22 de janeiro de 2026
  • 15:59 Acordo UE-Mercosul teve percalço, mas vamos superar, diz Alckmin
  • 12:15 Deputado Rubens Marques pleiteia reconhecimento oficial a três eventos tradicionais
  • 08:31 Anvisa proíbe venda de ‘canetas emagrecedoras do Paraguai’
  • 04:47 TCU aprova repactuação da BR-163 e impõe leilão e obras
  • 01:03 Projeto de lei do deputado Cristiano Galindo prevê autorização para sepultamento de animais em jazigos de seus tutores


O atendimento religioso ou espiritual ao paciente, ao internado e a familiares em unidades de saúde agora está assegurado pela Lei Estadual nº 23.905, de 2 de dezembro de 2025. A iniciativa partiu do presidente do Parlamento goiano, Bruno Peixoto (UB). 

Com a nova norma, garante-se o acesso a hospitais públicos ou privados, clínicas, ambulatórios, unidades de pronto atendimento, lar de idosos, casas de recuperação e afins ao assistente religioso ou espiritual.  

“Para a maioria esmagadora das religiões seguidas no Brasil, a hora da morte (ou o momento em que se crê estar próxima) é uma das mais importantes de toda a vida espiritual do fiel, o que justifica a urgência dos cuidados que se deve permitir serem dedicados aos doentes graves e moribundos”, explicou o deputado na justificativa da proposição autorizada pela Casa de Leis. 

O referido cuidado consiste, de acordo com o texto, no atendimento religioso voluntário ao paciente internado, respeitada a liberdade de crença dos envolvidos. Consideram-se como exemplos o aconselhamento; a administração dos sacramentos católicos e as demais cerimônias de qualquer religião ou culto, desde que não afetem a rotina da unidade de saúde.

O amparo será prestado por solicitação do paciente ou, quando ele não puder fazê-la e se presuma ser essa a sua vontade, por seus familiares ou pessoas próximas. Prevê-se o exercício desse direito a qualquer hora do dia ou da noite, em dias úteis, feriados e finais de semana, de acordo com a vontade do paciente e da gravidade de seu estado.

O ministro de culto ou outra pessoa idônea que tenha sido indicada por uma organização ou entidades religiosas poderão oferecer o suporte mencionado. A nova legislação autoriza o uso de hábitos ou de outras vestes identificativas, bem como o porte de objetos litúrgicos e de culto, desde que não representem risco à saúde. 

A atividade tem caráter voluntário e não gera quaisquer vínculos empregatícios. Os responsáveis pelo serviço devem portar documento de identificação expedido pela organização ou entidade religiosa e identidade civil com foto.  

Na hipótese do indeferimento do acesso, a decisão deve ser comunicada ao assistente religioso ou espiritual, ao paciente e seus familiares com a apresentação, por escrito e com assinatura do médico e timbrada pela unidade hospitalar, dos devidos motivos. 

Os estabelecimentos citados pela medida sancionada e já em vigor ficam obrigados a disponibilizar ao público e aos seus servidores, em local visível e de fácil acesso, uma cópia da nova lei. O descumprimento da legislação está sujeito à advertência e multa.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou integramente, nesta quinta-feira (8/1), o Projeto de Lei nº 2.162 de 2023, conhecido como PL da Dosimetria, aprovado em dezembro pelo Congresso Nacional. O texto prevê a redução de penas de condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro e pela tentativa de golpe de Estado.

O anúncio foi feito durante ato, no Palácio do Planalto, que marca os três anos dos ataques perpetrados por manifestantes apoiadores de Bolsonaro que, inconformados com o resultado das eleições de 2022, invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF).

“Todos eles tiveram amplo direito de defesa, foram julgados com transparência e imparcialidade. E, ao final do julgamento, condenados com base em provas robustas, e não com ilegalidades em série, meras convicções ou [apresentações de] Powerpoint fajutas”, disse Lula.

“Quero parabenizar a Suprema Corte pela conduta irrepreensível ao longo de todo esse processo. Julgou e condenou no estrito cumprimento da lei. Não se rendeu às pressões, não se amedrontou diante das ameaças. Não se deixou levar por revanchismo. Saiu fortalecida. Sua conduta certamente será lembrada pela história”, completou.

Ao citar o poeta hispano-americano George Santayana, Lula concluiu: “Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo. Em nome do futuro, não temos hoje o direito de esquecer o passado. Por isso, não aceitamos nem ditadura civil nem ditadura militar. O que queremos é democracia emanada do povo e para ser exercida em nome do povo”.

Com o veto, o projeto volta para o Congresso.

Projeto reduziria pena para alguns crimes comuns

O PL da Dosimetria determina que os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão no uso da pena mais grave em vez da soma de ambas as penas.

O foco do projeto é uma mudança no cálculo das penas, “calibrando a pena mínima e a pena máxima de cada tipo penal, bem como a forma geral de cálculo das penas”. O texto reduz também o tempo para progressão do regime de prisão de fechado para semiaberto ou aberto.

Tais mudanças poderiam beneficiar condenados pelo 8 de janeiro, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), além dos militares Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; e Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

O projeto de lei também reduziria o tempo de progressão de pena para alguns criminosos comuns, segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil. (Com informações da Agência Brasil)

Lewandowski pede demissão do Ministério da Justiça

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entregou nesta quinta-feira (8/1) uma carta com pedido de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Magistrado aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), ele assumiu a pasta em fevereiro de 2024 e deixará o cargo com quase dois anos de gestão, justificando que questões pessoais e familiares o levaram a deixar o governo.

A demissão, que era especulada há várias semanas na imprensa, deverá ser publicada na próxima edição do Diário Oficial da União (DOU). Pela manhã, Lewandowski participou de sua última cerimônia pública ao lado do presidente, no evento que marcou os três anos da trama golpista. Em seu lugar, assumirá de forma interina o secretário-executivo da pasta, Manoel Almeida.

“Tenho a convicção de que exerci as atribuições do cargo com zelo e dignidade, exigindo de mim e de meus colaboradores o melhor desempenho possível em prol de nossos administrados, consideradas as limitações políticas, conjunturais e orçamentárias das circunstâncias pelas quais passamos”, escreveu Lewandowski na carta, em que também agradeceu a Lula pela oportunidade de servir ao país mesmo após ter se aposentado do STF.

Ministro justificou que decisão é por motivos pessoais e familiares // Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Responsável por uma ampla gama de atribuições, o MJSP conta com importantes instituições e órgãos vinculados, como polícias Federal e Rodoviária Federal, Departamento Penitenciário Nacional, Secretaria Nacional de Política sobre Drogas, Secretaria Nacional do Consumidor, entre outras.

Ministro não emplacou a PEC da Segurança Pública

Lewandowski também se dirigiu aos servidores do ministério em outra carta de despedida, em que faz um balanço das ações de sua gestão. O ministro destacou, por exemplo, o “destravamento” das demarcações de terras indígenas, que ficaram paralisadas no país desde 2018.

Lewandowski apontou também o programa de implantação das câmeras corporais em agentes policiais, que teve adesão de 11 estados e investimentos de R$ 155,2 milhões em equipamentos. Outro destaque, segundo ele, foi a regulamentação do uso progressivo da força pela polícia, seguida da aquisição e distribuição de armamento de menor potencial ofensivo, que já conta com 21 adesões estaduais.

“Avançamos de forma consistente no controle de armas e munições. Retiramos de circulação 5.600 armas e 298.844 munições e implantamos o novo sistema de gestão e fiscalização de armas de CACs, sob responsabilidade da Polícia Federal, fortalecendo o controle estatal e a rastreabilidade”, afirmou Lewandowski, que citou, ainda, outros programas da pasta, como Celular Seguro, Município Mais Seguro e leilão de bens apreendidos pelo crime organizado.

A saída de Lewandowski deixará para seu sucessor o desafio de fazer avançar uma das principais apostas do governo federal na área, que é a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, que avançou no Congresso Nacional no fim do ano passado, mas que ainda tem um longo caminho até a aprovação final. (Com informações da Agência Brasil)



Autor Manoel Messias Rodrigues


Pesquisa testou 2 cenários: prefeito de Maceió aparece à frente no 1º, ministro de Lula é o mais bem colocado no 2º

Levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta 6ª feira (12.dez.2025) mostra que o prefeito de Maceió, JHC (PL), lidera a disputa ao governo de Alagoas. Ele tem 47,6% das intenções de voto, contra 40,9% do ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB).

A pesquisa testou também um 2º cenário, sem JHC. Renan Filho é o mais bem colocado, com 51,3%, seguido do deputado, Alfredo Gaspar (União Brasil-AL) com 34,7%. As vantagens nos 2 casos estão acima da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

A Paraná Pesquisas entrevistou 2.005 alagoanos em 64 municípios de Alagoas de 4 a 8 de dezembro de 2025. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Leia a íntegra (PDF – 384 kB).

AGREGADOR DE PESQUISAS

O Poder360 oferece aos seus leitores o Agregador de Pesquisas mais antigo e mais completo da internet no Brasil. Reúne milhares de levantamentos de intenção de voto de todas as empresas desde o ano 2000. Em anos eleitorais, só são publicados os estudos que têm registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida. Tem alguma pesquisa para divulgar? Mande a íntegra por e-mail para o Poder360: [email protected].

Para ter acesso ao Agregador de Pesquisas, clique aqui e busque os dados que desejar para as disputas de 2024 ou de todos os anos anteriores. Essa ferramenta oferece acesso apenas aos assinantes do Poder Monitor, a mais completa ferramenta de acompanhamento dos Três Poderes e tudo o que é relacionado ao poder. Para assinar o Poder Monitor e ter acesso por 30 dias grátis, clique aqui.



Autor Poder360 ·


Senador tem 38% das intenções de voto, segundo a Real Time Big Data; na 2ª colocação aparece Alexandre Kalil, com 18%

Pesquisa da empresa Real Time Big Data divulgada nesta 4ª feira (10.dez.2025) mostra que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) lidera a corrida pelo governo de Minas Gerais, com 38% das intenções de voto. Alexandre Kalil (PDT) aparece em 2º, com 18%.

Foram feitas 1.500 entrevistas com eleitores de Minas Gerais, de 8 a 9 de dezembro de 2025. A margem de erro é de 3 p.p. (pontos percentuais). O nível de confiança é de 95%. Eis a íntegra do levantamento (PDF – 3 MB). 

Eis o cenário completo:

  • Cleitinho Azevedo (Republicanos) – 38%;
  • Alexandre Kalil (PDT) – 18%;
  • Mateus Simões (PSD) – 9%;
  • Gabriel Azevedo (MDB) – 4%; 
  • brancos e nulos – 11%;
  • não sabem ou não responderam – 20%;

Quase metade (42%) dos entrevistados disse que não votaria em Cleitinho para governador de Minas Gerais –mesmo percentual de Kalil. Já Matheus Simões tem 21% de rejeição e Gabriel Azevedo, 18%.

O levantamento traz um cenário espontâneo, em que não é apresentada uma lista prévia de candidatos aos entrevistados. Responderam só os 14% que afirmaram já ter definido em quem vão votar –a maioria (86%) disse ainda não saber quem será o escolhido.

Eis o cenário:

Zema, atual governador do Estado, foi reeleito em 2022 e não pode concorrer a um 3º mandato. 

AGREGADOR DE PESQUISAS

O Poder360 oferece aos seus leitores o Agregador de Pesquisas mais antigo e mais completo da internet no Brasil. Reúne milhares de levantamentos de intenção de voto de todas as empresas desde o ano 2000. Em anos eleitorais, só são publicados os estudos que têm registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida. Tem alguma pesquisa para divulgar? Mande a íntegra por e-mail para o Poder360: [email protected].

Para ter acesso ao Agregador de Pesquisas, clique aqui e busque os dados que desejar para as disputas de 2024 ou de todos os anos anteriores. Essa ferramenta oferece acesso apenas aos assinantes do Poder Monitor, a mais completa ferramenta de acompanhamento dos Três Poderes e tudo o que é relacionado ao poder. Para assinar o Poder Monitor e ter acesso por 30 dias grátis, clique aqui. 



Autor Poder360 ·


Nesta sexta-feira, 22, o Brasil celebra o Dia Nacional de Combate à Dengue, data que reforça a necessidade de ampliar a conscientização e as ações de enfrentamento à doença. Na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), projetos de lei e debates vêm sendo discutidos para fortalecer a prevenção e ampliar a cobertura vacinal contra o vírus.

Com o aumento das preocupações, a prevenção e o manejo correto da dengue tornam-se essenciais. Em entrevista à Agência Assembleia de Notícias, a clínica-geral Gabriela Freitas da Silveira detalhou as melhores estratégias para lidar com a doença, enfatizando a importância da hidratação e do reconhecimento precoce dos sinais de alarme.

A especialista explica que a luta contra a dengue começa antes mesmo da infecção e destaca formas de prevenção disponíveis atualmente. “Atualmente, a gente tem a vacina, que é uma nova oportunidade de prevenção. Além da vacina, temos o bom e velho repelente. O repelente é indispensável em momentos de epidemia e em momentos de chuva. Telas em casa também sempre ajudam na proteção.” Segundo a clínica-geral, a combinação de imunização e barreiras físicas e químicas é fundamental para reduzir a incidência da picada do mosquito Aedes aegypti.

Hidratação

Gabriela Silveira ressalta que, uma vez manifestados os sintomas da dengue, a primeira medida deve ser a hidratação imediata. “O mais importante da dengue é a hidratação. A partir do momento em que iniciarem os sintomas — náuseas, vômitos, dor no corpo, diarreia, dor abdominal —, é importante buscar ajuda”, orienta a médica.

A “ajuda inicial” não precisa ser, necessariamente, um pronto-socorro, mas, sim, a ingestão de fluidos: “Iniciar imediatamente o soro de reidratação oral e fazer o controle dos sintomas — náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Dessa maneira, você vai passar pela doença de forma mais branda.”

Negligência

Gabriela Silveira adverte que a dengue é perigosa principalmente quando há negligência no tratamento ou quando se manifestam sinais de alarme. Segundo ela, a antiga classificação de “dengue hemorrágica” foi substituída por “dengue com sinais de alarme”, que demanda atendimento médico de urgência. Os sinais de alerta para buscar um pronto-socorro imediatamente são: dor abdominal intensa; desmaios decorrentes de queda de pressão; vômitos persistentes; diarreia intensa com sangue nas fezes; e vômito com sangue.

“Esses são sinais de alerta e, a partir do momento em que ocorrerem, é importante buscar o pronto-socorro”, enfatiza. Se o paciente iniciar a hidratação logo no começo dos sintomas, “as chances de complicação diminuem bastante”, tranquiliza a médica.

As “pintinhas”

A médica também esclarece um sintoma comum que costuma gerar dúvidas: as famosas “pintinhas” da dengue. “Elas surgem quando a doença está em remissão, então são os dias finais, e nem sempre vão se manifestar”, explica. Caso apareçam, podem causar prurido (coceira), tratado com medicamentos específicos. A presença das pintinhas, portanto, costuma indicar que a doença está no ciclo final.

A recomendação da profissional de saúde é clara: a conscientização sobre a prevenção, a hidratação rigorosa no início dos sintomas e o monitoramento atento dos sinais de alarme são pilares essenciais para reduzir os riscos e complicações da dengue.

Vigilância máxima

A análise da médica Gabriela Freitas da Silveira ganha contexto com os dados epidemiológicos mais recentes do Estado de Goiás, que mostram tendência de queda, mas com alerta reforçado devido ao início do período chuvoso. De acordo com levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), em 2025 o Estado demonstrou redução significativa no número de casos de dengue em comparação com o ano anterior, embora os números ainda sejam elevados.

Casos confirmados: até a Semana Epidemiológica 45 (início de novembro), foram confirmados 88.716 casos de dengue em Goiás.
Redução: a SES-GO e o Ministério da Saúde indicaram queda entre 70% e 72,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Óbitos: até agosto de 2025, foram confirmadas 67 mortes no Estado, com outras 69 sob investigação, reforçando a gravidade da dengue com sinais de alarme.

Iniciativas parlamentares

Projetos de lei e requerimentos sob análise da Assembleia Legislativa estabelecem medidas contra a dengue. O processo nº 28930/25, do presidente da Casa de Leis, Bruno Peixoto (UB), assegura a disponibilização de vacina contra dengue pela rede pública estadual de saúde. Já o processo nº 4400/25, do deputado Gustavo Sebba (PSDB), institui em Goiás o programa “Escola sem Dengue”, que tem o objetivo de promover a vacinação contra a doença em instituições de ensino.

André do Premium (Avante) propõe implementar medidas de prevenção à dengue nas escolas da rede pública goiana (processo nº 3462/24). Isso ocorreria por meio do Programa de Prevenção da Dengue nas Escolas, com ações de conscientização e prevenção. São propostas sete medidas, como a manutenção regular de áreas escolares, incluindo a eliminação de recipientes que possam acumular água — pneus, garrafas plásticas e pratos de vasos de plantas —, a instalação de recipientes adequados para o descarte correto de resíduos sólidos, evitando água parada, e a realização de mutirões de limpeza e conscientização com a comunidade escolar e moradores do entorno.

Selo

Vivian Naves (PP) é autora de dois projetos sobre o tema. Um deles cria o Selo Estadual Goiás sem Dengue (processo nº 2679/24), atribuível a municípios que implementarem políticas públicas efetivas de combate à dengue. A outra proposição (processo nº 2678/24) dispõe sobre a divulgação, nas contas de água, de advertência sobre os riscos de água parada para transmissão de dengue, zika e chikungunya. Essa advertência deve ser impressa a cada três meses, em períodos de maior incidência, nos seguintes termos: “Dengue, zika e chikungunya matam – evite água parada”.

Universalizar a vacinação

Outro projeto de lei ordinária, de Paulo Cezar Martins (PL), busca assegurar a disponibilização gratuita e permanente da vacina contra a dengue em todas as unidades do sistema público estadual de saúde (processo nº 2711/23). “Caberá à Secretaria de Saúde definir o plano de imunização, seguindo orientações do Ministério da Saúde”, diz o texto.

O requerimento relativo à dengue, por fim, é o de nº 4302/24, de autoria do deputado Veter Martins (UB), que solicita a inclusão do exame Antígeno NS1 — detecção de infecção aguda pelo vírus da dengue — na tabela de cobertura do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo). O valor do exame, explica Martins, é, em média, 100 reais, “fato que onera os usuários a depender do número de exames dentro do grupo familiar”.

Entre outras ações, a Assembleia Legislativa promoveu, em sua sede, com apoio da prefeitura da capital, uma verificação completa em busca de possíveis focos do mosquito, além de trabalho preventivo com a aplicação de veneno. A Alego também já realizou campanha de profilaxia contra a dengue.

Prevenção, sintomas e cuidados essenciais

Eliminar criadouros, reconhecer sintomas precocemente e buscar atendimento médico são as recomendações centrais dos órgãos de saúde para enfrentar a dengue. Órgãos como o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) reforçam a necessidade de eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti, manter atenção aos sintomas iniciais e buscar atendimento médico em casos suspeitos. O tratamento é baseado em hidratação e controle dos sintomas, evitando medicamentos contraindicados, como aspirina.

Segundo o Ministério da Saúde e a Opas/OMS, a forma mais eficaz de prevenir a dengue é impedir a proliferação do mosquito transmissor. Para isso, recomenda-se eliminar água parada em vasos, pneus, garrafas, recipientes e entulhos; manter caixas d’água e reservatórios bem tampados; limpar calhas, ralos e bandejas de ar-condicionado; usar repelentes; e instalar telas em portas e janelas.

Quanto à imunização, a faixa etária de 6 a 16 anos contemplada em Goiás é mais ampla que a nacional, de 10 a 14 anos. A limitação se deve à escassez mundial de vacinas, e as faixas priorizadas são as recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O Estado de Goiás lidera, pelo 4º ano consecutivo, o Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal do Brasil. Em 2023, o ranking deu origem ao Prêmio Qualidade da Informação Contábil e Fiscal. Desde então, Goiás foi o vencedor de todas as três edições.

Em 2025, os critérios para a concessão do III Prêmio Qualidade Da Informação Contábil e Fiscal se basearam na pontuação obtida no ranking que avalia e classifica precisão, integridade, qualidade e consistência das informações contábeis e fiscais enviadas pelos entes federativos. Nessa análise são realizadas mais de 180 verificações em diferentes dimensões para avaliar a qualidade dos dados informados. Goiás atingiu 100% dos índices avaliados, alcançando, mais uma vez, o 1º lugar no desempenho geral entre os estados.

Concedida pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a premiação é um reconhecimento e incentivo aos esforços e aprimoramentos quanto à qualidade das informações contábeis e fiscais, destacando as boas práticas na gestão pública.

Nesta terça-feira, 4, o superintendente central de contabilidade da Secretaria de Estado da Economia, contador-geral do Estado de Goiás e gestor de Finanças e cCntrole, Ricardo Borges de Rezende, esteve na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) para compartilhar a premiação com as equipes financeiras e de contabilidade da Casa de Leis.

“É um legado irreparável. A história está sendo escrita com responsabilidade e transparência. O Estado e a Assembleia Legislativa constroem confiança a partir desses índices contábeis. Com esse fortalecimento institucional, certamente quem ganha é a sociedade goiana”, declarou ao agradecer a equipe da Alego durante o encontro.

Reconhecimento

A premiação é um marco no reconhecimento do trabalho dos profissionais de contabilidade e no incentivo às boas práticas e à transparência no setor público. A premiação, de acordo com a STN, tem por objetivo avaliar a consistência das informações contábeis e fiscais enviadas pelos entes por meio do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi).

À frente da Diretoria-Executiva da Presidência da Alego, Rubens Kirsteim Júnior, celebrou a atuação das equipes técnicas do Parlamento que, a partir de 2022, colaboram para que Goiás figure no topo da categoria da premiação.

“A Assembleia compõe esse grupo premiado. Para nós é uma satisfação estarmos mais uma vez em primeiro lugar. É um trabalho que nossa área contábil-financeira, de prestação de contas, se esmera, para que os dados sejam passados com transparência aos órgãos interessados”, afirmou o diretor-executivo.

“Que esse prêmio siga com os goianos nos próximos anos. Para nós, como ordenadores de despesa, é uma segurança muito grande, dentro da legalidade e com o mais alto padrão de qualidade possível nas informações. São três anos da administração do presidente Bruno Peixoto, e três consecutivos em primeiro lugar”, enalteceu Rubens Kirsteim Júnior.

Para Edgard Pereira de Moura, à frente da equipe de contabilidade da Alego, a premiação é o reconhecimento do mais alto índice de conformidade dos dados do Parlamento. “Há toda uma equipe, que atua em todos os níveis administrativos, empenhada em alcançar essa excelência. E queremos melhorar cada vez mais, em busca de evoluir sempre nessa estruturação”, declarou.

Já Edilson Bezerra da Silva, diretor financeiro da Assembleia Legislativa, ressaltou a integração entre as equipes e a direção da Alego. “É importante destacar e compartilhar a dedicação integral da Diretoria Financeira para atingirmos esses índices. Sob a gestão do presidente Bruno Peixoto, esse desempenho esteve sempre em um patamar alto, e esse reconhecimento vem coroar essa dedicação de todos”, afirmou o diretor financeiro.

Evolução

Em 2019, o Tesouro Nacional deu início à publicação do Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal para avaliar e classificar a precisão, a integridade, a qualidade e a consistência das informações contábeis e fiscais enviadas pelos entes federativos para o Siconfi, servindo de estímulo à melhoria contínua da gestão da informação contábil.

Naquele ano, o Estado de Goiás figurou na 19ª posição. Em 2020 ficou em 7º lugar e no ano seguinte atingiu a 5ª posição. A partir de 2022, Goiás alcançou a primeira posição do ranking e vem se mantendo na liderança desde então. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A inflação para famílias de menor renda voltou a subir em setembro. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) avançou 0,52% no mês. No acumulado de 2024, a alta chega a 3,62%, e em 12 meses, a 5,1%.

O INPC é o indicador que mede o impacto da inflação sobre famílias com renda de um a cinco salários mínimos, servindo como referência para o reajuste do salário mínimo, benefícios previdenciários e acordos salariais de diversas categorias.

“O INPC tem o papel de preservar o poder de compra dos trabalhadores, refletindo as variações de preços dos bens e serviços essenciais ao consumo das famílias com menor renda”, explica o IBGE.


Habitação pressiona índice com alta da conta de luz

Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, três apresentaram queda nos preços, mas o grupo Habitação registrou um avanço expressivo de 3,28%, o maior impacto no resultado geral.

O aumento foi influenciado principalmente pela alta de 10,57% na energia elétrica residencial, após o fim do Bônus Itaipu, desconto aplicado em agosto que havia beneficiado mais de 80 milhões de consumidores.

Além do término do bônus, pesou sobre o orçamento doméstico a bandeira tarifária vermelha – patamar 2, vigente em setembro, que adicionou R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) utiliza o sistema de bandeiras para compensar o custo mais alto da energia gerada por usinas termelétricas em períodos de seca e baixa nos reservatórios.

Para outubro, a Aneel reduziu a cobrança, determinando a bandeira vermelha patamar 1, que representa R$ 4,46 por 100 kWh.


Alimentos têm queda pelo quarto mês seguido

O grupo Alimentação e bebidas voltou a registrar deflação, com retração de 0,33%, mantendo a tendência de queda observada desde junho.
O recuo é resultado da boa oferta de alimentos in natura e da redução nos custos de transporte e combustíveis, que impactam diretamente a cadeia de abastecimento.

Outros grupos também apresentaram variação negativa:

  • Artigos de residência: -0,45%

  • Comunicação: -0,22%

  • Vestuário: -0,60%

  • Despesas pessoais: -0,33%

Já os segmentos de Educação (0,08%), Saúde e cuidados pessoais (0,03%) e Transportes (0,02%) registraram leve alta.


Diferença entre INPC e IPCA

O IBGE também divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — a inflação oficial do país — que ficou em 0,48% em setembro e 5,17% em 12 meses.

A diferença entre os dois índices está no perfil das famílias pesquisadas e nos pesos atribuídos aos grupos de consumo.
Enquanto o INPC reflete o custo de vida das famílias com renda de até cinco salários mínimos, o IPCA considera lares com renda de até 40 salários mínimos.

No INPC, os alimentos têm peso maior — cerca de 25% do índice, contra 21% no IPCA —, já que famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com alimentação. Em contrapartida, itens como passagens aéreas e pacotes de viagem influenciam menos o resultado.

Atualmente, o salário mínimo é de R$ 1.518, e o resultado anual do INPC de novembro servirá como base para o reajuste de 2025 do piso nacional, do teto do INSS e de benefícios como o seguro-desemprego.


Apuração nacional e abrangência

O levantamento do INPC é feito em dez regiões metropolitanas — Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre — além das capitais Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

Essas áreas representam o comportamento médio de preços nas principais regiões urbanas do país e formam a base para decisões econômicas, sindicais e orçamentárias.


Análise crítica (Folha de Goiás)

O avanço do INPC em setembro reforça o alerta de que a inflação de serviços e energia segue resistente, mesmo com a trégua nos preços dos alimentos.
Para as famílias de menor renda, o aumento na conta de luz tem efeito direto no poder de compra, reduzindo a margem para consumo e dificultando a recomposição salarial.

A expectativa do mercado é que o índice feche 2024 com alta próxima de 4,5%, dentro da meta de tolerância do Banco Central, mas ainda pressionado por custos de energia e transporte.
No curto prazo, o comportamento do INPC deve influenciar as negociações trabalhistas e a política de valorização do salário mínimo em 2025.


Por: Redação Folha de Goiás
🌐 www.folhadegoias.info
📸 Imagem/Reprodução: Marcello Casal Jr – Agência Brasil

Autor # Gil Campos


Solenidade em homenagem a esportistas e profissionais das artes marciais foi realizada em sinal de reconhecimento pelos serviços prestados no Estado. Organizada pelo deputado Clécio Alves (Republicanos), a sessão solene aconteceu na noite dessa sexta-feira, 26, no Plenário Iris Rezende, oportunidade em que os homenageados foram agraciados com o Certificado do Mérito Legislativo.

O evento foi presidido pelo proponente da homenagem, deputado Clécio Alves, que teve ao seu lado, na mesa diretiva, o ex-prefeito de Goiânia, Rogério Cruz; a campeã brasileira do Grand Slan e campeã da copa Centro-Oeste de Taekwondô, Luna Ferreira Freire; o professor Márcio Manoel; o atleta paraolímpico de jiu-jitsu, Waldir Cunha Ribeiro; o locutor de lutas, Elias Abrão de Moura; os empresários Valdeci Cardoso dos Santos e Weverton Tavares de Paula; e o professor e representante das artes marciais, Edgar Guimarães.

Ao iniciar seu discurso, o parlamentar fez uma saudação especial ao ex-prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, a quem classificou como uma criatura muito humana e um homem de coração amoroso. Clécio Alves também apontou que não esconde que nutre um desejo de ser prefeito de Goiânia, mas, segundo ele, já sabe que, se chegar ao cargo, não conseguirá alcançar o desempenho de Cruz, especialmente em algumas áreas. “Nunca Goiânia vai ter um prefeito tão atencioso com o funcionário público da Prefeitura. A Câmara de Vereadores nunca vai ter um prefeito que foi respeitoso, que foi atencioso, que valorizou, que deu oportunidade, como você deu. Tanto foi que os vereadores, quase 100%, foram reeleitos”.

Com relação à homenagem, o deputado afirmou que a realização da solenidade dá a oportunidade ao Parlamento goiano de reconhecer, respeitar e homenagear os homens e mulheres que fazem história como profissionais de educação física e nas artes marciais.

Ele também enfatizou que o poder público tem o dever de incentivar quem ensina e pratica esportes. “Tudo que nós pudermos fazer, seja o Legislativo, seja o Executivo, para dar incentivo, dar apoio, dar condições para que vocês possam continuar desenvolvendo essa tão importante representatividade, representando, às vezes, o nosso país, o nosso Estado, em várias categorias, nós vamos fazer”.

Segundo orador a usar a palavra, o ex-prefeito Rogério Cruz pontuou que fez questão de estar presente na sessão, sendo que que essa foi a primeira aparição pública desde que deixou a Prefeitura de Goiânia.  Além de prestigiar o filho, que é atleta de jiu-jitsu, é praticante e um incentivador do esporte. “Quando estive à frente da Prefeitura, fizemos grandes e vários eventos. Foram momentos em que pudemos dar a oportunidade da prática esportiva, tanto a crianças, jovens, adolescentes, idosos, em grandes eventos que fazíamos aqui em Goiânia”.

Cruz ainda agradeceu a Clécio Alves pelo convite para participar desse momento. “Me sinto feliz de poder estar aqui e agradeço ao deputado Clécio Alves, que honra esse momento tão importante, honra o desporto na nossa cidade de Goiânia e de Goiás”.

Na sequência da solenidade, a campeã de taekwondô, Luna Ferreira Freire, recebeu das mãos do deputado Clécio Alves uma caixa de bombons e uma orquídea. Como ela tem apenas 12 anos ainda não pode ser condecorada com o Certificado do Mérito Legislativo.

Coube ao atleta paraolímpico de jiu-jitsu, Waldir Cunha Ribeiro, receber a honraria concedida pela Casa e discursar em nome dos homenageados.

O lutador de jiu-jitsu iniciou suas palavras reclamando da falta de apoio ao esporte. Ele contou que chegou há pouco da Bahia, onde conseguiu garantir uma vaga para disputar o mundial da sua categoria, que será realizado na Tailândia, mas que agora não sabe se vai poder participar. “Aparentemente, isso é muito bonito, mas o que adianta eu conseguir a vaga se eu não tenho o apoio de ninguém para me levar para lá? Então, agora vem a outra briga, outra luta, que é correr atrás de patrocínio. Então, fica aqui a minha indignação, porque representei o Estado, fiz o dever e agora precisava dele para dar um passo um pouquinho maior”.

O desportista também revelou que é um dos pioneiros do esporte em Goiás, sendo o primeiro faixa preta cadeirante de jiu-jitsu mas que, depois dele, outros atletas também já conseguiram o mesmo feito. Segundo Waldir, o que os atletas precisam é da abertura das federações.  “Nossa modalidade é nova, tem cerca de 10 anos, mas aos poucos nós estamos conseguindo muita coisa. O que nós precisamos é que as federações abram espaço para a gente, para poder mostrar que a pessoa com deficiência pode fazer o que quiser, onde quiser. E não tem lugar melhor que o tatame”.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O deputado federal Glaustin da Fokus, presidente estadual do partido Podemos, confirmou que buscará a reeleição em 2026, projetando um crescimento significativo da sigla em Goiás nas próximas eleições. Em entrevista, ele destaca a expansão da legenda, que saltou de 10 para 135 vereadores e de um para 20 prefeitos no estado desde que assumiu a gestão partidária.

“Além de construção de chapas de deputado federal e deputado estadual, vamos buscar a reeleição novamente. Está mais maduro o projeto, com mais prefeitos ajudando”, afirmou Glaustin, durante evento de entrega de escrituras do programa Aparecida Legal, na manhã desta quinta-feira (11/9), na prefeitura de Aparecida de Goiânia.

O parlamentar ressaltou o amadurecimento da sigla: “Tinha um prefeito quando nós pegamos a gestão do partido. Tinha 10 vereadores, hoje tem 135 vereadores. Então o partido está mais maduro e com a graça de Deus e se o povo entender, nós vamos de novo para o projeto de reeleição”.

Sobre a disputa ao governo do estado, Glaustin confirmou apoio à candidatura do vice-governador Daniel Vilela (MDB): “Claro, governador que anda junto com o MDB”.

O deputado também afastou especulações sobre uma possível migração para o União Brasil.

“Não, não. O partido que o Glaustin irá conduzir é o Podemos”, garantiu.

Ele também negou que esteja articulando ida para outra legendas, reforçando a autonomia partidária do Podemos na construção de suas alianças para 2026.

“Conversa de União Brasil, com todo respeito ao governador, meu padrinho político, que está conduzindo o Estado muito bem, construindo o projeto de candidatura à Presidência da República, mas eu quero construir o projeto do Podemos”.

Apoio às demandas de Aparecida de Goiânia em Brasília

Ainda na entrevista, Glaustin da Fokus destacousua colaboração com a atual gestão de Aparecida de Goiânia. Ele afirmou que sua atuação tem “exatamente uma digital que quer contribuir ainda mais”, colocando-se à disposição do prefeito Leandro Vilela e do secretário de Habitação, Willian Panda, para colaborar.

“Disse a eles que caminhamos em Brasília juntos, para que entregue para a sociedade grande documentação que a Aparecida ainda precisa”, declarou.

Sobre a gestão municipal, Glaustin da Fokus expressou sua certeza e a convicção que ela está “sob uma gestão diferente, uma gestão com responsabilidade” e que não é uma “gestão de enfeitar pavão”. Ele contrastou a dificuldade de outrora com o presente, dizendo que hoje fica “muito à vontade com o prefeito Leandro, pela sua seriedade, pela postura que ele quer conduzir a Aparecida de Goiânia”.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O deputado Karlos Cabral (PSB) apresentou o projeto de lei 9606/25, que altera o prazo para servidores públicos optarem por um benefício previdenciário especial em Goiás. A proposta modifica o artigo 7º–A da Lei Complementar nº 192/2024, estendendo de 12 para 24 meses o período de adesão ao direito.

O benefício em questão representa um acréscimo vitalício à aposentadoria paga pelo regime complementar, funcionando como compensação financeira mensal pelo tempo de contribuição acumulado no Regime Próprio de Previdência Social antes da migração. A decisão de aderir ou não impacta diretamente o valor futuro da aposentadoria, exigindo análise cuidadosa por parte do servidor.

O problema, segundo a justificativa do projeto, está no prazo original de 12 meses – que se encerraria em 24 de abril de 2025 – e na disponibilização tardia da ferramenta de cálculo pelo Tribunal de Justiça do Estado. A plataforma, essencial para simulações individuais, foi liberada apenas em 10 de abril de 2025, a apenas 14 dias do vencimento do prazo.

“Sem acesso aos dados oficiais e à ferramenta de simulação, os servidores ficaram impossibilitados de tomar uma decisão informada sobre esse benefício que afetará suas aposentadorias”, explicou Cabral. Na propositura, o legislador considera que a demora na disponibilização dos meios necessários para a análise técnica criou, na prática, um obstáculo institucional ao exercício do direito.

Se aprovada a matéria, serão acrescentados 12 meses ao tempo destinado para que os servidores avaliem, com segurança, a conveniência da adesão ao benefício. 

Na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), o projeto agora aguarda o relatório da deputada Dra. Zeli (UB). A parlamentar deverá entregá-lo assim que o recesso parlamentar for encerrado. O retorno dos trabalhos está previsto para o dia 5 de agosto, quando as sessões ordinárias serão retomadas em Plenário. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás