A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) de Aparecida de Goiânia conduziu em flagrante, na noite deste domingo (18/1), um homem de 65 anos suspeito de praticar maus-tratos contra uma cadela no Setor Pontal Sul. A ação ocorreu após denúncia apresentada por duas protetoras independentes de animais, que relataram a situação às autoridades ambientais do município.
Segundo as denunciantes, a cadela encontrava-se em estado de vulnerabilidade, apresentando sinais de doença, desnutrição, além da falta de acesso regular à água. Elas também relataram episódios recorrentes de agressões cometidas pelo tutor.
Diante do quadro, as protetoras foram até o local com o objetivo de resgatar o animal para atendimento veterinário, com a intenção de devolvê-lo posteriormente, após a recuperação. No entanto, o homem se recusou a entregar a cachorra, o que motivou o acionamento da fiscalização ambiental.
Ao chegar ao endereço informado, a equipe da Semma constatou que o tutor havia retirado o animal do local na tentativa de evitar o flagrante. Ainda assim, os fiscais realizaram a condução do suspeito à Central de Flagrantes, uma vez que vídeos encaminhados pelas denunciantes comprovaram as agressões e a situação de maus-tratos sofrida pelo animal.
A secretária municipal de Meio Ambiente, Pollyana Borges, destacou que o município tem atuado de forma rigorosa no enfrentamento aos crimes contra animais:
“Nós temos trabalhado diariamente para combater os maus-tratos em Aparecida. A lei é clara, e qualquer forma de violência contra animais será tratada com seriedade. A população pode e deve denunciar, porque cada caso registrado é uma vida que pode ser salva”, afirmou.
Em nota, a Prefeitura de Aparecida reforça que maus-tratos contra animais configuram crime previsto em lei, conforme a legislação federal vigente, e que os responsáveis estão sujeitos às penalidades cabíveis. A administração municipal orienta que a população utilize os canais oficiais para registrar denúncias, garantindo a atuação rápida das equipes de fiscalização e proteção animal.
As denúncias podem ser feitas diretamente pelo WhatsApp da Semma, no número (62) 98459-1661, assegurando sigilo e acompanhamento das ocorrências.
A prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), realizou uma operação conjunta com o 45º Batalhão da Polícia Militar entre a noite de sábado (22/11) e a madrugada de domingo (23/11). A ação reforçou a fiscalização contra festas clandestinas, perturbação do sossego e poluição sonora em diversos bairros do município.
Durante a operação, duas festas irregulares foram identificadas e imediatamente interditadas no Jardim dos Ipês. Segundo a Semma, os eventos funcionavam sem autorização e descumpriam normas ambientais e de segurança, oferecendo riscos e causando incômodo à vizinhança.
Além das interdições, cinco veículos equipados com som automotivo de alta potência foram apreendidos por causar poluição sonora. Os carros foram encaminhados ao pátio da Secretaria, onde permanecerão retidos até a regularização das pendências.
As equipes aplicaram R$ 7.690,46 em multas, valor calculado com base na legislação ambiental vigente. A média foi de aproximadamente R$ 1,5 mil por veículo apreendido. De acordo com a secretaria, esse tipo de infração tem se tornado recorrente, impulsionando a necessidade de ações frequentes, especialmente nos finais de semana.
A secretária de Meio Ambiente, Pollyana Borges, destacou que o município tem registrado aumento significativo nas denúncias relacionadas à perturbação do sossego e funcionamento irregular de festas. Ela reforçou que a população conta com equipes mobilizadas 24 horas para atender ocorrências desse tipo.
“A Semma recebe diariamente denúncias de poluição sonora e festas irregulares, e nossas equipes estão atentas 24 horas para coibir essas práticas. Nosso compromisso é garantir o direito ao sossego, ao descanso e à segurança das famílias de Aparecida”, afirmou.
A prefeitura informou que novas operações conjuntas serão intensificadas ao longo dos próximos meses, sobretudo em áreas com histórico de reincidência, visando prevenir abusos e preservar a qualidade de vida da população.



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