11 de março de 2026
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A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo criou o curso de Engenharia Eletrônica e Sistemas Computacionais. A graduação vai oferecer 56 vagas anuais no campus do Butantã, na capital paulista. O vestibular para seleção dos candidatos realiza-se em 2026, com ingresso previsto para 2027. O Conselho Universitário aprovou a criação em 16 de dezembro de 2025.

O novo curso surgiu do desmembramento da graduação em Engenharia Elétrica, ganhando agora autonomia para atender às crescentes demandas do setor tecnológico. A formação terá duração de 5 anos e representa uma modernização necessária no ensino da engenharia, priorizando a motivação do aluno e a aplicação direta do conhecimento.

Estrutura pedagógica baseada em projetos práticos

O currículo integra teoria e prática desde o 1º ano. A graduação inclui fundamentos sólidos em matemática, física e computação. Os Projetos Integrativos Extensionistas desafiam os estudantes a desenvolver soluções para problemas reais da sociedade.

“O curso foi pensado para motivar os alunos a desenvolverem projetos de engenharia ligados à sociedade. Tem como base um forte desenvolvimento em computação, projeto de semicondutores, chips e inteligência artificial”, destaca Gustavo Pamplona, professor da USP.

Entre os temas abordados estão sistemas de alerta para desastres naturais e estratégias para cidades inteligentes. “Do ponto de vista pedagógico, o desenvolvimento de projetos e a dimensão prática são essenciais para a formação do engenheiro”, explica. Pamplona afirma que o pilar do curso é a conexão entre a excelência técnica e o impacto social.

Trilhas de especialização nos anos finais

Nos 2 últimos anos, os alunos poderão personalizar a formação através de trilhas de especialização em áreas estratégicas. As opções incluem Inteligência Artificial (IA), Semicondutores, Chips, Sistemas Embarcados, Comunicações e Processamento de Sinais.

Exemplos de aplicação prática

Dois projetos ilustram o perfil da nova graduação. O primeiro é o tracker biaxial, dispositivo desenvolvido por alunos para acompanhar o movimento do Sol em 2 eixos. A operação baseia-se nos horários do dia. Um software calcula a posição ideal tanto no eixo da base quanto no da placa. Um sensor de luminosidade (LDR) detecta quando o dia está nublado. O sistema ajusta a placa para captar o máximo de luz possível.

O segundo projeto consiste no monitoramento do Riacho Doce, na comunidade de São Remo, no Butantã, zona oeste de São Paulo. O objetivo é implementar uma rede de sensores para prevenir enchentes. Dados meteorológicos serão cruzados com informações coletadas localmente para reduzir os danos à população. A Poli divulgou um vídeo explicativo sobre o novo curso.


Com informações da Agência São Paulo



Autor Poder360 ·


Ex-presidente da Câmara afirma que governo não consegue ampliar aprovação e cobra maior capilaridade da Secom

A comunicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é ineficaz. A avaliação é do ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT). De acordo com ele, a troca no comando da Secom (Secretaria de Comunicação), com a saída do deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e a entrada do marqueteiro Sidônio Palmeira, melhorou o desempenho da área, mas ainda não foi suficiente para reverter a rejeição nem ampliar a aprovação do governo.

 “A comunicação melhorou depois que o companheiro Sidônio entrou. Isso é evidente. Mas a eficácia ainda é limitada. A aprovação não conseguiu ficar maior que a desaprovação. Continua no empate, e isso é um problema”, disse em entrevista ao Poder360.

Assista à íntegra (27m39s): 

As críticas de João Paulo se dão em meio a um momento delicado para o governo. Na semana passada, ao menos 2 pesquisas indicaram Lula numericamente atrás de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em eventual 2º turno, embora dentro da margem de erro.

Para ele, a equipe de comunicação não consegue apresentar com eficiência os programas sociais e as ações do governo à população de menor renda, que seria a principal beneficiária dessas políticas.

A minha impressão é que a comunicação não chega na ponta. Não é capilar, não é nacional. A gente não consegue falar com as pessoas que são beneficiadas pelos programas. O presidente insiste que talvez seja o melhor mandato dele, pela quantidade de coisas que está fazendo. Mas não muda. A rotação fica ali, na mesma”, afirmou

João Paulo Cunha tem 67 anos e exerceu 5 mandatos como deputado federal. Foi o primeiro petista a presidir a Câmara dos Deputados, em 2003, no início do 1º governo Lula. É um dos políticos mais próximos do presidente desde o fim dos anos 1970, quando ambos atuavam no movimento sindical dos metalúrgicos.

Permaneceu no mandato até 2014. Condenado no processo do Mensalão, chegou a ser preso. Posteriormente, as condenações foram anuladas. Ele afirma que, apesar do impacto pessoal e familiar do episódio, aproveitou o período para estudar Direito. Concluiu graduação, pós-graduação e mestrado na área.

Em 2026, pretende voltar à Câmara. Diz que a decisão foi pessoal, mas também tomada a pedido de Lula. Sobre o Judiciário, afirma não concordar com as críticas generalizadas feitas pela oposição, embora avalie que há casos de excessos e de extrapolação de competências entre os Poderes.

É o momento da gente tomar um certo cuidado. O Legislativo pega atribuições do Executivo. O Judiciário pega do Legislativo e do Executivo. E o Executivo quer legislar. Precisa de um novo arranjo, um novo pacto republicano”, diz. 

Leia trechos da entrevista: 

Poder360: Pesquisa Atlas/Intel divulgada na 4ª feira (25.fev.2026) mostrou um cenário difícil para o presidente Lula. Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas aparecem numericamente à frente no 2º turno, ainda que dentro da margem de erro. Por que Lula enfrenta dificuldades neste momento?
João Paulo Cunha: Essa pesquisa reflete o momento que estamos atravessando, de polarização, que vem desde a eleição de 2022. E que é um pedaço do mundo, com posições mais extremadas. Mas ela não me assusta muito. O que me preocupa é a série histórica, que vem mostrando uma realidade calcificada. O empate é aprovação e desaprovação, avaliação do governo e da própria pessoa do presidente Lula, que está muito estabilizada na metade da população. É isso o que mais me preocupa. Não há uma razão, são várias. Tem o problema de comunicação, que persiste mesmo com a mudança do ministro. É evidente que depois que o companheiro Sidônio entrou, a comunicação melhorou. Mas a eficácia ainda é limitada porque não conseguiu fazer a aprovação ficar maior que a desaprovação. Ainda estamos no empate, é um problema. A minha impressão é que ela não chega na ponta, não é capilar, não é nacional. A gente não consegue falar com as pessoas que são beneficiadas com programas que o presidente Lula tem feito. O presidente tem insistido numa tese, que eu concordo, que esse talvez seja o melhor mandato dele. A quantidade de coisas que ele está fazendo, a quantidade de programas, o investimento em áreas sociais e infraestrutura é impressionante. Mas não muda [a aprovação]. A rotação fica ali, na mesma. Fica empatado. É grave. Mas vejo outro problema. O PT e a esquerda brasileira têm deixado a desejar do ponto de vista de mobilização e organização. Vemos várias bandeiras que, ao invés de serem apresentadas aos trabalhadores e ao povo, nossas lideranças têm ido bater à porta do STF, do MP. A judicialização tem sido uma ferramenta muito frequente.”

Poder360: Há cansaço de material? Lula é hoje o político há mais tempo em atuação no país.
“Não acho. Lula é um animal político capaz de se reciclar com rapidez e com bandeiras sensacionais que interessam muito à população. Lula fez deste governo uma alavanca para o próximo mandato. Por isso, acho que a grande vitória do presidente vai ser chegar em outubro e mostrar para a população o que ele tem semeado. E que é preciso de mais 1 mandato. Ao invés de apresentar cansaço, eu acho que ele vai apresentar esperança. O próximo mandato precisa ser assim. Os programas atendem as pessoas de forma mais imediata, mais circunstancial. Estão todos estruturados, têm feito bem ao Brasil, ajudando na ascensão das classes sociais. No entanto, precisa mais. E digo isso como crença, não como campanha. Agora, Lula vai ter que mostrar que o Brasil precisa se reindustrializar. Já mostrou que o Brasil se insere no mundo de forma autônoma, altiva, independente. Isso é positivo. E tem mudanças estruturais que exigem mais de 1 mandato. Por isso acredito que a grande mensagem dele vai ser de esperança.”

Copyright

Para João Paulo Cunha, o PT erra ao focar na judicialização da política ao invés de voltar às ruas para levar as suas bandeiras à sociedade

Poder360: No primeiro mandato, Lula teve aliança com PL, de José de Alencar. Com Dilma, fez uma grande aliança trazendo o MDB. Sempre levou parte do centro. Hoje, o centro não está com o presidente. Qual a dificuldade de atrair o centro?
“Há mais de 1 ano atrás, eu falei que o governo precisava avançar para o centro de forma mais organizada e representar um pouco mais esse centro, essa frente ampla, que foi a frente que o elegeu em 2022. Fui muito criticado na época. Por quê? Porque o PT está muito comprometido com a história de ser um partido de esquerda. É de esquerda, socialista moderno, democrático, luta por uma sociedade igualitária. E continuará sendo assim. Entretanto, para governar o Brasil, você precisa de uma aliança mais ao centro. Era o que precisava fazer. Faltando 7 meses para a eleição, é muito difícil consolidar o centro. Do ponto de vista nacional, quase nenhum tem condições políticas de fechar com o PT. A minha impressão é que eles tendem a liberar as sessões regionais para cada um fazer a aliança que quiser. Mas aliança, nem com Lula, nem com Flávio, que seria característica marcante do centrão. Uma das dificuldades está em compreender o país. Só quem andou, quem conhece, e isso o Lula sabe muito bem, é capaz de entender essa política. A política ainda exige a gente jogar os laços para o centro para fazer um governo que interessa à maioria. Falta um pouco de compreensão do papel que esse centro pode ter no projeto popular e democrático do Brasil.”

Poder360: A aliança com Alckmin foi uma sinalização clara ao centro na campanha, mas não teve sequência no governo?
“Os partidos de centro tiveram participação, mas foram participações limitadas a parcelas da bancada, parcelas de diretórios regionais. Não houve uma política ofensiva nos partidos do centro para tentar fazer um projeto nacional como fizemos em 2002. Trouxemos o PL do José Alencar e fizemos um programa conjunto. E o PL, naquele momento, serviu como uma âncora do Lula e do PT dentro do centro. O Alckmin foi fundamental e continua tendo um papel importante na aliança.”

Poder360: Ele deve continuar na vice em 2026?
“Se não tiver nenhum acidente grave de percurso, a minha impressão é que a tendência é ser o governador Geraldo Alckmin vice-presidente do Lula.”

Poder360: E o ministro Fernando Haddad, qual que deve ser o papel dele?
“Vai ser candidato a governador de São Paulo e, diferentemente do que a maioria das pessoas falam, se a gente fizer um programa bem feito, abrir um diálogo estrutural com o povo do interior, da capital, da grande São Paulo, podemos ganhar. Sou otimista em relação a São Paulo.”

Poder360: O senhor é paulista e conhece bem o Estado. Mas as pesquisas mostram que o governador Tarcísio tem uma avaliação positiva alta e lidera em todos os cenários.
“É, mas ele não tem uma oposição do tamanho que precisa. No processo eleitoral, essas coisas aparecem com mais facilidade. A hora que começar a campanha, as pessoas vão saber. Nós vamos perguntar o que o governador Tarcísio levou para Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Preto, Campinas, Vale do Ribeira, Vale do Paraíba, Grande São Paulo. Tenho impressão que o balanço é negativo. A hora que a gente começar pegar para valer e o nosso ministro Haddad assumir de vez esse papel, acho que podemos surpreender.”

Poder360: Aparenta ser uma brecha na avaliação…
“Pensando na pesquisa presidencial de 4ª feira agora e comparando com 2022, há um paradoxo que a gente precisa estudar melhor. Em 2022, o Lula só ganhou no Nordeste e no Sudeste, mas perdeu no Norte, no Centro-Oeste e no Sul. Nessa pesquisa, Lula ganha no Nordeste, no Sudeste, no Sul e no Norte, só perde no Centro-Oeste. É um paradoxo. Se eu quiser fazer uma leitura positiva, digo o seguinte: essas regiões vão fazer o Lula e o PT crescerem. Sempre tem vários lados. Os dados estão aí para permitir a interpretação. E os bons leitores conseguem fazê-las bem.”

Poder360: O senhor foi deputado até 2014 e depois deixou a política, mas vai voltar em 2026. Por quê?
“Eu tinha meio que abandonado a ideia da vida pública e estava advogando, indo bem, estudando bastante, escrevi 2 livros, e cuido do meu netinho. Mas eu nunca deixei a política, sempre mantive meu interesse.”

Poder360: E sempre foi muito próximo ao presidente Lula.
“Sempre. Aí o presidente Lula pediu e eu resolvi aceitar o desafio de voltar. Mas aceitei porque acho que posso colaborar. A partir de 2027, alguns desafios serão postos ao Brasil e eu gostaria de participar. Talvez seja o meu último mandato. A geopolítica do mundo está mudando rapidamente. E o Brasil tem um papel fundamental. Temos alimento que consegue alimentar nossa população e vender para fora. A segunda coisa é energia. Nós temos uma base energética fantástica que serve para nós e podemos oferecer a outros países. E na área dos minerais, temos abundância. Isso nos permite ter um programa ousado. Temos o desafio de nos reposicionar nessa geopolítica. É um desafio fantástico que quero participar. É o que falei de o próximo governo Lula apresentar um programa para o Brasil de 20, 30 anos. A nossa infraestrutura precisa ser remodelada, fazer o nosso parque industrial voltar com vigor. Não podemos continuar sendo uma nação que vende minério de ferro e compra aço, vende algodão e compra camiseta. Precisamos focar na indústria farmacêutica, na indústria bélica. E o outro desafio é para o PT. A partir de 2031, não terá mais o Lula. E é inegável que o fio que liga o povo brasileiro, os trabalhadores com a esquerda e com o PT, é o Lula. Como nós vamos nos comportar? O PT não é mais o partido de 2000, de 90, de 80. É um partido que vai para a 3ª década do século 21 tendo sido governo em 18 anos dos 26 anos deste século. É o que me estimula.”

Poder360: A política mudou muito desde a sua época, sobretudo pela ascensão das emendas impositivas. É mais fácil ou é mais difícil fazer política nesse cenário?
“Para quem está no mandato, é mais fácil. Você tem emenda, mas as emendas são um problema para o nosso sistema eleitoral, que é presidencialista. Nós temos que dar condições financeiras para o governo fazer aquilo que ele contratou com a população no período eleitoral. As emendas tiram um pedaço disso. Em 2026, nós temos 60 bilhões para pagar em emendas e R$ 80 bilhões de investimento. Está meio fora de ordem. Mas agora que a pasta de dente saiu do tubo, para voltar é difícil. Temos que pensar como faz com as emendas, porque elas também servem para as nossas prefeituras fazerem pequenas obras. Mas o Brasil, como nação única do tamanho que tem, não pode se dar o luxo de uma quantidade pequena de investimento. As emendas são boas, mas terão que ser rediscutidas.”

Poder360: Mas pensando no PT na oposição, como fazer as políticas que entendem corretas sem o orçamento do Executivo?
“Não tem esse aspecto. O deputado não ganha a eleição para cumprir as funções executivas. Não há um programa a ser aplicado. As emendas invariavelmente se encaixam num programa já determinado pelo Executivo. Agora deixa eu falar o contrário para você para nossa reflexão aqui. Suponhamos que o Congresso Nacional resolva falar que o Executivo vai ter que pagar R$ 100 bilhões de emendas. Todo o dinheiro do investimento. O que o governo vai fazer? Estradas, portos, aeroportos, escolas, universidades, institutos federais, e etc. Quem cuida dessas coisas grandes? Quem cuida das fronteiras? Quem vai comprar o barco da Marinha, o avião da Aeronáutica? É alguma emenda? Não é uma coisa fácil de você resolver. Claro que vou ficar feliz com as minhas emendas. E vou usá-las. Mas quero um debate sobre se essas emendas ajudam ou não o Brasil.”

Poder360: No passado, o senhor foi envolvido no escândalo que ficou conhecido como Mensalão. Depois, suas condenações foram anuladas. A justiça foi correta com o senhor?
“Vamos dividir em 2 aspectos. Um é pessoal. Evidente que eu sofri, minha família sofreu, todos nós sofremos. Mas eu fiquei de cabeça erguida o tempo todo. Estava seguro que não tinha feito nada errado. Sempre morei na mesma casa, e eu gosto de onde moro. Escrevi 2 livros que tenho orgulho. Fiz meu curso de graduação, fiz pós-graduação, fiz mestrado, estudei com 60 anos de idade. Foi dolorido, mas serviu para dar um passo adiante. O segundo é político. Evidente que foi um processo político. O que que eu tinha a ver com mensalão? A ideia é você receber para votar com o governo. Eu era presidente da Câmara, do partido do Lula. Já voltaria com o governo. Entrei na mira de alguém e acabei abatido. Mas não guardo rancor ou mágoa. Para mim, passou. Não importa muito você cair, importa se levantar. Eu levantei. E vou pedir voto de cabeça erguida. E quem planta, colhe.”

Poder360: Hoje a oposição critica duramente o STF. DIzem que invade as prerrogativas do Legislativo. Essas críticas são justas?
“Esses dias, falando com o pessoal do PL da minha região, eles começaram a falar do mensalão. Eu falei: ‘Olha que raciocínio seletivo. O Valdemar Costa Neto, presidente do PL, esteve comigo envolvido no mensalão. Mas para ele não serve? Nós também não podemos ter esse raciocínio seletivo? Eu acho que a injustiça praticada contra qualquer pessoa tem que ser combatida. E acho que o Judiciário está s envolvendo demasiadamente com questões de outros Poderes. Mas eu também acho que muitas vezes o Judiciário se envolve não porque ele quer, mas porque é provocado. Os próprios partidos judicializam a política. A minha dissertação de mestrado trata disso. É sobre o uso da ação direta de inconstitucionalidade como prolongamento da disputa política. Nos 2 mandatos do Fernando Henrique Cardoso, quem mais provocou a justiça foi o PT, o PCdo B, o PDT. Aí, quando o presidente Lula tomou posse em 2003, quem mais provocou foi o PSDB e o PFL. É um instrumento de oposição. É o momento da gente tomar um certo cuidado. O Legislativo pega atribuições do Executivo. O Judiciário pega do Legislativo e do Executivo. E o Executivo quer legislar. Precisa de um novo arranjo, um novo pacto republicano.”

Poder360: Limitar quem pode fazer Adin é uma solução?
“Eu tenho simpatia por essa ideia por uma razão super singela. O ministro Nelson Jobim conta uma história que eu acho fantástica. Quando ele era ministro do Supremo, ele conversava com um senador do Rio chamado Jamil Haddad. Numa disputa no Senado, disse:  ‘Deixa disputar lá, depois eu entro aqui com um Adin’. Uma matéria é aprovada por 500 votos, aí um partido com 2 deputados entra com Adin. Tem que ter um novo arranjo.”



Autor Poder360 ·


Com unidades em Campinas e na capital, iniciativa foca na integração entre governo, indústria e academia para inovação em Defesa

O Exército Brasileiro anunciou a criação de 2 novas unidades voltadas para ciência, tecnologia e inovação no Estado de São Paulo. As medidas foram oficializadas por meio de portarias publicadas entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 e resultaram na instalação do Núcleo do Parque Tecnológico de Defesa e Segurança em Campinas e do IPESP (Instituto de Pesquisas do Exército em São Paulo).

As iniciativas são fruto de parcerias estratégicas firmadas em 2025, por meio de 2 Memorandos de Entendimento. O 1º, assinado entre o Exército, o governo paulista e a prefeitura de Campinas, prevê a criação do Parque Tecnológico. O 2º estabelece apoio para a instalação do IPESP.

TRÍPLICE HÉLICE
O Núcleo do Parque Tecnológico terá a missão de conceber e estruturar o futuro Parque, que deverá funcionar como espaço de integração entre governo, academia e indústria, seguindo o modelo da chamada “Tríplice Hélice” (Indústria – Defesa – Academia). A expectativa é que, em operação plena, o Parque acelere inovações voltadas para defesa e segurança, fortaleça a Base Industrial de Defesa e contribua para o desenvolvimento nacional.

Já o IPESP, inicialmente subordinado ao Núcleo, está organizado em 2 escritórios na Cidade Universitária da USP (Universidade de São Paulo), no Butantã, zona oeste de São Paulo. Um deles funciona no Inova.USP, centro de inovação da universidade, e o outro no IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). As unidades atuarão de forma complementar, ampliando a capacidade de pesquisa básica, aplicada e de inovação. Entre os principais objetivos está a articulação entre organizações científicas e empresas paulistas com o SCTIEx (Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Exército), prospectando projetos de interesse comum e aplicações de uso dual.

VISÃO DE FUTURO
Com essas novas estruturas, o Exército pretende ampliar a cooperação interinstitucional e cobrir todas as etapas do processo de inovação tecnológica, da pesquisa fundamental ao desenvolvimento de soluções aplicadas. A meta é entregar novas capacidades em defesa e segurança e posicionar o Brasil na vanguarda do conhecimento e da tecnologia em áreas estratégicas.


Com informações do Ministério da Defesa



Autor Poder360 ·


A Estação Palmeiras-Barra Funda ficará aberta para embarque durante a madrugada; demais estações funcionarão apenas para desembarque e transferência

Para garantir a mobilidade dos foliões durante as celebrações de Carnaval, a CPTM preparou uma operação especial com funcionamento ininterrupto em datas estratégicas de fevereiro. O esquema contempla o pré-Carnaval, os dias oficiais de folia e o pós-Carnaval.

Durante as madrugadas de operação especial, a Estação Palmeiras-Barra Funda permanecerá aberta 24 horas para embarque e desembarque. As demais estações de todas as linhas da companhia continuarão funcionando na madrugada exclusivamente para desembarque e transferências.

Confira o cronograma da Operação 24 Horas:

  • Pré-Carnaval: Da madrugada de sábado (07/02) para domingo (08/02);
  •  Carnaval: Nas madrugadas de sexta (13/02) para sábado (14/02); de sábado (14/02) para domingo (15/02); e de domingo (15/02) para segunda-feira (16/02);
  • Pós-Carnaval: Da madrugada de sábado (21/02) para domingo (22/02).

Os passageiros poderão adquirir seus bilhetes por meios digitais e eletrônicos, de forma simples e rápida, com autonomia e sem filas, pelos seguintes canais:

  • WhatsApp TOP: (11) 3888-2200 (Bilhete QR Code direto no celular);
  • Aplicativo TOP disponível para sistemas iOS e Android;
  • Autoatendimento (ATMs) com máquinas presentes em 100% das estações;
  • Carteira Google e pela rede credenciada com mais de 8 mil pontos de venda físicos que aceitam dinheiro.

A lista completa de onde comprar e como utilizar os canais digitais está disponível no portal www.boradetop.com.br.

Sobre a CPTM

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos é uma operadora de transporte ferroviário de passageiros, com 1,2 milhão de passageiros transportados por dia útil. Diariamente, os trens percorrem cerca de 53,5 mil km, ou 1,3 volta em torno da Terra, em 1.551 viagens programadas. Juntas, as quatro linhas da CPTM somam 142 km de extensão, dos quais 74 km estão na capital paulista, que também conta com 18 estações do total de 41. A CPTM atende os moradores de 12 municípios, incluindo a capital.


Com informações da Agência SP



Autor Poder360 ·


O atual governador lidera as intenções de voto nos cenários em que foi testado; sem ele na disputa, Pablo Marçal assume a liderança

Levantamento divulgado por Futura/Apex na 4ª feira (28.jan.2026) mostra que, na disputa pelo governo do Estado de São Paulo, o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) tem 41,0% das intenções de voto. É seguido pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB-SP), que pontua 24,6%. Eis a íntegra do estudo (PDF – 1 MB).

Eis os cenários testados:

A pesquisa foi realizada pela Futura/Apex de 20 a 23 de janeiro de 2026. Foram entrevistadas 1.200 pessoas com 16 anos ou mais no Estado de São Paulo. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob os códigos: BR-03024/2026 e SP-04679/2026. Segundo a empresa que fez o levantamento, o custo do estudo foi de R$ 96.000. O valor foi pago com recursos próprios.

A Apex Partners foi fundada em 2013. É uma plataforma brasileira de serviços financeiros e investimentos que atua com gestão de recursos, investment banking, assessoria (advisory) e research, com forte presença em mercados fora do eixo Rio-SP. Dentre os serviços oferecidos estão investimentos alternativos (real estate, private equity, venture capital) e gestão de patrimônio (wealth management). A holding comprou a empresa de pesquisas Futura Inteligência em 2022.

2º TURNO

O estudo também testou possíveis cenários de 2º turno. 

Eis os cenários:

AVALIAÇÃO

Eis a avaliação de Tarcísio:

AGREGADOR DE PESQUISAS

O Poder360 oferece aos seus leitores o Agregador de Pesquisas mais antigo e mais completo da internet no Brasil. Reúne milhares de levantamentos de intenção de voto de todas as empresas desde o ano 2000. Em anos eleitorais, só são publicados os estudos que têm registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida. Tem alguma pesquisa para divulgar? Mande a íntegra por e-mail para o Poder360: [email protected].

Para ter acesso ao Agregador de Pesquisas, clique aqui e busque os dados que desejar para as disputas de todos os anos anteriores. Essa ferramenta oferece acesso apenas aos assinantes do Poder Monitor, a mais completa ferramenta de acompanhamento dos Três Poderes e tudo o que é relacionado ao poder. Para assinar o Poder Monitor e ter acesso por 30 dias grátis, clique aqui.



Autor Poder360 ·


Auditoria de área técnica cita falhas recorrentes, sanções ineficazes e pede estudo detalhado sobre alternativas ao serviço

A AudElétrica (Unidade de Auditoria Especializada em Energia Elétrica e Nuclear) do TCU (Tribunal de Contas da União) recomendou que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) avalie, de forma detalhada, a possibilidade de decretar intervenção na concessão da Enel São Paulo.

A representação, apresentada nesta 2ª feira (1º.dez.2025) afirma que a análise deve considerar “riscos, impactos e consequências práticas” de uma eventual intervenção, que é considerada uma medida extrema no setor elétrico. Eis a íntegra (PDF – 325 kB).

A recomendação se apoia na avaliação de que há “recorrência de eventos” e “degradação sistêmica na qualidade” dos serviços prestados pela distribuidora.

A área técnica também diz que ainda não há um ateste da Aneel de que as falhas identificadas foram corrigidas de forma definitiva e destaca que sanções menos gravosas, como multas e planos de melhoria, não surtiram efeito suficiente.

Segundo o texto, a medida não é sugerida de forma automática, mas como etapa necessária para que o regulador examine “se a solução mais dura não se tornaria mais dispendiosa ou contraproducente” para o próprio serviço público, “tornando necessária a análise da medida mais extrema na pirâmide de conformidade regulatória”.

A instrução será analisada pelo ministro Augusto Nardes, relator do processo no TCU. Não há data para julgamento.

MONITORAMENTO ATÉ 2026

O documento também avalia como adequada a decisão preliminar da Aneel de estender o monitoramento do Plano de Recuperação da Enel SP até março de 2026.

O objetivo é acompanhar o desempenho da distribuidora durante o período úmido, época do ano em que os eventos climáticos severos costumam ocorrer e quando, historicamente, a concessionária apresentou pior desempenho.

Para o TCU, só após passar por um novo “teste de estresse” será possível avaliar se as ações estruturais adotadas pela empresa foram suficientes para corrigir as falhas identificadas. A área técnica ressalta que, embora a distribuidora tenha mostrado melhora nos indicadores emergenciais entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, essas melhorias decorreram de ações provisórias executadas em período seco e ainda não garantem regularização definitiva.

Histórico de problemas

A Enel São Paulo enfrenta monitoramento reforçado desde o apagão de novembro de 2023, quando um vendaval deixou milhões de consumidores sem energia por vários dias.

Em outubro de 2024, nova interrupção de grande porte afetou 3,1 milhões de unidades consumidoras.

A Aneel já aplicou multas e instaurou Planos de Resultados em anos consecutivos. Parte das penalidades, superiores a R$ 260 milhões, está judicializada. O órgão regulador também abriu um termo de intimação em 2024, etapa prévia ao processo de caducidade, que ainda está em análise.

No fim de 2025, a Enel pediu a antecipação da análise de prorrogação do contrato por mais 30 anos, mas o TCU alertou que eventual renovação é incompatível com a existência de falhas graves não resolvidas.

A empresa italiana vêm enfrentando um forte desgaste no Brasil, com questionamentos sobre a viabilidade de renovar as concessões, que vencem de 2026 a 2028.

Próximos passos

A instrução técnica sugere que a Aneel apresente estudos que detalhem os impactos de uma eventual intervenção e que o tribunal siga monitorando o caso. O TCU afirma que pretende garantir que qualquer decisão seja “fundamentada tecnicamente” e contribua para a continuidade do serviço público de energia atendendo aos consumidores paulistas.

A decisão final caberá ao plenário do TCU e, em paralelo, à própria Aneel, que ainda precisa concluir a análise do Termo de Intimação e deliberar sobre a renovação ou não da concessão.

Outro lado

Eis a íntegra da resposta da Enel sobre o caso:

“A Enel Distribuição São Paulo tem cumprido integralmente suas obrigações contratuais e regulatórias, assim como o Plano de Recuperação apresentado em 2024 à Aneel. Ao longo do ano, a Enel SP manteve uma trajetória contínua de melhoria, numa demonstração de que todas as ações implementadas, acompanhadas em fiscalizações mensais pelo regulador, são estruturais e permanentes.

“O Plano estabeleceu iniciativas concretas e mensuráveis, que foram integralmente atendidas, com objetivo de buscar melhorias em três frentes: redução do tempo de atendimento a ocorrências emergenciais; redução de interrupções de longa duração (>24h) e mobilização rápida de equipes em contingências de nível extremo. Em relação ao tempo médio de atendimento emergencial, desde novembro de 2023 até outubro de 2025, a companhia registrou uma melhora de 50%. Já as interrupções com mais de 24 horas de duração reduziram em 90% no mesmo período. As melhorias foram comprovadas pelos relatórios de fiscalização da Aneel e consideradas satisfatórias pelo regulador.

“A distribuidora tem investido um volume recorde de recursos para expandir e modernizar a rede elétrica e reforçou de forma estrutural seu plano operacional para reduzir o impacto aos clientes diante do avanço dos eventos climáticos na área de concessão. A companhia reitera que tem forte compromisso com os seus clientes e seguirá trabalhando para seguir aprimorando o serviço prestado.”



Autor Poder360 ·


Com o objetivo de instituir uma data comemorativa para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, o deputado Paulo Cezar Martins (PL) protocolou, na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), o projeto de lei nº 29929/25, que já está em encaminhamento à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde será distribuída para relatoria parlamentar.

A ser celebrado no terceiro sábado do mês de setembro, a data tem por objetivo reconhecer a relevância social, educacional e espiritual do movimento juvenil. Se for aprovada pelos deputados e sancionada pelo Executivo, será chamada de Dia Estadual do Desbravador da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Em sua justificativa, o parlamentar esclarece que a história dos desbravadores em Goiás remonta ao ano de 1963, com a fundação do primeiro clube, denominado Centauro, em Goiânia. Desde então, o movimento expandiu-se por todo o território goiano, promovendo a integração de jovens, famílias e comunidades.

Atualmente, existem 170 clubes registrados no Estado, reunindo 5.621 adolescentes que participam de atividades educativas, recreativas e sociais propostas pelo programa, voltado a adolescentes com idades entre 10 e 15 anos, período de transição fundamental para a construção da identidade e dos valores pessoais. “Por meio de atividades práticas e pedagógicas, o clube estimula a cooperação, a disciplina, a solidariedade, o amor à pátria, o cuidado com o meio ambiente e o respeito à vida em todas as suas formas”, sublinha Martins.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O deputado estadual Paulo Cezar Martins (PL) deu um passo decisivo para deixar o Partido Liberal e retornar ao MDB, após movimento articulado pelo vice-governador Daniel Vilela como parte da sua estratégia para as eleições de 2026. A mudança foi discutida em um encontro no Palácio das Esmeraldas, na última quinta-feira (13/11), com a presença do governador Ronaldo Caiado (União Brasil).

Durante a reunião, Paulo Cezar destacou que pretende contribuir diretamente para o projeto de Daniel Vilela, considerado por ele a liderança responsável por conduzir Goiás no próximo ciclo político:

“O vice-governador me fez enxergar a importância de uma gestão séria, com foco no trabalho. Quero ajudá-lo a ser governador”, afirmou.

O parlamentar reconheceu que, no passado, defendia que o MDB lançasse candidatura própria ao governo, posição que não prevaleceu à época. Ele afirmou ter adotado um discurso mais crítico, mas sem romper sua relação com Caiado. “Nunca houve desavença. Sempre respeitei o governador eleito e reeleito democraticamente pelos goianos”, disse.

Segundo Paulo Cezar, o próprio Daniel atuou para reaproximá-lo do grupo governista: “Eu não faço política com fígado, com radicalismo”, declarou. Ele destacou ainda sua antiga ligação com a família Vilela e o legado político de Maguito: “O Daniel herdou do pai muitas qualidades boas. É jovem, tem formação intelectual e desprendimento, mas, acima de tudo, tem pedigree”, pontuou.

Com seis mandatos na Assembleia Legislativa, o deputado reforçou que sua atuação política se orienta pelo diálogo. Citando Roberto Campos, afirmou: “Sobram construtores de muros. Precisamos urgentemente de construtores de pontes”. A filiação ao MDB deve ocorrer entre março e abril de 2026, durante a janela partidária autorizada pelo TSE.

Esvaziamento do PL em Goiás

A saída de Paulo Cezar Martins representa mais um revés para o PL, presidido no Estado pelo senador Wilder Morais. Em menos de um ano, a sigla perdeu metade dos 26 prefeitos eleitos em 2024, além de lideranças regionais e quadros estratégicos.

Internamente, dirigentes reconhecem que a indefinição do partido para 2026, especialmente sobre candidatura própria ao governo, tem ampliado a migração de filiados para grupos com maior alinhamento ao Palácio das Esmeraldas.

A provável ida de Paulo Cezar Martins ao MDB fortalece a base governista em torno de Daniel Vilela e aprofunda a reorganização partidária em Goiás às vésperas de 2026. O movimento reforça o capital político do vice-governador, ao mesmo tempo em que evidencia a dificuldade do PL em manter coesão interna e projetar um caminho eleitoral próprio no Estado. O período pré-janela partidário tende a intensificar esse reposicionamento entre legendas que buscam ampliar espaço no tabuleiro sucessório para o próximo pleito.

Autor Rogério Luiz Abreu


O deputado Clécio Alves (Republicanos) pleiteia conceder ao jurista João Paulo Brzezinski da Cunha o Título Honorífico de Cidadania Goiana. A iniciativa, que tramita no Parlamento estadual como projeto de lei nº 24725/25, se dá em reconhecimento à trajetória quye o legislador considera exemplar do homenageado, marcada pela dedicação ao direito, à educação superior e ao fortalecimento das instituições de Goiás.

Natural da cidade de Curitiba, no Paraná, transferiu-se ainda jovem para Goiás, onde construiu, segundo a propositura, toda sua carreira acadêmica, profissional e institucional. “Goiás é, portanto, a terra onde ele fincou suas raízes e deixou sua marca por mérito, por vocação e por compromisso com o bem comum”, destaca o autor da matéria.

Biografia

João Paulo Brzezinski da Cunha é graduado em Direito pela Universidade Católica de Goiás (UCG), com especialização em Direito Civil e Direito Processual Civil, pela Academia de Polícia Civil do Estado de Goiás.

Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Museo Social Argentino (UMSA) e mestre em Direito Tributário e Desenvolvimento Regional pela Faculdade Alves Faria (Alfa), atua na advocacia desde 1998, como sócio-fundador do escritório Brzezinski Advogados Associados, em Goiânia, com experiência em diversas áreas do Direito. 

Foi professor de Direito por mais de 20 anos, lecionando disciplinas de Direito Civil, Comercial e Processual Civil. 

Entre 2011 e 2012, exerceu a função de Defensor Público Geral de Goiás. Na Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Goiás (OAB-GO), atuou como conselheiro seccional e em comissões voltadas ao ensino jurídico e à advocacia jovem. 

O homenageado é, ainda, autor e coautor de artigos e livros nas áreas de direito tributário, desenvolvimento regional e recuperação judicial.

Fluente em português, inglês e espanhol, mantém trajetória acadêmica, profissional e institucional ligada ao fortalecimento do Direito e da advocacia em Goiás.

O legislador coloca que a homenagem se justifica pela conduta ética de Brzezinski, sua trajetória inspiradora, contribuição à Justiça, à educação, à advocacia, às instituições e, sobretudo, ao povo goiano, como forma de eternizar sua ligação com a terra que o acolheu.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Segundo a PM, ele dirigia uma Lamborghini com “registro de apropriação indébita” e R$ 1,3 mi em multas e débitos de IPVA

O ex-piloto de F1 Tarso Marques, 49 anos, foi preso na madrugada deste domingo (31.ago.2025), em São Paulo, por receptação de um automóvel de luxo. Segundo a Polícia Militar de São Paulo, ele foi “flagrado conduzindo um veículo com queixa de apropriação indébita”.

A PM informou ter abordado uma Lamborghini Gallardo sem as placas fixadas. O condutor, descrito como “ex-piloto de Fórmula 1″ e “conhecido por ter participado de um quadro de TV”, teria então tentado “recolocar as placas, mas foi contido pelos policiais”.

A informação sobre a identidade do motorista preso na operação foi divulgada pelo site especializado em automobilismo Grande Prêmio. Além de ter corrido na F1, Marques já participou do quadro Lata Velha, do Caldeirão do Huck, e do Auto Esporte, ambos da TV Globo.

A Lamborghini conduzida pelo ex-piloto estava com “registro de apropriação indébita, restrições judiciais e licenciamento em atraso desde 2013, além de aproximadamente R$ 1,3 milhão em débitos de IPVA e autuações”. Além disso, o carro “estava em nome de empresa condenada por práticas ilegais, incluindo pirâmide financeira”, disse a PM-SP.

Marques foi conduzido ao 14º Distrito Policial, na zona oeste de São Paulo, “onde a delegada de plantão lavrou prisão em flagrante por receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor”.

Tarso Marques competiu na Fórmula 1, a principal categoria do automobilismo, nas temporadas de 1996, 1997 e 2001, sempre pela Minardi. Largou em 24 GPs, mas nunca pontuou. Em 2001, foi companheiro de escuderia do espanhol Fernando Alonso –o bicampeão mundial estava em seu ano de estreia.

O Poder360 tentou contato com a empresa de Tarso Marques, uma oficina de customização de veículos, por meio de e-mail e telefone divulgados no site oficial. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.

Leia a íntegra da nota da PM-SP:



Autor Poder360 ·