6 de junho de 2026
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  • 20:10 PF diz que EUA classificarem facções como terroristas é “equívoco”
  • 16:26 Deputado Veter Martins propõe normas para reforçar proteção de dados de crianças e adolescentes em sistemas de ensino
  • 08:58 Cervejas sem glúten cresceram 417,68% em 2025, diz anuário
  • 05:14 Programa voltado à promoção integral dos direitos dos jovens está em tramitação na Casa


O deputado estadual Eliel Junior (SD) coordenou a instalação da Frente Parlamentar de Combate ao Feminicídio, em reunião híbrida, realizada no início da tarde desta terça-feira, 2. A proposta foi defendida pelo parlamentar em requerimento protocolado no final de abril e instituída por meio do decreto administrativo nº 4.367, de 14 maio de 2026.

De acordo com Eliel Junior, a iniciativa foi motivada pelo avanço dos casos de violência letal contra mulheres no Estado. “Nosso objetivo é contribuir com a rede de proteção, identificar eventuais fragilidades nos mecanismos atualmente existentes e propor soluções para prevenir novas ocorrências. Este será um espaço permanente de diálogo, fiscalização e construção legislativa”, sublinhou o proponente da matéria e coordenador da nova frente.  

Como encaminhamentos iniciais, foram propostos: o levantamento de dados atualizados, o mapeamento da rede estadual de proteção e atendimento, a realização de audiências e reuniões técnicas, o acompanhamento da execução das políticas públicas existentes, elaboração de propostas legislativas e recomendações institucionais. 

Além do coordenador, o colegiado conta com os seguintes membros titulares: Alessandro Moreira (PRD), Amauri Ribeiro (PL), Anderson Teodoro (PRD), Bia de Lima (PT), Cristóvão Tormin (PRD), Dr. George Morais (MDB), Jamil Calife (PP), José Machado (PSDB), Karlos Cabral (PSB), Lucas Calil (PRD), Lucas do Vale (PSD), Mauro Rubem (PT), Ricardo Quirino (Republicanos), Talles Barreto (UB), Veter Martins (PSB) e Wilde Cambão (UB). 

Por meio da iniciativa, Eliel Junior reafirma o compromisso do Parlamento goiano com o fortalecimento das políticas públicas em defesa da vida e da dignidade das mulheres. A instalação contou com transmissão ao vivo, via YouTube, e pode ser acessada aqui

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta segunda-feira (18/5) um novo levantamento focado nas intenções de voto para o Senado por Goiás nas eleições de 2026. O estudo abrange as modalidades espontânea e estimulada.

Os resultados apresentados refletem a soma do primeiro e do segundo votos dos eleitores. Essa metodologia foi aplicada porque a próxima disputa contará com duas vagas abertas para a bancada goiana no Congresso Nacional.

Na modalidade espontânea, em que os entrevistados mencionam seus candidatos favoritos sem uma lista prévia, a ex-primeira-dama Gracinha Caiado, do União Brasil, aparece na liderança, com 3,9% das intenções de voto. Logo atrás aparecem o deputado federal Gustavo Gayer, do PL, registrando 3,4%, o senador Vanderlan Cardoso, do PSD, com 1,6%, e o deputado federal Zacarias Calil, do MDB, lembrado por 1,0%.

Os demais nomes citados não alcançaram 1% das menções na abordagem. Já o total de eleitores que se declararam indecisos ou que preferiram não opinar atingiu a expressiva marca de 82,4%.

No cenário estimulado, com a apresentação formal da lista de concorrentes, Gracinha Caiado consolida sua liderança isolada ao somar 36,9% das respostas. Vanderlan Cardoso, que tentará a reeleição, figura em segundo com 26%.

A terceira posição é ocupada por Gustavo Gayer, que registra 22,2% na sondagem. Ele é seguido de Zacarias Calil (MDB), com 20,8%; Delegado Humberto Teófilo (Novo), 12,6%; Alexandre Baldy (PP), 11,6%.

Os pesquisadores ouviram 1.350 eleitores presencialmente entre os dias 15 e 17 de maio de 2026. A amostragem conta com nível de confiança de 95% e margem de erro padrão de 2,7 pontos percentuais.

O levantamento estatístico foi contratado pela GSTV Goiás Comunicação Ltda, empresa responsável pela TV Sucesso e Band Goiás. O registro da pesquisa foi realizado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número GO-02070/2026.

Veja os números abaixo.

Pesquisa espontânea

Maioria esmagadora (82%) afirmaram não saber em quem votar para senador ou não opinaram.

  • Gracinha Caiado (União Brasil): 3,9%
  • Gustavo Gayer (PL): 3,4%
  • Vanderlan Cardoso (PSD): 1,6%
  • Zacarias Calil (MDB): 1,0%
  • Alexandre Baldy (PP): 0,4%
  • Delegado Humberto Teófilo (Novo): 0,2%
  • Luis Cesar Bueno (PT): 0,1%
  • Outros nomes citados: 1,0%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 6,0%
  • Não sabe/Não opinou: 82,4%%

Cenário estimulado

  • Gracinha Caiado (União Brasil): 36,9%
  • Vanderlan Cardoso (PSD): 26,0%
  • Gustavo Gayer (PL): 22,2%
  • Zacarias Calil (MDB): 20,8%
  • Delegado Humberto Teófilo (Novo): 12,6%
  • Alexandre Baldy (PP): 11,6%
  • Professor Marcelo Moreira (PSOL): 6,4%
  • Luis Cesar Bueno (PT): 3,3%
  • Humberto Chaves (PSOL): 2,6%
  • Oséias Varão (PL): 1,9%
  • Iure Castro (Cidadania): 1,1%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 9,8%
  • Não sabe/Não opinou: 7,3%



Autor Manoel Messias Rodrigues


Representante dos consumidores de energia critica remate e diz que contratação de térmicas elevará custos e emissões

A FNCE (Frente Nacional de Consumidores de Energia) criticou o resultado do LRCAP 2026 (Leilão de Reserva de Capacidade), realizado pelo governo federal na 4ª feira (19.mar.2026), e afirmou que a medida pode elevar em ao menos 10% a conta de luz dos brasileiros nos próximos anos.

O leilão, que contratou cerca de 19 GW (gigawatts) de potência –quase integralmente de usinas termelétricas a gás natural, além de projetos a carvão, irá criar um custo anual estimado em até R$ 39 bilhões ao setor elétrico, segundo a frente. Esses valores, na avaliação da FNCE, tendem a ser repassados às tarifas pagas pelos consumidores.

“Ao insistir em beneficiar diversos grupos de geração obrigará os consumidores brasileiros a contratar muito mais do que o necessário fontes de energia mais caras e mais poluentes”, afirmou por meio de nota. 

O LRCAP é um mecanismo usado para garantir que o sistema elétrico tenha capacidade disponível para atender à demanda em momentos críticos, como períodos de seca. Nesses leilões, os empreendimentos são remunerados pela disponibilidade de geração, e não apenas pela energia efetivamente produzida.

Para a FNCE, no entanto, o certame teve baixa concorrência e privilegiou fontes mais caras e poluentes. A representação de consumidores afirma que o nível de deságio foi reduzido (13,6%), indicando pouca disputa entre os participantes e preços elevados.

O presidente da frente, Luiz Eduardo Barata, disse que o volume contratado é “excessivo” e criticou a condução da política energética. Segundo ele, o Ministério de Minas e Energia teria cedido à pressão de agentes do setor de geração ao priorizar termelétricas em vez de adotar critérios mais neutros entre fontes.

Afirmou que além dos contratos firmados no leilão, os consumidores ainda terão de arcar com os custos de combustível quando as usinas forem acionadas, o que pode ampliar o impacto nas tarifas. Entre os efeitos indiretos, a FNCE cita pressão sobre a inflação e aumento das emissões de gases de efeito estufa.

Uma nova rodada do LRCAP está agendada para a 6ª feira (20.mar), com foco na contratação de usinas movidas a óleo, o que, segundo a entidade, pode elevar ainda mais os custos do sistema.



Autor Poder360 ·


Ex-presidente passa por cirurgia para correção de duas hérnias inguinais; redução será por meio de incisões nas virilhas

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fazem vigília em frente ao Hospital DF Star, em Brasília. O ex-chefe do Executivo passa, na manhã desta 5ª feira (25.dez.2025), por uma cirurgia para correção de duas hérnias inguinais

Os apoiadores cantaram louvores. Uma das mulheres que estava com o grupo estendeu bandeiras do Brasil e de Israel no gramado do prédio e ajoelhou enquanto orava pelo ex-presidente.

Assista (32s):

O grupo afirmou que a vigília é para orar pela saúde de Bolsonaro e pelo futuro do Brasil. Também manifestaram apoio a pré-candidatura do senador e filho 01 do ex-presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Assista (1min14s):

A cirurgia, que começou por volta das 9h, deve demorar de 3 a 4 horas. O procedimento é realizado por meio das incisões feitas nas virilhas para a redução de duas hérnias. Há também o reposicionamento das alças intestinais na cavidade abdominal.

Bolsonaro foi transferido na manhã de 4ª feira (24.dez) da Superintendência da PF, em Brasília, para o Hospital DF Star, onde passou por exames pré-operatórios. De acordo com o médico,“foi submetido a uma bateria de exames pré-operatório de rotina”, incluindo uma angiotomografia das coronárias. O médico afirmou que foram detectadas “pequenas placas de gordura que não comprometem a cirurgia”.

O ex-presidente tem duas hérnias, uma do lado direito e outra do lado esquerdo. Uma hérnia inguinal ocorre quando uma alça do intestino ou tecido abdominal se projeta através de um ponto fraco ou abertura que se forma na parede muscular do abdômen, perto da região da virilha. Ou seja, é um pequeno “buraco” que se abre. Essa passagem é operada e reparada em geral com a colocação de uma tela de polipropileno, um material sintético biocompatível que reforça a parede abdominal e fica integrado aos tecidos do corpo.

CIRURGIA DE BOLSONARO

O laudo da PF (Polícia Federal) e protocolos médicos para o caso indicam que o procedimento deve seguir a técnica convencional (aberta), que consiste nos seguintes passos:

  • incisão e reposicionamento: o cirurgião realiza um corte na região da virilha (neste caso, em ambos os lados, por ser bilateral) para localizar a hérnia –que é quando uma parte do intestino ou gordura atravessa um ponto de fraqueza na musculatura. Esse conteúdo é empurrado de volta para dentro da cavidade abdominal;
  • reforço com tela: o ponto central da cirurgia é a colocação de uma tela de polipropileno (uma rede sintética resistente). Essa tela é fixada sobre a falha muscular para reforçar a parede abdominal, agindo como um “remendo” que impede a saída de tecidos novamente.



Autor Poder360 ·


A presidente da Câmara Municipal de Anápolis, vereadora Andreia Rezende (Avante), apresentou nesta quarta-feira (10/12) um balanço das ações de 2025, durante a última sessão ordinária do ano. Em discurso no plenário, ela classificou o período como “intenso, desafiador e profundamente transformador” para o Legislativo e para a cidade, marcando um ciclo de reorganização institucional e fortalecimento político.

Andreia destacou que o ano foi atravessado por dificuldades financeiras que afetaram tanto o município quanto a própria Câmara, exigindo medidas de austeridade e readequação administrativa. Ainda assim, segundo ela, a gestão legislativa respondeu com articulação e resiliência. “Cada vereador buscou seus aliados, articulou recursos e enfrentou portas fechadas, mas ninguém recuou. Mesmo diante da crise, encerramos 2025 com resultados históricos”, afirmou.

O Legislativo, de acordo com a presidente, consolidou-se como espaço estratégico de diálogo e pactuação. A Casa recebeu parlamentares estaduais e federais, além de diversas autoridades, aproximando o debate público das necessidades locais: “A movimentação constante mostra algo evidente, que a Câmara de Anápolis tem força, respeito e protagonismo”, disse.

Legislativo presente nas demandas populares

Ao longo do ano, os vereadores também ampliaram a presença em bairros e comunidades, levando serviços e acompanhando demandas populares. Entre as ações impulsionadas ou monitoradas pela Câmara, Andreia citou o Feirão do Emprego, o mutirão Saúde Agora, iniciativas de castração animal, mutirões de cirurgias de catarata, a atuação da Procuradoria da Mulher e o avanço de protocolos de atendimento à população em situação de rua e mulheres vítimas de violência. Houve ainda acompanhamentos técnicos relacionados à mobilidade, saneamento, iluminação pública, resíduos sólidos e obras estruturantes do município.

No campo das garantias sociais, a presidente sublinhou conquistas como a convocação integral do cadastro reserva dos pedagogos concursados, avanços em direitos da educação municipal, encaminhamentos para pessoas com deficiência e o acompanhamento de políticas habitacionais, como a prorrogação do prazo para o programa Meu Lote, Minha História.

Políticas voltadas para economia local

Andreia também enfatizou o esforço para fortalecer o setor produtivo local, apontando o empreendedorismo como motor para emprego, renda e desenvolvimento econômico. “Uma cidade que cresce precisa de políticas que acolham e facilitem a vida de quem trabalha e empreende”, observou.

Em sua fala, a presidente destinou agradecimentos aos servidores ativos e aposentados da Câmara, destacando o papel essencial das equipes técnicas para o funcionamento institucional e para a execução das ações ao longo do ano.

Ao encerrar o balanço, a parlamentar ressaltou que 2025 deixa um legado de organização, diálogo e compromisso público:

“Fizemos o melhor por Anápolis, com responsabilidade, união, coragem e coerência. Que 2026 nos encontre ainda mais fortes e preparados para continuar construindo a cidade que o nosso povo merece”, concluiu.

Autor Rogério Luiz Abreu


Levantamento do AtlasIntel realizado às vésperas do 1º turno mostra candidato da direita com 49%, diante de 39% da oponente de esquerda

Os eleitores chilenos definiram neste domingo (16.nov.2025) que o 2º turno das eleições presidenciais do Chile, marcado para 14 de dezembro. José Antonio Kast (Partido Republicano, direita) vai enfrentar a governista Jeannette Jara (Partido Comunista, esquerda).

Kast ficou atrás de Jara (24% contra 26%). Mas tem vantagem na simulação de votação final. Segundo um levantamento realizado de 10 a 14 de novembro com 3.118 eleitores pela AtlasIntel, o político do Partido Republicano tem 49% e está 10 pontos percentuais à frente da política do Partido Comunista, que tem 39%.

A projeção mais favorável para o candidato de direita em um 2º turno é reflexo das dificuldades do atual presidente, Gabriel Boric (Frente Ampla, esquerda) em cumprir as promessas de seu mandato, como a reforma da Constituição, que continua a mesma desde a ditadura de Augusto Pinochet (1915-2006), que governou o país de 1973 a 1990.

O mandato presidencial no Chile é de 4 anos e não há reeleição. A posse do sucessor de Boric será em 11 de março.

Conheça os candidatos e suas propostas de governo:

José Antonio Kast nasceu em Santiago, em uma família de imigrantes alemães, e se formou advogado pela Universidade Católica do Chile. É candidato a presidente pela 3ª vez –tentou antes em 2017 e 2021. Foi deputado por 4 mandatos consecutivos, de 2002 a 2018. Em 2016, deixou o partido União Democrática Independente e, em 2019, fundou o Partido Republicano do Chile.

Kast foi um dos principais opositores à 1ª proposta de reforma da Constituição, em 2022, que foi capitaneada por partidos de esquerda. Depois, também foi contra a 2ª tentativa, mesmo com seu partido tendo sido majoritário na constituinte.

Os principais pontos de sua campanha são a segurança pública e a imigração. Em seu programa de governo, Kast defende o combate ao crime organizado e o controle da migração para aumentar a segurança. As medidas incluem fechar as fronteiras para imigrantes sem documentação, criminalizar a migração irregular, construir muros e expandir prisões.

O político também propõe reduzir impostos para grandes e médias empresas, reformar a previdência, cortar gastos públicos e formar parcerias público-privadas para áreas da saúde, educação e moradia.

Jeannette Jara nasceu em 1974 na comuna de Conchalí, na região metropolitana de Santiago.  Ingressou na Juventude Comunista, ala jovem do Partido Comunista, aos 14 anos, e se filiou à legenda aos 25, em 1999. Formada em administração pública e direito pela Universidade de Santiago e pela Universidade Central do Chile, respectivamente, foi a 1ª pessoa de sua família a concluir o ensino superior.

Jara foi subsecretária da Previdência Social (2016-2018), durante o 2º governo de Michelle Bachelet (2014-2018), e ministra do Trabalho de 2022 a abril de 2025, no governo Boric. Nesse período, Jara viabilizou o aumento gradual do salário mínimo e a redução da jornada de trabalho de 45 para 40 horas semanais. 

Os principais temas de sua campanha são: crescimento econômico, problemas sociais e segurança pública. Em seu programa de governo, a candidata planeja introduzir um salário mínimo de 750 mil pesos por mês, impulsionar empregos e elevar a exploração de lítio por meio da criação da Empresa Nacional de Lítio. Para controlar a dívida pública, Jara planeja fortalecer a arrecadação tributária e adotar medidas contra a sonegação. 

Os planos para segurança envolvem modernização da polícia, construção de novas prisões, aumento da capacidade prisional, mobilização das Forças Armadas para proteger as fronteiras e suspensão do sigilo bancário para investigar transações suspeitas. Na saúde, defende o estabelecimento de um preço máximo para medicamentos essenciais e a formação de convênios entre prestadores públicos e privados.



Autor Poder360 ·


Uma nova frente fria deve provocar tempestades em Goiás a partir desta segunda-feira (13/10), de acordo com o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo). O fenômeno favorece o aumento das áreas de instabilidade em todo o estado, com previsão de sol com variação de nuvens e pancadas de chuva forte isoladas.

O Cimehgo recomenda atenção da população para riscos de alagamentos em áreas urbanas.

As regiões sul e sudoeste do estado devem registrar os maiores volumes de chuva, entre 12 mm e 15 mm, com temperaturas variando entre 19°C e 33°C. No norte e oeste, as precipitações devem ser menores, entre 8 mm e 10 mm, com temperaturas mínimas de 22°C e máximas de 38°C.

Na capital, Goiânia, a previsão é de sol com pancadas de chuva isoladas, temperaturas entre 19°C e 33°C, e acumulado de até 7 mm.

A umidade do ar, que tem registrado níveis baixos em torno de 30%, deve subir para 40% com a chegada da frente fria. A Defesa Civil reforça a importância de evitar áreas de risco, redobrar a atenção em locais sujeitos a alagamentos e ter cuidado no trânsito durante este período de instabilidade climática.

André Amorim, gerente do Cimehgo, alerta para os perigos associados às chuvas: “Para quem mora na cidade, é recomendado cuidados redobrados com alagamento, transbordamento, problemas de árvores que possam cair, por conta das rajadas de vento e eventualmente teremos também granizo”, afirmou.

Além disso, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) destaca que o fenômeno La Niña, que começou a se formar em setembro, deve intensificar a atuação de sistemas responsáveis pela distribuição de chuvas na região.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Na manhã desta sexta-feira, 29, o lixão de Silvânia se tornou o cenário de uma visita técnica que o coloca como um possível modelo a ser replicado em todo o país. O coordenador da Frente Parlamentar pela Erradicação dos Lixões da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), deputado Clécio Alves (Republicanos), esteve no local acompanhado do deputado Issy Quinan (MDB), do prefeito por Silvânia, Carlos Mayer (UB), do vice-prefeito, Fábio André (PL), além de outras autoridades locais.

A visita teve como objetivo principal verificar o trabalho de encerramento do lixão, uma iniciativa da atual gestão municipal que se tornou uma referência para a Frente Parlamentar. Segundo o deputado Clécio Alves, a experiência de Silvânia será apresentada como um caso de sucesso na próxima audiência pública sobre o tema, marcada para o dia 27 de setembro.

Durante a visita, o prefeito Carlos Mayer relatou o cenário caótico encontrado no início de sua gestão, com pilhas de lixo que chegavam a dez metros de altura e dificultavam até o acesso dos caminhões. A solução encontrada foi simples, mas eficaz. Com um investimento baixo e uma decisão política firme, a prefeitura conseguiu erradicar 80% do lixo em apenas oito meses, transformando o que antes era uma montanha de detritos em um aterro sanitário controlado.

“O que foi feito aqui é uma solução de arroz com feijão, mas de forma responsável e sustentável”, afirmou o parlamentar, elogiando a gestão municipal. “É uma prova de que é possível resolver um problema crônico de forma rápida e eficiente”. O deputado Issy Quinan reforçou a importância do trabalho: “Esse modelo vai servir de espelho para as mais variadas cidades, desde que tenham a vontade política de solucionar esse problema”.

O secretário de Meio Ambiente, Cleto Gonçalves, destacou que a iniciativa é um grande avanço para a saúde pública. “Acabar com o lixão melhora o ar e a saúde da população”, pontuou. A fala foi complementada pelo presidente da Câmara Municipal, Genilton Jorge (PL), que ressaltou que a obra de baixo custo traz um benefício imensurável para os moradores do entorno, que sofriam com problemas respiratórios e a proliferação de doenças.

“É uma obra de altíssimo valor social e de baixíssimo custo”, disse o vereador, parabenizando a gestão municipal. Com o exemplo de Silvânia, a Frente Parlamentar de Erradicação dos Lixões de Goiás busca incentivar outras cidades a adotarem a mesma postura e, assim, avançar no combate a um problema que afeta grande parte dos municípios brasileiros.

 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Mau cheiro, presença de urubus, lixo a céu aberto e trabalhadores em situação de extrema vulnerabilidade. Esse foi o cenário encontrado pelo coordenador da Frente Parlamentar pela Erradicação dos Lixões da Assembleia Legislativa, deputado Clécio Alves (Republicanos), em visita realizada ao lixão localizado na zona rural de Caldas Novas, a 170 quilômetros de Goiânia.

A diligência feita nesta terça-feira, 29, teve como objetivo verificar as operações do local e avaliar sua conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que determina a erradicação dos lixões e a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos.

Segundo informações coletadas durante a visita, o local recebe cerca de 90 toneladas de lixo por dia e conta com 59 catadores de materiais recicláveis, todos atuando de forma informal. Embora alguns relatem ganhos maiores na informalidade, o ambiente insalubre, a ausência de direitos trabalhistas e a falta de infraestrutura expõem os trabalhadores a riscos à saúde e à segurança.

Clécio Alves classificou a situação como desumana. “É lamentável que, em pleno Século 21, ainda existam locais como esse. Nossa luta é para que cada município goiano encerre de vez seus lixões e adote políticas públicas que garantam dignidade e sustentabilidade”, declarou.

Na vistoria, o parlamentar conversou com trabalhadores como José Aparecido, que atua no local há mais de 20 anos. Apesar de preferir a informalidade pelos ganhos financeiros, ele descreveu uma rotina marcada por esforço físico extremo, transporte de materiais em carrinhos improvisados e ausência de qualquer tipo de assistência. “A gente precisa do dinheiro, é o que sustenta a família. Contudo, carregar tudo nas costas, sem poder nem entrar direito lá dentro, é muito difícil. Já perdi até material que valia muito dinheiro e ninguém resolveu nada”, relatou.

Givanilda do Nascimento, também catadora, expressou o desejo de trabalhar em condições mais seguras e com garantias legais. “Seria bom se a gente pudesse ter um espaço organizado, com segurança e direitos. O que a gente tira daqui é pra comer, mas todo dia é uma luta. Já perdi trabalho por causa de confusão aqui, fui reclamar e nada foi resolvido”, desabafou.

Contraponto

Clécio Alves fez um duro contraponto à realidade encontrada no local. Para o parlamentar, a existência de um lixão a céu aberto em uma das cidades turísticas mais importantes do estado revela um grave descaso com o meio ambiente, com a saúde pública e com a imagem do município.

“Caldas Novas é um cartão-postal de Goiás. Pessoas do mundo todo vêm para cá, para esse paraíso das águas quentes. E o que encontramos é um lixão a céu aberto, com urubus, todo tipo de lixo espalhado, contaminando o solo e o lençol freático. Isso não condiz com o status de uma cidade turística reconhecida mundialmente”, criticou.

Alves observou, ainda, que a situação poderia ser diferente se houvesse vontade política e planejamento adequado. “Lá em Rio Verde, por exemplo, já foi implantado um sistema de transbordo que dá destino correto ao lixo. Isso aqui também tem solução, mad é preciso compromisso e ação por parte da gestão municipal”, reforçou.

O parlamentar afirmou que, além do impacto ambiental, a falta de estrutura para os catadores também precisa ser enfrentada. “Esses trabalhadores precisam de dignidade. Precisam de carteira assinada, direitos trabalhistas, segurança no ambiente de trabalho. Não é justo que eles vivam expostos ao risco de contaminação, sem qualquer tipo de proteção ou respaldo legal”, enfatizou.

Segundo Clécio, a Frente Parlamentar pretende articular junto ao Ministério Público para cobrar medidas imediatas. “Estamos trabalhando para mudar essa realidade em todo o estado. Goiás não pode mais conviver com lixões. É possível avançar e nós vamos cobrar”, concluiu.

Frente Parlamentar já percorreu seis municípios goianos

A visita a Caldas Novas faz parte de uma série de fiscalizações realizadas pela Frente Parlamentar pela Erradicação dos Lixões, que já percorreu os municípios de Padre Bernardo, Formosa, Santo Antônio do Descoberto, Piracanjuba, Anápolis e Guapó. De acordo com Alves, apenas Guapó possui um aterro sanitário adequado. “As demais cidades visitadas apresentam lixões expostos, em completa desconformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos”, denunciou.

O grupo parlamentar pretende entregar um relatório ao Ministério Público e Governo de Goiás e à Secretaria Estadual de Meio Ambiente, com recomendações para que medidas sejam adotadas o quanto antes.

 

 

 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Liderada pelo deputado Clécio Alves, do Republicanos, a Frente Parlamentar pela Erradicação dos Lixões no Estado de Goiás realizou, nesta quarta-feira, 23, uma vistoria no depósito de resíduos sólidos de Santo Antônio do Descoberto, município do Entorno do Distrito Federal. O objetivo da diligência foi verificar as operações das instalações e avaliar a conformidade com as normas ambientais e sanitárias, em alinhamento com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que visa à gestão sustentável de detritos e a eliminação dos lixões no Brasil.

Alves apontou que a frente parlamentar busca soluções para os mais de 130 lixões ainda ativos em Goiás, segundo dados da Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Ao chegar ao local, o parlamentar ressaltou a urgência em resolver a questão do lixão de Santo Antônio do Descoberto, que causa graves danos ao meio ambiente. Ele informou que a Secretaria de Meio Ambiente e a prefeita Jéssica do Premium, esposa do deputado André do Premium, já haviam sido notificados sobre a diligência.

Clécio Alves enfatizou a necessidade de destinar o lixo para o aterro sanitário de Águas Lindas, que, segundo ele, fica próximo ao local. “É muito fácil, é só pegar esse lixo que os caminhões estão descarregando e levar para o aterro, onde será destinado da forma correta, e vai deixar de contaminar o lençol freático. Isso aqui é muito grave, é muito sério”, afirmou o deputado. Ele destacou, ainda, que a despesa do município com saúde, em decorrência dos impactos do aterro irregular, é “impagável, incalculável”.

O deputado lamentou que, apesar de o encerramento do lixão de Santo Antônio do Descoberto ter sido previsto para outubro de 2024, nada foi cumprido. Ele relembrou que a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu prazos para a erradicação desses locais de descarte desde 2010, com prorrogações até 2021, e que houve programas do governo federal para a construção de aterros, mas a situação persiste.

O presidenre da frente alertou para as condições desumanas em que vivem os catadores de resíduos no local, descrevendo a situação como análoga à escravidão, com pessoas expostas a todo tipo de risco sanitário, em meio a urubus, moscas e animais. Ele também destacou o risco de explosões e incêndios devido ao chorume e aos gases gerados no depósito.

Modelo

O parlamentar citou o exemplo de Senador Canedo, onde não existem mais catadores de resíduos nos lixões, pois foram cadastrados e contratados para trabalhar no aterro sanitário do município. Afirmou que o mesmo modelo deve ser buscado para Santo Antônio do Descoberto e demais municípios goianos.

Ele ressaltou que a frente parlamentar, sob sua presidência e com o apoio de outros deputados estaduais, do governador Ronaldo Caiado, prefeitos, vereadores, Ministério Público e órgãos ambientais, está empenhada em erradicar os lixões em Goiás. “Nem que seja a única bandeira do nosso mandato, isso vai acabar em pouco tempo, custe o que custar”, declarou o deputado. Po fim, informou ter conversado com o governador Ronaldo Caiado (UB), que demonstrou foco na questão, com o objetivo de tornar Goiás um estado livre de lixões.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás