11 de janeiro de 2026
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Um adolescente de 17 anos morreu após se afogar no Rio Preto, na zona rural do município de Colina do Sul. O caso ocorreu na região da ponte que liga ao povoado da Capela. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), o jovem tomava banho no rio quando foi arrastado pela correnteza e submergiu.

As equipes dos Bombeiros de Niquelândia e Alto Paraíso foram acionadas ainda no sábado (27/12), para iniciar as buscas subaquáticas no ponto indicado por testemunhas. As tentativas de localização seguiram por várias horas, mas, devido às condições do local e à baixa visibilidade da água, o corpo não foi encontrado no primeiro dia de operação.

Na manhã deste domingo (28/12), uma equipe náutica especializada do CBMGO, deslocada de Anápolis, retomou as buscas utilizando técnicas de salvamento aquático e varredura em área ampliada do curso d’água.

O adolescente foi localizado já sem vida. Após o resgate, o corpo foi deixado sob os cuidados da Polícia Técnico-Científica para os procedimentos legais.

Atenção redobrada

O Corpo de Bombeiros reforça que rios, cachoeiras e represas exigem atenção redobrada, especialmente em períodos de maior fluxo de visitantes e famílias em lazer. Correntezas, desníveis, poços profundos e pedras submersas podem aumentar significativamente o risco de acidentes, mesmo com pessoas habituadas ao local.

A orientação das autoridades é evitar nadar em áreas fundas, não entrar na água após refeições ou ingestão de bebidas alcoólicas, utilizar sempre equipamentos de flutuação quando necessário e, principalmente, nunca entrar em rios sozinho.

A ocorrência mobilizou equipes de três unidades do CBMGO e evidencia a importância do acionamento rápido dos serviços de emergência para a adoção de protocolos de busca e salvamento. A Prefeitura e as forças de segurança lamentam a morte do jovem e manifestam solidariedade aos familiares e amigos.

Autor Rogério Luiz Abreu


O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) localizou, em um lago, na região sudeste de Goiânia, o corpo de um menino de 10 anos de idade que estava desaparecido. Segundo a assessoria do CBM, a corporação foi acionado no início da noite de quinta-feira (27/2), para realizar buscas a uma criança do sexo masculino, com necessidades especiais, que havia desaparecido do quintal de sua casa por volta das 15 horas, próximo ao bairro Parque Atheneu.

As buscas foram realizadas com o apoio de diversas equipes de bombeiros e da Polícia Militar e com uso de recursos tecnológicos, incluindo drones para rastreamento, e apoio de cães especializados da Corporação.

“A área onde a criança desapareceu é rural e possui vegetação densa, o que dificultou os trabalhos de busca”, informou a Corpo de Bombeiros.

Mesmo após horas de procura, as equipes não localizaram a criança. As operações foram suspensas durante a noite e retomadas ao amanhecer

Com a continuidade dos esforços para encontrar o menino, já na sexta-feira, a criança foi encontrada sem vida em um lago da região. A equipe de mergulho retirou o corpo da vítima, que ficou aos cuidados da Polícia Técnico Científica.

A investigação da morte está a cargo da Polícia Civil.

Cães estavam desnutridos e mantidos em ambiente insalubre, sem acesso adequado a alimento e água potável

Homem é preso por maus-tratos a cães e papagaio em Goiânia

O Grupo de Proteção Animal da Polícia Civil de Goiás, com sede em Goiânia, prendeu na quinta-feira (27/2) um homem por maus-tratos a animais em uma residência da capital. A prisão em flagrante ocorreu durante verificação de uma denúncia anônima, que informava as condições precárias onde ele mantinha os animais.

Uma equipe policial dirigiu-se ao endereço indicado, localizado no Setor das Nações, em Goiânia, onde encontrou seis cachorros e um papagaio vivendo em condições degradantes, com sinais evidentes de negligência nos cuidados básicos. De acordo com os policiais, os cães estavam extremamente desnutridos e mantidos em um ambiente insalubre, sem acesso adequado a alimento e água potável.

Durante a vistoria, os investigadores encontraram carcaças de animais, como ratos e aves, que os cães estavam consumindo para sobreviver, além de larvas na água que lhes era servida. O papagaio encontrava-se em uma gaiola inadequada, sem o mínimo de higiene e sem a alimentação apropriada para a espécie. Além disso, o tutor não possuía licença dos órgãos competentes para a criação de animal silvestre em cativeiro.

Diante da gravidade da situação, os policiais deram voz de prisão em flagrante ao tutor dos animais, que foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais.

O nome do dono dos animais não foi divulgado. Ele deverá responder por crimes previstos na Lei de Crimes Ambientais.

Autor Manoel Messias Rodrigues