13 de fevereiro de 2026
  • 10:49 Fim da escala 6 X 1 aumentaria custo do trabalho em 22%
  • 07:05 Projeto de Virmondes Cruvinel para prevenir crime de stalking será analisado em comissão temática
  • 03:21 Vítimas de GO perderam R$ 1 milhão no golpe do bilhete premiado
  • 23:37 Toffoli deixa relatoria do caso Master
  • 19:53 Fórum de mudanças climáticas | Portal da Alego


Plataforma TrumpRx.gov conta com 40 fármacos populares a preços reduzidos para os norte-americanos

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), criou na 5ª feira (5.fev.2026) um site que oferece descontos em 40 medicamentos, incluindo Ozempic. A plataforma TrumpRx.gov permite que os norte-americanos comprem fármacos a preços equivalentes aos mais baixos pagos em outras nações desenvolvidas, seguindo o conceito de MFN (Most Favorable Nation, nação mais favorecida), de acordo com a Casa Branca.

O site disponibiliza inicialmente medicamentos de 5 fabricantes que estabeleceram acordos com o governo dos EUA: AstraZeneca, Eli Lilly, EMD Serono, Novo Nordisk e Pfizer. Os pacientes norte-americanos podem obter os descontos apresentando receitas médicas válidas e utilizando cupons impressos ou digitais em seus telefones.

A criação do TrumpRx.gov resulta de ações governamentais que começaram em maio de 2025, quando Trump assinou um decreto chamado “Entregando Preços de Medicamentos de Nação Mais Favorecida aos Pacientes Norte-Americanos”.

Os dados divulgados pela Casa Branca mostram reduções expressivas nos valores dos medicamentos. O Ozempic, utilizado para diabetes, passou de US$ 1.028 para preço médio de US$ 350 mensais, podendo chegar a US$ 199, dependendo da dosagem. O Wegovy injetável, que custava US$ 1.349 por mês, terá preço médio similar ao Ozempic, enquanto sua versão em comprimido custará a partir de US$ 149.

O Zepbound, anteriormente vendido a US$ 1.088 mensais, terá preço médio de US$ 346, podendo chegar a US$ 299. Medicamentos para fertilidade também apresentam quedas nos preços: o Gonal-F custará a partir de US$ 168 por caneta, o Cetrotide cairá de US$ 316 para US$ 22,50, e o Ovidrel de US$ 251 para US$ 84. Pacientes com problemas de fertilidade economizarão em média mais de US$ 2.000 por ciclo de tratamento.

O inalador Bevespi Aerosphere para DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) terá seu preço reduzido de US$ 458 para US$ 51. O Airsupra, usado para asma, cairá de US$ 504 para US$ 201. A pomada Eucrisa para dermatite atópica passará de US$ 792 para US$ 158.

A insulina Lispro estará disponível por valores a partir de US$ 25 mensais, e o Duavee, para ondas de calor e osteoporose, terá seu preço reduzido de US$ 202 para US$ 30.

Nos próximos meses, medicamentos de outras empresas que assinaram acordos de preços MFN serão disponibilizados no TrumpRx.gov. Em 15 de janeiro de 2026, Trump solicitou ao Congresso a aprovação do Grande Plano de Saúde, que busca codificar as economias obtidas com a iniciativa de preços MFN, reduzir prêmios de seguros e maximizar a transparência de preços.

Em 31 de julho de 2025, Trump enviou cartas aos principais fabricantes farmacêuticos delineando as medidas necessárias para reduzir os preços dos medicamentos nos EUA. Desde 30 de setembro de 2025, o presidente anunciou 16 acordos com grandes fabricantes para alinhar os preços com os praticados em outros países desenvolvidos.


Leia mais:



Autor Poder360 ·


Ministro da Fazenda afirma que todas as medidas dependem de Lula e serão anunciadas pelo presidente

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sinalizou nesta 3ª feira (29.jul.2025) que o plano preparado para amenizar os efeitos do tarifaço do governo de Donald Trump (Republicano) inclui medidas de auxílio a empresas e de manutenção de empregos.

O chefe da equipe econômica afirmou que todas as ideias estão em estudo a depender do “cenário” que se desenrolar com o governo norte-americano. Segundo ele, tudo ainda precisa de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“O Brasil estará preparado para cuidar das suas empresas, dos seus trabalhadores e, ao mesmo tempo, se manter permanentemente na mesa de negociações”, declarou Haddad a jornalistas na sede da Fazenda, em Brasília.

Os EUA vão cobrar uma tarifa de 50% sobre as importações brasileiras a partir de 1º de agosto. A medida vai encarecer os produtos vendidos pelo Brasil aos estadunidenses. Afetará os empresários do ramo e, consequentemente, os trabalhadores dessas companhias.

Haddad foi questionado se haveria alguma medida de manutenção de emprego similar a que houve na pandemia. Ele respondeu com uma sinalização positiva, mas reforçou que a iniciativa só virá com aval de Lula.

“Dentre os vários cenários, há um que estabelece esse. Mas eu não sei qual o cenário que o presidente vai optar. Por isso eu não posso adiantar as medidas que serão anunciadas por ele”, disse.

Faltam 3 dias para o início do tarifaço. O ministro minimizou o prazo e disse que as negociações podem continuar mesmo com a taxa de 50% já em vigor.

“Não sei se vai dar tempo até dia 1º. Mas o que importa não é essa data fatídica [Haddad, então, se corrige] Não é uma data fatídica. Pode ser alterada por eles. Pode entrar em vigor e nós nos sentarmos e rapidamente concluirmos uma negociação”, declarou.

Haddad disse que Lula deu uma orientação similar sobre a espera pela data da nova tarifa. Como de praxe, mencionou as relações “centenárias” do Brasil com os Estados Unidos. Também voltou a dizer que a decisão de Trump foi “unilateral”.

Segundo o chefe da Fazenda, o presidente teria declarado o seguinte para ele em uma reunião na 2ª feira (28.jul): ”Não vou me fixar em data porque tenho uma relação histórica com os Estados Unidos. Dei-me bem com todos os presidentes americanos com quem dialoguei. Então não tem razão para ser diferente agora”.

Os EUA parecem firmes na sua decisão. O secretário de Comércio do país, Howard Lutnick, disse no domingo (27.jul) que não haverá adiamento. O próprio Trump reforçou a determinação no mesmo dia.



Autor Poder360 ·


Pacto anunciado por Ursula von der Leyen inclui compras bilaterais de energia e estabelece tarifa zero para setores estratégicos

A UE (União Europeia) e os EUA fecharam acordo comercial que estabelece uma tarifa máxima de 15% para carros e semicondutores, setores essenciais para as economias de ambos os países, neste domingo (27.jul.2025).

O pacto anunciado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, foi firmado depois de reunião com o presidente norte-americano, Donald Trump (Partido Republicano), na Escócia. O acordo evita a implementação de uma tarifa anterior de 30%, que entraria em vigor em 1º de agosto.

O comércio automotivo e o setor de semicondutores são sensíveis às tarifas por sua importância na cadeia global de suprimentos e pela relevância econômica para essas economias. A imposição de tarifas mais altas elevaria os custos, o que comprometeria ainda mais a produção e o preço final de veículos e componentes eletrônicos.

O pacto também projeta tarifas zero para setores estratégicos, como aeronaves e certos produtos químicos e agrícolas, além de investimentos em compras bilaterais de energia –cerca de US$ 750 bilhões em 3 anos. O acordo inclui ainda aporte de US$ 600 bilhões em equipamentos militares e abertura de mercados com tarifas reduzidas.

A presidente da Comissão Europeia ressaltou que a redução das tarifas visa a equilibrar a competição global e fortalecer a cooperação energética, especialmente para diminuir a dependência europeia de combustíveis fósseis russos.

“Ainda há entrada significativa de gás e petróleo russos na UE, o que queremos eliminar definitivamente”, afirmou em fala a jornalistas.

Embora os semicondutores estejam incluídos na tarifa, sua aplicação está sujeita aos resultados de investigações comerciais em andamento nos EUA, o que pode afetar a implementação final da tarifa sobre esses produtos.



Autor Poder360 ·


O Senado aprovou nesta terça-feira (27/5) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que incorpora as guardas municipais e os agentes de trânsito aos órgãos de segurança pública. O texto foi aprovado em primeiro e segundo turnos e vai para votação na Câmara dos Deputados.

A Constituição elenca, atualmente, como segurança pública os seguintes órgãos: Polícia Federal; Polícia Rodoviária Federal; Polícia Ferroviária Federal; polícias civis; polícias militares e corpos de bombeiros militares; e polícias penais federal, estaduais e distrital.

Pela PEC 37/2022 aprovada pelos senadores, os municípios poderão atribuir funções às guardas ou polícias municipais, como proteção de seus bens, serviços, instalações; policiamento ostensivo local e comunitário; exercício de ações de segurança em seus territórios; e apoio e colaboração com os demais órgãos de segurança pública.

Para isso, os municípios poderão mudar a lei o nome das guardas para “polícia municipal”, “guarda civil”, “guarda civil municipal”, “guarda metropolitana” ou “guarda civil metropolitana”.

No entanto, a alteração de nomenclatura terá de ser feita por meio de concurso público ou transformação dos cargos e carreiras dos guardas municipais.

Como forças de segurança pública, as guardas civis passam a ter direito aos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública e isso faz com que se tenha investimentos em qualificação profissional, capacitação dessas forças, aquisição de equipamentos, como viaturas, coletes e armamentos para que eles prestem um melhor serviço ao cidadão. Esse recurso não pode ser usado para gratificação ou contratação ou no uso de encargos pessoais.

O relator da PEC, senador Efraim Filho, do União da Paraíba, argumentou que a mudança vai permitir que esses agentes também atuem no combate à violência e à criminalidade sem a necessidade de contratação de novos policiais.

Ao permitir que os prefeitos criem as guardas ou polícias municipais, ele ampliou as atribuições desses agentes, que passam a fazer o policiamento ostensivo local e comunitário, ações de segurança em seus territórios, além do apoio e colaboração com as demais polícias. Efraim Filho explicou, no entanto, que os guardas municipais não terão equiparação salarial ou planos de carreira das demais forças.

No caso dos agentes de trânsito, eles poderão atuar no policiamento ostensivo das vias, atendendo casos de emergência, como brigas ou assaltos.

O autor da proposta, senador Veneziano Vital do Rêgo, do MDB da Paraíba, citou que a aprovação da PEC torna lei uma decisão do Supremo Tribunal Federal de autorizar as guardas municipais a atuarem em ações de segurança.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Última atualização 22/03/2024 | 15:11

O Governo de Goiás publicou, no início do mês, decreto instituindo 400 novas vagas de estágio para estudantes de graduação dentro dos órgãos, autarquias e fundações da administração pública estadual. O regulamento prevê 200 novas vagas para alunos matriculados em cursos superiores reconhecidos pelo Ministério da Educação e 200 vagas exclusivas para estudantes vinculados ao Programa Universitário do Bem (ProBem).

A seleção para preenchimento das vagas será conduzida pela Secretaria de Estado da Administração (Sead) por meio de processo seletivo simplificado e deve ocorrer ainda no primeiro semestre. Com a nova lei, o Estado poderá contratar até 1.300 estagiários, 900 vagas já instituídas desde 2019 e 400 novas que devem ser preenchidas ainda este ano. O investimento total no programa será de R$ 17 milhões/ano.

Para o titular da Sead, Sérvulo Nogueira, a iniciativa contribui para a preparação dos estudantes para o mercado de trabalho, e ainda promove formação social e cultural. “Reflete o compromisso do Governo de Goiás com a educação e o desenvolvimento dos jovens. Estamos não apenas oferecendo oportunidades de formação profissional, mas também incentivando o crescimento e a qualificação dos futuros profissionais do estado”, pontua o secretário.

ProBem

O Programa Universitário do Bem (ProBem) integra o Goiás Social e representa a oportunidade de acesso a milhares de jovens, em situação de vulnerabilidade social, a bolsas de estudos integrais e parciais para a primeira graduação em Instituições de ensino superior privadas ou públicas não gratuitas localizadas em Goiás. As bolsas parciais cobrem 50% do valor da mensalidade; as integrais, 100%.

Autor