9 de março de 2026
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A Polícia Civil de Goiás desarticulou um grupo suspeito de fraudar seguros de veículos em Goiânia. A Operação “Falso Sinistro” foi deflagrada nesta sexta-feira (12) pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores, resultando na prisão de três pessoas.

As investigações apontam que o prejuízo para as seguradoras chega a aproximadamente R$ 700 mil. O valor não inclui o lucro que os criminosos obtinham com a venda ilegal das peças dos veículos fraudados.

O caso começou a ser apurado após a comunicação de um suposto roubo de uma caminhonete em Goiânia, em maio deste ano. Uma mulher relatou à polícia que dois assaltantes encapuzados e armados haviam levado o veículo.

Durante as investigações, no entanto, surgiram indícios de que o crime não aconteceu. O delegado Fernando Gama explicou que a suposta ocorrência fazia parte de um esquema maior de fraudes, envolvendo pelo menos outros três casos semelhantes.

De acordo com as investigações, o grupo simulava roubos para justificar o desaparecimento dos carros. Os veículos eram então desmanchados e suas peças eram comercializadas de forma clandestina. Paralelamente, os integrantes do esquema acionavam as seguradoras para receber indenizações de forma indevida.

O principal investigado utilizava sua própria estrutura comercial e um lote vizinho à sua residência como ponto de desmonte e armazenamento das peças destinadas à venda ilegal.

Na fase operacional, foram cumpridos três mandados de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão domiciliar, todos na capital goiana. Foram presos a mulher que fez a falsa comunicação de crime, o pai dela e o proprietário de um estabelecimento comercial de autopeças, apontado como líder do esquema.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Duas mulheres de 66 e 78 anos foram presas na quinta-feira (4), em Goiás, acusadas de fazer parte de um grupo que usava documentos falsos para obter benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Além delas, uma mulher de 40 anos e um homem de 25 anos também foram detidos. A Polícia Civil de Goiás não divulgou os nomes dos suspeitos nem informou se eles têm advogados constituídos.

O grupo foi desmantelado após a mulher de 66 anos tentar sacar o Benefício de Prestação Continuada (BPC) em uma agência bancária de Orizona, a 137 km de Goiânia. O BPC oferece um salário mínimo mensal a pessoas de baixa renda com 65 anos ou mais, ou a pessoas com deficiência. Durante o atendimento, a idosa apresentou documentos que levantaram suspeitas nos atendentes do banco, que acionaram a Polícia Civil.

Os agentes abordaram a mulher dentro de um carro, onde também estavam outras três pessoas. No veículo, foram encontrados documentos falsos, incluindo carteiras de trabalho e identidades, além de R$ 4.469 em espécie. A polícia revelou que R$ 2.824 desse total haviam sido sacados pela mulher de 78 anos horas antes, em outra agência bancária, utilizando documentos de terceiros.

As investigações revelaram que o grupo estava na cidade de Orizona há uma semana, tentando aplicar golpes para obter os benefícios do INSS. Os quatro suspeitos foram presos em flagrante por estelionato e associação criminosa, pondo fim às atividades fraudulentas do grupo na região.

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