11 de março de 2026
  • 03:04 Procuradoras da mulher e profissionais serão homenageadas em sessões solenes amanhã
  • 23:21 Dono de distribuidora é preso por tráfico em Aparecida
  • 19:36 Ex-comandante da Marinha contesta perda de posto no STM
  • 15:52 Delegado Eduardo Prado propõe proteção a filhos de vítimas de feminicídio e violência doméstica
  • 12:08 Sebrae promove evento inclusivo com palestra da Pequena Lô


interior

Luís Estevam defende que município soma mais de 300 anos de história e foi ignorado pela versão oficial

Imagem: Divulgação/Prefeitura

O doutor em Economia pela Unicamp, Luís Estevam, reacendeu um antigo debate sobre qual é o lugar mais antigo de Goiás. Segundo ele, a história oficial do estado ignorou, ao longo de décadas, o protagonismo de um município que, de acordo com seus estudos, soma hoje 304 anos de existência histórica e 167 anos de emancipação política.

Para o economista, trata-se de uma injustiça historiográfica. Ele afirma que o município de Catalão deveria ser reconhecido como o verdadeiro lugar mais antigo de Goiás, com registros de povoamento que remontam ao início do século XVIII. “Nunca aceitaram”, diz ele, ao se referir à resistência em reconhecer oficialmente esse título.

Membro de instituições como o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e autor de diversos livros e artigos sobre economia, história e política, Luís Estevam disse ao Jornal Opção que Catalão esteve à margem da narrativa tradicional sobre a formação do estado. Enquanto a maioria das cidades goianas surgiu impulsionada pela corrida do ouro, o município trilhou outro caminho, voltado à agropecuária, ao comércio e ao desenvolvimento industrial.

Outro ponto destacado pelo pesquisador é que Catalão nunca mudou de nome, diferentemente de outras cidades históricas. O local evoluiu de Sítio do Catalão para Arraial, depois Vila e, por fim, Cidade de Catalão.

Foto: Reprodução/ Youtube

“Capital econômica de Goiás”

De acordo com Luís Estevam, no início do século XX, Catalão foi reconhecida como a “Atenas de Goiás”, por abrigar alguns dos maiores intelectuais do estado. Já na primeira metade do século passado, destacou-se como capital econômica de Goiás, reunindo o comércio, a indústria e a agropecuária mais avançados da época.

Para o economista, esse protagonismo também foi pouco reconhecido. Ele afirma que o eixo de desenvolvimento que posteriormente consolidou cidades como Goiânia e Anápolis contou com a participação de imigrantes e empreendedores que passaram por Catalão.

Cruz do Anhanguera e disputa histórica

Um dos episódios mais simbólicos mencionados por Luís Estevam ao Jornal Opção envolve a chamada Cruz do Anhanguera, considerada marco da criação do estado. Segundo ele, o monumento teria sido retirado de Catalão e levado para outro município, reforçando a tese de que o reconhecimento histórico foi deslocado ao longo do tempo. “Nunca aceitaram que Catalão fosse o lugar mais antigo de Goiás”, afirma.

  • Companhia aérea Azul deixa de operar em cidade de Goiás; SAIBA QUAL
Fazenda onde a Cruz do Anhanguera foi encontrada | Foto: Divulgação

Outro fato citado é a disputa eleitoral de 1954, quando um candidato ligado ao município venceu as eleições para governador, mas acabou impedido de assumir após fraude posteriormente reconhecida pelo então Tribunal Superior Eleitoral.

Identidade própria

Para Luís Estevam, a história de Catalão é marcada por independência e protagonismo. Como cidade de fronteira, formou uma identidade própria, sem copiar modelos externos ou se submeter a centros políticos tradicionais do estado.

Hoje, ao completar 304 anos de existência, o município segue no centro do debate sobre a formação histórica de Goiás.

Foto: SDnews

Autor Fabricio Moretti


Formação de geadas, queda de neve e friagem caracterizam estação, que começa às 23h42 (horário de Brasília) desta 6ª feira (20.jun)

O inverno no Hemisfério Sul começa às 23h42 (horário de Brasília) desta 6ª feira (20.jun.2025) e termina em 22 de setembro. De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a estação é marcada pelo período menos chuvoso das regiões Sudeste, Centro-Oeste e parte das regiões Norte e Nordeste.

“Além de uma menor incidência de radiação solar, a estação caracteriza-se pelas incursões de massas de ar frio, oriundas do sul do continente, que provocam queda na temperatura do ar, resultando em valores médios inferiores a 22 graus Celsius (°C) sobre a parte leste das regiões Sul e Sudeste do Brasil”, diz o instituto.

Segundo o Inmet, a diminuição de temperatura pode ocasionar:

  • formação de geadas nas regiões Sul, Sudeste e no Estado de Mato Grosso do Sul;
  • queda de neve nas áreas serranas e nos planaltos da região Sul; e
  • episódios de friagem em Mato Grosso, Rondônia, Acre e no sul do Amazonas.

“Durante a estação, em função das inversões térmicas no período da manhã, são comuns as formações de nevoeiro e/ou névoa úmida nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com redução de visibilidade, especialmente em estradas, áreas serranas e aeroportos”, afirmou.

Norte

Em grande parte da região Norte, a previsão climática indica condições favoráveis para ocorrência de chuvas próximas ou abaixo da média. Apenas no norte de Roraima e no noroeste do Pará e do Amapá, a previsão indica condições favoráveis para chuvas acima da média.

“A temperatura do ar nos próximos meses é prevista com predominância de condições acima da média em grande parte da região. Ressalta-se que a falta de chuvas no sul da Amazônia é comum entre os meses de julho a setembro e, aliadas à alta temperatura e baixa umidade relativa do ar, favorecem a incidência de queimadas e incêndios florestais.”

Nordeste

A previsão indica predominância de chuvas perto da média no interior do Nordeste, sendo que a região já está no período seco. Nas demais áreas, são previstas chuvas abaixo da média. No entanto, a presença de águas mais quentes que o normal no oceano Atlântico tropical pode favorecer chuvas na costa leste do Nordeste.

Quanto à temperatura, o Inmet prevê, para este inverno, o predomínio de temperaturas acima da média em toda a região, principalmente no sul do Maranhão, onde podem ser registradas temperaturas médias de até 2°C acima da média.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, o período seco começou no mês de maio, e a previsão, para o inverno, é de chuvas abaixo da média climatológica em toda a região, com tendência de queda da umidade relativa do ar nos próximos meses, com valores diários que podem ficar abaixo de 30% e picos mínimos abaixo de 20%.

As temperaturas, segundo o Inmet, tendem a apresentar-se acima da média, por causa da permanência de massas de ar seco e quente, favorecendo a ocorrência de queimadas e incêndios florestais.

Sudeste

A previsão para o inverno na região Sudeste indica predomínio de chuvas abaixo da média, porém, não estão descartadas chuvas em áreas pontuais do litoral da região, por causa da passagem de frentes frias.

De acordo com o instituto, as temperaturas tendem a permanecer acima da média em grande parte da área. E não se descarta a possibilidade de queda na temperatura média do ar causada pela entrada de massas de ar frio em alguns dias, podendo ser registrada formação de geadas em pontos isolados de áreas com altitude elevada.

Sul

O prognóstico para os meses de inverno indica condições favoráveis para chuvas próximas e acima da média em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Já as condições de chuvas abaixo da média são previstas apenas para o Paraná.

Para a região Sul, o Inmet prevê temperaturas acima da média durante a maior parte do inverno, com os maiores valores concentrados no Paraná. No entanto, a atuação de massas de ar de origem polar poderá ocasionar quedas pontuais de temperatura ao longo da estação, favorecendo a ocorrência de geadas em algumas áreas, sobretudo nas regiões de maior altitude.


Com informações da Agência Brasil.



Autor Poder360 ·


O deputado bolsonarista Sóstenes Cavalente (PL-RJ). Foto: Najara Araújo/Agência Câmara

Autor do projeto de lei que prevê aplicação de pena de homicídio simples a mulheres que interromperem a gravidez após a 22ª semana, o “PL do aborto”, o deputado bolsonarista Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) já esteve envolvido no acidente de uma idosa em Goiás que foi abafado tanto pela mídia local quanto pelas autoridades. O caso tem sido relembrado nas redes sociais por internautas após a repercussão de sua proposta.

O caso aconteceu em 2022 na cidade de Cristalina (GO). Irma Diniz da Cruz (81), que morava em Paracatu (MG) e seguia para Brasília (DF) em uma caminhonete, foi atingida violentamente por um veículo alugado dirigido por Sóstenes.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) chegou a atender a ocorrência na ocasião, mas a imprensa local não noticiou o episódio e o Ministério Público Federal (MPF) sequer foi acionado para investigar o caso. A apuração foi engavetada e a idosa morreu no dia 30 de junho daquele ano no Hospital Santa Lúcia, em Brasília. Irma foi vítima de politraumatismo e traumatismo craniano grave.

Carro que levava Irma até Brasília (esq.) e o veículo dirigido por Sóstenes Cavalcante na ocasião (dir.). Foto: Reprodução

Ao site 24h News, Sóstenes confirmou que o acidente ocorreu e relatou que prestou apoio à família de Irma, mas não deu mais detalhes sobre o caso e disse que não se lembra da velocidade que conduzia o veículo na ocasião.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que o caso jamais foi alvo de um inquérito e que jamais recebeu qualquer pedido para apuração do caso.

Apesar do acidente que matou a senhora, que não teve repercussão, Sóstenes diz que está “lutando a favor da vida” com o projeto de lei.

Após a repercussão do texto, que teve a urgência aprovada na última quarta (12), usuários do X (ex-Twitter) têm relembrado do caso e cobrado manifestações do deputado bolsonarista.

Veja a repercussão:

Chegamos ao Blue Sky, clique neste link

Siga nossa nova conta no X, clique neste link

Participe de nosso canal no WhatsApp, clique neste link

Entre em nosso canal no Telegram, clique neste link





Autor