25 de fevereiro de 2026
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A Guarda Civil Municipal (GCM) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) de Aparecida de Goiânia realizaram, na manhã desta terça-feira (27/1), mais uma ação de combate ao descarte irregular de entulho no município. O flagrante ocorreu em uma área ao lado da Escola Municipal da Paz, no Jardim Florença, após denúncias feitas por moradores da região e pela direção da unidade escolar.

De acordo com o registro da ocorrência, as equipes da GCM chegaram ao local no momento em que o material estava sendo descartado de forma irregular. O responsável foi abordado, identificado e teve o veículo e a carretinha utilizados na infração apreendidos. Em seguida, a Semma foi acionada para adoção das medidas administrativas cabíveis.

A Secretaria de Meio Ambiente lavrou notificação ambiental e aplicou multa inicial de R$ 5 mil, conforme previsto na legislação, uma vez que o descarte irregular de resíduos configura crime ambiental. O veículo e a carretinha permanecerão apreendidos até a regularização da situação, incluindo a limpeza da área afetada.

O secretário municipal de Segurança Pública, coronel Godinho, destacou a importância da atuação integrada entre os órgãos: “A resposta rápida reforça o compromisso da gestão do prefeito Leandro Vilela com a preservação da cidade e mostra a efetividade da parceria entre a GCM e a Semma no enfrentamento aos crimes ambientais”, afirmou.

A secretária municipal de Meio Ambiente, Pollyana Borges, ressaltou que a fiscalização será contínua: “O descarte irregular causa danos ao meio ambiente, compromete a limpeza urbana e afeta diretamente a qualidade de vida da população. Estamos intensificando as ações conjuntas e aplicando as penalidades previstas em lei para coibir esse tipo de prática”, pontuou.

Foto: GCM/Aparecida

Em nota, a prefeitura reforça que o descarte irregular de resíduos é crime ambiental e que as fiscalizações ocorrem de forma permanente em todas as regiões da cidade. Denúncias podem ser feitas pelos telefones da GCM, pelo WhatsApp (62) 3238-7243, e da Semma, pelo WhatsApp (62) 98459-1661.

Autor Rogério Luiz Abreu


Uma ação de fiscalização resultou na apreensão de dois veículos envolvidos no descarte irregular de entulho em Aparecida de Goiânia. A operação foi realizada pela Guarda Civil Municipal (GCM), com apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), na noite desta sexta-feira (9/1).

Os flagrantes ocorreram em setores diferentes da cidade. O primeiro caso foi registrado no Setor Vila Delfiore, após uma denúncia recebida pelo serviço de inteligência da GCM.

No local, os agentes encontraram materiais de construção e entulho descartados irregularmente na Rua Alexandre O Grande. Um veículo VW Fox Xtreme, que tracionava uma carretinha carregada de resíduos, foi localizado sem placa e sem número de chassi identificável.

Diante das irregularidades, o veículo foi apreendido e levado ao pátio da Semma. Lá foram iniciados os procedimentos administrativos, incluindo a aplicação de multa e o enquadramento por crime ambiental.

Prefeitura reforça que descarte irregular é crime ambiental e que fiscalizações seguem de forma permanente

Após essa primeira ocorrência, a equipe da GCM flagrou um segundo caso durante o retorno da operação. Desta vez, o descarte irregular foi visto no Setor Madre Germana.

O infrator utilizava um veículo Fiat Elba, também com uma carretinha repleta de entulho. Seguindo o mesmo procedimento, o automóvel foi apreendido e encaminhado ao pátio da Semma para a aplicação das penalidades legais.

Vamos coibir com rigor o descarte irregular de lixo e entulho’

O secretário municipal de Segurança Pública, coronel Godinho, afirma que as ações de fiscalização são contínuas e serão intensificadas nas próximas semanas. Ele destaca a importância da atuação integrada entre os órgãos para coibir crimes ambientais.

“A determinação do prefeito Leandro Vilela é clara: coibir com rigor o descarte irregular de lixo e entulho, que suja a cidade, causa prejuízos ao meio ambiente e compromete a qualidade de vida da população”, diz.

“Vamos seguir firmes com as fiscalizações e não haverá tolerância para esse tipo de crime”, acrescenta.

A prefeitura reforça que o descarte irregular é crime ambiental e que as fiscalizações seguem de forma permanente em todas as regiões. Denúncias podem ser feitas pelos telefones da GCM (62) 3238-7243/WhatsApp e da Semma (62) 98459-1661.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás prendeu na noite desta quarta-feira (7/1) um homem e uma mulher em flagrante por crime contra a saúde pública. As prisões, realizadas pela Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia, ocorreram após a polícia flagrar a venda ilegal de medicamentos injetáveis, principalmente tirzepatida. Esses produtos são usados principalmente para emagrecimento, ganho de massa muscular e procedimentos estéticos.

Essa prática perigosa tem se popularizado nas redes sociais. A ação policial teve início depois de uma denúncia anônima, que indicou um veículo usado para fazer entregas dos produtos.

Durante a abordagem, os policiais encontraram ampolas de substâncias como tirzepatida e retatrutide. Os itens, aparentemente falsificados, estavam em embalagens caseiras, sem registro na Anvisa e sem comprovação de origem.

A tirzepatida é comercializada em alguns países com o nome de Mounjaro. No Brasil, o medicamento é aprovado para o tratamento do diabetes tipo 2. Trata-se de uma caneta injetável, aprovada para o tratamento de obesidade ou sobrepeso. Seu uso deve ser feito junto com dieta e exercícios, sempre sob supervisão médica.

Ação policial teve início depois de denúncia que indicou um veículo usado para fazer entregas dos produtos

As investigações continuaram na residência da mulher autuada. Lá, foram apreendidos outros medicamentos, anabolizantes, frascos vazios e instrumentos para mistura e envase.

Para a polícia, os materiais evidenciam uma estrutura artesanal para manipular e reenvasar medicamentos de forma irregular. Essa situação representa um grave risco à saúde pública.

Um detalhe chamou a atenção dos investigadores: a mulher presa é estudante de Biomedicina. Segundo a polícia, esse fato agrava a preocupação, pois indica que ela tinha conhecimento técnico mínimo sobre os riscos envolvidos. Ainda assim, ela desrespeitou normas sanitárias e legais.

“O que está na moda nas redes sociais não é, necessariamente, seguro. Medicamento não é suplemento. Injetável clandestino pode matar”, afirma o delegado Humberto Teófilo, da Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia.

Os envolvidos, que não tiveram nomes divulgados, foram autuados por crime contra a saúde pública. A pena para esse crime pode chegar a 15 anos de reclusão.

A Polícia Civil reforça um alerta à população. A orientação é não usar medicamentos, especialmente injetáveis, sem prescrição médica e sem procedência regular. A polícia também lembra que denúncias anônimas são fundamentais para coibir esse tipo de crime.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O cantor Leonardo enfrenta processos judiciais movidos por compradores de lotes em empreendimentos imobiliários em Querência (MT). Os imóveis foram divulgados em parceria com a empresa AGX Smart Life, mas estão em situação irregular. Os clientes alegam ter sido vítimas de um golpe, pois os terrenos não possuem registro em cartório nem autorização da prefeitura para venda. Além disso, há uma ação de reintegração de posse movida pelos antigos proprietários da área.

Registros publicados em redes sociais mostram que Leonardo esteve na cidade em 2021 e 2022 para promover os empreendimentos ao lado do empresário Aguinaldo José Anacleto, dono da AGX. A presença do cantor impulsionou as vendas, com sua imagem sendo usada em vídeos, outdoors e propagandas. Os compradores afirmam que confiaram na credibilidade do artista e na chancela dada pelo então prefeito Fernando Gorgen (União Brasil), que também apoiou o projeto.

A principal ação judicial foi movida pela Associação Residenciais Munique, representando cerca de 100 prejudicados, e tem valor estimado em R$ 2,8 milhões. Os terrenos, divididos entre Munique I, II e III, foram vendidos sem a devida regularização, gerando prejuízos milionários. A venda dos lotes teria arrecadado mais de R$ 48 milhões, mas as obras estão paralisadas e os compradores pedem a rescisão dos contratos e indenização.

Além do cantor e da AGX, a ação envolve imobiliárias, corretores e a própria prefeitura, por suposta omissão na fiscalização. Os antigos donos do terreno alegam que apenas parte do pagamento foi feita, com cheques sem fundo emitidos na transação. Um juiz da cidade classificou a situação como um “imbróglio caótico”, com múltiplos processos e falta de documentação adequada.  

Leonardo, por meio de sua assessoria, afirmou que apenas cedeu sua imagem como garoto-propaganda e que não é sócio do empreendimento. Ele disse que seus advogados já estão tomando as medidas cabíveis. Já a AGX alegou que o projeto envolvia um modelo de investimento e que as ações judiciais são resultado de desinformação. A empresa também nega irregularidades na compra do terreno.  

Os compradores, no entanto, cobram explicações e continuam buscando na Justiça a devolução dos valores pagos. Segundo eles, a confiança na marca Leonardo foi determinante para a aquisição dos lotes. O caso segue em investigação, e a Justiça ainda não deu uma decisão definitiva sobre os processos de reintegração e indenização.



Autor Felipe Fulquim


A Operação Aparecida Limpa, coordenada pelas Secretarias de Meio Ambiente (Semma) e de Segurança Pública, com apoio da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito (SMTA), reforça as ações contra o descarte irregular de resíduos na cidade. Desde o início, nesta quarta-feira (22/01), a operação já registrou três flagrantes, com apreensões e multas, o que segundo a gestão municipal, evidencia  o compromisso do prefeito Leandro Vilela (MDB) em preservar o meio ambiente e melhorar a qualidade de vida local.

De acordo com a Prefeitura, um dos pontos críticos está situado no Jardim Buriti Sereno, que concentrou dois flagrantes consecutivos no primeiro dia da operação. Nesta quinta-feira (23/01), em um novo flagrante, um caminhão foi apreendido enquanto descartava entulho e grama irregularmente, resultando em multa de mais de R$ 5 mil para a empresa responsável. Na noite anterior, trabalhadores foram flagrados despejando resíduos de marcenaria e gesso na mesma região. O veículo apreendido foi encaminhado ao pátio da SMTA, e a área passará por limpeza na próxima semana.  

A operação faz parte das diretrizes estabelecidas pelo prefeito, que determinou medidas rigorosas para combater crimes ambientais e manter a cidade organizada. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano realiza ações como recolhimento de entulho, limpeza de áreas públicas e privadas, e forças-tarefas em praças, parques e canteiros centrais.

Segundo o comandante da GCM, Inspetor Sobral, rondas ostensivas serão realizadas nos pontos mais críticos. “Estaremos realizando rondas ostensivas nesses pontos conhecidos para descarte irregular. Zelaremos da cidade e aquele que insistir no crime será autuado e terá seu veículo apreendido”, alerta o comandante da GCM.

Com cerca de 40 agentes envolvidos, a operação tem duração indeterminada e depende do apoio da população para denúncias. As irregularidades podem ser reportadas pelos telefones (62) 3238-7243, (62) 98459-1661 ou pelo número de emergência 153. As equipes garantem resposta rápida às denúncias e empenho em coibir práticas que afetam a limpeza urbana.  

As multas por crimes ambientais variam entre R$ 5 mil e R$ 50 milhões, de acordo com a gravidade. A secretária de Meio Ambiente, Pollyana Borges, destacou o caráter educativo da operação. “Nosso objetivo é prevenir e conscientizar, não apenas punir. Queremos cuidar do meio ambiente e da cidade”, afirmou.



Autor Felipe Fulquim


A delegada titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor do Estado de Goiás, Débora Melo, revelou nesta quinta-feira (5/12) novas informações a respeito da investigação da morte da servidora pública Danielle Mendes, no último dia 1º/12, ao passar por procedimento cirúrgico em uma clínica de estética.

“Informamos que a provável causa da morte de uma mulher, ocorrida numa clínica estética em Goiânia, foi anafilaxia após a aplicação da hialuronidase. O problema, neste caso, é que a hialuronidase havia sido feita em uma farmácia de manipulação e, de acordo com a Anvisa,os produtos injetáveis com finalidade estética devem ser oriundos da indústria e possuir aprovação da Anvisa (órgão de controle sanitário), para que seja garantido o padrão de qualidade e de segurança”, disse a delegada.

Débora Melo também explicou que as pessoas que se submetem a tratamentos estéticos devem se atentar à procedência dos produtos checando suas embalagens antes da realização dos procedimentos. “Quando o produto é manipulado, ele não passa pela Anvisa, e isso aumenta o risco de contaminação e de ocorrerem efeitos adversos graves nos pacientes. Por isso que os consumidores devem exigir a aplicação de produtos aprovados pela referida Agência e devem sempre conferir os rótulos antes do procedimento”, destacou. Danielle Mendes Xavier de Brito Monteiro era servidora pública da Saúde em Goiânia, tinha 44 anos e deixou dois filhos, de 16 e 18 anos.

Entenda o caso

No sábado (30), Danielle chegou a uma clínica estética em Goiânia para realizar uma avaliação para um procedimento. A aplicação de hialuronidase, substância usada para corrigir o ácido hialurônico, foi feita abaixo dos olhos. Após o procedimento, a cliente foi levada ao Hospital de Urgências de Goiás (Hugo), mas faleceu com morte cerebral na segunda-feira (1º/12).

A delegada Débora Melo informou que a dona da clínica foi presa na segunda-feira (2/12) após a descoberta de várias irregularidades no estabelecimento. O local, situado no Parque Lozandes, foi interditado, e foram encontradas evidências de produtos vencidos, materiais sem registro na Anvisa e práticas inadequadas para a execução de procedimentos estéticos de alto risco.

Além disso, a polícia constatou que a clínica estava realizando práticas ilegais, como o exercício de procedimentos invasivos por profissionais não médicos, o que é proibido por lei. A defesa da empresária, no entanto, negou as acusações, afirmando que ela tem formação em biomedicina e enfermagem, o que a autoriza a realizar tais procedimentos.

Em nota à imprensa, o Conselho Regional de Biomedicina – 3ª Região (CRBM-3), confirmou que a profissional suspeita possui registro na entidade. “Informamos que temos conhecimento do caso pela imprensa e estamos apurando as circunstâncias. Os procedimentos cabíveis serão tratados conforme as Resoluções e o Código de Ética do Profissional Biomédico. A referida profissional biomédica tem habilitação em Biomedicina Estética e está devidamente regulamentada no Conselho. O CRBM-3 lamenta o ocorrido e manifesta sua solidariedade à família da vítima”, esclareceu.

A defesa da biomédica também esclareceu que os produtos usados na clínica têm autorização para comercialização, contestando as afirmações de que o produto utilizado na vítima seria proibido pela Anvisa. A investigação sobre o caso segue, enquanto a clínica permanece interditada pelas autoridades.

Autor Felipe Fulquim