6 de março de 2026
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Um homem foi preso em Goiânia suspeito de manter o próprio filho sequestrado por aproximadamente dois anos. A prisão ocorreu nesta quinta-feira (26) e, segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), a criança foi retirada da guarda da mãe e permaneceu em local desconhecido, sem qualquer contato com a genitora. Durante todo o período, o menino de nove anos esteve privado do convívio familiar e não frequentava a escola.

Policiais da Delegacia Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (Dercc) e da Divisão Especializada de Investigações Criminais de Araçatuba/SP cumpriram um mandado de prisão preventiva contra o investigado. As investigações apontaram a possível localização do suspeito em Goiás, o que levou as equipes até uma pousada em uma região afastada da capital.

Apesar do longo período de isolamento, a criança foi localizada em boas condições de saúde

De acordo com a polícia, o menino foi encontrado no local e, durante depoimento, revelou que passava a maior parte do tempo trancado em um quarto com o pai. O imóvel fica em uma área erma de Goiânia, e a criança estava afastada de qualquer convívio social ou familiar, incluindo a rotina escolar.

Apesar do longo período de isolamento, a criança foi localizada em boas condições de saúde. Após o resgate, ela foi entregue à mãe, que agora recupera a guarda. A operação conjunta entre as forças policiais garantiu o cumprimento da ordem judicial e o retorno seguro do menino ao ambiente familiar.

O homem preso responderá pelo crime de sequestro e cárcere privado qualificado. A Polícia Civil segue com as investigações para apurar todos os detalhes do caso.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás prendeu em flagrante em Aparecida de Goiânia, nesta segunda-feira (16/2), um homem que usava uma oficina de reforma e fabricação de sofás no Parque Veiga Jardim III como fachada para a venda de drogas. A ação foi deflagrada pela Central de Flagrantes, com apoio da Guarda Civil Municipal (Romu), após denúncia anônima enviada pelo WhatsApp institucional apontando o imóvel como ponto de comércio de entorpecentes e local de entregas.

Em campana realizada pela manhã, agentes observaram movimentação compatível com entrega de drogas e abordaram o suspeito quando ele tentou aparentar que não residia no local. Com o homem foram apreendidas porções de cocaína embaladas e prontas para comércio.

No interior do estabelecimento os policiais localizaram porções de maconha, comprimidos de ecstasy, um galão com lança-perfume e frascos e tubos usados para fracionamento da substância. Também foi recolhido dinheiro trocado e vários aparelhos celulares que, segundo os agentes, recebiam ligações constantes associadas ao esquema de vendas.

O delegado Humberto Teófilo, responsável pela operação, resumiu a cena encontrada: “Fábrica de sofá de fachada aqui no Veiga Jardim”.

Ele explicou que a ação foi deflagrada a partir da denúncia detalhada e que a busca confirmou o conteúdo das informações recebidas. Segundo o delegado, além das drogas, havia materiais e apetrechos que demonstram atividade continuada de tráfico.

O delegado citou também o histórico do preso, informando que o homem já responde por violência doméstica e porte ilegal de arma. Ao comentar o perfil da venda, afirmou que o suspeito atendia “todos os públicos”, numa referência à variedade de entorpecentes apreendidos.

A autoridade policial acrescentou que o delito enquadra-se no artigo 33 da Lei de Drogas.

“É flagrante neles”, declarou, reforçando a atuação integrada entre a Central de Flagrantes e a Guarda Civil Municipal durante a operação.

O autuado foi preso em flagrante por tráfico de drogas e permanece à disposição do Poder Judiciário.

A Polícia Civil ressalta a importância das denúncias anônimas via canais oficiais para o desmantelamento de pontos de venda e encorajou a população a continuar informando sobre atividades suspeitas.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás cumpriu mandados de prisão e busca nesta terça-feira (20/1) contra um homem investigado por estupro de vulnerável. A ação foi realizada pela Delegacia de Polícia de Morrinhos. O crime aconteceu na madrugada do dia 29 de dezembro de 2025.

Na ocasião, uma adolescente de 15 anos estava pernoitando na casa de sua tia. Segundo apurou a polícia, o investigado, que é amigo da tia da vítima, deitou-se no colchão onde a jovem dormia e praticou conjunção carnal.

Horas após o ocorrido, a adolescente contou tudo a sua mãe. A mulher então procurou imediatamente a Delegacia de Polícia para registrar a ocorrência.

Com a reunião de elementos suficientes que comprovavam a autoria e a materialidade do crime, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva do suspeito. Também foi pedido um mandado de busca domiciliar no local dos fatos. As medidas receberam autorização do Poder Judiciário.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos objetos pessoais do investigado. O material será destinado à realização de comparação de DNA.

As autoridades reforçam a importância do registro imediato em casos de violência e abuso sexual. A denúncia rápida torna a apuração dos fatos mais eficaz. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia à Polícia Civil de forma anônima, pelo telefone 197.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Presidente da Venezuela participou na 6ª feira (2.jan) de encontro para estreitar laços entre os países; China pediu a libertação imediata de Maduro, que está preso nos EUA

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (PSUV, esquerda), se reuniu com o enviado especial da China Qiu Xiaoqi na 6ª feira (2.jan.2026) para estreitar os laços bilaterais entre os 2 países. O encontro no Palácio de Miraflores, em Caracas, deu-se horas antes de Maduro ser capturado pelos Estados Unidos em operação militar na madrugada de sábado (3.jan). 

Imagens mostram o momento em que o enviado especial é recebido por Maduro. Durante a conversa, o venezuelano afirma que conheceu Qiu Xiaoqi há 20 anos. “Faz tanto tempo! Eu o conheci quando ele era muito novo”, disse. 

Assista: 

O encontro teve a presença da vice-presidente, Delcy Rodríguez, e do ministro das Relações Exteriores, Yván Gil

Neste domingo (4.jan), a China pediu que os Estados Unidos libertem “imediatamente” Maduro e sua mulher, Cilia Flores

A mensagem foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores da China. O governo chinês também exigiu o fim das operações norte-americanas para derrubar o regime de Maduro e classificou a ação que prendeu o presidente venezuelano como “ilegal”.

O ATAQUE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), anunciou neste sábado (3.jan.2026), em seu perfil na rede Truth Social, que o país realizou uma operação militar contra a Venezuela e capturou o presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) e a primeira-dama Cilia Flores.

O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, afirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da 6ª feira (2.jan.2026). A operação foi realizada na madrugada deste sábado (3.jan). Houve também ataques a 4 alvos no país com 150 caças e bombardeios, que decolaram de diferentes pontos e neutralizaram sistemas de defesa aérea venezuelanos.

Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana para capturar Maduro. A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos.

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Há questionamentos quanto ao fato de os EUA fazerem uma operação militar em outro país sem aprovação do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). Trump diz que isso é desnecessário.

Mas também há dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA. A operação deveria ter sido previamente aprovada pelo Congresso dos EUA. O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência.

É incerto se houve mortos e feridos na ação. Até a publicação desta reportagem, autoridades venezuelanas não haviam divulgado números, mas afirmaram que civis morreram durante a operação.

Um oficial norte-americano disse que não houve baixas entre militares dos EUA. Não falou sobre eventuais mortes venezuelanas.

COMANDO DO PAÍS

No início da tarde deste sábado (3.jan.2026), Trump afirmou a jornalistas que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida. Não detalhou como isso seria feito, concentrando-se em declarações sobre a exploração e a venda do petróleo venezuelano.

Pela Constituição venezuelana, o poder deveria ser exercido pela vice-presidente, Delcy Rodríguez. Trump disse que Rubio conversou com Rodríguez e que ela manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA.

Sobre a líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, Trump declarou que ela não teria apoio político suficiente para governar a Venezuela.

Em pronunciamento ao vivo no fim da tarde deste sábado (3.jan), Rodríguez contestou as declarações de Trump, classificou a ação dos EUA como violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país.

A vice também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional. “Esse é o único tipo de relação possível. Não seremos colônia de nenhum outro país”, disse.


Leia mais sobre a ofensiva norte-americana à Venezuela:



Autor Poder360 ·


Alan Diego dos Santos foi sentenciado a 5 anos e 4 meses pela tentativa de explosão próximo ao aeroporto da capital

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes manteve a prisão preventiva de Alan Diego dos Santos Rodrigues, condenado a 5 anos e 4 meses pela tentativa de explosão de uma bomba próximo ao Aeroporto Internacional de Brasília, em dezembro de 2022. A decisão foi assinada na 3ª feira (30.dez.2025). Eis a íntegra do documento (140 kB –PDF).

Moraes declarou que a denúncia da PGR (Procuradoria Geral da República) tem “indícios suficientes” da participação direta de Alan na tentativa de explosão de um artefato explosivo em um caminhão-tanque.

“Como indicado pela denúncia, há indícios suficientes que apontam para a participação efetiva do denunciado ALAN DIEGO DOS SANTOS RODRIGUES na inserção de artefato explosivo em caminhão-tanque localizado nas imediações do Aeroporto Internacional de Brasília/DF no dia 24/12/2022”, disse Moraes.

Segundo o ministro, depois de depositar o artefato explosivo no caminhão-tanque, Alan fez duas ligações de um orelhão, “o que revela evidente risco à ordem pública representado pela sua liberdade”.

“Há, portanto, fortes e graves indícios do risco concreto da reiteração delitiva”, afirmou o ministro.

Alan se entregou na delegacia da Polícia Civil de Comodoro, na região Oeste de Mato Grosso, em janeiro de 2023. Ele era considerado foragido antes disso.

Alan e outros 2 homens foram condenados. George Washington de Oliveira Sousa seria o responsável pela montagem do explosivo e por entregá-lo a Alan, que assumiu que fez a instalação em um caminhão-tanque. Wellington Macedo de Souza teria dado carona a Alan até o aeroporto.

George Washington afirmou em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal que o plano era “dar início ao caos” que levaria à “decretação do estado de sítio no país”.

De acordo com Oliveira, a ideia era instalar explosivos em pelo menos 2 locais do Distrito Federal. Uma das bombas seria implantada em postes próximos a uma subestação de energia em Taguatinga, região administrativa do DF.

A polícia informou que o empresário participava de atos em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na capital federal.



Autor Poder360 ·


A Polícia Civil de Goiás cumpriu, nesta terça-feira (9/12), um mandado de prisão preventiva contra o proprietário de uma revenda de veículos em Aparecida de Goiânia. O homem é investigado pela prática de estelionato.

Segundo as investigações da 2ª Delegacia de Polícia de Aparecida (Vila Brasília), ele recebia carros em consignação com a promessa de vendê-los e repassar o valor aos donos. O esquema fraudulento, no entanto, funcionava de outra forma.

O investigado vendia os veículos a terceiros que agiam de boa-fé. Os compradores finais pagavam pelo automóvel, mas o dinheiro nunca era repassado aos proprietários originais.

Quando as vítimas procuravam a loja para cobrar o pagamento, recebiam justificativas falsas. Eram informadas de que os carros estavam em oficinas para reparos, mas nenhuma comprovação era apresentada.

Revólver de calibre de uso restrito apreendido em poder do investigado

Posteriormente, os proprietários dos veículos descobriram que a revenda havia fechado suas portas de forma abrupta. O local estava inativo, sem qualquer sinal de funcionamento.

Até o momento, a polícia identificou quatro vítimas do golpe. O prejuízo total causado pelo esquema é estimado em aproximadamente R$ 172 mil.

Flagrante por porte de arma de fogo

Além da prisão preventiva, foram cumpridas outras medidas judiciais. A polícia realizou buscas e apreensões, determinou a quebra de sigilo bancário e bloqueou ativos financeiros no valor de R$ 172 mil nas contas do investigado e de sua empresa.

Durante a prisão, os policiais fizeram uma descoberta adicional. O homem portava ilegalmente um revólver calibre .357, que é uma arma de fogo de uso restrito.

Em razão disso, foi lavrado um Auto de Prisão em Flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. O delito está previsto no artigo 16 da Lei nº 10.826/2003, o Estatuto do Desarmamento.

O nome do preso não foi divulgado.

Autor Manoel Messias Rodrigues


O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso no início da manhã deste sábado (22/11). Em nota, a Polícia Federal informou que cumpriu um mandado de prisão preventiva em cumprimento a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Bolsonaro foi detido por volta das seis horas e reagiu com tranquilidade à prisão. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não estava em casa no momento da detenção.

O comboio que transportava o ex-presidente chegou à sede da Polícia Federal às 6h35. Após os trâmites iniciais, Bolsonaro foi levado para a Superintendência da PF no Distrito Federal, onde ficará em um espaço reservado para autoridades como presidentes da República.

A prisão é preventiva e foi solicitada pela PF ao STF e não tem relação com a condenação por tentativa de golpe de Estado, mas se trata de uma medida cautelar.

De acordo com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, a medida foi adotada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília em frente ao condomínio do ex-presidente, na noite de sexta-feira (21/11).

Na decisão, Moraes apontou risco de fuga e afirmou que a convocação de uma vigília em frente ao condomínio do ex-presidente indica a “possível tentativa de utilização de apoiadores” para “obstruir a fiscalização das medidas cautelares e da prisão domiciliar”.

“Rememoro que o réu, conforme apurado nestes autos, planejou, durante a investigação que posteriormente resultou na sua condenação, a fuga para a embaixada da Argentina, por meio de solicitação de asilo político”, observou Moraes na decisão.

Também nesta sexta (21/11), a defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente.  

Segundo os advogados, Bolsonaro tem doenças permanentes, que demandam “acompanhamento médico intenso” e, por esse motivo, o ex-presidente deve continuar em prisão domiciliar. O pedido da defesa pretende evitar que Bolsonaro seja levado para o presídio da Papuda, em Brasília.

Risco de fuga e violação de tornozeleira

Na decisão de prisão preventiva, Alexandre de Moraes citou os deputados Alexandre Ramagem (PL-RJ), Carla Zambelli (PL-SP) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Segundo Moraes, os três estão fora do país e usaram estratégias de evasão para escapar da Justiça.

Moraes apontou risco elevado de fuga de Bolsonaro e mencionou que o Centro de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou ao STF a violação da tornozeleira eletrônica do ex-presidente às 0h08 deste sábado.

Condenado a 27 anos e três meses de prisão na ação penal do Núcleo 1 da trama golpista, Bolsonaro e os demais réus podem ter as penas executadas nas próximas semanas.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto, determinada após o descumprimento de medidas cautelares já fixadas pelo STF. Ele estava usando tornozeleira eletrônica e proibido de acessar embaixadas e consulados, de manter contato com embaixadores e autoridades estrangeiras e de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, inclusive por intermédio de terceiros. (Com informações da Agência Brasil)



Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um produtor rural em Santa Helena de Goiás nesta quarta-feira (5/11). A ação foi denominada Operação “Título Cego” e incluiu também dois mandados de busca e apreensão.

As investigações apontam que o produtor firmou diversos contratos de financiamento agrícola com avais de terceiros. Os valores foram obtidos junto a instituições financeiras, lojas de implementos agrícolas e através de empréstimos pessoais garantidos por cheques de outras pessoas.

A captação fraudulenta atingiu aproximadamente R$ 10 milhões em financiamentos. O investigado justificava os valores como necessários para o custeio de lavouras de soja e milho.

Também foi constatada a falsificação de assinaturas em cheques e duplicatas mercantis. Esse montante específico ultrapassa R$ 1,5 milhão em prejuízos.

Investigação apontou que o suspeito também efetuou alienação fiduciária clandestina de veículos de terceiros, com vantagens superiores a R$ 400 mil ao investigado

Outra prática identificada foi a alienação fiduciária clandestina de veículos de terceiros. Essa modalidade ilegal gerou vantagens superiores a R$ 400 mil ao investigado, sem a anuência dos proprietários dos bens.

Mesmo após uma boa colheita na safra 2024/2025, com faturamento estimado acima de R$ 10 milhões, nenhum débito foi quitado regularmente. Considerando todas as captações realizadas e as receitas da produção, a vantagem indevida total está estimada em mais de R$ 20 milhões.

As condutas são investigadas sob a tipificação de estelionato, falsificação de documento particular, uso de documento falso e falsidade ideológica. Outros delitos conexos seguem sob apuração pelas autoridades policiais.

O investigado foi preso durante a operação e permanece à disposição do Poder Judiciário. O caso continua sendo apurado pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Santa Helena de Goiás.

Polícias de Goiás e DF cumprem mandado contra homem por ameaça à Embaixada dos EUA

Polícias Civis de Goiás e do Distrito Federal deflagraram nesta quinta-feira (6/11) a Operação Sentinel. A ação investiga um caso de extremismo violento com motivação ideológica e racista.

O investigado enviou mensagens eletrônicas com conteúdo de ódio racial e antissemita. As comunicações incluíam ameaças a autoridades estrangeiras.

No dia seguinte ao envio das mensagens, o homem deslocou-se até a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Ele carregava uma mala e foi impedido de ingressar no local pela segurança.

Foi cumprido mandado de busca e apreensão em Goiânia. O objetivo era coletar elementos de informação e identificar conexões com outros grupos extremistas.

A operação também visa prevenir a ocorrência de atos violentos. A ação foi coordenada pela PCDF e contou com apoio do Ministério Público do DF e do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Um homem foi preso em flagrante na tarde de quinta-feira (30/10) no distrito de Vendinha, em Padre Bernardo. Ele é acusado de manter a própria esposa em cárcere privado, além de submetê-la a violência psicológica e maus-tratos. A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Estado de Goiás na localidade, que fica no Entorno do Distrito Federal.

De acordo com as investigações, a mulher era mantida trancada dentro da residência juntamente com os filhos do casal. As crianças também eram impedidas de sair e não frequentavam a escola. A situação de confinamento se estendia à alimentação da família, que era restrita a apenas duas refeições por dia.

O autor do crime ainda impedia a esposa de sair sozinha. Ele a obrigava a acompanhá-lo em todos os deslocamentos, em um claro ato de controle excessivo motivado por ciúmes. Paralelamente, a vítima era submetida a uma constante violência psicológica.

O investigado fazia acusações falsas contra a mulher, dizendo que ela “colocava os filhos para gravar vídeos pornográficos”. Essa conduta tinha o intuito expresso de humilhá-la e enfraquecer sua autoestima.

A situação chegou ao conhecimento da polícia quando a vítima conseguiu pedir ajuda a uma vizinha. Imediatamente, a mulher acionou a Polícia Civil. Os agentes se deslocaram até o local e efetuaram a prisão em flagrante do autor. Ele foi autuado e encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Goiás por manter uma vítima em cárcere privado há um ano, no bairro Jardins do Cerrado 10, em Goiânia. O objetivo do crime era a prática reiterada de estupros. O suspeito, que tem passagem por tráfico internacional de drogas, também teve cocaína apreendida em seu poder.

A ação que resultou na libertação da vítima, do sexo masculino, foi realizada pela Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc). De acordo com as investigações, a vítima foi localizada trancada em um quarto da residência do traficante. Após ser libertada pela equipe policial, ela prestou seu depoimento.

O delegado Carlos Alfama disse que a vítima gritou por socorro quando sentiu a presença da polícia na residência.

“A vítima, que é dependente químico, já recebeu apoio de familiares e retornou para casa, no interior do estado”, explicou.

Ação que resultou na libertação da vítima, do sexo masculino, foi realizada pela Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos

O homem relatou que estava em cárcere privado há aproximadamente um ano. Durante todo esse período, sofreu constantes violências sexuais. O laudo pericial confirmou posteriormente a veracidade do relato das agressões sexuais sofridas pela vítima.

O suspeito foi preso em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e cárcere privado. Ele também será investigado pelo crime de estupro no curso do inquérito policial. O nome do preso não foi divulgado pelas autoridades.

Fazendeiro é preso por causar incêndio que devastou mil hectares em Quirinópolis

A Polícia Civil de Goiás cumpriu mandado de prisão contra um fazendeiro investigado por causar um incêndio ambiental de grandes proporções. A ação, denominada Operação Cerrado Vivo, foi deflagrada pelo Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic) de Quirinópolis. O proprietário rural foi preso na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais, para onde havia se deslocado após os fatos.

De acordo com as investigações, o incêndio teve início no dia 26 de setembro de 2025, dentro da propriedade rural do próprio investigado. O fogo começou na região da Serra das Antenas, em Quirinópolis. A área incendiada situava-se próxima ao limite com outra propriedade rural, circunstância que contribuiu decisivamente para a rápida disseminação das chamas.

Operação Cerrado Vivo cumpre mandado contra investigado por crime ambiental de grandes proporções que destruiu vegetação nativa e áreas de preservação

Os focos iniciais haviam sido controlados até o dia 28 de setembro. Entretanto, a partir do dia 29, o fogo saiu completamente do controle, evoluindo para um grande incêndio florestal. O resultado foi a destruição total de aproximadamente mil hectares. O fogo atingiu áreas de preservação ambiental e também propriedades vizinhas, causando um impacto ambiental devastador.

A vegetação nativa, áreas de preservação permanente e habitats naturais essenciais para a fauna do cerrado foram destruídos. O avanço do fogo comprometeu gravemente o equilíbrio ecológico regional, com consequências de longo prazo. Além do dano ambiental, o desastre gerou prejuízos financeiros expressivos a outros fazendeiros, que tiveram perdas em pastagens, cercas, reservas legais e estruturas rurais.

O crime ocorreu em um período de restrições rigorosas. Desde 9 de julho de 2025, vigora o Decreto Estadual nº 10.725, que declarou situação de emergência em Goiás devido ao risco crítico de incêndios. A norma proíbe expressamente o uso de fogo para manejo da vegetação em todo o território goiano.

Autor Manoel Messias Rodrigues