6 de março de 2026
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O prefeito Sandro Mabel lançou, nesta segunda-feira (23/2), o programa Obras Cidadãs, iniciativa voltada à execução de melhorias urbanas de pequeno porte sugeridas diretamente pela população dos bairros de Goiânia. A proposta prevê mais agilidade no atendimento de demandas locais, como manutenção de praças, reformas em unidades públicas, iluminação, drenagem e pavimentação.

Pelo modelo adotado, os pedidos serão intermediados pelos vereadores, que poderão encaminhar solicitações mensais de até R$ 70 mil cada. A estimativa da gestão municipal é investir cerca de R$ 1,5 milhão por mês, com a execução média de duas obras por vereador no período.

Segundo o prefeito, a meta é descentralizar decisões e priorizar intervenções com impacto direto na rotina das comunidades.

Foto: Alex Malheiros

“Nosso objetivo é fazer a cidade andar conforme a vontade da comunidade. Vamos executar serviços de pequeno porte com agilidade e transparência”, afirmou.

O fluxo de análise começa com o envio das demandas à Secretaria Municipal de Governo (Segov), que encaminha os pedidos para avaliação técnica e orçamentária da Secretaria de Articulação Institucional e Captação (Secap). Após a aprovação, a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) autoriza a execução por empresa contratada por licitação.

De acordo com a secretária de Governo, Sabrina Garcez, o programa deve alcançar cerca de 200 mil pessoas por ano: “Quando falamos em pequenas obras pontuais nos bairros, toda a população sente a diferença de forma mais imediata”, destacou.

O presidente da Câmara Municipal, Romário Policarpo, avaliou que a iniciativa atende demandas práticas da população: “Essas obras pequenas fazem muito mais diferença na vida das pessoas do que, às vezes, grandes intervenções que não alcançam tanta gente”, disse.

Para o vereador Welligton Bessa, o programa reduz a burocracia para resolver problemas antigos nos bairros: “São demandas simples, mas que demoravam por causa dos trâmites. Agora teremos mais rapidez para atender as regiões”, afirmou.

A expectativa da prefeitura é que o Obras Cidadãs funcione como ferramenta complementar às obras estruturantes, fortalecendo a presença do poder público nas comunidades e ampliando a participação popular na definição de prioridades.

Autor Rogério Luiz Abreu


O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), admitiu nesta segunda-feira (23/2) que a seleção das obras indicadas por vereadores dentro do programa Obras Cidadãs terá caráter político e dependerá do alinhamento dos parlamentares com a gestão municipal. O programa foi lançado no Paço Municipal, logo após reunião com vereadores da base, e prevê a execução de 40 intervenções por mês, com custo estimado de R$ 1,5 milhão mensais.

Segundo Mabel, a prefeitura terá autonomia para decidir quais demandas entram no cronograma e quais ficam de fora, inclusive levando em conta a relação política com os vereadores que fazem as indicações. Ele afirmou que não vê obrigação em priorizar pedidos apresentados por parlamentares que atacam a administração de forma recorrente.

“Logicamente, quem xinga a gente o dia inteiro, a comunidade vai ter que arrumar um vereador que seja ligado com a gente”, afirmou o prefeito, ao justificar a opção por atender parlamentares que mantenham diálogo com o Executivo.

Ele acrescentou que não faz sentido, em sua avaliação, atender quem o “xinga dia e noite”, destacando que a definição do atendimento também passa por uma decisão política.

O programa Obras Cidadãs tem como foco obras de pequeno porte, como reformas e reparos em áreas públicas, indicadas pelos vereadores a partir de demandas apresentadas pela população em cada região da cidade. Cada parlamentar poderá indicar serviços com limite de até R$ 70 mil, com a promessa de agilizar intervenções pontuais e de baixo custo.

Questionado sobre o risco de desproporcionalidade na infraestrutura de bairros que não tenham representantes alinhados à base governista, Mabel minimizou a possibilidade. Segundo ele, todos os bairros contam com vereadores que recebem votos e mantêm contato com a comunidade, o que evitaria exclusões totais no atendimento.

“A gente lança qualquer coisa no bairro e vão cinco ou seis representantes. Todo bairro tem alguém que escuta a comunidade e vai”, avaliou o prefeito, ao afastar a ideia de que regiões possam ficar sem acesso ao programa por falta de alinhamento político direto.

Apesar do discurso voltado à base, Mabel afirmou que o programa não exclui completamente vereadores de oposição. Ele disse que propostas consideradas boas e demandas relevantes poderão ser atendidas, mesmo quando apresentadas por parlamentares que não integram o grupo governista.

“Isso não quer dizer que nós não vamos atender o vereador de oposição. Às vezes o vereador de oposição traz uma ideia boa, uma demanda boa, e vai ser atendido também”, afirmou, ao indicar que o critério político não será absoluto.



Autor Manoel Messias Rodrigues


A Prefeitura de Goiânia anunciou um investimento de R$ 6 milhões para apoiar os três clubes da capital que disputam a Série B do Campeonato Brasileiro de Futebol em 2026: Goiás, Vila Nova e Atlético. O recurso será destinado por meio de parceria com a Câmara Municipal e repassado à Federação Goiana de Futebol (FGF), responsável pela distribuição às equipes conforme as necessidades de cada fase da competição.

O anúncio foi feito pelo prefeito Sandro Mabel, em solenidade no Paço Municipal, na manhã desta segunda-feira (9/2). Segundo ele, o objetivo é fortalecer a estrutura dos clubes para aumentar as chances de acesso à Série A, além de impulsionar a economia local com a movimentação gerada pelos jogos, turismo esportivo e arrecadação de impostos.

“A participação na Série A representa um marco significativo, com a realização de eventos e a atração de clubes de destaque, impulsionando a cidade. O retorno desse investimento, conforme projeções, é quase três vezes superior ao valor aplicado, demonstrando um bom negócio para a prefeitura, além de ser um patrocínio. Essa iniciativa sinaliza nosso apoio ao esporte, com foco no futebol”, afirmou o prefeito.

Foto: Alex Malheiros

“Estamos considerando um possível fracionamento em dez parcelas”, acrescentou Mabel.

O presidente da Câmara Municipal, Romário Policarpo, destacou o papel social do futebol:

“O futebol é onde o filho da empregada doméstica abraça o filho do patrão, comemoram e sofrem juntos. Ele cria vínculos”, comentou o parlamentar goianiense.

Foto: Alex Malheiros

“Hoje, dos 20 times que disputam a Série B, os únicos que não tinham ajuda do poder público eram os três times goianos”, salientou Policarpo.

Dirigentes dos clubes ressaltaram a importância do aporte financeiro

O presidente do Goiás, Paulo Rogério Pinheiro, afirmou que o cenário é desafiador para as equipes das divisões inferiores: “A verdade é que o futebol brasileiro, principalmente os clubes das séries B, C e D, está passando uma míngua financeira. Esse apoio do prefeito é sensacional. Tenho que parabenizar, porque está tentando ajudar”, disse.

Fábio Brasil, presidente do Vila Nova, reforçou que o recurso chega em momento estratégico: “O Vila é carente de recursos e essa parceria vai ajudar muito”, pontuou.

Já o vice-presidente do Atlético Goianiense, Marcos Egídio, avaliou que a iniciativa representa um avanço para o esporte local: “Vamos fazer um bom uso desse recurso”, afirmou.

Para a gestão municipal, o investimento também tem caráter institucional. De acordo com o secretário de Esporte e Lazer, Luiz Alberto Bites, a marca da Prefeitura estará estampada nas camisetas das equipes, ampliando a exposição da capital em transmissões nacionais.

“Gastar em esporte é investimento. Isso traz divisas para o município”, frisou o secretário.

A expectativa é que, com melhores campanhas na Série B, Goiânia fortaleça sua imagem no cenário esportivo nacional, atraia mais torcedores visitantes e estimule setores como hotelaria, alimentação e transporte, consolidando o futebol como vetor de desenvolvimento econômico e social.

Autor Rogério Luiz Abreu


A Prefeitura de Goiânia avançou, neste domingo (1º/2), em mais uma etapa do processo de requalificação do Centro da capital com a entrega da revitalização completa da Praça Dr. Carlos de Freitas, conhecida como Praça Botafogo. A obra integra o conjunto de intervenções estruturais previstas pela gestão municipal para recuperar espaços públicos históricos, ampliar áreas de convivência e incentivar a reocupação residencial e comercial da região central.

Localizada em um dos pontos mais tradicionais da cidade, a praça não recebia melhorias amplas há anos e apresentava sinais de desgaste, problemas de conservação e uso inadequado do espaço.

Com a reforma, o local passou por nivelamento do terreno, limpeza geral, recuperação das calçadas em piso paver, instalação de novos bancos e lixeiras, pintura do mobiliário urbano e renovação do paisagismo, com plantio de grama e implantação de ajardinamento moderno. Também foi instalada academia ao ar livre com equipamentos adaptados para pessoas com deficiência (PcD).

Durante a entrega, o prefeito Sandro Mabel destacou que a requalificação da praça simboliza uma estratégia mais ampla de transformação do Centro:

“A Praça Dr. Carlos de Freitas nasceu no Centro de Goiânia e há muitos anos sofria com o abandono. Fizemos um trabalho social com os moradores em situação de rua e agora a Comurg executou a revitalização completa. Nosso objetivo é recuperar o Centro, trazer 10 mil pessoas para morar aqui e devolver essa região para as famílias”, afirmou.

Foto: Alex Malheiros

Além das melhorias físicas, o projeto incluiu ações integradas de ordenamento urbano, com acompanhamento social às pessoas em situação de vulnerabilidade que ocupavam a área, garantindo uso adequado do espaço público e mais segurança para frequentadores e comerciantes.

Segundo a administração municipal, equipes da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) permanecerão atuando de forma periódica na manutenção e zeladoria do local para preservar as estruturas implantadas.

A entrega da Praça Botafogo faz parte de um pacote de obras que contempla outras áreas públicas do Centro, com foco em mobilidade, moradia, comércio e qualidade de vida, consolidando a proposta de transformar a região em um polo ativo de convivência e desenvolvimento urbano.

Autor Rogério Luiz Abreu


O transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia ganhou uma nova estrutura e reforço tecnológico nesta sexta-feira (30/1), com a entrega do Terminal Praça A totalmente reconstruído e 21 ônibus elétricos, além da maior estação de recarga do Brasil.

As ações do governo de Goiás fazem parte do Projeto Nova RMTC, que prevê R$ 2 bilhões em investimentos para qualificar o serviço utilizado por cerca de 530 mil passageiros por dia em 19 municípios.

A nova frota será destinada ao corredor BRT Leste-Oeste Anhanguera e é composta por 16 veículos articulados, com capacidade para até 180 passageiros, e cinco biarticulados, que transportam até 250 pessoas por viagem.

Foto: Secom

Com os modelos de maior porte em operação regular, a região metropolitana se torna pioneira no uso desse tipo de tecnologia em linhas urbanas.

Durante a solenidade, o governador Ronaldo Caiado destacou que a modernização coloca o sistema goiano entre os mais avançados do país, sem repassar custos ao usuário.

Foto: Secom

“Não tem nada semelhante ao que é oferecido hoje à nossa população. São os ônibus mais modernos do mundo. E tudo isso mantendo a tarifa em R$ 4,30, sem reajuste desde 2019”, afirmou Caiado.

A entrega também incluiu a ativação do eletroposto instalado na garagem da Metrobus, equipado com 23 carregadores rápidos, capazes de atender simultaneamente 46 ônibus, com potência total de 6 MVA, considerada a maior estrutura do gênero em funcionamento no país.

Foto: Secom

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, ressaltou a integração entre Estado, municípios e empresas para priorizar o transporte público como alternativa de mobilidade.

Foto: Secom

“Estamos tratando o transporte coletivo como prioridade, com metronização, sincronização de semáforos e faixas exclusivas. A cidade precisa ser rápida e eficiente para quem depende do ônibus”, pontuou o prefeito da capital.

Além da renovação da frota, o Terminal Praça A passou por reconstrução completa após mais de duas décadas sem intervenções estruturais. O espaço foi ampliado de 1,9 mil para 5,5 mil metros quadrados, recebeu novos banheiros, áreas de circulação, melhorias de acessibilidade, reforço na iluminação e sistema de segurança com 74 câmeras. O investimento foi de R$ 29 milhões, em obra executada ao longo de nove meses.

Foto: Secom

Localizado na região de Campinas, o terminal atende cerca de 50 mil pessoas por dia e apresentava problemas recorrentes de infiltração e alagamentos. Para comerciantes e usuários, a requalificação muda a experiência de quem utiliza o serviço diariamente.

Segundo o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, o conjunto de intervenções consolida a estratégia de recuperar um sistema que enfrentava anos de sucateamento: “Hoje temos um modelo que se tornou referência nacional e que atrai gestores de outras cidades interessadas em conhecer essa transformação”, afirmou.

Com a entrega do Praça A, o Estado já soma cinco terminais requalificados no corredor da Anhanguera, Dergo, Novo Mundo, Praça da Bíblia e Senador Canedo, e prepara a conclusão da unidade Padre Pelágio, além da reforma das 19 estações do eixo.

Autor Rogério Luiz Abreu


A Prefeitura de Goiânia ampliou o alcance do IPTU Social e de outras isenções tributárias que, juntas, somam mais de R$ 860 milhões em benefícios fiscais previstos para 2026. A política atende mais de 114 mil imóveis pertencentes a famílias em situação de vulnerabilidade, associações filantrópicas, igrejas, centros religiosos, entidades sociais e pequenos produtores rurais com lavouras em áreas urbanas.

Ao detalhar os números nesta segunda-feira (26/1), o prefeito Sandro Mabel destacou que a ampliação do programa é resultado de uma gestão marcada por austeridade, reorganização fiscal e combate a desperdícios.

“Temos tocado a prefeitura com responsabilidade. Em 2025, enfrentamos a corrupção, fizemos cortes e reduzimos a dívida da Comurg em R$ 2,3 bilhões. Cuidamos do dinheiro de quem paga IPTU e espera que ele seja bem aplicado”, afirmou.

Segundo o prefeito, a atualização do valor venal máximo dos imóveis aptos ao IPTU Social, que passou de R$ 173,8 mil para R$ 181,6 mil, permitiu ampliar o número de beneficiários.

Foto: Alex Malheiros

“Essa medida protege diretamente 100.288 famílias, o que representa cerca de 350 mil pessoas em Goiânia. É justiça social aliada à responsabilidade fiscal”, explicou Mabel.

O programa mantém critérios sociais rigorosos, sendo destinado exclusivamente a famílias que possuem um único imóvel residencial, assegurando que a isenção alcance quem realmente necessita. A iniciativa reforça o compromisso da gestão com o direito à moradia, a dignidade das famílias e a redução das desigualdades.

Durante a apresentação, Mabel ressaltou que o equilíbrio das contas públicas viabiliza a ampliação das políticas sociais: “A austeridade adotada nos últimos 12 meses mostra que é possível fortalecer a arrecadação responsável e, ao mesmo tempo, ampliar a proteção social, garantindo sustentabilidade financeira ao município”, pontuou.

Valor total lançado do IPTU 2026 é de R$ 1,4 bilhão

As regiões com maior número de imóveis beneficiados pelo IPTU Social são Oeste (29.093), Sudoeste (23.597), Noroeste (15.851), Norte (11.412), Central (10.872), Sul (9.444) e Leste (7.162). O secretário municipal da Fazenda, Valdivino Oliveira, destacou ainda que o imposto chega aos contribuintes em 2026 sem reajuste real.

“Houve apenas a correção inflacionária de 4,4%. Evoluímos nos benefícios e reduzimos o peso da cobrança”, resumiu.

Para este ano, o valor total lançado do IPTU é de R$ 1,4 bilhão. Os recursos serão destinados à modernização da educação municipal, à reconstrução da rede de saúde, com a construção de oito Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), e ao plano de investimentos que deve ultrapassar R$ 4 bilhões nos próximos três anos.

“Estamos construindo uma Goiânia mais humana e responsável, sabendo que o IPTU sai do bolso do trabalhador e precisa ser bem aplicado”, reforçou o prefeito.

Pagamento à vista, com 10% de desconto, pode ser feito até 20/2

Representando a Câmara Municipal, o vereador Wellington Bessa destacou a relevância social da medida: “Sabemos das dificuldades das famílias para arcar com tributos. Ver essa arrecadação retornar em investimentos concretos e justiça social é fundamental”, afirmou.

Os contribuintes já podem acessar o boleto do IPTU 2026 no site oficial da Prefeitura de Goiânia. O pagamento pode ser feito à vista, com 10% de desconto até 20 de fevereiro, de forma parcelada ou via PIX, utilizando o QR Code disponível na guia.

Autor Rogério Luiz Abreu


O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), afirmou nesta segunda-feira (12/1) ter “gratidão” pelo papel do governador Ronaldo Caiado nas mudanças do transporte coletivo metropolitano e disse não haver “briga” entre os entes. Em entrevista na posse do novo titular da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Agricultura e Serviços, Adonídio Neto, Mabel elogiou a iniciativa estadual e ressaltou que a prefeitura analisa, tecnicamente, eventuais questões estruturais “dentro da legalidade”.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de judicializar a nova lei que altera a governança do transporte metropolitano — a Lei Complementar 122/2025 —, Mabel disse que a prefeitura está observando e analisando a questão com apoio técnico, mas reforçou o respeito institucional entre Executivo municipal e estadual.

Questionado se concorda com a afirmação do governador de que prefeitos deveriam ter “gratidão” pela estadualização da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Mabel respondeu que esse sentimento é mais amplo.

“Eu acho que não só os prefeitos, mas a população em geral tem que ter um sentimento de gratidão ao governador. O governador, na época da pandemia, teve a coragem de enfrentar esse problema [do transporte coletivo na grande Goiânia]. É um problema grave, é um problema que é grave no Brasil inteiro e que precisa ser feito como ele fez. Com coragem. As empresas acreditaram, os municípios acreditaram. Então, isso tudo nós temos que ter, sim, uma gratidão”, afirmou.

Prefeito discursa durante posse do secretário de Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Agricultura e Serviços

Ao falar sobre a possibilidade de ação judicial, Mabel explicou que a prefeitura está encaminhando a análise técnica antes de qualquer medida e descartou confronto político como motivação.

“A questão estrutural nós estamos observando, estamos analisando, porque chamamos uma pessoa técnica para poder analisar. Agora, o sentimento meu com o governador, não existe briga nessas histórias. É um sentimento que nós temos que trazer dentro da legalidade”, pontuou.

“Então, eu tenho o maior respeito pelo governador, sobretudo, nessa área de transporte coletivo. Como prefeito de Goiânia, eu elegi o transporte coletivo como prioridade de Goiânia. Então, eu tenho todo o cuidado que eu posso ter com o transporte coletivo”, acrescentou.

Tarifa única pesa, mas traz melhorias’

Mabel detalhou as transformações previstas para o sistema e defendeu a integração entre os municípios da região metropolitana. Ele voltou a dizer que a metronização e sincronizando de todos os semáforos vão dar rapidez aos corredores de ônibus.

“A tarifa única, é um negócio que, lógico, pesa para a Goiânia também, pesa para a Aparecida, mas é uma coisa que integra os municípios, dá condição [para melhoria] do transporte coletivo”, completou o prefeito, citando que hoje a frota está ficando toda nova, com ar-condicionado, com wi-fi

Sobre a acusação da empresa Rápido Araguaia de que a crise financeira decorre de atrasos nos pagamentos dos subsídios por parte dos municípios, Mabel negou a versão e disse que a gestão municipal regularizou compromissos herdados.

“Não é verdade isso. A Prefeitura de Goiânia pagou estreitamente em dia os seus compromissos que estavam combinados. Os compromissos que não estavam ainda definidos, que nós, prefeitos novos, pegamos um impacto de quase 40% no custo que a prefeitura tiveram que arcar. Não existia dinheiro para isso. Não existia forma de se fazer isso”, afirmou.

Segundo disse, ao assumir havia seis meses de atraso dos repasses deixado pelo prefeito anterior no transporte coletivo, o que representa quase R$ 200 milhões, que, de acordo co ele, estão sendo pagos.

“Essa diferença é uma diferença que nós não concordamos com ela. Agora fizemos um acerto em relação a essa diferença e vamos fazer com que ela possa ser paga. Mas eu não acho que a dificuldade é essa não. Acho que a dificuldade é que a velocidade do investimento foi maior do que os municípios podiam absorver. Mas agora isso também já está sincronizado, já se esticou um pouquinho mais, e isso daí vai se normalizar também”, finalizou.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Prefeito Sandro Mabel mantém decreto de calamidade na Secretaria de Saúde da capital: documento cita dívidas próximas a R$ 200 milhões herdadas junto aos prestadores do SUS // Foto: Secom

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), decretou estado de calamidade pública na Secretaria Municipal de Saúde (SMS) por mais 180 dias. O Decreto nº 2.860/2025, já enviado à Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM) desta quarta-feira (10/12) e entra em vigor em 1º de janeiro de 2026.

Entre os motivos para a manutenção dos efeitos do Decreto nº 28, de 2 de janeiro de 2025, na parte relativa à declaração de estado de calamidade pública no âmbito da SMS, destacam-se as dificuldades financeiras e operacionais persistentes, apesar de avanços nos últimos meses, impedindo a plena recuperação da capacidade de execução das ações e serviços essenciais de saúde.

O documento cita dívidas herdadas junto aos prestadores do Sistema Único de Saúde (SUS), próximas a R$ 200 milhões, das quais 50% renegociadas em fase inicial de pagamento. Outro dado que justifica a manutenção da calamidade são valores de restos a pagar registrados pelo Fundo Municipal de Saúde.

“As obrigações financeiras pendentes de regularização e pagamento comprometem diretamente as disponibilidades financeiras do Fundo de Saúde”, informou a prefeitura.

“Apesar dos esforços da atual gestão, também permanecem graves impactos no abastecimento de medicamentos e insumos, na estabilidade de contratos essenciais e na execução de ações estruturantes”, acrescenta trecho de informativo divulgado pela gestão municipal.

A saúde da capital encontra-se em estado de calamidade há quase um ano, desde o início da atual gestão. Para ter efeito, o decreto de calamidade precisa ser avalizado pela Assembleia Legislativa de Goiás.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), anunciou um projeto de R$ 120 milhões em obras para resolver os constantes alagamentos na Marginal Botafogo, após as fortes chuvas registradas neste sábado (6/12). A proposta inclui a construção de dois piscinões de contenção e a instalação de cancelas inteligentes para bloquear o acesso em episódios de precipitação intensa.

“Estamos aqui na Marginal Botafogo e aqui inunda sempre, é uma obra muito grande que tem que ser feita e nós vamos fazer”, afirmou Mabel durante inspeção no local. O projeto emergencial será encaminhado ao Tribunal de Contas do Município (TCM) para autorização, com foco em medidas que acelerem o escoamento da água nos pontos críticos.

Dois piscinões estratégicos compõem a solução planejada: um no complexo viário que dá acesso ao Estádio Serra Dourada e outro próximo ao Parque Areião.

“Com isso, nós vamos conter essa água”, explicou o prefeito em entrevista à TV Anhanguera, ainda no sábado. As estruturas evitarão o transbordamento nas vias durante eventos climáticos extremos.

Paralelamente, cancelas já adquiridas serão instaladas em 60 dias na entrada da Marginal Botafogo e da Avenida 87, obstruindo o acesso quando houver previsão de chuva forte. Mabel citou o caso de um motorista que desrespeitou a sinalização de bloqueio no sábado e precisou ser resgatado pelos bombeiros após ficar ilhado.

O temporal registrou mais de 100 milímetros de chuva na região sul de Goiânia, com volumes acima de 50 mm em bairros como Jardim América, Morro da Serrinha, Cidade Jardim e Vila Brasília. A Defesa Civil emitiu alerta sonoro via celular e interditou a marginal, orientando a população a seguir as instruções oficiais de segurança.

Prefeitura executa ações de segurança viária

A Prefeitura de Goiânia informou neste domingo (7/12) que a Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito (SET) atuou intensamente durante a chuva acima do previsto que atingiu mais de 100 milímetros na Região Sul no sábado (6/12). As ações foram coordenadas pelo Gabinete de Crise, integrado por Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e outros órgãos municipais, com atuação em diversos pontos críticos da capital.

A precipitação causou elevação repentina dos córregos Botafogo e Cascavel, exigindo fechamentos imediatos de vias e interdições preventivas. Os locais mais afetados foram a Marginal Botafogo, Complexo Jamel Cecílio, Avenida 2ª Radial, Rua 87, Marechal Rondon e Rua da Divisa, no Setor Jaó. As equipes trabalharam para garantir a segurança dos usuários e impedir acessos a áreas alagadas.

“Fizemos todo o suporte após o resgate do motorista que ficou ilhado, auxiliando na retirada dos veículos e encaminhando quem teve contato com a água para atendimento médico. Graças a Deus não tivemos vítimas fatais”, afirmou o diretor de Trânsito da SET, Luís Tiago Santos. O Corpo de Bombeiros atuou com apoio da SET em um resgate realizado no Complexo Jamel Cecílio.

Santos reforçou as recomendações para a população: “Sempre que chover forte, evite transitar pela Marginal Botafogo, Rua 87, Marechal Rondon e outros pontos com histórico de alagamento. Aguarde a chuva passar e siga as orientações de sinalização”.

As equipes permaneceram em campo até a total normalização do trânsito, liberando os trechos somente após a limpeza completa realizada pela Comurg.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), inaugurou nesta sexta-feira (5/12) a iluminação de Natal da cidade com o tradicional túnel de luzes na Praça Tamandaré. A ação integra o projeto Natal para todos, que leva atividades culturais e decoração natalina a 15 bairros da capital, descentralizando as celebrações pela cidade.

O evento contou com apresentação da Orquestra Sinfônica de Goiânia, peça teatral, além da presença do Papai Noel e da distribuição de brinquedos para as crianças.

“Hoje nós inauguramos mais um dos 15 pontos iluminados do Natal para Todos em Goiânia. Este aqui, na Praça Tamandaré, é o símbolo do nosso Natal”, comentou Mabel, que classificou o túnel como “lindíssimo”.

Entre os moradores que prestigiaram o evento, Márcia, secretária no Hospital do Coração de Goiás, destacou a beleza do projeto e a importância do espírito natalino para a cidade.

“Eu achei a iluminação deste ano maravilhosa, ficou um espetáculo. A decoração da Praça Tamandaré está lindíssima. Para mim, Natal sem luz não é Natal, e a praça merece todo esse encanto que a iluminação traz”, afirmou.

Locais que recebem decoração de Natal

  • 1. Praça Tarsila do Amaral – Jardim Abaporu
  • 2. Praça Arantes – Morada do Sol
  • 3. Praça dos Estudantes – Jardim Primavera
  • 4. Praça do Berimbau – Jardim Guanabara
  • 5. Praça da Liberdade – São Judas Tadeu
  • 6. Praça do Violeiro – Urias Magalhães
  • 7. Praça do Jacaré – Crimeia Oeste
  • 8. Praça Senador José Rodrigues de Moraes Filho – Parque Amazônia
  • 9. Praça Rio Formoso – Condomínio Rio Formoso
  • 10. Praça C8 – Setor Sudoeste
  • 11. Praça George Washington – Novo Mundo
  • 12. Avenida das Laranjeiras – Parque das Laranjeiras
  • 13. Praça Tamandaré – Setor Oeste
  • 14. Praça Wilson Sales – Setor Nova Suíça
  • 15. Praça Geraldo Alves Rodrigues – Conjunto Vera Cruz



Autor Manoel Messias Rodrigues