Presidente norte-americano não apresentou provas; declaração foi em entrevista à “Fox News”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou que a CIA (Agência Central de Inteligência) o informou sobre a sexualidade do líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei. A declaração foi feita nesta 5ª feira (26.mar.2026) em entrevista ao apresentador Jesse Watters, da Fox News. Trump não apresentou evidências que confirmassem a informação atribuída à CIA.
Durante a entrevista, Watters questionou Trump se Mojtaba Khamenei seria homossexual, o que o presidente norte-americano respondeu: “Bem, eles disseram isso, mas não sei se foram só eles. Acho que muita gente está dizendo isso. O que lhe dá uma má vantagem inicial naquele país”.
A declaração vem em contexto de guerra entre Estados Unidos e Israel contra Irã. No país persa, relações entre pessoas do mesmo gênero são consideradas violação dos valores islâmicos. A lei islâmica baseada na sharia prevê punições para tais relações.
Assista ao vídeo (1min28s):
“Did the CIA tell you that Ayatollah Jr. is gay?”@POTUS: “They did say that… I think a lot of people are saying that — which puts him off to a bad start in that particular country.” pic.twitter.com/Gd5miHN6vQ
— Rapid Response 47 (@RapidResponse47) March 26, 2026
A Assembleia de Peritos do Irã, órgão composto por 88 clérigos eleitos de alto escalão, anunciou Mojtaba Khamenei como novo líder supremo do país em 8 de março. Antes de assumir a liderança suprema, ocupava o cargo de clérigo de posição intermediária. Ele é o 2º filho do aiatolá Ali Khamenei, morto em ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel no início da guerra.
Mulher denunciada por agredir casal gay em padaria é presa por atropelamento e fuga em SP
Lidiane 20 de junho de 2024
Policiais constataram que ela apresentava sinais de embriaguez, mas se negou a ser submetida ao teste do bafômetro
A mulher acusada de agredir um casal gay em uma padaria de São Paulo foi presa em flagrante por lesão corporal, após atropelar um homem, na madrugada de sexta-feira, 14, na Barra Funda, zona oeste da capital. O atropelamento aconteceu na Avenida Francisco Matarazzo.
Segundo a polícia, Jaqueline Santos Ludovico, de 33 anos, fugiu após atingir a vítima com seu carro, mas voltou ao local e foi presa. Os policiais constataram que ela apresentava sinais de embriaguez, mas se negou a ser submetida ao teste do bafômetro.
Câmeras de monitoramento flagraram o atropelamento. As imagens mostram quando o homem sinaliza para a motorista do carro que está sobre a faixa de pedestre. O veículo não freia e acaba atropelando o pedestre. A mulher que dirigia o carro seguiu adiante com o veículo, mas depois retornou acompanhada de uma irmã.
Conforme a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), policiais militares atenderam a ocorrência e verificaram que a mulher atingiu a vítima enquanto conduzia um Honda HR-V vermelho. “A mulher teria deixado o local e retornado posteriormente sem o veículo, apresentando falas contraditórias e sinais de embriaguez. Ela foi encaminhada ao 91.º DP (Ceasa) e o caso foi registrado como lesão corporal culposa na direção de veículo, fuga de local de acidente e embriaguez ao volante”, disse, em nota
A vítima, de 32 anos, foi levada para o Hospital São Camilo, unidade Santana, ficou em observação e já recebeu alta. Jaqueline passou por audiência de custódia e obteve o benefício da prisão domiciliar por ter filhos pequenos.
Ataque homofóbico
O caso anterior envolvendo Jaqueline aconteceu em fevereiro deste ano. Ela foi denunciada pelo Ministério Público de São Paulo por injúria, lesão corporal, ameaça e vias de fato após agredir um casal gay em uma padaria, no bairro de Santa Cecília. A mulher teria se irritado com o jornalista Rafael Gonzaga e o namorado dele, passando a proferir ofensas homofóbicas e indo para cima deles com socos, tapas e chutes. Rafael teve ferimentos no rosto.
A confusão teria se iniciado porque Jaqueline conversava com outra mulher em uma vaga de estacionamento e Rafael teria se aproximado com o carro para ocupar o local. Jaqueline se irritou e deu início às ofensas e agressões. Segundo o MP, ela vai responder por injúria, lesão corporal e ameaça.
A reportagem entrou em contato com a defesa de Jaqueline e aguarda retorno.



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