, de forma confidencial. A porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, disse que Trump escuta diferentes opiniões antes de decidir com base na segurança nacional.

Depois da publicação das informações, Trump disse que reportagens da “mídia de notícias falsas” afirmaram, de forma incorreta, que Caine seria contra uma guerra com o Irã. Declarou que, como todos no governo, o general prefere evitar um conflito, mas que, se houver decisão de agir militarmente, considera que a vitória seria “fácil”.

Trump disse que Caine conhece bem o Irã por ter comandado uma operação responsável por destruir instalações ligadas ao desenvolvimento nuclear iraniano com bombardeiros B-2. Afirmou ainda que o militar “representa o Exército mais poderoso do mundo”, que “sabe vencer” e que, se receber a ordem, “liderará a linha de frente”.

O presidente dos EUA declarou ser ele quem toma a decisão final, disse preferir um acordo diplomático, mas advertiu que, caso não haja entendimento, será “um dia muito ruim” para o Irã.

A dimensão de uma eventual campanha dependeria do objetivo definido por Trump. Um ataque restrito ao programa de mísseis iraniano exigiria atingir centenas de alvos, incluindo lançadores móveis e sistemas de defesa aérea. Já uma investida voltada à derrubada do líder supremo Ali Khamenei ampliaria o número de alvos para milhares de instalações estratégicas, com possibilidade de semanas ou meses de confronto.

Autoridades norte-americanas discutem a hipótese de uma ação limitada para pressionar Teerã a aceitar termos mais rígidos sobre seu programa nuclear. As negociações entre os 2 países devem ser retomadas em Genebra.



Autor Poder360 ·


Pedro Campos também critica decisão da Mesa Diretora de mandar para o plenário a análise da perda de mandato da deputada

O líder do PSB na Câmara dos Deputados, deputado Pedro Campos (PE), comentou o processo de cassação do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP), condenada a 10 anos pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por invasão do sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada nesta 6ª feira (26.set.2025), Campos disse que seria um “constrangimento para a Casa” decidir que ela pode continuar a exercer o seu mandato.

Zambelli está presa na Itália desde 29 de julho. As autoridades italianas estão analisando o pedido de extradição ao Brasil. A deputada foi ouvida na 4ª feira (24.set) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, que analisa o processo de perda do mandato da congressista. A palavra final será do plenário da Casa.

“Se essa Casa decidir que ela [Zambelli] pode continuar a exercer o seu mandato parlamentar, basicamente essa Casa estará dizendo que uma pessoa presa, quer seja na Itália ou em regime fechado aqui no Brasil, pode manter um mandato de parlamentar e deputado federal”, afirmou o deputado ao jornal. “E isso é um constrangimento e um absurdo para a Casa. Isso é uma coisa que a sociedade não vai aceitar nem vai admitir”, acrescentou.

“Aqui nesse Parlamento cabe todo tipo de visão, mas não cabe uma deputada presa estar exercendo o mandato. Esse Parlamento não pode virar um lugar onde as pessoas estão presas e deputadas ao mesmo tempo”, disse Campos.

Campos também criticou a decisão da Mesa Diretora e do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) de mandar a análise para o plenário.

“Em respeito à população, a Mesa deveria ter decidido pela perda do mandato e que assumisse o suplente que pudesse aqui se posicionar. E não estar transformando uma coisa que foi uma condenação na Justiça, de uma pessoa que decidiu fugir do país, que foi presa na Itália, como fosse uma heroína por estar aqui protegendo as prerrogativas parlamentares”, declarou.

Em depoimento à Câmara, na 4ª feira (24.set), Zambelli negou ter solicitado ao hacker Walter Delgatti invasão ao sistema eletrônico do CNJ. Disse que o contatou por dúvidas sobre a segurança das urnas eletrônicas. Ela também relatou problemas de saúde e disse ter desmaiado 8 vezes desde que foi detida pela polícia italiana.

Durante o depoimento, Zambelli ainda criticou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes: “Tirou as redes sociais do meu filho, tirou as redes sociais da minha mãe”, declarou a deputada. Ela mostrou uma foto com o filho e disse que o ministro a persegue politicamente: “Ele quis atingir toda a minha família, não tem como não ser perseguição”.

Moraes revogou na 5ª feira (25.set) o bloqueio dos perfis da deputada, considerando que não haveria mais necessidade de manter essa medida. A decisão retoma os perfis de Zambelli em 8 redes sociais, como YouTube, Telegram, X, Instagram, entre outras. No entanto, caso os perfis voltem a compartilhar conteúdos considerados ilícitos pelo STF, será fixada uma multa diária de R$ 20.000.



Autor Poder360 ·


Ludymila Siqueira

Goiânia – 

 Presidente do MDB em Goiás, o vice-governador Daniel Vilela avalia que Ana Paula Rezende, filha do ex-prefeito Iris Rezende, seria a vice ideal para compor a chapa caiadista na disputa pelo Paço Municipal em Goiânia. Apesar do anúncio da pré-candidatura de Sandro Mabel a prefeito com o apoio do governador Ronaldo Caiado, o cenário para nomes de vice ainda segue incerto. 


 


“Quem imaginava que ela [Ana Paula Rezende] seria a prefeita de Goiânia, entende que ela seria a melhor vice que qualquer candidato poderia ter. Ela reúne as credenciais para isso. Na minha opinião, todos percebem que a Ana Paula pode ser a melhor vice, porém é uma decisão que passa primeiro por ela”, destaca. 


 


Inicialmente, Ana Paula Rezende era ventilada como principal nome da base para as eleições municipais que ocorrem em outubro deste ano. Ela, no entanto, declarou em mais de uma oportunidade que não iria concorrer ao pleito na capital. A emedebista se mostra resistente também na composição de chapa como vice. 


 


Desejo de vice mulher 


Pré-candidato da base governista em Goiânia, Sandro Mabel declarou, na terça-feira (2/4), que pensa no nome de uma mulher evangélica para compor a chapa como vice. Ao ser questionado sobre a chance do MDB indicar Mayara Mendanha, esposa de Gustavo Mendanha (MDB), para ocupar a vaga, Daniel não descartou a possibilidade. “O partido tem muitos nomes, inclusive de mulheres competentes e preparadas para representar e fazer parte de um projeto de resgate e recuperação de Goiânia”.


 


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