11 de janeiro de 2026
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Presidente dos EUA diz que ação não é apropriada neste momento; Kremlin fala em drones e Kiev nega acusação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta 2ª feira (29.dez.2025) que ouviu do presidente da Rússia, Vladimir Putin, o relato de uma suposta tentativa ucraniana de ataque a uma residência do líder russo no norte do país.

Trump disse que uma ação desse tipo não é apropriada neste momento, quando há negociações para encerrar a guerra, que já dura 3 anos. O governo ucraniano nega a acusação.

“Não gosto disso. Não é bom. Fiquei sabendo disso hoje pelo presidente Putin. Fiquei muito irritado com isso”, disse Trump.

Segundo o presidente norte-americano, o episódio ocorre em um momento sensível das conversas diplomáticas. “Não é o momento certo. Uma coisa é conduzir ações ofensivas no campo de batalha; outra é atacar a residência de um chefe de Estado”, declarou.

Questionado sobre a existência de provas do suposto ataque, Trump disse que ainda não havia confirmação independente. “Vamos descobrir”, afirmou.

SUPOSTO ATAQUE

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, acusou a Ucrânia de tentar atingir, com drones, uma das residências de Putin na região de Novgorod, entre Moscou e São Petersburgo. Segundo ele, a ação teria sido registrada de domingo (28.dez) a 2ª feira (29.dez.2025).

Lavrov afirmou que 91 drones de longo alcance teriam sido utilizados e que não houve danos nem vítimas. O ministro não informou se Putin estava no local no momento do suposto ataque. Disse ainda que o episódio pode influenciar a posição do Kremlin nas negociações de um acordo de paz.

Autoridades russas declararam que alvos para possíveis ações de retaliação já foram definidos. “Esses atos não ficarão sem resposta”, disse o Kremlin em comunicado.

O conselheiro de Política Externa do Kremlin, Yuri Ushakov, informou que Putin telefonou a Trump para relatar as supostas ofensivas ucranianas. Segundo Ushakov, o presidente norte-americano reagiu com indignação à informação.

KIEV NEGA

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky (Servo do Povo, centro), negou envolvimento no episódio e rejeitou as acusações feitas por Moscou. Em publicação nas redes sociais, afirmou que a Rússia “continua inventando pretextos” e que o foco deveria ser o fim da guerra.

“Putin precisa aceitar que chegou o momento de encerrar o conflito, os ataques e o derramamento de sangue”, escreveu Zelensky. Também agradeceu aos Estados Unidos, à Alemanha e a outros países europeus pelo apoio diplomático.

Trump e Zelensky reuniram-se no domingo (28.dez) na Flórida (EUA) para tratar das negociações de paz. Antes do encontro, o presidente norte-americano afirmou ter tido uma “conversa produtiva” por telefone com Putin. A declaração sobre o suposto ataque foi feita um dia depois da reunião.



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Presidente russo chama tentativa de uso de ativos congelados de “assalto” e culpa Ucrânia por impasse em negociações de paz

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que o país está “pronto e disposto” a encerrar, de forma pacífica, a guerra na Ucrânia. Mas, segundo ele, os ucranianos não estão “prontos para negociações”. Putin criticou a tentativa da UE (União Europeia) de usar ativos russos congelados para custear a defesa ucraniana.

As declarações foram dadas nesta 6ª feira (19.dez.2025), na entrevista anual em que Putin responde a perguntas da imprensa e do público.

“Vemos certos sinais, inclusive do regime de Kiev, de que estão dispostos a se engajar em algum tipo de diálogo. A única coisa que quero dizer é que sempre dissemos isso: ‘Estamos prontos e dispostos a encerrar este conflito pacificamente’”, declarou.

Putin declarou que 700 mil soldados russos estão lutando na guerra. Segundo ele, a Rússia controla quase 20% da Ucrânia.

O presidente da Rússia falou sobre o pacote de 90 bilhões de euros para a Ucrânia, aprovado nesta 6ª feira (19.dez) pela UE. O bloco europeu decidiu contrair um empréstimo para financiar a defesa da Ucrânia contra a Rússia pelos próximos 2 anos em vez de usar ativos russos congelados.

Putin classificou a tentativa de usar os ativos congelados como “assalto” e afirmou que a Rússia defenderia seus interesses em tribunais e que tudo o que fosse “roubado” seria “eventualmente” devolvido aos russos.

“Roubo não é o termo apropriado. Roubo é a apropriação clandestina de propriedade, mas, no nosso país, estão tentando fazer isso abertamente. É um assalto à luz do dia. Por que esse assalto não pode ser levado a cabo? Porque as consequências podem ser graves para os assaltantes”, disse.

“Isso não é apenas um golpe na imagem deles [países da UE]. É um abalo na confiança na zona do euro e no fato de que muitos países, não apenas a Rússia, mas principalmente países produtores de petróleo, mantêm suas reservas de ouro e divisas na zona do euro. Uma vez que isso comece [uso de ativos congelados], pode ser replicado sob diversos pretextos”, declarou.

Putin disse que não pretende atacar a Europa e está pronto para trabalhar com o Ocidente em igualdade de condições. No entanto, afirmou ser preciso que o Ocidente passe “a respeitar” a Rússia.



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Presidente russo disse que o prêmio perde credibilidade ao homenagear alguém que “não fez nada pelo mundo”; vencedora foi líder da oposição na Venezuela

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta 6ª feira (10.out.2025) que o Prêmio Nobel da Paz perdeu credibilidade nos últimos anos por homenagear pessoas que “não merecem” e “nada fizeram” pela paz no mundo. Mais cedo, a líder da oposição na Venezuela, Maria Corina Machado, foi anunciada a vencedora deste ano.

Em declaração a jornalistas, Putin disse que não cabe a ele decidir quem merece vencer o Nobel da Paz, mas elogiou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano), por seus esforços para a paz. Segundo o líder russo, Trump tem “trabalhado duro para resolver crises”, incluindo a guerra na Ucrânia.

Trump agradeceu o comentário de Putin em suas redes sociais. O republicano vem fazendo campanha para receber o Nobel da Paz por encerrar –em suas contas– 7 guerras desde que voltou ao poder. O cessar-fogo na Faixa de Gaza, alcançado na 5ª feira (9.out), é o trunfo de sua campanha.

O presidente dos EUA já recebeu ao menos 3 indicações ao Nobel da Paz de 2026: do Paquistão, de Israel e do Camboja, países envolvidos nas guerras que o republicano diz ter solucionado.

A vencedora deste ano, Maria Corina Machado, foi escolhida por “seu trabalho incansável promovendo os direitos democráticos para o povo da Venezuela e por sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia”.

A crítica de Putin ao prêmio entregue a Corina também se deve ao apoio russo ao governo autocrata de Nicolás Maduro na Venezuela. Moscou é o principal aliado do regime chavista e nesta semana assinou um acordo bilateral com Caracas para fortalecer a parceria política econômica com a nação sul-americana para driblas as sanções do Ocidente.



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Modelo do tipo B-2 foi visto em encontro de líderes dos EUA e da Rússia; aeronave é semelhante à que atingiu instalações de urânio

Uma formação aérea composta por um bombardeiro B-2 Spirit e outros 4 caças sobrevoou a Base Aérea Conjunta Elmendorf-Richardson, no Alasca, onde os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), e da Rússia, Vladimir Putin (independente) se encontraram nesta 6ª feira (15.ago.2025).

O encontro entre Trump e Putin teve como objetivo discutir um possível acordo de cessar-fogo para a guerra na Ucrânia. Contudo, a reunião terminou sem um acordo concreto.

Assista ao momento (22s):

O modelo já foi usado pelos EUA para bombardear instalações nucleares do Irã e custa, cada um, em torno de US$ 2,1 bilhões (R$ 11,6 bilhões), considerando os gastos com seu desenvolvimento. O bombardeiro é capaz de burlar sistemas de monitoramento aéreo. Tem alcance de cerca de 6.000 milhas náuticas (11.000 km).

O avião militar pode chegar a 1.010 km/h, inferior à velocidade do som, que é de aproximadamente 1.230 km/h. Essa limitação é proposital: o B-2 foi projetado para operações furtivas, priorizando discrição sobre velocidade.

ENCONTRO DE TRUMP E PUTIN

Trump e Putin tiveram uma reunião bilateral a portas fechadas de cerca de 3 horas. A fala a jornalistas durou 13 minutos. Nenhum dos 2 respondeu a perguntas de repórteres.

“Acredito que haja vários caminhos que podemos percorrer com negócios. Acho que podemos conseguir muitas coisas do nosso relacionamento. Nós tivemos agora uma conversa muito produtiva, houve muitos momentos positivos e há uma boa chance de chegar a um acordo. Nunca achamos que fosse fácil. Acredito que possamos ter outros encontros assim no futuro”, declarou Trump.

O republicano afirmou que ligará para o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky (Servo do Povo, centro), para discutir os “avanços” da conversa com Putin. Também disse que falará com os líderes da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) –a aliança militar ocidental liderada pelos EUA. Contudo, declarou que “não há um acordo até que haja um acordo”.

“É importante que os dois lados estejam interessados em avançar. Que seja o começo de uma solução para a Ucrânia, mas também um caminho para devolver o ritmo do caminho entre os EUA e a Rússia”, disse Putin.

O russo também pediu que a Ucrânia e seus aliados europeus não interrompam o “progresso emergente” das negociações com “provocações e intrigas nos bastidores”.



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Presidente norte-americano terá que reunião com líder russo em 15 agosto buscará acordo que pode incluir alterações territoriais

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), disse nesta 2ª feira (11.ago.2025)  que “em 2 minutos” saberá se haverá acordo no encontro com o líder russo Vladimir Putin, marcado para 15 de agosto no Alasca.

A reunião entre os líderes buscará um acordo para encerrar o conflito entre Rússia e Ucrânia que pode incluir alterações territoriais entre os países em guerra, de acordo com uma declaração do norte-americano na Casa Branca com líderes da Armênia e do Azerbaijão para uma cúpula de paz na 6ª feira (8.ago).

A iniciativa de Trump busca soluções diplomáticas para o conflito que persiste entre Moscou e Kiev. O presidente parece considerar que sua participação direta pode contribuir para um acordo que termine as hostilidades, mesmo que isso implique em pressionar a Ucrânia a ceder partes de seu território.

Este será o 1º encontro presencial entre um presidente norte-americano e um presidente russo desde que Joe Biden se reuniu com Vladimir Putin em junho de 2021.

A reunião envolve diretamente os líderes dos Estados Unidos e da Rússia, mas seus resultados afetam principalmente a Ucrânia, que tem resistido à ocupação russa de seus territórios. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e outros representantes do país têm se manifestado contra qualquer cessão territorial à Rússia.

“Esta é uma guerra que deveria nunca ter acontecido. Não teria acontecido”, disse Trump em entrevista a jornalistas. A proposta menciona “algumas trocas de territórios” sem detalhar quais áreas seriam afetadas por um possível acordo ou a extensão dessas regiões.



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Cerimônia é em celebração aos 80 anos da vitória chinesa em guerra com o Japão, quando os 3 países eram aliados

O desfile militar chinês marcado para 3 de setembro deste ano pode reunir os líderes Donald Trump (EUA), Vladimir Putin (Rússia) e Xi Jinping (China) na capital chinesa. Segundo reportagem do jornal japonês Kyodo News, o governo chinês planeja convidar o norte-americano para a solenidade. O governo russo já confirmou que Putin estará na China na data do desfile.

A cerimônia anunciada pelo governo da China na semana passada é uma celebração aos 80 anos da vitória do país contra o Japão na 2ª Guerra Mundial, também chamada pelos chineses de Guerra Mundial Contra o Fascismo. A China, os EUA e a Rússia eram aliados nesse confronto.

O site japonês diz que integrantes do governo dos EUA estão desconfortáveis com a ideia de Trump ir para a China e que os norte-americanos propuseram outro encontro entre os líderes, também em setembro, mas dessa vez em Nova York para a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).

Por outro lado, o governo chinês também não estaria disposto a que Xi Jinping se encontre com Trump nos EUA. A reportagem do jornal japonês diz que o primeiro-ministro da China, Li Qiang, é quem deve representar o país asiático em Nova York.

Na 2ª feira (30.jun.2025), a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, foi perguntada por jornalistas se haverá representantes dos EUA na celebração de setembro. Ning disse que “ainda não tem informações sobre o assunto”.

Caso se concretize um dos encontros entre Trump e Xi, será a 1ª vez que os líderes se encontrarão desde o início da guerra tarifária entre os países em março deste ano. Os presidentes já conversaram por telefone sobre as negociações para suspender as barreiras comerciais no início do mês.



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