4 de março de 2026
  • 17:55 Lincoln Tejota aposta na proteção ao patrimônio geológico goiano
  • 14:11 tio é morto por sobrinho após briga por jantar em Goiás
  • 10:27 Operação em Aparecida desmonta grupo de furto de motocicletas
  • 06:43 Deputados do PT pedem quebra de sigilo de Nikolas Ferreira
  • 02:59 Defesa da mulher e apoio à pauta de servidores marcam plenária


Ryan Routh foi considerado culpado por tentar matar o presidente em campo de golfe na Flórida em setembro de 2024

Ryan Routh, de 59 anos, foi condenado nesta 4ª feira (4.fev.2026) à prisão perpétua por tentar assassinar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), em um campo de golfe na Flórida. A sentença foi confirmada após ele ter sido considerado culpado pela tentativa de assassinato em setembro de 2024 no Trump International Golf Club, em West Palm Beach, segundo a BBC.

A juíza Aileen Cannon aplicou a pena máxima ao réu, que planejou o ataque quando Trump ainda era candidato à Presidência. Na decisão, a magistrada afirmou que os crimes cometidos “indubitavelmente justificam uma sentença de prisão perpétua”, destacando que Routh agiu de forma premeditada ao longo de meses e não demonstrou arrependimento.

O atentado foi frustrado quando um agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos identificou o cano de um rifle saindo de um arbusto e disparou contra o suspeito. Routh fugiu do local, mas foi preso pouco depois nas proximidades do clube de golfe.

Durante a investigação, agentes federais apreenderam um rifle semiautomático com mira telescópica e carregador estendido. O júri também teve acesso a uma lista de locais onde Trump poderia aparecer e a um bilhete deixado para um amigo, no qual Routh descrevia o episódio como uma “tentativa de assassinato”.

Natural da Carolina do Norte e residente no Havaí antes da prisão, Routh optou por se defender sem advogado no julgamento, iniciado em setembro de 2025. As autoridades afirmaram que ele não conseguiu uma linha de visão clara do então candidato no momento do ataque e não detalharam motivações políticas específicas.

O caso foi o 2º atentado contra Trump em 2024. Em julho daquele ano, durante um comício na Pensilvânia, um atirador abriu fogo, matou uma pessoa e feriu outras, incluindo Trump. O autor do ataque foi morto pela polícia no local.



Autor Poder360 ·


Governador de São Paulo sugeriu “mudanças radicais” contra o crime e citou as medidas severas de El Salvador como exemplo

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu na 5ª feira (27.nov.2025) a adoção da prisão perpétua no Brasil. “Não é um absurdo a gente ter prisão perpétua”, afirmou durante o Annual Meeting da corretora XP Investimentos, realizado no hotel Grand Hyatt, em São Paulo. Na ocasião, Tarcísio também elogiou o presidente Bukele, de El Salvador, conhecido por medidas severas contra o crime.

Tarcísio defendeu maior repressão a criminosos ao citar o caso de um ladrão de celular que teria sido preso mais de 30 vezes pela ação.

Defendo algumas mudanças que sejam até radicais. Que a gente comece a realmente enfrentar o crime com a dureza que o crime merece enfrentar“, afirmou o governador de SP.

Segundo o governador de São Paulo, as pessoas “não estão se sentindo seguras” e, por esse motivo, “a segurança pública vai ser um grande tema” nas eleições de 2026.

Tarcísio sugeriu olhar para o modelo do governo de Nayib Bukele, que adotou uma política de segurança baseada em ações de força. A estratégia reduziu significativamente os índices de homicídio ao mesmo tempo em que ampliou prisões em massa.

“Eu acho que a gente tem que aproveitar para dar repassar aquilo que a gente está fazendo. Mal comparando, vamos ver o que o Bukele fez em El Salvador. O que era e o que é”.

Embora o modelo tenha reforçado a imagem de um país mais seguro, organizações de direitos humanos, como a Amnesty International (Anistia Internacional), apontam que as medidas ampliaram o poder do Executivo e reduziram garantias civis.

Sobre o evento

O Annual Meeting da XP Asset Management discutiu cenários macroeconômicos, oportunidades de investimento e desafios de regulação e infraestrutura ao longo de 12 mesas de debates. A última delas, com a presença do governador de São Paulo, encerrou o encontro realizado no Grand Hyatt, na capital paulista. O evento também contou com a participação de Eduardo Riedel (PP), governador do Mato Grosso do Sul.


Esta reportagem foi escrita pelo estagiário de jornalismo Diogo Campiteli sob a supervisão do editor Guilherme Pavarin



Autor Poder360 ·