2 de janeiro de 2026
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Kim Ju-ae prestou homenagem aos antigos líderes da Coreia do Norte no Palácio do Sol de Kumsusan, em 1º de janeiro

Kim Ju-ae, filha do líder norte-coreano Kim Jong-un, acompanhou seus pais em sua 1ª visita pública ao mausoléu de Kumsusan, em Pyongyang, na 5ª feira (1º.jan.2026), onde estão os restos mortais de seu avô e de seu bisavô. As informações foram divulgadas pela agência de notícias estatal KCNA nesta 6ª feira (2.jan). Ela tem feito aparições públicas com mais frequência nos últimos 3 anos, ocasionando especulações de que possa ser a sucessora do pai.

Kim Jong-un também estava acompanhado de sua mulher, Ri Sol-ju, e de altos funcionários na visita de 1º de janeiro.

Segundo a agência Reuters, Cheong Seong-chang, vice-presidente do Instituto Sejong, considerou a presença de Kim Ju-ae no Palácio do Sol de Kumsusan como uma jogada calculada de seu pai, antecipando o Congresso do partido governista, no qual sua sucessão poderia ser formalizada.

Kim Ju-ae, cuja idade nunca foi confirmada pela Coreia do Norte, mas acredita-se que tenha nascido no início da década de 2010, participou das comemorações do Ano Novo deste ano. Em setembro, ela viajou a Pequim com seu pai em sua 1ª aparição pública no exterior.

Kim Jong-un costuma visitar Kumsusan para homenagear seu avô e fundador do Estado, Kim Il-sung, e seu pai, Kim Jong-il, em datas e aniversários importantes, em um gesto que reafirma a herança dinástica do país.

Hong Min, especialista em Coreia do Norte do Instituto Coreano para a Unificação Nacional, afirmou que a Coreia do Norte vem projetando uma imagem de “família estável” de Kim, mostrando a mulher e a filha ao lado dele em eventos importantes.

Hong Min afirmou à Reuters que os possíveis papéis dos outros filhos de Kim Jong-un exigem cautela na hora de tirar conclusões sobre a sucessão de Ju-ae. “É praticamente impossível designar publicamente Kim Ju-ae, que acredita-se ter acabado de completar 13 anos, como sucessora, visto que ela nem sequer tem idade suficiente para ingressar no Partido [dos Trabalhadores da Coreia do Norte]”, disse Hong.



Autor Poder360 ·


Declaração se deu durante seu deslocamento para Tóquio, onde inicia a 2ª etapa da viagem por 3 países do continente

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou nesta 2ª feira (27.out.2025) que está aberto a prolongar sua viagem à Ásia caso surja a oportunidade de se encontrar com o líder norte-coreano Kim Jong-un. A declaração se deu durante seu deslocamento para Tóquio, onde inicia a 2ª etapa da viagem por 3 países do continente.

No Japão, o presidente se encontrou com o Imperador Naruhito e terá uma reunião bilateral com a nova primeira-ministra Sanae Takaichi. No entanto, a possibilidade de um encontro com Kim é vista com cautela por autoridades sul-coreanas, que demonstraram ceticismo quanto à viabilidade da reunião neste momento, segundo informações da NBC News.

A 1ª parada da viagem foi no domingo (26.out), em Kuala Lumpur, na Malásia, onde o presidente participou da 47ª Cúpula da Asean (Associação das Nações do Sudeste Asiático) e presidiu a assinatura de um acordo de cessar-fogo entre Tailândia e Camboja.

No mesmo dia, Trump também se reuniu com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O encontro, de cerca de 45 minutos, foi descrito como “uma boa reunião”. Além disso, o presidente norte-americano desejou feliz aniversário ao petista, que completa 80 anos nesta 2ª feira (27.out).

“Tivemos uma ótima reunião. Vamos ver o que acontece. Não sei se alguma coisa vai acontecer, mas veremos. Eles gostariam de fechar um acordo. Vamos ver. No momento, eles estão pagando, eu acho, 50% de tarifa. Mas tivemos uma ótima reunião”, declarou a jornalistas a bordo do Air Force One, o avião presidencial norte-americano.

Na 4ª feira (29.out), Trump segue para a Coreia do Sul, onde deve se encontrar com o presidente Lee Jae Myung (Partido Democrático da Coreia, centro). No dia seguinte, está previsto um encontro com o presidente chinês Xi Jinping. O clima entre as duas maiores potências globais esquentou nas últimas semanas, com ameaças mútuas de intensificação tarifária e restrições ao comércio de minerais e tecnologias. Trump disse ter “muito respeito pelo presidente Xi” e afirmou acreditar que um acordo será alcançado.



Autor Poder360 ·