Agro lidera crescimento do PIB em 2025 e movimenta R$ 775 bilhões na economia brasileira
Lidiane 5 de março de 2026
O desempenho do campo foi decisivo para o resultado econômico do país em 2025. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontam que o PIB da agropecuária cresceu 11,7% em relação a 2024, índice muito acima da média nacional.
Em valores correntes, o setor alcançou R$ 775,3 bilhões em valor adicionado bruto, equivalente a aproximadamente 6,1% do PIB brasileiro. No mesmo período, o crescimento do PIB do Brasil foi de 2,3%, totalizando R$ 12,7 trilhões.
Os números reforçam o protagonismo do agronegócio brasileiro como eixo estruturante da economia nacional.
Soja e milho impulsionam o PIB agropecuário
O avanço do PIB do agro em 2025 foi impulsionado principalmente pelo aumento da produção e da produtividade agrícola. Entre os destaques:
A produção de milho cresceu 23,6%.
A safra de soja avançou 14,6%.
Esses dois produtos seguem como pilares das exportações e da balança comercial, sustentando o desempenho do setor agropecuário brasileiro.
A pecuária brasileira também apresentou contribuição positiva, ampliando o valor agregado do setor no acumulado do ano.
Quarto trimestre confirma força do agronegócio
Na comparação entre o quarto trimestre de 2025 e o mesmo período de 2024, o valor adicionado da agropecuária registrou alta de 12,1%, enquanto o PIB nacional avançou 1,8%.
Entre as culturas com maior crescimento no período estão:
Fumo, com alta de 29,8%
Laranja, com crescimento de 28,4%
Trigo, com avanço de 3,7%
O resultado consolida o agronegócio como motor do crescimento econômico em um cenário marcado por desafios como preços internacionais pressionados e endividamento em alguns segmentos produtivos.
Agro se mantém como pilar da economia brasileira
Mesmo diante de oscilações no mercado global de commodities, o desempenho do agro em 2025 demonstra resiliência e capacidade de adaptação. O setor mantém papel central na geração de renda, empregos indiretos, movimentação logística e arrecadação.
A expansão do PIB agropecuário reforça uma tendência estrutural: o campo segue como uma das principais âncoras da economia brasileira, sustentando crescimento mesmo quando outros setores apresentam desempenho moderado.
Análise
O crescimento expressivo do PIB da agropecuária em 2025 indica não apenas uma safra positiva, mas também maturidade tecnológica, eficiência produtiva e integração global. O desafio agora será manter competitividade, ampliar crédito estruturado e garantir estabilidade regulatória para sustentar o ritmo nos próximos ciclos.
A avaliação, que considerou 100 hospitais públicos atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país, inclui dez unidades de Goiás reconhecidas por sua resolutividade e desempenho. Essas instituições atuam tanto na capital quanto no interior, com serviços que abrangem urgência e emergência, saúde da mulher, pediatria, doenças infecciosas e assistência de alta complexidade.
Em termos brutos, no entanto, Goiás figura em segundo lugar no ranking nacional, atrás apenas de São Paulo — que lidera pela quantidade total de hospitais, mas não pela proporção de oferta por habitante. Essa distinção entre número absoluto e cobertura per capita foi decisiva para a colocação de Goiás no topo do estudo.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde, em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde, e focou exclusivamente em hospitais que atendem pelo SUS. Foram analisados critérios técnicos como acreditação hospitalar, taxas de ocupação, indicadores de mortalidade e estrutura de suporte intensivo. O levantamento teve ainda apoio técnico do Instituto Ética Saúde (IES), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
“Esse resultado foi possível graças aos investimentos do governo do estado em UTIs e na descentralização do atendimento”, afirmou o secretário estadual de Saúde, Rasível dos Reis.
Segundo o secretário, foi justamente a descentralização que permitiu a melhoria do acesso aos serviços e a elevação da qualidade dos atendimentos. A estratégia, diz Rasível dos Reis, aproximou pacientes das unidades e distribuiu melhor a capacidade de atendimento no território estadual.
“Esses procedimentos favorecem a chegada dos pacientes às unidades de saúde no tempo adequado, onde encontram profissionais qualificados e equipamentos necessários ao tratamento, que é realizado de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, enfatizou o secretário.
Mais investimento e expansão da rede
Goiás possui hoje 25 hospitais e seis policlínicas sob gestão estadual. Dados oficiais indicam que, entre 2019 e 2025, o investimento anual em saúde subiu de R$ 2,6 bilhões para cerca de R$ 5,7 bilhões, totalizando R$ 29,9 bilhões no período. Nesse intervalo, a rede hospitalar estadual cresceu de 17 para 25 unidades, e os leitos de UTI passaram de 267 para 848. Em 2025, o estado aplicou 15,08% da receita na área da saúde, percentual superior ao mínimo constitucional de 12%.
O Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), em Goiânia, figura entre as principais referências do ranking. A unidade se destaca não só pelo atendimento pediátrico de alta complexidade, mas também pela política de acolhimento familiar que adota.
“Quando uma criança adoece, a família adoece junto. Por isso, proporcionamos uma abordagem diferenciada para garantir melhor resultado no tratamento”.
Além do Hecad, integram a lista dos 100 melhores hospitais públicos do país outras unidades estaduais: Hospital Estadual de Aparecida de Goiânia (Heapa), Hospital Estadual de Santa Helena (Herso), unidade de Luziânia, Hugol (Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira), HDT (Hospital Estadual de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad), HGG (Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi), Hospital do Centro-Norte (HCN – Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano) e Hospital Estadual da Mulher (Hemu – Hospital Estadual da Mulher Dr. Jurandir do Nascimento).
Pesquisa testou 2 cenários: prefeito de Maceió aparece à frente no 1º, ministro de Lula é o mais bem colocado no 2º
Levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta 6ª feira (12.dez.2025) mostra que o prefeito de Maceió, JHC (PL), lidera a disputa ao governo de Alagoas. Ele tem 47,6% das intenções de voto, contra 40,9% do ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB).
A pesquisa testou também um 2º cenário, sem JHC. Renan Filho é o mais bem colocado, com 51,3%, seguido do deputado, Alfredo Gaspar (União Brasil-AL) com 34,7%. As vantagens nos 2 casos estão acima da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
A Paraná Pesquisas entrevistou 2.005 alagoanos em 64 municípios de Alagoas de 4 a 8 de dezembro de 2025. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Leia a íntegra (PDF – 384 kB).
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Para ter acesso ao Agregador de Pesquisas, clique aqui e busque os dados que desejar para as disputas de 2024 ou de todos os anos anteriores. Essa ferramenta oferece acesso apenas aos assinantes do Poder Monitor, a mais completa ferramenta de acompanhamento dos Três Poderes e tudo o que é relacionado ao poder. Para assinar o Poder Monitor e ter acesso por 30 dias grátis, clique aqui.
Senador tem 38% das intenções de voto, segundo a Real Time Big Data; na 2ª colocação aparece Alexandre Kalil, com 18%
Pesquisa da empresa Real Time Big Data divulgada nesta 4ª feira (10.dez.2025) mostra que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) lidera a corrida pelo governo de Minas Gerais, com 38% das intenções de voto. Alexandre Kalil (PDT) aparece em 2º, com 18%.
Foram feitas 1.500 entrevistas com eleitores de Minas Gerais, de 8 a 9 de dezembro de 2025. A margem de erro é de 3 p.p. (pontos percentuais). O nível de confiança é de 95%. Eis a íntegra do levantamento (PDF – 3 MB).
Eis o cenário completo:
- Cleitinho Azevedo (Republicanos) – 38%;
- Alexandre Kalil (PDT) – 18%;
- Mateus Simões (PSD) – 9%;
- Gabriel Azevedo (MDB) – 4%;
- brancos e nulos – 11%;
- não sabem ou não responderam – 20%;
Quase metade (42%) dos entrevistados disse que não votaria em Cleitinho para governador de Minas Gerais –mesmo percentual de Kalil. Já Matheus Simões tem 21% de rejeição e Gabriel Azevedo, 18%.
O levantamento traz um cenário espontâneo, em que não é apresentada uma lista prévia de candidatos aos entrevistados. Responderam só os 14% que afirmaram já ter definido em quem vão votar –a maioria (86%) disse ainda não saber quem será o escolhido.
Eis o cenário:
Zema, atual governador do Estado, foi reeleito em 2022 e não pode concorrer a um 3º mandato.
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O atual governador (PSDB) tem 40,3% das intenções de voto; é seguido pela senadora Tereza Cristina (PP), com 25,5%
Levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta 3ª feira (20.mai.2025) indica que, se a eleição para o governo do Mato Grosso do Sul fosse hoje, o atual governador do Estado, Eduardo Riedel (PSDB), venceria o pleito com 40,3% dos votos. É seguido pela senadora Tereza Cristina (PP), que aparece com 25,5%.
Na sequência, está o ex-governador Capitão Contar (PRTB), com 13,6%. O ex-deputado federal, Fábio Trad (PSD), tem 6,4%.
Eis os resultados do 1º cenário estimulado:
- Eduardo Riedel (PSDB) – 40,3%;
- Tereza Cristina (PP) – 25,5%;
- Capitão Contar (PRTB) – 13,6%;
- Fábio Trad (PSD) – 6,4%;
- Marcos Pollon – 3,4%;
- não sabem/não responderam – 3,8%;
- nenhum/brancos/nulos – 6,9%.
A Paraná Pesquisas ouviu 1.540 eleitores em 44 municípios do Estado do Mato Grosso do Sul, de 13 a 16 de maio de 2025. O grau de confiança é de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,5 pontos percentuais.
SENADO FEDERAL
A pesquisa também testou cenários para a disputa para senador. O ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB), lidera a disputa pelo Senado entre os eleitores do Mato Grosso do Sul, com 38,3%.
Em seguida, aparecem empatadas, dentro da margem de erro da pesquisa (2,5 p.p.) a ministra de Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), com 29,2%, e a ex-deputada Rose Modesto (União Brasil), com 26,8%. O senador Nelsinho Trad (PSD) aparece na sequência com 23,8%.
Eis os todos os resultados do cenário estimulado:
- Reinaldo Azambuja (PSDB) – 38,3%;
- Simone Tebet (MDB)– 29,2%;
- Rose Modesto (União Brasil) – 26,8%;
- Nelsinho Trad (PSD) – 23,8%;
- Gianni do Bolsonaro (PL) – 12,1%;
- Soraya Thronicke (Podemos)– 7,7%;
- Vander Loubet (PT) – 7,4%;
- Gerson Claro (Progessistas) – 3,6%;
- não sabem/não responderam – 4,5%;
- nenhum/brancos/nulos – 11,9%.

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O Poder360 mantém acervo com milhares de levantamentos com metodologias conhecidas e sobre os quais foi possível verificar a origem das informações. Há estudos realizados desde as eleições municipais de 2000. Trata-se do maior e mais longevo levantamento de pesquisas eleitorais disponível na internet brasileira.
O banco de dados é interativo e permite acompanhar a evolução de cada candidato. Acesse o Agregador de Pesquisas clicando aqui.
As informações de pesquisa começaram a ser compiladas pelo jornalista Fernando Rodrigues, diretor de Redação deste Poder360, em seu site, no ano 2000. Para acessar a página antiga com os levantamentos, clique aqui.
Petista tem 36% contra 30% do ex-presidente, que está inelegível; Ciro Gomes registra 12% e Marçal, 7%, segundo o levantamento
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera os cenários para as eleições presidenciais de 2026 quando testado contra os principais nomes da direita, diz pesquisa Datafolha realizada de 1º a 3 de abril e divulgada neste sábado (5.abr.2025).
Em simulação estimulada com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o petista teria 36%, contra 30% de seu antecessor –que está inelegível por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A diferença está acima da margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Ciro Gomes (PDT), com 12%, Pablo Marçal (PRTB), com 7%, e Eduardo Leite (PSDB), com 5%, vêm na sequência.
Eis os números da 1ª simulação apresentada pelo Datafolha:
- Lula (PT): 36%
- Jair Bolsonaro (PL): 30%
- Ciro Gomes (PDT): 12%
- Pablo Marçal (PRTB): 7%
- Eduardo Leite (PSDB): 5%
- branco/nulo/nenhum: 9%
- não souberam: 2%
A empresa do jornal Folha de S.Paulo ouviu 3.056 pessoas em 172 municípios de 1º a 3 de abril de 2025. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
OUTROS CENÁRIOS
Sem Bolsonaro, Lula amplia a margem que há entre ele e o 2º colocado. Numa 2ª simulação, o petista teria 35% contra 15% do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Eis os números:
- Lula (PT): 35%
- Tarcísio de Freitas (Republicanos): 15%
- Ciro Gomes (PDT): 11%
- Pablo Marçal (PRTB): 11%
- Ratinho Junior (PSD): 5%
- Eduardo Leite (PSDB): 3%
- Romeu Zema (Novo): 3%
- Ronaldo Caiado (União Brasil): 2%
- branco/nulo/nenhum: 11%
- não souberam: 3%
Na 3ª simulação, com Eduardo Bolsonaro (PL), o filho do ex-presidente pontua 11%, contra 35% de Lula, na liderança, e 12% de Ciro Gomes (PDT), em 2º lugar numericamente e empatado na margem com o congressista licenciado.
Eis os números:
- Lula (PT): 35%
- Ciro Gomes (PDT): 12%
- Eduardo Bolsonaro (PL): 11%
- Pablo Marçal (PRTB): 10%
- Ratinho Junior (PSD): 6%
- Romeu Zema (Novo): 4%
- Eduardo Leite (PSDB): 4%
- Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
- branco/nulo/nenhum: 12%
- não sabem: 3%
Já em um cenário com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o cenário é o seguinte:
- Lula (PT): 35%
- Michelle Bolsonaro (PL): 15%
- Ciro Gomes (PDT): 12%
- Pablo Marçal (PRTB): 10%
- Ratinho Junior (PSD): 5%
- Romeu Zema (Novo): 4%
- Eduardo Leite (PSDB): 3%
- Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
- branco/nulo/nenhum: 10%
- não sabem: 2%
Num teste mais restrito, o Datafolha testou Lula, Tarcísio e Marçal. O resultado mostra que os 2 nomes da direita, juntos, pontuam 39%, contra 43% do petista. Eis os números:
- Lula (PT): 43%
- Tarcísio de Freitas (Republicanos): 24%
- Pablo Marçal (PRTB): 15%
- branco/nulo/nenhum: 16%
- não sabem: 2%
Leia mais:
Assembleia Legislativa lidera em transparência e em serviços prestados à população sob a presidência de Bruno Peixoto
Lidiane 15 de fevereiro de 2025
Com números recordes de atendimentos e iniciativas inovadoras, a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) consolida-se como a mais transparente do país. Sob a liderança do deputado Bruno Peixoto (UB), a Casa de Leis ampliou serviços, reduziu custos e implementou políticas voltadas para mulheres e idosos, ganhando reconhecimento nacional e a confiança dos goianos.
A Alego tem se destacado como uma das mais eficientes e transparentes do Brasil, com um aumento significativo no número de serviços prestados à população. Nos últimos dois anos, a Casa de Leis passou por uma série de transformações que modernizaram sua gestão, reduziram custos e ampliaram o atendimento ao cidadão. O Parlamento goiano foi reconhecido como a assembleia mais transparente do país, segundo avaliações de órgãos nacionais.
Entre as principais ações implementadas na gestão de Peixoto estão a criação da Procuradoria da Mulher e da Ouvidoria do Idoso, estruturas dedicadas a discutir políticas públicas e oferecer suporte em casos de violação de direitos. Além disso, o aplicativo “Deputado Aqui” tem sido um marco na aproximação entre a população e os parlamentares. A ferramenta permite que os cidadãos acompanhem os trabalhos legislativos, enviem sugestões e até assistam às transmissões do Campeonato Goianão, disponíveis tanto na TV Alego quanto no aplicativo.
Outro programa de destaque é o “Deputados Aqui”, que percorre os municípios goianos levando serviços como atendimento jurídico, médico, odontológico, veterinário e emissão de documentos. A iniciativa também conta com um gabinete itinerante, que permite que deputados e deputadas estaduais estejam mais próximos das demandas locais.
Essas ações têm colocado a Alego em posição de destaque no cenário nacional. A gestão inovadora de Bruno Peixoto rendeu-lhe a presidência do Colegiado de Presidentes das Assembleias Legislativas do País (UNALE), entidade que fortalece as relações entre as assembleias estaduais, a Câmara dos Deputados, o Senado e o Governo Federal.
Durante uma agenda recente, Peixoto destacou o funcionamento exemplar da Alego: “Somos a número 1 em funcionamento. A Alego está aberta de segunda a domingo, das 6 horas às 22 horas. Temos o maior reconhecimento da população e dos profissionais, com sessões solenes que valorizam quem contribui para o crescimento e a modernização do nosso Estado”, afirmou.
As mudanças implementadas por Peixoto têm aproximado a população do Poder Legislativo. Estima-se que a Alego receba diariamente mais de 3 mil visitantes, um reflexo da confiança e da avaliação positiva dos goianos. Com o apoio de Peixoto, os deputados têm ampliado seus trabalhos, consolidando a Alego como uma instituição moderna, transparente e comprometida com o desenvolvimento de Goiás.
Pela primeira vez na história, as Eleições Municipais de 2024 permitiram a autodeclaração de pertencimento a comunidades quilombolas no registro de candidaturas. A iniciativa, regulamentada pela Resolução nº 23.729/2024 do Tribunal Superior Eleitoral, permitiu conhecer o alcance da participação quilombola nos processos eleitorais brasileiros.
Dentre os estados, Goiás destacou-se ao eleger quatro prefeitos quilombolas, liderando o ranking nacional. No total, o Brasil elegeu 17 prefeitos autodeclarados quilombolas, além de 37 vice-prefeitos e 331 vereadores.
Para a Justiça Eleitoral, esse resultado reflete o fortalecimento da representatividade política quilombola, especialmente em Goiás, onde comunidades têm se organizado para ampliar sua participação no cenário político. Em Goiás, os prefeitos de origem quilombola eleitos foram Vilmar Kalunga, do PSB, de Cavalcante; Chico Vaca (PL), de Corumbá de Goiás; Fernando Cardoso (União), de Cromínia; e Ney Novaes (PT), de Professor Jamil.
Além de ser o estado com o maior número de prefeitos quilombolas, Goiás também contabilizou 30 representantes quilombolas eleitos para diferentes cargos, consolidando-se como um dos estados com maior avanço na representatividade desse grupo. A comerciante Paula Braga, moradora do Quilombo Mesquita (GO), celebrou o resultado.
“Para nós é um avanço muito grande você poder se reconhecer, colocar em um documento ou qualquer inscrição que vai fazer que você se declara quilombola”, afirmou.
A Resolução TSE nº 23.729/2024 permitiu não apenas registrar a identidade quilombola de candidatos, mas também implementou mecanismos para evitar fraudes no processo de autodeclaração. Instrumentos de fiscalização, como a análise judicial de dados divergentes e o acompanhamento do DivulgaCandContas, foram fundamentais para garantir a integridade do registro.
De acordo com Samara Pataxó, assessora-chefe de Inclusão e Diversidade do TSE, a medida representou um esforço histórico para ampliar a participação de quilombolas nas eleições.
“Possibilitar que candidatas e candidatos de origem quilombola pudessem declarar essa sua condição no cadastro” foi uma das principais iniciativas, segundo ela, o que permitiu a geração de dados oficiais.
“A partir desses dados, começamos a analisar as dificuldades que esses grupos ainda enfrentam e por que esses números ainda são baixos”, explica.
Impacto nacional – Além de Goiás, estados como Tocantins (três prefeitos), Bahia, Minas Gerais e Maranhão (dois prefeitos cada) também se destacaram.
A primeira rodada da pesquisa Serpes/O POPULAR, realizada em 24 e 25 de agosto, aponta o deputado estadual Antônio Gomide (PT) com 34,9% das intenções de voto na disputa pela Prefeitura de Anápolis, seguido de perto pelo suplente de deputado federal Márcio Corrêa (PL), com 30,1%. A diferença de 4,8 pontos porcentuais entre os dois candidatos está dentro da margem de erro, que é de 4 pontos.
Outros candidatos, como o ex-deputado José de Lima (PMB) com 6%, e a ex-secretária de Educação Eerizania Freitas (UB) com 5,2%, aparecem seguidos do advogado Hélio José Lopes (PSDB), conhecido como Hélio da Apae, registra 2,8%. A pesquisa indica ainda que 15% dos eleitores estão indecisos e 6% pretendem anular o voto.
A pesquisa reflete o início da campanha eleitoral, que começou em 16 de agosto, antes do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV programada que começou no dia 30 de agosto. A eleição municipal está marcada para 6 de outubro, e os resultados atuais sugerem um possível segundo turno entre Gomide e Corrêa.
Na pesquisa espontânea, onde os nomes dos candidatos não são apresentados, Gomide lidera com 22,8%, seguido de Correa com 19,3%, indicando um empate técnico. O índice de indecisos chega a 47,1%, enquanto 5,5% dos eleitores planejam votar nulo. Outros candidatos têm índices inferiores a 3%.
Comparando com pesquisas anteriores, Gomide aparecia em fevereiro com 47,4% das intenções de voto, bem à frente do segundo colocado na época, o deputado Amilton Filho. Em junho, o petista liderava com 60,2%, enquanto Corrêa tinha 13,7%.
Simulações de segundo turno da pesquisa Serpes mostram Gomide à frente de Correa com 42,1% contra 35,6%. Em cenários alternativos, Gomide venceria Eerizania Freitas por 43,9% a 25,5%, enquanto Correa derrotaria Eerizania com 44,3% a 18,6%. Neste cenário, 19,6% não decidiram e 17,5% anulariam o voto.
Goiás lidera ranking de crescimento do número de condutores que precisam de óculos
Lidiane 22 de julho de 2024
Atualmente, as restrições visuais respondem por 91% de todas as anotações aplicadas às 27,9 milhões de CNHs emitidas no Brasil.
O número de brasileiros com restrições na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em decorrência de problemas de visão quase dobrou entre 2014 e 2024. Os dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) foram analisados pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), mostrando a importância dos cuidados com a visão para evitar acidentes nas pistas e rodovias do País.
Goiás lidera o ranking do crescimento do número de condutores que precisam de óculos para dirigir. Ao longo do período dessa década, cresceu 129% o número de condutores que passaram a ter a observação “A” (necessita de lentes corretivas) na habilitação. Esse número era de 364 mil condutores em 2014. Agora, é de 894 mil. O ranking é seguido de Tocantins (128%); Roraima (125%); Mato Grosso (120%); Acre (119%); Amazonas (110%); Rondônia (103%); Alagoas (103%); Maranhão (102%); e Piauí (100%).
Atualmente, as restrições visuais respondem por 91% de todas as anotações aplicadas às 27,9 milhões de CNHs emitidas no Brasil.
FATORES – Na avaliação da entidade, diversos fatores contribuem para a crescente demanda por cuidados oculares para os motoristas. O envelhecimento da população, a exposição prolongada às telas de celulares e computadores, o aumento da incidência de doenças crônicas (diabetes, hipertensão, estresse) e os maus hábitos de vida (alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade) contribuem para o surgimento de problemas de saúde relacionados à visão. Esses elementos enfatizam a importância da prevenção e do diagnóstico precoce de doenças oculares.
APTIDÃO VISUAL – O pedido de inclusão de anotações na CNH é feito pelo médico do tráfego ao final da avaliação prévia exigida para a concessão ou renovação da CNH. No exame, o especialista analisa as condições do candidato de conduzir um veículo, sem oferecer perigo para outros motoristas, passageiros e pedestres.
Entre outras aptidões físicas, são analisadas a acuidade visual, o campo de visão, a capacidade do candidato de enxergar à noite e reagir prontamente – com resposta rápida e segura – ao ofuscamento provocado pelos faróis dos demais veículos; e a capacidade de reconhecer as luzes e sua posição dos semáforos.
Ao identificar a existência ou sintoma de deficiência de visão, o médico do tráfego orienta a busca por uma avaliação especializada, que ser feita por um oftalmologista, para que seja feito o diagnóstico exato do problema e a respectiva prescrição do tratamento.
O QUE DIZ O CTB
Art. 162. Dirigir veículo:
VI – sem usar lentes corretoras de visão, aparelho auxiliar de audição, de prótese física ou as adaptações do veículo impostas por ocasião da concessão ou da renovação da licença para conduzir:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa (R$ 293,47)
O veículo pode ser retido até que o problema seja sanado.



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