24 de fevereiro de 2026
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Estimado em 132 milhões de euros, navio multifuncional tem como objetivo ampliar controle do espaço aéreo a baixo custo e abarcar missões militares, científicas e humanitárias

A Marinha Portuguesa prepara-se para entregar em 2026 o NRP (Navio da República Portuguesa) d. João 2º, uma plataforma naval multifuncional capaz de lançar e recuperar veículos não tripulados aéreos e marítimos. Apelidada de “porta-drones”, a embarcação é vista como inovadora por muitos especialistas por causa da alta flexibilidade para o combate naval contemporâneo e pelo baixo custo.

A comparação com os imponentes porta-aviões decorre do fato de que servirá como base aérea móvel para a Marinha de Portugal –mas as semelhanças param por aí. Enquanto o maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford (CVN-78), dos Estados Unidos, é capaz de deslocar 100 mil toneladas, transportar 5.000 militares e lançar caças F-35 com  sofisticados sistemas de catapultas, a embarcação portuguesa será capaz de deslocar cerca de 8.000 toneladas –equivalentes a 50 drones militares de 150 kg–, transportar até 200 pessoas e operar apenas com drones e helicópteros de médio e grande porte.

Mas isso não tira o mérito do projeto português. Previsto para começar a operar em 2027, depois de completar todos os testes e certificações no oceano, o d. João 2º será empregado em missões com propósitos militares, científicos e humanitários. Será um dos raros exemplares em atividade no mundo que foi desenvolvido desde o berço para se adaptar rapidamente a diferentes demandas. 

“O conceito de navio multipropósito é novo, não existiu na tradição e na estrutura de defesa por muito tempo”, afirmou Vinicius Mariano de Carvalho, professor do King’s College de Londres, especialista em Comunicação Estratégica e Defesa. “Vem de uma mudança de doutrina naval, na qual os meios não são mais definitivos, mas sim modulares, ou seja, capazes de serem reconfigurados modularmente de uma maneira rápida para atuar como um navio de assistência humanitária ou de desembarque de tropas, por exemplo”, declarou.

Na prática, isso significa que  plataformas multifuncionais conseguem tanto recolher, processar e transmitir dados sobre o mar em atividades de investigação oceanográfica e de fiscalização, quanto atuar em vigilância oceânica, ou ainda em resgates de refugiados ou de cidadãos em áreas de risco, em cooperação com a Defesa Civil.  

O navio português destaca-se neste contexto por seu orçamento enxuto se comparado ao de porta-aviões ou mesmo ao de navios multipropósito já em operação.

“O d. João 2º é um navio de baixo custo, capaz de operar drones de superfície, de subsuperfície e aéreos. Os drones é que conferem a verdadeira capacidade do navio. Eu posso ter um navio científico se usar drones com essa finalidade. Mas posso ter um navio militar se os drones tiverem capacidades militares”, disse em entrevista ao Poder360 o almirante da reserva Henrique Gouveia e Melo.

Idealizador do projeto, Gouveia e Melo era o chefe do Estado-Maior da Armada quando o contrato para a construção do d. João 2º foi assinado, em 2023. Foi também candidato independente à Presidência da República nas últimas eleições em Portugal.

BAIXO CUSTO

O projeto tem caráter experimental e o objetivo militar é responder aos desafios impostos pelas guerras robotizadas, como a que está em curso na Ucrânia desde 2022. Sua construção acompanha outros investimentos da Marinha portuguesa para modernizar a esquadra e aumentar a capacidade militar-operacional.

A expectativa é de que, em 10 anos, a Marinha portuguesa conte com outros 3 a 4 navios multipropósitos como esse, além de 3 fragatas, 4 submarinos e cerca de 12 navios menores com funções antissubmarinas e multifuncionais. A projeção responde à tendência europeia em incrementar sua autonomia estratégica na defesa, além de atender às pressões dos Estados Unidos para que integrantes da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) invistam 5% do PIB (Produto Interno Bruto) no setor até 2035. 

De acordo com a organização, em 2022, Portugal gastava o equivalente a 1,39% do seu PIB com defesa. Em 2025, foram 2% –alcançando o índice anteriormente sugerido pela Otan. Apesar do aumento expressivo, a taxa coloca Portugal entre os países da aliança transatlântica que proporcionalmente menos investem em Forças Armadas, ao lado de Alemanha, Macedônia do Norte, Bélgica, República Checa, Espanha e Luxemburgo. 

Em números absolutos, entre esses países, Portugal está à frente somente de Luxemburgo e Macedônia do Norte. Isso ajuda a explicar por que soluções com baixo custo são relevantes para um país com capacidade orçamentária limitada.

O custo do d. João 2º foi de 132 milhões de euros (cerca de R$ 712,8 milhões, em valores atuais), dos quais 94,5 milhões de euros (R$ 582,8 milhões) são provenientes do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), iniciativa da UE (União Europeia) lançada depois da pandemia de covid, e 37,5 milhões de euros (R$ 231,4 milhões) do Estado português. A construção, a cargo da empresa holandesa Damen Shipyards Group, está em andamento na cidade de Galati, na Romênia.

O financiamento inicial previsto era de 94,5 milhões de euros divididos em 4 anos, com data de entrega para 2025. Em 2022, foi lançado o edital de contratação pública para viabilizá-lo, mas nenhuma empresa apresentou uma proposta. No início de 2023, foram feitas alterações ao projeto, que elevaram seu custo para os 132 milhões de euros atuais. A data de entrega do navio foi, então, adiada para 2026.

A título de comparação, o USS Gerald R. Ford, dos Estados Unidos, custou mais de US$ 24 bilhões (R$ 125,3 bilhões). Já o britânico Queen Elizabeth, cujo deslocamento é de 65 mil toneladas, teve um financiamento estimado em 6,2 bilhões de libras esterlinas (R$ 40,9 bilhões).  

“PEQUENO PORTA-AVIÕES”

Apesar de ser um país pequeno –a área corresponde ao Estado de Pernambuco–, Portugal está localizado em uma região geopoliticamente estratégica, voltada para o Atlântico Norte. Sua vocação marítima, histórica e cultural, justifica o batismo do navio multifuncional com o nome do rei que defendeu uma política centrada na exploração atlântica. 

A extensão dos mares sob o seu domínio, somada à baixa capacidade financeira, impõe desafios. Para Gouveia e Melo, por estar localizada no “canto sudoeste da Otan, e não na fronteira leste”, na área de influência da Rússia, Portugal não deve concentrar seus investimentos no Exército, na força terrestre, mas sim no oceano. 

Copyright Divulgação/Marinha de Portugal – 24.nov.2023

O almirante Henrique Gouveia e Melo (dir.) ao lado do então primeiro-ministro de Portugal António Costa, durante cerimônia de assinatura do contrato do D. João II, em 2023

“Qual o nosso papel na Otan? Garantir que o oceano Atlântico Norte continue a ser um lago da aliança. O nosso verdadeiro trabalho é aqui. É no Atlântico que devemos investir. E é nesse contexto que o d. João 2º se insere”, disse o almirante da reserva.

Para Gouveia e Melo, a percepção de que Portugal está na posse de um território marítimo alargado e cobiçado, somado aos poucos recursos que o país possui, fez nascer a ideia de abrigar drones em navios menores, que gastam menos energia para se deslocar. Um país com pouco recurso humano só consegue dar conta de uma tarefa dessa dimensão se robotizar a sua atividade”, afirmou.

A opinião é compartilhada por oficiais brasileiros, que avaliam de forma positiva a construção de um navio como o d. João 2º por um país com recursos limitados, uma vez que os drones, de diversos tipos, são, normalmente, mais baratos do que sistemas tradicionais que fazem o mesmo serviço, segundo apurou o Poder360.

Mas há também quem discorde. Por ser pequeno demais, na visão de alguns, não passaria de uma versão truncada de um porta-helicópteros tradicional. De acordo com o projeto, a plataforma de lançamento e aterrissagem do d. João 2º suporta drones de até 600 kg –mas isso reduziria sua capacidade de deslocamento de 50 para cerca de 13 drones.

Questionado se o apelido “porta-drones” pode soar impreciso, uma vez que suscita comparações com porta-aviões, navios com capacidade operacional e custos muito mais elevados, Gouveia e Melo concordou que o termo “navio multifuncional” é mais rigoroso. No entanto, disse que o d. João 2º não deixa de ser “um pequeno porta-aviões, só que os aviões são não tripulados”

Ele disse: “As marinhas, no início, dominavam a superfície. E da superfície, atuavam sobre terras. O passo seguinte foi dominar debaixo d’água, para ameaçar a superfície. Em seguida, dominar o espaço aéreo. Uma marinha que não domina o espaço aéreo, é uma marinha fragilizada. E que marinhas dominam o espaço aéreo? Aquelas que têm porta-aviões. E quem não tem dinheiro para ter porta-aviões? Faz o quê? Estamos investindo em drones e em mísseis”.

ADAPTABILIDADE

Gouveia e Melo costuma dizer que o conceito dessa plataforma é “revolucionário”. Segundo ele, se uma fragata típica tem um alcance de proteção de 200 km ao seu redor, enquanto um navio como o d. João 2º consegue alcançar, com os seus drones, até 1.500 km, a partir da plataforma. Além disso, os veículos não tripulados podem operar de maneira isolada por até 30 dias, espalhando a sua influência a uma área considerável.

Outra vantagem operacional é o fato de sua multifuncionalidade ter sido pensada desde a concepção do projeto, o que lhe garante mais flexibilidade e rapidez para modificar sua configuração.

Na visão do almirante da reserva, é diferente de navios adaptados para atender a diversos propósitos, como os que existem na Turquia e no Irã –ou mesmo o “Atlântico”, da Marinha do Brasil. Com capacidade de abrigar 18 aeronaves em seu hangar e deslocar até 21.000 toneladas (quase 3 vezes mais que o d. João 2º), o “Atlântico” foi adaptado a partir de um porta-helicópteros adquirido da Marinha britânica em 2018.

“Tem de haver uma capacidade verdadeiramente ‘plug and play’, de mudar rapidamente alguns equipamentos e consoles. Tem de haver muita energia para operar computadores de alto desempenho. Necessita de ter espaços vagos grandes para colocar camas no caso de resgate de refugiados. E não basta ter camas: tem de ter banheiros e cozinha para atender todas essas pessoas. A cozinha deve poder operar para 40 ou para 200”, declarou o almirante.

Apesar de ser autora do conceito, a Marinha portuguesa não ficou com a patente do d. João 2º, o que acarretaria em um investimento extra. Questionado sobre a falta da patente, Gouveia e Melo minimizou: “Vamos supor que patenteássemos o navio. Depois, iam lá, aumentavam 10 metros e diziam que era outro navio. Não vale à pena. Se Portugal fosse os Estados Unidos, seria diferente. Mas nós não conseguimos. O que conseguimos é liderar esse processo, o que nos dá prestígio e capacidade”

Copyright Divulgação/Marinha Portuguesa – 24.out.2025

Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Jorge Nobre de Sousa, e oficiais da Marinha visitam estaleiro na Romênia, onde é construído D. João 2º



Autor Poder360 ·


O deputado Clécio Alves (Republicanos) pleiteia conceder ao jurista João Paulo Brzezinski da Cunha o Título Honorífico de Cidadania Goiana. A iniciativa, que tramita no Parlamento estadual como projeto de lei nº 24725/25, se dá em reconhecimento à trajetória quye o legislador considera exemplar do homenageado, marcada pela dedicação ao direito, à educação superior e ao fortalecimento das instituições de Goiás.

Natural da cidade de Curitiba, no Paraná, transferiu-se ainda jovem para Goiás, onde construiu, segundo a propositura, toda sua carreira acadêmica, profissional e institucional. “Goiás é, portanto, a terra onde ele fincou suas raízes e deixou sua marca por mérito, por vocação e por compromisso com o bem comum”, destaca o autor da matéria.

Biografia

João Paulo Brzezinski da Cunha é graduado em Direito pela Universidade Católica de Goiás (UCG), com especialização em Direito Civil e Direito Processual Civil, pela Academia de Polícia Civil do Estado de Goiás.

Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Museo Social Argentino (UMSA) e mestre em Direito Tributário e Desenvolvimento Regional pela Faculdade Alves Faria (Alfa), atua na advocacia desde 1998, como sócio-fundador do escritório Brzezinski Advogados Associados, em Goiânia, com experiência em diversas áreas do Direito. 

Foi professor de Direito por mais de 20 anos, lecionando disciplinas de Direito Civil, Comercial e Processual Civil. 

Entre 2011 e 2012, exerceu a função de Defensor Público Geral de Goiás. Na Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Goiás (OAB-GO), atuou como conselheiro seccional e em comissões voltadas ao ensino jurídico e à advocacia jovem. 

O homenageado é, ainda, autor e coautor de artigos e livros nas áreas de direito tributário, desenvolvimento regional e recuperação judicial.

Fluente em português, inglês e espanhol, mantém trajetória acadêmica, profissional e institucional ligada ao fortalecimento do Direito e da advocacia em Goiás.

O legislador coloca que a homenagem se justifica pela conduta ética de Brzezinski, sua trajetória inspiradora, contribuição à Justiça, à educação, à advocacia, às instituições e, sobretudo, ao povo goiano, como forma de eternizar sua ligação com a terra que o acolheu.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Brasileiro enfrenta o americano pela 1ª rodada do torneio nesta 5ª feira (20.mar.2025)

O brasileiro João Fonseca inicia sua participação no Miami Open nesta 5ª feira (20.mar.2025), às 20h (horário de Brasília). Ele enfrenta o americano Learner Tien pela 1ª rodada do torneio.

Fonseca, atual número 60 do ranking da ATP, chega ao torneio após conquistar o Challenger de Phoenix no último domingo (16.mar.2025). Seu adversário, Tien, ocupa a 66ª posição e tem 19 anos. Os 2 já se enfrentaram 3 vezes, com vitórias do brasileiro em todas.

O Miami Open distribui 1.000 pontos no ranking para o campeão e premiação de US$ 1,1 milhão (R$ 6,3 milhões). A partida será realizada no Hard Rock Stadium, com transmissão no Disney+.

João Fonseca x Learner Tien – Detalhes da partida

  • Data: 20/03/2025
  • Horário: 20h (de Brasília)
  • Onde assistir: Disney+

João Fonseca, de 18 anos, é um dos principais nomes da nova geração do tênis brasileiro. Natural do Rio de Janeiro, ele se destacou nas categorias de base e conquistou o título juvenil do US Open em 2023. Profissional desde então, Fonseca vem subindo no ranking da ATP e entrou no top 100 em 2024.

No domingo (16.mar.2025), Fonseca conquistou o título do ATP Challenger de Phoenix, garantindo um prêmio de US$ 38.420,00, aproximadamente R$ 225 mil. O torneio distribuiu um total de US$ 250 mil (aproximadamente R$ 1,4 milhão) ao longo das fases.

A vitória sobre Alexander Bublik por 2 sets a 0, ambos definidos no tie-break (7/6, 7/6), também lhe rendeu 175 pontos no ranking da ATP, permitindo sua ascensão para a 60ª posição. Este foi o 3º troféu do tenista em 2025 e o 4º nos últimos 4 meses.

Com essa conquista, Fonseca acumula US$ 346.200 (cerca de R$ 1,9 milhão) em prêmios apenas em 2025. Desde o início de sua carreira em torneios de base, em 2021, já arrecadou US$ 1.127.256 (R$ 6,4 milhões) em premiações.



Autor Poder360 ·


O vice-prefeito de Aparecida de Goiânia, João Campos (Podemos), está decidido a retornar à Câmara dos Deputados. Ele já foi eleito cinco vezes seguidamente deputado federal, sendo quatro vezes pelo PSDB e uma pelo partido Republicanos, entre 2003 e 2023. Em 2022, filiado ao Republicanos, disputou o cargo de vice-governador na chapa encabeçada por Gustavo Mendanha, antes de se eleger vice-prefeito de Aparecida, em 2024, já como integrante do partido Podemos.

Apesar de não declarar abertamente, o político não esconde aos mais próximos o desejo de retornar ao Congresso Nacional. Campos é pastor evangélico e delegado de polícia aposentado. Ele tem forte ligação com a Igreja Assembleia de Deus Ministério Campinas, liderada pelo bispo Oides do Carmo. Mas para concretizar o plano deve enfrentar alguns desafios na corrida eleitoral.

Dentro do Podemos, partido ao qual está filiado, João Campos terá como principal desafio a disputa interna com o deputado federal Glaustin da Fokus, presidente estadual da legenda. A composição da chapa e a definição das candidaturas serão pontos decisivos para a viabilidade do seu projeto eleitoral. Isso porque a eleição de deputado federal é proporcional, isto é, elege-se os mais bem votados do partido. Portanto a legenda terá de conseguir votos para eleger ao menos dois deputados, caso a chapa contenha Glaustin e Campos.

Por outro lado, João Campos tem um trunfo importante: sua influência política em Aparecida de Goiânia, que já era considerável. Agora, como vice-prefeito e aliado da gestão municipal, ele deve contar com a estrutura do prefeito Leandro Vilela (MDB) para fortalecer sua base eleitoral. Além disso, pode beliscar apoio de lideranças que estavam com o deputado federal Professor Alcides, que saiu enfraquecido das eleições de 2024 após ser derrotado na disputa pela prefeitura.

Com trânsito tanto no meio evangélico quanto na política tradicional, João Campos se movimenta para consolidar sua candidatura e garantir apoio suficiente para voltar à Câmara Federal. As próximas articulações dentro do Podemos e a construção de alianças em Aparecida de Goiânia serão, portanto, determinantes para o sucesso de sua empreitada em 2026.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Governador de São Paulo disse que o tenista de 18 anos é “mais um talento brasileiro despontando para o mundo”

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), utilizou seu perfil no X neste domingo (16.fev.2025) para comemorar a vitória do tenista brasileiro João Fonseca no ATP 250 de Buenos Aires (Argentina).

“É Brasil no topo! João Fonseca é campeão do ATP de Buenos Aires! Um resultado histórico que torna o brasileiro mais jovem a alcançar esse feito, com apenas 18 anos”, escreveu o governador.

VITÓRIA DE JOÃO FONSECA

Fonseca derrotou o argentino Francisco Cerundolo, atual nº 28 do ranking mundial, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6, e fatura a premiação de US$ 100 mil (equivalente a R$ 572,7 mil na conversão de 14 de fevereiro).

Com a vitória na Argentina, Fonseca atinge a marca de US$ 1 milhão em prêmios conquistados ao longo de sua curta carreira até aqui. Antes de disputar o ATP 250, ele havia ganho US$ 969.986, segundo dados da própria ATP.

Fonseca também vai subir no ranking mundial. Depois de entrar no top 100 com a sua vitória na 1ª rodada do Aberto da Austrália, o brasileiro deve pular para a 68ª colocação, com 850 pontos.

Assista ao ponto do título (1min9s):

Em Buenos Aires, Fonseca derrotou 4 argentinos:

  • 1ª rodada – venceu Tomas Etcheverry por 2 sets a 0 (parciais de 6/3 e 6/3);
  • 2ª rodada – venceu Federico Coria por 2 sets a 1 (parciais de 2/6, 6/4 e 6/2);
  • quartas de final – venceu Mariano Navone por 2 sets a 1 (parciais de 3/6, 6/4 e 7/5);
  • semifinal – venceu Laslo Djere por 2 sets a 1 (parciais de 7/6, 5/7 e 6/1);
  • final – venceu Francisco Cerundolo por 2 sets a 0 (parciais de 7/4 e 7/6).

Este é o 1º título de ATP de Fonseca.

Acima dos ATPs 250 estão os ATPs 500, ATPs 1.000 e Grand Slams. O próximo torneio do brasileiro é justamente um ATP 500, o Rio Open, na capital fluminense. Ele fará sua estreia contra o francês Alexandre Muller.



Autor Poder360 ·



A Redação

Goiânia –

O Instituto Biapó, o Museu Casa de Cora Coralina e a Comissão Tricentenário Cidade de Goiás realizam mais uma edição do projeto Goiás Cidade Musical, na lua cheia deste sábado (20/4), na cidade de Goiás.


 


A programação começa com os Diálogos Musicais, às 17h, na Associação Mulheres Coralinas, e às 21h30, no Instituto Biapó, quando será apresentado um repertório dos grandes mestres brasileiros do choro, com Zé do Choro e João Fernandes, que interpretam importantes obras musicais de Jacob do Bandolim, Luiz Americano, Pixinguinha, K-Ximbinho, dentre outros, além de músicas autorais, como Tem Pirão e Minha Preta (João Fernandes) e Sobreira no Choro (Zé do Choro).


 

Os artistas irão explorar as possibilidades de interpretação e timbre entre dois instrumentos, violão e clarineta, por meio da alternância entre melodia e contraponto. A curadoria é de Andréa Teixeira com correalização da Rádio Nova Fogaréu. Em seguida, às 23h, acontece “Um Luar, Um Violão, Uma Serenata”, a segunda parte da ação Goiás Cidade Musical, com curadoria de Marlene Vellasco e concentração no Largo do Rosário. A caminhada pelo Centro Histórico da Cidade Patrimônio Mundial será feita ao som de um repertório de canções clássicas do cancioneiro popular. 

Leia mais:
Humorista Flavio de Andrade se apresenta no Teatro Goiânia


 


Serviço:


Evento: Diálogos Musicais – Zé do Choro e João Fernandes


Data: 20 de abril


Horário: 17h e 21h30


Local: Associação Mulheres Coralinas (Rua Benedita Lemes Assis, qd. 35, lt.5, sede das Mulheres


Coralinas, Rio Vermelho – cidade de Goiás) e Instituto Biapó (Rua Dom Cândido Penso, nº 25, Centro


Histórico – cidade de Goiás), respectivamente.


Evento: 4ª Serenata de 2024


Data: 20 de abril


Horário: 23h


Local: Concentração no Largo do Rosário


Realização: Instituto Biapó, Museu Casa de Cora Coralina, Comissão Tricentenário – Cidade de Goiás e


Nova Fogaréu 99,7 FM.


Parceria: Restaurante Flor de Ipê e Associação Mulheres Coralinas.




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