11 de janeiro de 2026
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Uma operação conjunta da Guarda Civil Municipal (GCM) de Senador Canedo e da Polícia Civil de Goiás (PCGO) levou à prisão de quatro pessoas suspeitas de tráfico de drogas. O fato ocorreu na noite desta sexta-feira (9/1), no município da região metropolitana de Goiânia.

Conforme informações da Polícia Civil, o grupo formado por dois homens e duas mulheres era responsável pelo transporte de entorpecentes da capital para Senador Canedo, onde também realizava a venda dos produtos ilícitos.

Na ação, os agentes apreenderam 104 frascos de lança-perfume e aproximadamente 35 gramas de cocaína. Também foram confiscados uma balança digital e várias pequenas embalagens comuns para o fracionamento de drogas.

Para dar continuidade às investigações, quatro aparelhos celulares e um veículo utilizados pelos suspeitos foram apreendidos.

Todo o material e os quatro detidos foram encaminhados às autoridades para os devidos procedimentos legais. As forças de segurança estimam que a apreensão tenha causado um prejuízo de cerca de R$ 13 mil ao crime organizado, enfraquecendo a atuação do tráfico na região.

“A GCM destaca a importância da integração entre as forças de segurança no combate à criminalidade e na promoção da segurança da população de Senador Canedo”, ressaltou a corporação.

Os nomes dos suspeitos e demais circunstâncias da prisão não foram divulgadas.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás, em conjunto com a Guarda Civil Municipal, prendeu em flagrante 13 pessoas acusadas de extorsão na área azul do Setor Campinas, em Goiânia. A ação ocorreu na manhã desta quarta-feira (16/7), sob coordenação da Central Geral de Flagrantes da capital.

Os detidos foram flagrados nas imediações da Praça do Camelódromo e em ruas vizinhas. Segundo o delegado plantonista Humberto Teófilo, os suspeitos estavam “exigindo de motoristas pagamento antecipado para estacionar os veículos em vagas públicas”.

O delegado destacou que os presos simulavam vínculos com órgãos oficiais.

“Os suspeitos simulavam vínculo com o poder público ou empresas responsáveis pelo serviço, o que configura crime de usurpação de função pública na forma qualificada”, explicou Teófilo.

As investigações revelaram que o grupo agia de forma contínua e estruturada há anos. Os flanelinhas se autointitulavam “donos das ruas” e utilizavam intimidação contra motoristas, sobretudo mulheres e idosos, para obter ganhos financeiros.

“Além disso, muitos dos detidos possuem passagens pela polícia e são considerados de alta periculosidade, sendo reincidentes em práticas similares e outras condutas delitivas”, complementou o delegado. A combinação de ameaças e coação direta configurava verdadeiro esquema de extorsão.

Na operação, equipes da GCM deram apoio logístico e realizaram a contenção dos suspeitos em pontos estratégicos. Várias cadernetas de anotações foram apreendidas, contendo registros de valores cobrados e horários de atuação do grupo.

O delegado Humberto Teófilo ressaltou que o combate à ocupação ilegal do espaço público segue como prioridade.

“O espaço urbano é de uso coletivo, e não será permitido que criminosos o transformem em instrumento de extorsão”, afirmou.

Teófilo anunciou que novas ações estão previstas para desarticular possíveis remanescentes da quadrilha. Ele garantiu que a Polícia Civil não tolerará “intimidação de cidadãos ou cobrança indevida por serviços inexistentes”.

Os 13 presos seguem à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia. A continuidade das investigações poderá culminar em novas prisões e na identificação de eventuais envolvidos que ainda atuem nas ruas de Goiânia.

Apreensão de nove máquinas caça-níqueis

Em mais uma ação de combate à exploração ilegal de jogos de azar, a Central Geral de Flagrantes da Polícia Civil apreendeu nove máquinas caça-níqueis durante operação realizada nesta quarta-feira (16/7) na Rua Padre Manoel da Costa, no setor Cidade Jardim.

Além de configurar crime, esse tipo de atividade ilegal serve como fachada para esquemas de lavagem de dinheiro e corrupção, conforme destacam as investigações.

“Manteremos nossa atuação firme no combate a essas práticas que prejudicam a sociedade e fortalecem organizações criminosas”, declarou o delegado Humberto Teófilo, responsável pela operação.

A apreensão faz parte de uma série de ações que a Polícia Civil tem realizado em diferentes regiões da capital para coibir a exploração de jogos de azar. As máquinas foram encaminhadas para depósito oficial e os responsáveis pelo estabelecimento serão investigados.

Autor Manoel Messias Rodrigues