11 de janeiro de 2026
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Senador afirma ser “mais centrado na política” e busca apoio político enquanto tenta conter a reação negativa do mercado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse neste domingo (7.dez.2025) que durante sua campanha para a disputa ao Planalto em 2026 será possível conhecer um “Bolsonaro diferente”. O senador participou de um culto em uma igreja evangélica em Brasília (DF) e, ao fim, foi questionado por jornalistas sobre a reação do mercado à notícia de sua candidatura. 

“Vocês terão a possibilidade de conhecer um Bolsonaro diferente. Um Bolsonaro muito mais centrado na política, que conhece Brasília. Um Bolsonaro que vai querer promover uma pacificação neste país, diferente do que estamos vendo no governo Lula”, declarou.

Na 6ª feira (5.dez), o dólar comercial subiu de R$ 5,337 às 12h45 para R$ 5,429 às 15h43 depois de notícias sobre a candidatura de Flávio. Às 15h22, o Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), recuava 2,93%, aos 159.631 pontos. Antes da veiculação da notícia, estava aos 165 mil pontos, recorde.

O economista Luís Otavio de Souza Leal, economista-chefe do G5 Partners, disse que o dólar teve alta porque a candidatura de Flávio acaba com a possibilidade de o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) concorrer ao Planalto, “ao mesmo tempo que aumenta a chance de Lula ganhar a eleição”.

“Ele [Flávio] ainda não foi testado em nenhuma pesquisa, mas, considerando o desempenho do seu irmão Eduardo [Bolsonaro] e de Michelle [Bolsonaro] na última pesquisa Genial/Quaest, é provável que o seu desempenho quando testado seja pior do que qualquer um dos governadores postulantes ao cargo”, afirmou.

Segundo Flávio, ele irá trabalhar para encontrar “boas parcerias” para apoiar o projeto de sua candidatura. Afirmou que irá se reunir com líderes do Centrão para entender o quanto de apoio, e a que custo, seu nome tem no Congresso Nacional.  

A INDICAÇÃO

Flávio foi escolhido pelo ex-presidente para disputar o Planalto 2026, uma vez que Jair Bolsonaro está preso na Superintendência da PF (Polícia Federal), em Brasília, por determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) depois que Bolsonaro tentou violar sua tornozeleira eletrônica com um ferro de soldar. 

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado que resultou no 8 de Janeiro

Em seu perfil no X, o senador confirmou a decisão do pai e disse que irá dar continuidade ao projeto de nação de Bolsonaro.

“É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação”, escreveu.

Com a decisão, fica definido ao menos no campo da direita que envolve os Bolsonaros quem vai para a disputa em 2026. Há outros nomes cotados para 2026, como os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ratinho Junior (PSD-PR), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), e Romeu Zema (Novo-MG).



Autor Poder360 ·


O deputado Mauro Rubem (PT) apresentou, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), o projeto de lei nº 26.134/25, que proíbe a administração pública estadual e as empresas estatais dependentes de celebrar, manter ou renovar contratos, convênios e parcerias que usem o regime de escala 6×1 ou equivalente exaustivo.

Segundo a proposta, os contratos firmados com recursos do Tesouro Estadual deverão ter cláusula expressa que proíba a adoção de escala 6×1 ou de regime exaustivo em quaisquer serviços financiados pelo Estado; obrigue a contratada ou conveniada a apresentar, junto à prestação de contas ou repasse de parcelas, declaração formal de conformidade, sob as penas da lei; autorize auditoria e fiscalização, a qualquer tempo, pelos órgãos de controle interno e externo, sobre a execução contratual e as condições de jornada praticadas; preveja a rescisão imediata do contrato, sem direito a indenização, se houver descumprimento da cláusula de vedação; e assegure que o não cumprimento da vedação implica glosa automática dos valores correspondentes às despesas com pessoal envolvidas na irregularidade.

A medida, segundo o deputado, é compatível com a competência do Estado para organizar sua administração e condicionar o uso de seus recursos, sem invadir a competência da União para legislar sobre Direito do Trabalho. Segundo ele, o objetivo é impedir que Goiás financie, mantenha ou repasse recursos a entidades que adotem regimes de trabalho prejudiciais à saúde, à eficiência e à segurança dos serviços prestados à população, como a escala 6×1, cuja sobrecarga é amplamente reconhecida em estudos técnicos e pareceres de órgãos de fiscalização.

“Com isso, o Parlamento estadual firma seu compromisso com a integridade administrativa, a boa governança e a proteção da saúde e da dignidade de quem trabalha na execução de serviços públicos, sem interferir em matérias de natureza federal”, afirmou.

O projeto de lei está com a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), que designou como relatora a deputada Rosângela Rezende (Agir).

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Presidente da Câmara reuniu-se com a nova ministra da articulação política do governo na 3ª feira (11.mar); afirma ter ficado “esperançoso”

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a reunião realizada na noite de 3ª feira (11.mar.2025) com a nova ministra da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), Gleisi Hoffmann, foi “uma pactuação na relação” com o Legislativo.

“É o início da relação. A ministra Gleisi está muito empenhada em ter uma relação próxima com a Câmara e com os líderes. Ela acabou de tomar posse, está montando equipe. Então não se tratou de temas específicos”, disse Motta a jornalistas, depois de participar do Brasil Summit, evento promovido pelo Lide, grupo de líderes empresariais, nesta 4ª feira (12.mar.2025), no Brasília Palace Hotel.

Motta afirmou que saiu “muito esperançoso”. “Ao lado dos líderes partidários, nós vamos discutir com o governo as pautas futuras que deverão chegar à Casa”, disse.

Gleisi tomou posse como ministra da articulação política do governo na 2ª feira (10.mar) e iniciou o trabalho com reuniões com líderes divididos em blocos.

Na manhã de 3ª feira (11.mar), ela recebeu líderes de partidos de esquerda em almoço em seu gabinete no Palácio do Planalto. À noite, promoveu jantar para Motta e líderes do Centrão em sua casa, em Brasília.

REUNIÕES DE GLEISI

Nesta 4ª feira (12.mar), Gleisi se reúne com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), com o presidente da CMO (Comissão Mista de Orçamento), o deputado Julio Arcoverde (PP-PI), e com o relator do Orçamento, senador Angelo Coronel (PSD-BA).

O líder do Governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que Gleisi tem priorizado o Orçamento nessas primeiras conversas e avisou que o projeto de isenção do Imposto de Renda deve chegar ao Congresso ainda em março.



Autor Poder360 ·