12 de janeiro de 2026
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Segundo o pré-candidato, Ciro Nogueira foi uma das primeiras pessoas que o incentivou a lançar seu nome ao Palácio do Planalto

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, disse nesta 3ª feira (6.jan.2026) que os caciques da federação União Progressista, Ciro Nogueira (PP-PI) e Antônio Rueda (União Brasil) são entusiastas de sua candidatura. Durante podcast guiado pelo blogueiro Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente João Figueiredo, Flávio afirmou ter boa relação com os líderes. 

“As conversas são muito boas. Eles são entusiastas também da minha pré-candidatura e está todo mundo nessa página […]  E, assim, eu acredito de verdade que eles virão com o nosso palanque, eu não sei se mais cedo ou mais tarde”, declarou o filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL). 

Segundo Flávio, Nogueira foi uma das primeiras pessoas que o incentivou a divulgar seu nome enquanto candidato ao Palácio do Planalto, para assim entender o cenário político e as nuances eleitorais até o pleito.

Ao Poder360, o União Brasil afirmou que não iria se posicionar sobre a declaração de Flávio. Este jornal digital também procurou o PP a respeito das falas do filho de Jair Bolsonaro, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado em caso de manifestação.

“escolha segura”

Flávio também considerou arriscado que a direita brasileira dispute o governo de São Paulo sem Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). O senador avalia que a reeleição do atual governador seria a escolha mais “segura” para o Estado, avalizando assim a sua própria candidatura ao Planalto. 

“Se ele [Tarcísio] fosse candidato à Presidência, colocaria muito em risco. Perder o Estado de São Paulo e também, por que não, o risco de perder eleição presidencial para o Lula, o Tarcísio perder para o Lula. Então, a minha pré-candidatura dá segurança pra esse palanque”, declarou. 

críticas a lula

Durante o podcast, Flávio criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), comparando-o a uma “picanha podre e estragada”. O filho de Bolsonaro lembrou a campanha eleitoral de Lula em 2022, na qual o petista afirmou que o objetivo de seu governo era fazer com que o povo brasileiro voltasse a “comer picanha e tomar cervejinha”.

“Estragada e fedorenta. Sabe aquela cerveja choca, você consome? Cerveja choca, picanha estragada e podre, esse é o Lula. Um cara analógico, um cara que já deu a contribuição que ele tinha que dar para o país e enganou muita gente“, afirmou Flávio.

Candidatura de Flávio 

A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro foi anunciada em 5 de dezembro pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto (PL), que seguiu a indicação de Jair Bolsonaro. À época, o ex-presidente já estava preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

A escolha por Flávio foi articulada em outubro, durante viagem do senador aos Estados Unidos, para visitar o irmão Eduardo. O martelo foi batido por Jair em 25 de novembro, data em que Flávio foi visitar o pai na PF.



Autor Poder360 ·


Declaração se deu após ex-presidente cancelar entrevista por motivos de saúde; Moraes autorizou que ex-chefe do Executivo passe por cirurgia na 5ª feira (25.dez)

O senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) pediu que apoiadores continuem orando pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) depois que ele cancelou uma entrevista que daria nesta 3ª feira (23.dez.2025) por questões de saúde. 

”Como todo mundo sabe, ele está na iminência de se internar para fazer uma cirurgia. E tem dia que ele acorda bem, tem dia que ele acorda pior. Então hoje pode ter sido um dia que ele acordou mais indisposto”, disse o senador em vídeo publicado no Instagram. 

Horas depois, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes autorizou a saída temporária o ex-presidente da prisão para a realização de uma cirurgia. 

Bolsonaro está custodiado na Superintendência da PF (Polícia Federal, em Brasília), onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.

Moraes autorizou que Bolsonaro seja conduzido ao Hospital DF Star na 4ª feira (24.dez) para a realização de exames preparatórios. O procedimento cirúrgico, para correção de duas hérnias inguinais, está marcado para o dia seguinte, 25 de dezembro. Leia a íntegra (PDF – 121 kB).


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Autor Poder360 ·


Prefeito de São Paulo negou que Tarcísio seja candidato, mas disse que o governador “teria mais condições de agregar” do que Flávio

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), disse nesta 2ª feira (15.dez.2025) que apoiará a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República em 2026. 

Durante participação no programa Roda Viva, da TV Cultura, Nunes foi questionado sobre uma declaração dada em fevereiro, na qual afirmou que apoiaria e votaria em uma candidatura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O prefeito confirmou o posicionamento anterior.

Ao comentar a pré-candidatura do filho 01 do ex-presidente, Nunes disse que Flávio terá que negociar com diferentes setores da direita e do centro para consolidar sua campanha. 

“Flávio tem um grande papel. Ele tem essa capacidade de aglutinar. A gente precisa ter na Presidência pessoas com capacidade de aglutinar, de dialogar, essa é a grande missão dele, que eu torço para que ele consiga. Ele tem que exercer essa função […] Dentro da família Bolsonaro, Flávio é o que tem mais capacidade para fazer isso. Tem mais capacidade que o Eduardo [Bolsonaro] para fazer diálogos”, declarou. 

Nunes descartou uma eventual candidatura ao governo do Estado caso Tarcísio de Freitas (Republicanos) seja candidato ao Planalto. Voltou a dizer que o governador de São Paulo não tem intenção de concorrer à Presidência, mas citou um cenário hipotético em que o aliado teria mais condições do que Flávio Bolsonaro de agregar apoio do centro.

“Eu tenho uma relação pessoal com o Tarcísio, de amizade mesmo. Ele nunca se colocou como candidato. Ele aparece bem na pesquisa e as pessoas vão falando. Mas hipoteticamente, o Tarcísio teria mais condições de agregar e trazer o centro. Isso é indiscutível. Não é nenhum demérito ao Flávio, ele sabe disso”

CRÍTICA A TEBET EM SP 

Nunes disse que uma possível candidatura da ministra do Planejamento no Estado não teria “menor sentido”. Simone Tebet (MDB), colega de partido do prefeito, é cotada para se candidatar ao Senado ou ao governo estadual em São Paulo.

Tebet foi eleita senadora pelo Mato Grosso do Sul e fez carreira política no Estado. Caso decidisse concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, disputaria com Tarcísio, aliado de Nunes. 

“Não tem sentido a Simone ser candidata na cidade de São Paulo. Tenho uma relação pessoal com ela, acho ela uma excelente pessoa. Acho que ela tem que sair no Estado dela. Ela tem que defender o Estado no qual ela foi prefeita, senadora […] qual o sentido de uma pessoa de Mato Grosso do Sul, a vida toda política consolidada, toda a origem, todo o trabalho político lá, qual seria a lógica de ela vir pro Estado de São Paulo? Não tem menor cabimento”, declarou o prefeito.



Autor Poder360 ·


Senador afirma ser “mais centrado na política” e busca apoio político enquanto tenta conter a reação negativa do mercado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse neste domingo (7.dez.2025) que durante sua campanha para a disputa ao Planalto em 2026 será possível conhecer um “Bolsonaro diferente”. O senador participou de um culto em uma igreja evangélica em Brasília (DF) e, ao fim, foi questionado por jornalistas sobre a reação do mercado à notícia de sua candidatura. 

“Vocês terão a possibilidade de conhecer um Bolsonaro diferente. Um Bolsonaro muito mais centrado na política, que conhece Brasília. Um Bolsonaro que vai querer promover uma pacificação neste país, diferente do que estamos vendo no governo Lula”, declarou.

Na 6ª feira (5.dez), o dólar comercial subiu de R$ 5,337 às 12h45 para R$ 5,429 às 15h43 depois de notícias sobre a candidatura de Flávio. Às 15h22, o Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), recuava 2,93%, aos 159.631 pontos. Antes da veiculação da notícia, estava aos 165 mil pontos, recorde.

O economista Luís Otavio de Souza Leal, economista-chefe do G5 Partners, disse que o dólar teve alta porque a candidatura de Flávio acaba com a possibilidade de o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) concorrer ao Planalto, “ao mesmo tempo que aumenta a chance de Lula ganhar a eleição”.

“Ele [Flávio] ainda não foi testado em nenhuma pesquisa, mas, considerando o desempenho do seu irmão Eduardo [Bolsonaro] e de Michelle [Bolsonaro] na última pesquisa Genial/Quaest, é provável que o seu desempenho quando testado seja pior do que qualquer um dos governadores postulantes ao cargo”, afirmou.

Segundo Flávio, ele irá trabalhar para encontrar “boas parcerias” para apoiar o projeto de sua candidatura. Afirmou que irá se reunir com líderes do Centrão para entender o quanto de apoio, e a que custo, seu nome tem no Congresso Nacional.  

A INDICAÇÃO

Flávio foi escolhido pelo ex-presidente para disputar o Planalto 2026, uma vez que Jair Bolsonaro está preso na Superintendência da PF (Polícia Federal), em Brasília, por determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) depois que Bolsonaro tentou violar sua tornozeleira eletrônica com um ferro de soldar. 

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado que resultou no 8 de Janeiro

Em seu perfil no X, o senador confirmou a decisão do pai e disse que irá dar continuidade ao projeto de nação de Bolsonaro.

“É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação”, escreveu.

Com a decisão, fica definido ao menos no campo da direita que envolve os Bolsonaros quem vai para a disputa em 2026. Há outros nomes cotados para 2026, como os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ratinho Junior (PSD-PR), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), e Romeu Zema (Novo-MG).



Autor Poder360 ·


A família Bolsonaro sinalizou nesta sexta-feira (5/12) uma estratégia explícita para preservar seu peso político na direita: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi apresentado como o nome indicado pelo pai para disputar a Presidência em 2026. A escolha é vista por aliados como tentativa de manter o núcleo familiar no centro das negociações que vão moldar a campanha.

A indicação busca garantir poder de barganha ao bolsonarismo familiar nas articulações partidárias que ganham ritmo nos próximos meses. Ao mesmo tempo, analistas alertam para os riscos: a condenação e prisão de Jair Bolsonaro podem contaminar a imagem de uma candidatura associada diretamente ao ex-presidente.

A decisão empurra para a retaguarda pretensões de aliados que ambicionavam o apoio do ex-presidente — como o nome do governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que vinha sendo cotado por caciques políticos. Parlamentares próximos a Flávio dizem que ele recebeu orientações do pai para intensificar a projeção nacional, ampliar participação em eventos públicos e articular ações também em âmbito estadual.

O próprio senador anunciou a indicação nas redes sociais: “É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação”, disse Flávio.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou o apoio do partido em nota oficial e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comentou a nota do PL nas redes sociais.

“Que o Senhor te dê sabedoria, força e graça em cada passo, e que a mão d’Ele conduza o teu caminho para o bem da nossa nação”, escreveu Michelle.

Aliados apontam falta de competitividade

A indicação, porém, ainda precisa ser consolidada internamente. Membros do PL dizem que a pré-candidatura de Flávio depende de costura partidária e de adesões em setores mais amplos do bolsonarismo. Por ora, a avaliação entre deputados e dirigentes é de que o senador não é ainda competitivo nacionalmente.

Analistas consultados apontam que a estratégia tem dupla função: afirmar que o bolsonarismo continua vivo como ator decisivo e criar capital política para negociar palanques e alianças. Mas ressaltam que há riscos consideráveis, sobretudo pela associação direta com Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e preso em processo relacionado às tentativas de atentado à ordem democrática.

A prisão do ex-presidente levanta um ponto sensível para a campanha: ela pode prejudicar a narrativa que hoje tenta obter anistia aos condenados pelos atos golpistas, tese que o núcleo bolsonarista defende. Especialistas lembram que a repercussão desse capítulo judicial pode afastar eleitores moderados e provocar resistência em setores que ainda contemplavam o apoio de Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro: orientações do pai para ampliar sua projeção nacional, como participação em eventos públicos e estratégias que contemplem ações estaduais

Fontes próximas a Flávio informam que o senador tem recorrido a orientações do pai para ampliar sua agenda pública. Flávio visitou Jair Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, na última terça-feira (2/12). A previsão é de que Michelle faça nova visita ao marido e que Flávio retorne ao encontro familiar na próxima terça-feira (9/12), com autorização do ministro do STF Alexandre de Moraes.

A movimentação dentro do PL também sinaliza tentativa de unificação. A nota de Valdemar Costa Neto tende a fechar fileiras no partido, ao menos publicamente. Resta saber até que ponto lideranças nacionais e estaduais aceitarão a opção por um nome do núcleo familiar, diante de incertezas eleitorais e do receio de desgastes judiciais.

No campo da política prática, a indicação deve alterar o mapa de candidaturas à direita. Nomes que buscavam o endosso do ex-presidente terão de reavaliar estratégias e composições. A resistência interna pode se traduzir em candidaturas alternativas ou em negociações por espaço em palanques regionais.

A confirmação da indicação inaugura, portanto, um período de intensas negociações internas e de avaliação dos impactos eleitorais. Para a família Bolsonaro, a aposta é que um nome familiar mantenha a coesão do grupo e amplie sua capacidade de influência. Para adversários e analistas, porém, a jogada contém riscos concretos — políticos e judiciais — que podem limitar a viabilidade de uma campanha presidencial vinculada ao ex-presidente.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O senador liderou o grupo que cantou louvores evangélicos e orou pela saúde de Jair Bolsonaro, preso em 22 de novembro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comandou a vigília em prol da saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no sábado (22.nov.2025). O encontro de aliados começou por volta das 19h20 em um estacionamento perto do condomínio Solar de Brasília, na capital federal, onde Jair cumpria pena domiciliar até ser preso e levado à Superintendência da Polícia Federal.

Flávio esteve acompanhado de seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), mas não contou com a presença de sua madrasta, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), e tampouco de seus irmãos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o vereador de Balneário Camboriú Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), que moram nos Estados Unidos e em Santa Catarina, respectivamente.

Estiveram presentes o senador Rogério Marinho (PL-RN), o juiz aposentado Sebastião Coelho e os deputados Helio Lopes (PL-RJ), Bia Kicis (PL-DF) e Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara, que chegou nos minutos finais. 

Flávio, que convocou a vigília na 6ª feira (21.nov.2025), foi recebido com abraços de apoiadores, que entoaram “volta Bolsonaro” como forma de apoio ao ex-presidente. Ao centro da roda, o senador liderou o grupo, que cantou louvores evangélicos e orou pela saúde de Jair Bolsonaro. Lopes, Kicis e Marinho ficaram ao lado do senador durante as orações.

Carlos Bolsonaro, porém, não participou ativamente. O vereador preferiu se distanciar do centro da roda de orações e limitou sua participação a tirar fotos e conversar com apoiadores. 

Grande parte dos presentes vestiam camisas verde e amarela com mensagens a favor de Jair Bolsonaro. Os apoiadores também levaram um boneco de papelão em tamanho real do ex-presidente.

A vigília foi encerrada por volta das 20h25, pouco depois da confusão na qual um homem foi agredido enquanto fazia pregação. 

VIGÍLIA MOTIVOU PRISÃO

Jair Bolsonaro teve sua prisão decretada no sábado (22.nov) depois de a PF (Polícia Federal) divulgar elementos que, segundo o ministro do STF Alexandre de Moraes, indicam risco de fuga e ameaça à ordem pública. 

A vigília foi citada pelo ministro como elemento adicional para fundamentar a necessidade de prisão preventiva.

“O conteúdo da convocação para a referida ‘vigília’ indica a possível tentativa da utilização de apoiadores do réu Jair Messias Bolsonaro, em aglomeração a ser realizada no local de cumprimento de sua prisão domiciliar, com a finalidade de obstruir a fiscalização das medidas cautelares e da prisão domiciliar pela Polícia Federal e pela Polícia Polícia Penal do Distrito Federal”, escreveu Moraes.



Autor Poder360 ·


Casa dos pais de Rogéria Bolsonaro fica em cidade no sudoeste do Estado do Rio de Janeiro e ladrões queriam “dinheiro que o Bolsonaro mandava”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (24.ago.2025) que sua mãe, Rogéria Bolsonaro, 65 anos, e seus avós (os 2 na faixa dos 80 anos) foram feitos reféns durante um assalto em Resende (RJ). Segundo ele, os criminosos mantiveram a família sob ameaça por mais de 1 hora “de terror”. Ninguém se feriu.

O congressista compartilhou nas redes sociais um vídeo e relatou que eles foram amarrados com fita adesiva e tiveram armas apontadas contra a cabeça. Flávio afirmou que os assaltantes abordaram sua mãe ao chegarem à casa, no sudoeste do Estado. Armados, teriam dito que “sabiam quem ela [Rogéria] era” e perguntaram sobre “onde estava o dinheiro” que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviaria aos avós.

“Reviraram a casa inteira. Como não havia dinheiro, levaram alguns anéis e fugiram roubando o carro do meu avô”, disse.

O senador declarou que providências já foram tomadas e disse esperar que os responsáveis sejam encontrados.

Assista (1min16s):

Leia abaixo a íntegra da nota de Flávio Bolsonaro: 

“Acabaram de fazer minha mãe e meus octogenários avós de reféns, na casa deles em Resende/RJ. E não foi um simples assalto.

“Graças a Deus estão todos bem, mas foi mais de uma hora de terror, com arma na cabeça e boca tampada com fita adesiva.

“Os marginais chegaram abordando minha mãe, dizendo que sabiam quem ela era e querendo saber onde estava o “dinheiro que o Bolsonaro mandava para meus avós”.

“Reviraram a casa inteira.

“Como não havia dinheiro, levaram alguns anéis e fugiram roubando o carro do meu avô.

“Já tomamos as providências e, se Deus quiser, em breve esses marginais covardes serão encontrados!”



Autor Poder360 ·


Decisão se deu após o ministro bloquear as contas de seu irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro, e impor medidas cautelares contra o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta 2ª feira (21.jul.2025) que irá protocolar “nas próximas horas” mais um pedido de impeachment contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

A decisão se deu depois de Moraes bloquear as contas do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e impor medidas cautelares contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Para ‘salvar a democracia’, Alexandre de Moraes continua usando os mesmos métodos que acabaram com a democracia no Brasil. Tortura suas vítimas com todos os aparelhos que tem a sua disposição: de asfixia financeira a ameaça de prisão de familiares para fabricar uma falsa delação. A espinha de peixe na garganta do Brasil precisa ser retirada”, escreveu o senador em seu perfil no X.

Em abril do ano passado, Flávio havia dito ser contra retirar ministros da Corte do cargo e defendeu uma “autorregulação do próprio Supremo”. Como mostrou o Poder360, o impeachment de Moraes será uma das prioridades da oposição no Congresso no 2º semestre.

Há mais de 50 pedidos de impeachment contra ministros do STF parados na Casa. A decisão de pautar ou arquivar cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Nunca um ministro da Corte foi retirado do cargo. Seria algo inédito. Entenda o rito do processo.



Autor Poder360 ·


Senador diz que Brasil não tem condições de exigir nada e não deveria resistir após Trump anunciar tarifa de 50%

Ao comentar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), de taxar em 50% os produtos brasileiros, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu que a situação deve ser encarada como “uma negociação de guerra”. Flávio afirmou que o Brasil não está em “condições normais” de exigir nada do governo Trump.

Em entrevista à CNN Brasil, Flávio afirmou que “essa situação tem que ser encarada como uma negociação de guerra, sim, onde nós não estamos em condições normais”. Segundo ele, “nós não estamos em condições de exigir nada por parte do governo Trump. Ele vai fazer o que ele quiser independente da nossa vontade”.

O senador comparou o tarifaço às bombas atômicas lançadas na 2ª Guerra Mundial e afirmou que a resposta do Brasil deve ser estratégica. “Cabe a nós a responsabilidade de evitar que duas bombas atômicas caiam aqui no Brasil para, só depois, anunciarmos uma anistia”.

De acordo com Flávio, a resistência do Brasil em resolver a situação pode trazer consequências severas. “A consequência vai ser o aumento de taxas, imposição de sanções a alguns CPFs aqui no Brasil. Isso já vem sendo anunciado por algumas autoridades do governo americano na chamada Lei Magnitsky. É algo muito grave”, declarou.



Autor Poder360 ·