7 de março de 2026
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A Polícia Civil de Goiás deflagrou na manhã desta terça-feira (3/3) uma operação que resultou no cumprimento de quatro mandados de prisão temporária e 11 mandados de busca e apreensão em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital. Batizada de a Operação Via Fracta, a ação foi coordenada pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos e teve como alvo uma organização criminosa especializada em furto, roubo, adulteração de motocicletas e lavagem de dinheiro, com atuação interestadual.

As investigações revelaram que o grupo criminoso atuava de forma estruturada, adquirindo motocicletas provenientes de roubos e furtos praticados em Goiás e no Distrito Federal. Após a compra dos veículos ilegais, os suspeitos promoviam a adulteração dos sinais identificadores e os encaminhavam para comercialização em cidades do interior da Bahia, onde eram vendidos como se estivessem regularizados.

De acordo com o delegado Fernando Gama, responsável pelas investigações, o esquema criminoso era liderado pelo proprietário de uma loja de motocicletas situada em Aparecida de Goiânia. Desde 2021, a polícia já monitorava a movimentação suspeita de veículos furtados sendo repassados para este estabelecimento, que inclusive já havia sido alvo de uma operação policial naquela época, quando diversas motos produtos de crime foram localizadas no local.

Veículos com indícios de furto e sinais de adulteração foram encontrados no estabelecimento

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão nesta terça-feira, os policiais encontraram na empresa ligada ao grupo três veículos: duas motocicletas com indícios de adulteração dos sinais identificadores e uma terceira com registro de restrição de furto ou roubo. Em um endereço vinculado ao principal investigado, também foi apreendido um reboque que, segundo apurado, era utilizado para transportar as motocicletas adulteradas até a Bahia.

“Desde 2021 foi detectado que vários veículos oriundos de Goiás e do Distrito Federal eram furtados e posteriormente repassados para um indivíduo proprietário de uma loja de motos situada na cidade de Aparecida de Goiânia. Esta empresa, inclusive já tinha sido alvo de uma operação policial e no local à época foram localizados vários veículos produtos de crime”, explicou Gama.

Ocultação e lavagem de capitais

Além do líder da organização, também foram alvos dos mandados sua esposa e outras duas pessoas investigadas por envolvimento direto nas atividades criminosas. Estes suspeitos atuavam especialmente na ocultação e dissimulação dos valores obtidos com a venda das motocicletas ilegais, caracterizando o crime de lavagem de dinheiro.

Com a fase ostensiva da operação encerrada, polícia concentra os trabalhos na análise do material apreendido

A operação contou com o apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), por meio do Grupo Tático 3 (GT3), e da Divisão de Operações Aéreas (DOA). O Laboratório de Identificação Veicular (LIV), da Polícia Técnico-Científica, também participou da ação, sendo responsável pela realização dos exames periciais nos veículos apreendidos.

Com a fase ostensiva da operação encerrada, a polícia agora concentra os trabalhos na análise do material apreendido, incluindo objetos, veículos e aparelhos celulares, para dar prosseguimento às investigações.

Os presos e demais investigados deverão responder pelos crimes de furto, roubo, receptação qualificada e lavagem de dinheiro.

Os nomes dos envolvidos e da empresa não foram divulgados pela corporação.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Uma empresária foi sequestrada na manhã desta sexta-feira (23/1) em Caldas Novas, no sul de Goiás. Segundo a Polícia Militar, a vítima foi rendida por homens encapuzados no Centro Esportivo Olímpio e colocada à força dentro de um carro. Ela permaneceu sob o domínio dos criminosos por cerca de meia hora, enquanto eram feitas transações financeiras eletrônicas para roubar dinheiro.

Imagens de câmeras de segurança mostram dois homens encapuzados rendendo a vítima por volta das 8h07, com um terceiro no banco do motorista. A Polícia Militar informou que a empresária não sofreu ferimentos e foi abandonada depois no setor Residencial Recanto de Caldas.

O atendimento inicial ficou a cargo do 1º Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur) de Caldas Novas. Uma operação integrada localizou e prendeu os suspeitos poucas horas depois, segundo a corporação.

O tenente-coronel Mendonça resumiu a dinâmica da ação, detalhou as funções de cada envolvido e explicou como a PM chegou aos suspeitos. Segundo ele, uma mulher e um rapaz, também presos, eram os receptadores.

“Havia um laranja que ia receber o dinheiro da prática criminosa. Depois do pix repassado a essa pessoa, eles fariam a pulverização desse dinheiro. Ia sacar, talvez a divisão entre a própria quadrilha e cada um ia pegar a sua parte”, explicou o oficial.

Câmeras flagraram momento em que criminosos abordaram e jogaram a vítima dentro de veículo

“A Polícia Militar se antecipou a ação criminosa de pegar esse dinheiro e logo lá na agência bancária identificou o primeiro criminoso”, contou Mendonça.

“Identificando o primeiro, chegamos ao terceiro, que era o que emprestou a própria conta. A mulher estava auxiliando nessa organização criminosa e durante todo o procedimento havia conversa deles com ela pelo celular. Então nós conseguimos identificar quem eram os outros dois”, relatou o tenente-coronel.

Ele mostrou ainda os três suspeitos que diretamente agiram com violência contra a senhora, o motorista do carro e os dois que conseguiram pegar ela e colocar dentro do veículo.

“Também tem, então, a pessoa que cedeu a conta, a pessoa que foi resgatar o dinheiro. E a outra mulher que também estava na residência e que estava operacionalizando a ação”, acrescentou o oficial.

Essa é a resposta da polícia goiana’

Mendonça destacou a atuação integrada das forças de segurança e a rapidez nas identificações e apreensões.

“Uma força tarefa que é uma força integrada com todas as nossas Forças de Segurança da Capital, Graer, Serviços de Inteligência da Capital e, graças a Deus e ao serviço da Polícia Militar, nós conseguimos fazer a identificação em menos de três horas de todos os autores envolvidos, todos os autores”, disse ele.

“Conseguimos recuperar o veículo apreendido, conseguimos recuperar as duas armas que, na verdade, eram simulacros e também, inclusive, até as balaclavas, todos os objetos usados no crime”, informou o tenente-coronel.

“Essa é a resposta da polícia goiana”, declarou Mendonça.

“A polícia goiana não parou desde o momento que fez o primeiro socorro da dona Fátima e assim perdurou até a conclusão disso que os senhores estão vendo. Todo esse efetivo policial foi integrado para que isso desse certo”, observou o oficial.

“Isso mostra como que a Polícia Militar trata o cidadão goiano ou cidadão que vem aqui”, concluiu Mendonça.

A operação terminou com a prisão dos envolvidos e a apreensão do veículo usado no crime. Também foram recuperadas duas armas — que se mostraram simulacros — e materiais usados na ação, como balaclavas. Segundo a PM, todos os detidos são residentes de Caldas Novas.

As diligências continuam para apurar as responsabilidades de cada um, o papel dos receptadores e o montante das transações realizadas. A investigação buscará identificar eventuais outros participantes e formalizar as medidas judiciais cabíveis.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás desarticulou um grupo suspeito de fraudar seguros de veículos em Goiânia. A Operação “Falso Sinistro” foi deflagrada nesta sexta-feira (12) pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores, resultando na prisão de três pessoas.

As investigações apontam que o prejuízo para as seguradoras chega a aproximadamente R$ 700 mil. O valor não inclui o lucro que os criminosos obtinham com a venda ilegal das peças dos veículos fraudados.

O caso começou a ser apurado após a comunicação de um suposto roubo de uma caminhonete em Goiânia, em maio deste ano. Uma mulher relatou à polícia que dois assaltantes encapuzados e armados haviam levado o veículo.

Durante as investigações, no entanto, surgiram indícios de que o crime não aconteceu. O delegado Fernando Gama explicou que a suposta ocorrência fazia parte de um esquema maior de fraudes, envolvendo pelo menos outros três casos semelhantes.

De acordo com as investigações, o grupo simulava roubos para justificar o desaparecimento dos carros. Os veículos eram então desmanchados e suas peças eram comercializadas de forma clandestina. Paralelamente, os integrantes do esquema acionavam as seguradoras para receber indenizações de forma indevida.

O principal investigado utilizava sua própria estrutura comercial e um lote vizinho à sua residência como ponto de desmonte e armazenamento das peças destinadas à venda ilegal.

Na fase operacional, foram cumpridos três mandados de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão domiciliar, todos na capital goiana. Foram presos a mulher que fez a falsa comunicação de crime, o pai dela e o proprietário de um estabelecimento comercial de autopeças, apontado como líder do esquema.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás desarticulou um grupo suspeito de desviar cargas e fraudar entregas logísticas em uma grande transportadora. A Operação “Entrega Fantasma”, deflagrada nesta quinta-feira (6/11), teve como objetivo combater essas atividades criminosas que causaram um prejuízo estimado em R$ 500 mil.

A ação foi realizada pela 7ª Delegacia de Polícia de Aparecida de Goiânia com apoio da Delegacia Municipal de Rialma. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados para localizar documentos, aparelhos celulares e outras provas dos crimes.

As investigações começaram após o proprietário da transportadora constatar irregularidades em carregamentos realizados fora dos procedimentos internos. O sistema de vigilância e rastreamento de veículos revelou que funcionários autorizaram e executaram carregamentos sem emissão de documentos fiscais.

Em 10 e 11 de outubro de 2025, gerentes, encarregados de turno e motoristas encaminharam cargas a destinos não registrados. Parte dos produtos foi rastreada até uma empresa receptadora localizada no interior do estado.

Os elementos apurados indicam atuação coordenada de empregados e terceiros na prática de furto qualificado. As investigações revelaram associação criminosa e receptação com movimentações repetidas e planejadas ao longo dos últimos meses.

Durante a busca na empresa de Rialma, foi localizada e apreendida grande parte da carga subtraída. O proprietário da empresa foi preso em flagrante pela prática de receptação qualificada.

As informações colhidas durante a operação também levaram à localização de carga em uma residência em Goiânia. Isso gerou um Termo Circunstanciado de Ocorrência pela prática de receptação culposa.

Foram apreendidas centenas de caixas de mercadorias subtraídas e localizadas com os receptadores. Também foram apreendidos aparelhos celulares durante as buscas.

As investigações prosseguirão com o objetivo de identificar outros envolvidos e rastrear fluxos financeiros. A polícia pretende encerrar definitivamente as atividades ilícitas do grupo criminoso.

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Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Federal deflagrou a Operação Scutum (escudo) nesta terça-feira (4/11) para desarticular um grupo criminoso formado por policiais militares de Goiás. A ação foi conduzida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/GO) em conjunto com a Polícia Militar do Estado. O esquema investigado envolve crimes de corrupção passiva, facilitação de contrabando, lavagem de dinheiro, agiotagem, extorsão e formação de quadrilha.

Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão na cidade de Mineiros, no Sudoeste Goiano, e um mandado na cidade de Londrina, no Paraná. As empresas investigadas também se tornaram alvos dos procedimentos policiais. A Justiça Federal determinou o afastamento cautelar de cinco policiais militares de suas funções institucionais.

As investigações começaram a partir de informações repassadas pela própria Polícia Militar de Goiás. Os dados iniciais apontavam indícios de práticas ilícitas por parte de agentes públicos, incluindo cooptação e desvio de cargas ilegais. O esquema também envolvia a revenda de produtos contrabandeados e o uso de empresas de fachada para ocultação de valores.

Em comunicado oficial, a Polícia Federal detalhou que foram identificadas “movimentações financeiras incompatíveis com os rendimentos declarados pelos investigados”. A instituição também registrou “transações bancárias entre os membros do grupo, evidenciando a existência de um esquema estruturado de agiotagem e lavagem de dinheiro”.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Goiás é composta pela Polícia Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais e pelas polícias Penal, Militar e Civil do Estado de Goiás. A operação contou com a cooperação de todas essas instituições no cumprimento dos mandados judiciais.

Caiado: ‘Cidadão fardado e pratica crime é mais bandido ainda’

Ao comentar a operação que investiga policiais militares, o governador Ronaldo Caiado (UB) afirmou que o Estado de Goiás “dá exemplo” ao punir servidores que agem fora da lei.

“Se a pessoa não tem um comportamento correto, nós temos uma Corregedoria extremamente austera, se ele está desviando da sua função, será preso, será destituído da sua função, vai cumprir pena, porque aqui em Goiás nós não fazemos concessão para bandido”, declarou.

Caiado foi enfático ao criticar policiais envolvidos em atividades criminosas.

“O cidadão que está com a farda e pratica qualquer crime é muito mais bandido ainda. Então terá a rigidez que nós temos dentro da nossa Corregedoria e ele será duramente penalizado por não só trair a corporação, como fazer uso da segurança pública transformando ali numa base do crime”, acrescentou.

Milhões em movimentações financeiras e transações incompatíveis

O comandante-geral da PMGO, coronel Marcelo Granja, revelou que os policiais militares afastados levavam um estilo de vida “incompatível” com seus salários. A investigação começou com denúncias da população sobre desvios de conduta e foi reforçada por levantamentos de inteligência que monitoraram viaturas em abordagens irregulares. Moradores de Mineiros e Jataí estranharam festas financiadas por pessoas ligadas ao esquema.

Segundo Granja, os policiais suspeitos facilitavam a entrada de mercadorias contrabandeadas e produtos irregulares, incluindo eletrônicos, cigarros e agrotóxicos. As cargas eram desviadas principalmente por rodovias federais na região de Mineiros e Jataí para revenda irregular.

“O esquema envolve milhões em movimentações financeiras ao longo do tempo, com transações incompatíveis com os rendimentos declarados dos policiais”, afirmou o comandante-geral.

A PM informou que os policiais suspeitos foram preventivamente afastados das ruas há aproximadamente seis meses.

Nesta terça-feira, todos os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, incluindo a coleta de celulares, computadores e documentos que serão analisados pela Polícia Federal como parte das investigações em andamento.

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Faleceu nesta quarta-feira, em Goiânia, Elon José Soares, fundador do Grupo Irmãos Soares, aos 86 anos. Natural de Ipameri, o empresário goiano deixa cinco filhos, 11 netos, um bisneto, centenas de funcionários e parceiros de negócios. O falecimento foi confirmado em comunicado por Marcelo Camorim, presidente do Conselho de Administração e de Família do grupo.

Elon Soares foi um líder reconhecido por sua coragem e empreendedorismo. Em 1967, ao lado do irmão Odilon, abriu a primeira loja da Irmãos Soares, que se tornou uma das maiores redes de materiais de construção do Centro-Oeste, com unidades em Goiás e Minas Gerais. “Hoje, a Irmãos Soares tem quase um milhão de clientes e mais de 10 mil itens, desde o básico ao acabamento”, informa a empresa em seu site.

Mais do que um empresário de sucesso, Elon era lembrado por seu carisma, humildade e sensibilidade. “Conquistou parceiros, funcionários e amigos com suas atitudes”, destacou o comunicado. Sua trajetória começou ainda na infância, vendendo balas no bairro de Campinas, em Goiânia, e evoluiu para negócios como distribuição de jornais e uma agroindústria de carne suína, antes de fundar o império dos materiais de construção.

Todas as lojas do Grupo estarão fechadas nesta quarta-feira em respeito ao fundador. O velório ocorrerá no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia, a partir das 11h, com sepultamento às 17h.

De vendedor ambulante a magnata

Elon Soares começou a empreender aos 10 anos, vendendo balas em Campinas e, depois, lenha e armarinhos de porta em porta. Com visão aguçada, montou uma banca na feira e distribuiu o maior jornal local da época. Em sociedade com o irmão Odilon, criou uma agroindústria de carne suína antes de migrar para o comércio de materiais de construção.

A primeira loja física surgiu como um armazém na Rua José Hermano, em Campinas. Mais tarde, ao comprar acidentalmente a Ferragista São Tomé, na Avenida Bahia, os irmãos deram origem, em 1967, à Irmãos Soares. O grupo expandiu-se para uma holding com negócios em agronegócio, imobiliária, tecnologia e a rede premium Essence Acabamentos.

Ao contrário do irmão Odilon (já falecido), que era atleticano, Elon era torcedor do Vila Nova, clube que foi presidente na década de 1970.

Legado social – Elon Soares acompanhava as obras do Instituto Elon Soares, em Trindade, seu “maior legado”, que seria inaugurado em 10 de outubro, data de seu aniversário. O instituto oferecerá cursos gratuitos para jovens, especialmente na construção civil, área em que o grupo atua. “Era um desejo do fundador, que sempre teve olhar sensível para a formação dos jovens”, ressaltou o comunicado.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Empresa liderada pelo norte-americano Ben Harburg adquiriu 100% do Al Kholood, que terminou em 9º lugar na temporada passada

O Grupo Harburg adquiriu 100% do Al Kholood, equipe da SPL (Saudi Pro League). A transação foi concluída nesta 6ª feira (25.jul.2025), tornando a empresa de investimentos esportivos liderada pelo investidor norte-americano Ben Harburg a 1ª proprietária estrangeira na principal divisão do futebol saudita.

A negociação foi conduzida pelo Ministério do Esporte da Arábia Saudita e pelo Centro Nacional Saudita de Privatização.

O Al Kholood terminou na 9ª posição entre as 18 equipes da SPL na temporada passada. Os valores financeiros da aquisição não foram divulgados.

A privatização faz parte da estratégia da Arábia Saudita para desenvolver seu campeonato nacional e aumentar sua competitividade global. O modelo busca permitir que os clubes operem de forma independente, sem depender de recursos estatais.

Além do Al Kholood, outros clubes de divisões inferiores também passaram por processo semelhante. O Al Zulfi foi transferido para a empresa imobiliária Nojoom Alsalam Company, enquanto o Al Ansar passou a ser controlado pela Abasco, que atua no setor de construção.

O Grupo Harburg já tem 6,5% do Cádiz, clube da 2ª divisão espanhola, e agora controla integralmente o Al Kholood.

A liga saudita pretende aumentar sua receita anual para US$ 480 milhões até 2030, segundo a Bloomberg. Os 4 clubes, Al-Hilal, Al-Nassr, Al-Ahli e Al-Ittihad), controlados pelo PIF (Fundo de Investimento Público) da Arábia Saudita investiram coletivamente 1 bilhão de libras (US$ 1,3 bilhão) na contratação de jogadores de ligas europeias. A transferência mais notável foi a do português Cristiano Ronaldo para o Al Nassr.

Espera-se que os novos proprietários de outros clubes em processo de privatização (Al Nahda, Al Okhdood e Al Orobah – sejam anunciados nas próximas semanas. O objetivo é que a maioria das equipes da SPL tenha propriedade privada nos próximos anos.

A SPL era inicialmente de propriedade integral do Ministério do Esporte da Arábia Saudita, com apenas alguns clubes recebendo apoio adicional de investidores. Essa estrutura mudou em 2023, quando o PIF adquiriu 75% de participação dos 4 clubes.



Autor Poder360 ·


A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), deflagrou nesta quinta-feira (10/7) a Operação Deep Hunt contra uma associação criminosa que movimentou R$ 164?milhões em fraudes cibernéticas. A ação contou com o apoio da Gerência de Inteligência de Sinais, do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro e da Binance, provedora de serviços de ativos virtuais.

No total, foram representados 41 mandados de prisão temporária, 43 de busca e apreensão e medidas de sequestro de mais de R$ 112 milhões em bens móveis e 32 imóveis. Até agora, 32 pessoas foram presas em Goiás, Distrito Federal e Rio de Janeiro. A megaoperação mobilizou 180 policiais civis em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Goianira, Senador Canedo, Abadiânia, Estrela do Norte, Brasília e Rio de Janeiro.

As investigações, que duraram um ano e meio, tiveram início após a PF identificar “transações feitas por usuários brasileiros com destino a endereços de carteiras virtuais associados a marketplaces ilegais da darkweb”. Nessas plataformas, eram vendidos “cartões de crédito clonados, dumps de cartões, documentos falsos e cédulas de moeda estrangeira falsificadas”.

Modus operandi da associação criminosa

O núcleo criminoso comprava dados bancários com criptoativos para aplicar golpes em fraudes eletrônicas e “carding”.

“Essas plataformas online vendiam softwares para falsificação de documentos, criação de sites falsos e assinatura de autoridades policiais”, explicou a delegada Bárbara Buttini, adjunta a DERCC.

Delegada Bárbara Buttini, da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos

Para lavar o produto dos crimes, os investigados “se colocavam atrás de pessoas físicas e jurídicas interpostas, criavam empresas de fachada e faziam recapitalizações simuladas para justificar o aumento exponencial de capital e operações fictícias”. Em seguida, reintroduziam os recursos “na economia formal” por meio da compra de imóveis, terrenos e veículos.

A organização também empregava técnicas de anonimização e fragmentação de valores, movimentando vultuosas quantias por meio de exchanges que faziam a transição entre a economia clandestina e o sistema financeiro formal.

Durante as buscas, foram apreendidos documentos, cartões, drogas, impressora, máquinas de cartão de crédito e equipamentos de informática. Duas pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo. Os investigados responderão pelos crimes de furto qualificado mediante fraude, lavagem de dinheiro com ativo virtual e falsificação de documentos públicos e particulares.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Nelsinho Trad afirma que integrantes de comitivas oficiais embarcam na Jordânia em voos comerciais

13 brasileiros que integravam comitivas oficiais em visita a Israel iniciam a volta ao Brasil ainda nesta 5ª feira (19.jun.2025) em voos comerciais, informou o senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

O grupo está na Jordânia. Outros 14 brasileiros que também estão no país embarcarão na 6ª feira (20.jun).

Trad é presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado e tem acompanhado a saída de brasileiros de Israel por causa do início do conflito dos israelenses com o Irã.

“A Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal informa que segue mobilizada, em articulação com o Itamaraty e a Força Aérea Brasileira (FAB), para o retorno seguro dos brasileiros que estão em Israel e manifestaram interesse na repatriação”, diz o senador em nota enviada por sua assessoria de imprensa.

De acordo com ele, a FAB aguarda a reabertura do espaço aéreo israelense e a finalização de trâmites operacionais para buscar pessoas que queiram voltar ao Brasil.

Na 4ª feira (18.jun), outro grupo com autoridades que estavam a trabalho no país voltou ao Brasil. A comitiva visitou Israel para conhecer tecnologias de defesa e segurança pública a convite do Ministério das Relações Exteriores local. O retorno está sendo viabilizado diretamente pelo governo israelense, que também arcou com os custos das passagens aéreas.

Na 2ª feira (16.jun), delegações de prefeitos e outras autoridades que também estavam em Israel deixaram a Jordânia e chegaram à Arábia Saudita, onde embarcaram rumo ao Brasil na 3ª feira (17.jun).

Leia abaixo quem deve embarcar em voo comercial nesta 5ª feira:

  • Marcos Rochagovernador de Rondônia;
  • Ana Paula Soares Marra – secretária de Desenvolvimento Social do Distrito Federal;
  • Thiago Frederico de Souza Costa – secretário-executivo de Políticas de Segurança Pública do Distrito Federal;
  • Rafael Borges Bueno – secretário de Agricultura do Distrito Federal;
  • Pedro Leonardo de Paula Rezende – secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás;
  • Ricardo José Senna – secretário-executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso do Sul;
  • Christinne Cavalheiro Maymone Gonçalves – secretária-adjunta da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul;
  • Marcos Espíndola de Freitas – coordenador de Tecnologia da Informação da Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul;
  • Augusto Leonel de Souza Marques – secretário de Integração de Rondônia;
  • Valdemir Carlos de Góes – secretário-chefe da Casa Militar de Rondônia;
  • Maricleide Lima da Fonseca – chefe de agenda do governador de Rondônia;
  • Rute Carvalho Silva Pedrosa – chefe de gabinete do governador de Rondônia;
  • Renan Fernandes Barreto – chefe de mídias do governador de Rondônia.



Autor Poder360 ·


Principais temas em debate serão sustentabilidade, infraestrutura, cenário econômico, transição energética e inovação

Autoridades políticas participam neste sábado (7.jun.2025) da 4ª edição do Fórum Esfera, promovido pela Esfera Brasil, no Guarujá (SP). O evento reúne nomes dos Três Poderes e líderes empresariais. Alguns dos principais temas em debate serão sustentabilidade, infraestrutura, cenário econômico, transição energética e inovação.

Assista ao evento:

PROGRAMAÇÃO

A agenda inclui debates sobre os desafios para impulsionar o crescimento econômico e a reforma do Estado. Eis a programação:

  • Abertura, às 9h:
    • Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara.
    • “Sustentabilidade como vantagem competitiva”, às 9h20:
    • Luis Felipe Salomão, vice-presidente do STJ;
    • Raquel Lyra (PSD), governadora de Pernambuco;
    • Gustavo Pimenta, CEO da Vale;
    • Cristiano Pinto da Costa, presidente da Shell Brasil.
  • “Inovação a serviço do Brasil”, às 10h05:
    • João Campos (PSB-PE), prefeito do Recife;
    • Ana Estela Haddad, secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde;
    • Luiz Tonisi, presidente da Qualcomm América Latina;
    • Alexandre Baldy, presidente da BYD Brasil;
    • Frederico Trajano, CEO do Magalu.
  • “Alicerces da nova economia”, às 10h50:
    • Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central;
    • Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú;
    • André Esteves, chairman do BTG Pactual;
    • Wesley Batista, fundador da JBS e integrante do Conselho de Administração da empresa;
    • Isaac Sidney, presidente da Febraban.“Saúde inteligente: inovação como política pública”, às 11h40:
    • Dr. Luizinho (PP-RJ), deputado;
    • Reginaldo Arcuri, presidente do Grupo FarmaBrasil;
    • Bruno Ferrari, CEO da Oncoclínicas&Co;
    • Adriano Massuda, secretário-executivo do Ministério da Saúde;
    • Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS.
  • “Segurança pública em perspectiva”, às 12h20:
    • Capitão Derrite (PL-SP), deputado;
    • Rubens Pereira Jr. (PT-MA), deputado.
    • Encerramento, às 13h10:
    • Luís Roberto Barroso, presidente do STF.



Autor Poder360 ·