6 de março de 2026
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José Eugênio Dias Toffoli afirma que empresa que tem resort no Paraná se desfez do negócio em setembro de 2021 e fevereiro de 2025, e que todas as informações foram declaradas à Receita Federal

José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, afirmou nesta 5ª feira (22.jan.2026) que a Maridt Participações, empresa dos irmãos do magistrado, não faz mais parte do resort Tayayá.

A sede da empresa de José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli chegou a ter ⅓ de participação no resort de luxo em Ribeirão Claro, no interior do Paraná.

Em nota, José Eugênio disse que a participação da Maridt no empreendimento foi vendida em duas operações distintas: a 1ª para o Grupo Arllen, em 27 de setembro de 2021, e a 2ª para a PHD Holding, em 21 de fevereiro de 2025. Segundo o irmão de Toffoli, todas as informações da venda foram declaradas à Receita Federal.

Na 1ª etapa da operação, realizada em 2021, os irmãos de Toffoli se desfizeram, por intermédio da Maridt, de parte das cotas que tinham no resort.

O fundo Arllen, que comprou a participação por mais de R$ 3 milhões, é controlado pela Reag, administradora de investimentos ligada ao Banco Master, que foi alvo da operação Carbono Oculto em agosto de 2025. A distribuidora é suspeita de ter ligação com esquemas de lavagem de dinheiro no setor de combustíveis que envolviam a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e outras empresas financeiras.

A companhia também é citada nas investigações que envolvem o Banco Master. Segundo relatório do BC repassado ao TCU (Tribunal de Contas da União), fundos administrados pela Reag estruturaram as operações fraudulentas com a instituição financeira em 2023 e 2024. A operação de venda feita pelos irmãos de Toffoli, entretanto, foi em 2021, quando não havia suspeita sobre como operava a Reag.

Dias Toffoli é o relator do inquérito do caso Master no STF. A ação também investiga as conexões da Reag com o banco.

Depois da transação de setembro de 2021, a família Toffoli e o fundo Arllen seguiram como sócios do Grupo Tayayá até 2025, quando os irmãos do ministro venderam a participação na sociedade. O Arllen deixou o empreendimento em julho.

ENTENDA O CASO

O resort Tayayá, hotel de luxo no interior do Paraná, tem sido citado no noticiário porque teve como acionistas os irmãos e um primo do ministro Dias Toffoli. O empreendimento passou a ser controlado no final de 2025 por Paulo Humberto Costa, advogado goiano que atua para a JBS, maior empresa de processamento de proteína animal do Brasil e controlada pelos irmãos Joesley e Wesley Batista.

Reportagens dos jornalistas Paulo Ricardo Martins e Lucas Marchesini mostraram que o ministro continuou visitando os irmãos no local, mesmo depois da venda do controle para Costa. A maioria das viagens ao resort foi durante o recesso do Judiciário, nos meses de janeiro, julho ou dezembro. É que no resort há também um condomínio de casas e Toffoli é dono de uma unidade.

O Tayayá fica no norte do Paraná e há cerca de 130 km de Marília, que é a cidade natal de Toffoli.

Há ainda outra menção no noticiário a respeito do caso Master e que faz ligação com a família Toffoli e o resort. Segundo os jornalistas Pedro Augusto Figueiredo, Jenne Andrade e Luiz Vassallo, o pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, é dono de um dos fundos de investimento que compraram parte da participação dos irmãos do ministro no Tayayá. De acordo com os jornalistas, Zettel adquiriu a cota por R$ 6,6 milhões e depois usou o fundo para aportar mais R$ 20 milhões no empreendimento.

Preso preventivamente em 14 de janeiro, Fabiano Campos Zettel se tornou um dos nomes centrais da 2ª fase da operação Compliance Zero da Polícia Federal, que mirou o Master.

Casado com Natália Vorcaro, irmã de Daniel Vorcaro, Zettel transita entre o mercado financeiro de alto padrão e a liderança religiosa na Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte.

Fabiano Zettel foi detido por ordem de Dias Toffoli, numa operação em que a Polícia Federal quase deixou o empresário escapar, como relatou o Poder360. Esse episódio em que a PF demonstrou lentidão para cumprir ordens de busca e apreensão só acabou sendo bem-sucedido porque Toffoli tomou as providência para garantir a prisão de Zettel –algo que tem recebido pouco ou nenhum destaque no noticiário a respeito do caso do Banco Master.

Preso no Aeroporto de Guarulhos quando estava prestes a embarcar para o exterior, Zettel teve seu passaporte apreendido e está proibido de deixar o país, também por determinação de Toffoli.

Leia a íntegra da nota divulgada por José Eugênio Dias Toffoli:

“A Maridt, empresa com sede em Marília/SP, esclarece que não integra atualmente o Grupo Tayayá, sediado em Ribeirão Claro, Estado do Paraná. A participação anteriormente existente foi integralmente encerrada por meio de duas operações sucessivas, sendo a primeira a venda de parte da participação ao Fundo Arllen, em 27 de setembro de 2021, e a segunda a alienação do saldo à empresa PHD Holding, em 21 de fevereiro de 2025. 

“Todos os atos e informações financeiras da Maridt estão devidamente declarados à Receita Federal do Brasil, conforme exigido pela legislação. 

Marília, 22 de janeiro de 2026. 

JOSÉ EUGÊNIO DIAS TOFFOLI

Administrador”



Autor Poder360 ·


A empresa Viraclick, localizada no setor Serra Dourada 3, em Aparecida de Goiânia, afirma enfrentar desde a última terça-feira (23) sucessivas quedas e oscilações no fornecimento de energia elétrica. Segundo a direção, a instabilidade tem provocado a interrupção das atividades, prejuízos operacionais e danos a equipamentos eletrônicos utilizados nos serviços.

De acordo com a empresa, o problema estaria relacionado a um conector da rede instalado no poste em frente ao imóvel. A falha técnica, ainda conforme relato, ocasiona variações constantes entre o fornecimento parcial e a interrupção total de energia, além de picos de alta tensão. Entre os prejuízos citados estão a queima de aparelhos e a perda de produtos acondicionados em geladeira e frigobar.

Desde o início da ocorrência, mais de dez protocolos teriam sido abertos junto à Equatorial Goiás. Equipes terceirizadas da concessionária chegaram a comparecer ao local, mas o defeito não foi sanado. Nesta sexta-feira (26/12), uma equipe própria da empresa de energia teria confirmado a falha no conector, porém o reparo não foi realizado, sob a justificativa de falta de material disponível para troca.

A direção da Viraclick afirma que a situação praticamente inviabiliza o funcionamento do negócio, que depende da estabilidade elétrica para operar. A empresa destaca que possui funcionários, equipamentos de alto valor agregado e compromissos financeiros que dependem do fluxo normal de atendimento.

A unidade está localizada na Rua Tanner de Melo, quadra 48, lote 17, no setor Serra Dourada 3, próximo ao Aparecida Shopping, área de intensa atividade comercial. A direção cobra providências imediatas e responsabilização pelos danos registrados.

Até a última atualização desta reportagem, a empresa relatava que o fornecimento permanecia instável e sem previsão de normalização definitiva. A reportagem entrou em contato com a Equatorial Goiás para posicionamento sobre o caso e aguarda retorno.

Autor Rogério Luiz Abreu


O vereador Tales de Castro (PSB) protocolou na Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia o Projeto de Lei nº 156/2025, que institui o “Selo Empresa Amiga da Mulher”. A proposta visa reconhecer empresas que contratem mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

Conforme o projeto, o selo será concedido pelo Executivo Municipal às empresas que cumprirem cinco requisitos específicos. Entre eles estão a contratação de mulheres vítimas de violência identificadas por órgãos competentes, a garantia de condições dignas de trabalho e igualdade salarial, e a oferta de programas de capacitação profissional.

As empresas também deverão implementar políticas internas de acolhimento e apoio psicológico, além de promover ações de conscientização contra a violência no ambiente de trabalho. O certificado permitirá que as empresas utilizem o selo em suas comunicações institucionais.

Vereador argumenta que dependência financeira do agressor frequentemente impede que as mulheres rompam o ciclo de violência

Na justificativa do projeto, o autor destaca que a violência contra a mulher afeta tanto a integridade física quanto a autonomia econômica das vítimas. Tales de Castro argumenta que a dependência financeira do agressor frequentemente impede que as mulheres rompam o ciclo de violência.

“Ainda não há uma equiparação justa de salários e presença da mulher tanto na política como no mercado de trabalho. Quando se trata de mulher vítima de violência e que tem dependência financeira do agressor isso se torna mais grave”, diz Castro, ao pontuar que o projeto visa contribuir para a mulher ter mais autonomia financeira para cuidar da sua vida e dos filhos, sem depender exclusivamente do homem que a agride.

O vereador enfatiza que a inserção no mercado de trabalho é fundamental para garantir a independência financeira e emocional dessas mulheres. O selo pretende reconhecer publicamente as empresas comprometidas com essa causa, incentivando outras a adotarem práticas similares.

A medida ainda fortalece a economia local, fomenta a qualificação profissional e contribui para uma sociedade mais justa e igualitária. O projeto foi protocolado em 14 de agosto de 2025 e está em tramitação na Casa Legislativa, sob relatoria do vereador Gleison Flávio (PL).



Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás deflagrou na quarta-feira (20/8) a Operação Resgate, cumprindo oito mandados de busca e apreensão em Anápolis, Jaraguá, Goianésia e Formosa (GO), além dos estados do Pará, Pernambuco e Piauí. Foram recuperados 126 veículos de uma locadora goiana, vítima de prejuízo estimado em R$ 10 milhões causado por uma empresa de engenharia investigada por crimes de apropriação indébita e estelionato.

De acordo com o delegado Danillo Martins, a empresa investigada contratou 436 veículos e deixou de pagar as mensalidades de R$ 700 mil a partir do ano passado.

“Essa empresa celebrou os contratos dos 436 veículos e logo quando recebeu os carros cessou os pagamentos, recusou-se a devolver os veículos e ainda removeu os rastreadores de grande parte desta frota”, destacou o delegado.

Operação mobilizou 50 policiais civis

As investigações apontam que a empresa agiu de má-fé, ocultando veículos e adotando prática similar contra outras locadoras pelo país.

“Outras empresas de outros estados também teriam sido lesadas por essa mesma empresa investigada em situações similares”, confirmou Danillo Martins. A operação mobilizou 50 policiais civis e contou com apoio das polícias do Pará, Pernambuco e Piauí.

As investigações continuam com a oitiva de testemunhas, análise de documentos apreendidos e localização dos demais veículos. O nome da empresa investigada não foi divulgado pela polícia.

O prejuízo total suportado pela locadora de Goiânia chega a R$ 10 milhões, com indícios de que a empresa investigada atuava de forma reiterada no não cumprimento de contratos de locação veicular.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Treze vereadores de Goiânia visitaram nesta quinta-feira (7/8) a sede do consórcio Limpa Gyn, responsável pelos serviços de limpeza urbana da capital. O encontro foi intermediado pelo prefeito Sandro Mabel (UB) e contou com representantes da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg).

A visita permitiu que os vereadores conhecessem de perto a estrutura e tecnologia utilizadas na coleta de lixo. O prefeito reforçou que a parceria com a Câmara Municipal é essencial para fiscalizar e aprimorar os serviços prestados à população.

Durante a visita, ficou definido que os parlamentares terão um canal direto com a empresa.

“A partir de hoje, eles podem ligar para o diretor de Relações Institucionais, que dará resposta rápida a qualquer solicitação”, afirmou Mabel.

Prefeito destaca avanços tecnológicos

O prefeito destacou os avanços tecnológicos da empresa. Segundo os participantes da reunião, O objetivo é melhorar a fiscalização e eficiência dos serviços.

“A Limpa Gyn mostrou as câmeras nos caminhões e o sistema de GPS que rastreia todas as rotas de coleta”, explicou Mabel.

Também foram apresentados detalhes sobre o serviço Cata-Treco e outras operações.

O diretor da Limpa Gyn, Renan Andrade, classificou o encontro como positivo.

“Pudemos apresentar nossos serviços, dificuldades e realidade operacional. Estreitamos o relacionamento com o Legislativo”, declarou.

O vereador Anselmo Pereira (MDB) elogiou a iniciativa.

“Nossa vinda aqui vai otimizar o serviço de excelência que queremos para Goiânia”, disse. Ele destacou a importância da cooperação entre os poderes para melhorar a limpeza urbana.

Participaram da visita à sede do consórcio os vereadores Sargento Novandir (MDB), Rose Cruvinel (UB), Thiallu Guiotti (Avante), Tião Peixoto (PSDBB), Heyller Leão (PP), Prof. Edward (PT), Dr. Gustavo (Agir), Henrique Alves (MDB), Willian do Armazém (PRTB), Anselmo Pereira (MDB), Ronilson Reis (SD), Wellington Bessa (DC) e Victor Hugo (PL).



Autor Manoel Messias Rodrigues


O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), assinou nesta segunda-feira (28/4) Protocolo de Entendimento que concretiza a instalação da multinacional chinesa Teld Eco Charger no Estado. O titular da SIC, Joel Sant’Anna, está em Qingdao, na sede da empresa na China, onde oficializou o acordo ao lado do vice-presidente da companhia, Tiecai Liu.

A indústria, especializada em carregamento e recarga para veículos elétricos, será instalada no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), com investimento estimado em R$ 100 milhões. A Teld é responsável por 42% da produção de carregadores elétricos na China e está entre os principais fabricantes globais de equipamentos para carros e ônibus elétricos.

Em Goiás, além da unidade fabril em Anápolis, a empresa também implantará três eletropostos (local equipado para fornecer energia elétrica e recarregar bateria de veículos elétricos e híbridos plug-in) de carregamento rápido em Goiânia, com tempo estimado de até 20 minutos por recarga, sendo a primeira do setor a oferecer esse tipo de infraestrutura no estado.

Secretário Joel Sant’Anna oficializou na sede da empresa em Qingdao, na China, o acordo ao lado do vice-presidente da companhia, Tiecai Liu

“A chegada da Teld é um marco para Goiás. O fato de essa gigante asiática ter escolhido se instalar em nosso estado demonstra a potência da economia goiana e posiciona Goiás na vanguarda do desenvolvimento sustentável”, comemora Joel Sant’Anna.

Missões para atrair empresas e gerar renda

De acordo com a SIC, o Governo de Goiás tem intensificado sua agenda de missões internacionais, especialmente na China, com o objetivo de atrair investimentos que gerem emprego, renda e desenvolvimento. Um exemplo bem-sucedido é a instalação da gigante Weichai, também chinesa, em Itumbiara, resultado de missão ao país asiático em 2024 liderada pelo governador Ronaldo Caiado.

Já a parceria com a Teld teve início em novembro do ano passado, durante uma missão oficial coordenada por Joel Sant’Anna, com participação do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás. Na ocasião, foram realizadas visitas técnicas e estudos para a implantação de carregadores elétricos em novos empreendimentos, além das articulações que culminaram na instalação da fábrica em Anápolis e dos três eletropostos em Goiânia.



Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás prendeu, nesta quarta-feira (14/3), três suspeitos de fraudar notas fiscais de uma empresa do setor de energia e equipamentos pesados. Realizada em Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis, a ação cumpriu ainda três mandados de busca e apreensão e bloqueios de bens dos investigados.

Conforme apurado, a companhia identificou irregularidades nas contas e acionou as autoridades. Os investigadores concluíram que um suspeito emitia notas fiscais duplicadas e pagava diretamente a empresas fictícias vinculadas a pessoas do seu círculo pessoal. Esses valores posteriormente retornavam à conta do funcionário que, segundo a polícia, começou a ostentar um padrão de vida incompatível com sua renda.

Ao todo, a fraude causou um prejuízo superior a R$ 130 mil à empresa, mas o delegado Thiago César, responsável pelo caso, afirma que o valor pode ser maior. Ele comenta que o esquema se aproveitava de uma falha no sistema interno da empresa, que permitia que eles duplicassem notas já aprovadas, mudando dados essenciais como valores e prestadores de serviço. Entretanto, existe a possibilidade de que outros empregados tenham facilitado o golpe, e essa suspeita será investigada.

“O principal investigado confirmou o caso. Somente ele era funcionário, os outros seriam donos das contas e dos CNPJs”, comenta o delegado.

As diligências confirmaram os vínculos diretos entre os envolvidos, que são amigos ou parentes do principal investigado. As empresas não possuíam quadro societário ativo, o que indica que foram criadas somente para a prática criminosa.

“A partir das investigações, iremos verificar a participação de mais pessoas na prática criminosa”, conclui o delegado.

Gestor de cartões é detido por subtrair R$ 1 milhão de firma

Um homem foi preso nesta quarta-feira (14/3), acusado de desviar mais de R$ 1,2 milhão de uma empresa em Leopoldo de Bulhões, no interior de Goiás. O investigado, que ocupava o cargo de gestor de cartões corporativos em uma granja da região, usou sua posição para realizar transações financeiras fraudulentas e se apropriar dos valores.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, conduzidas pela Delegacia de Silvânia com apoio do Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic) de Anápolis, o suspeito creditava saldos nos cartões de colaboradores que já haviam sido desligados da empresa e em nomes de pessoas fictícias. Em seguida, ele realizava compras simuladas em estabelecimentos, que posteriormente devolviam os valores a ele. Dessa forma, conseguiu embolsar aproximadamente R$ 1,2 milhão.

Conforme informações da polícia, com o dinheiro desviado, o homem adquiriu um veículo de luxo e abriu uma academia na cidade de Bonfinópolis. Ao tomar conhecimento das investigações, ele tentou ocultar os bens, transferindo tanto a empresa quanto o carro para nomes de terceiros. No entanto, a Justiça determinou o bloqueio de todos os bens identificados e a prisão preventiva do acusado.

A operação policial para cumprir o mandado de prisão e o sequestro dos bens foi deflagrada na manhã desta quarta-feira em Bonfinópolis. Segundo a Polícia Civil, as medidas visam garantir a recomposição patrimonial do prejuízo causado à empresa. O investigado agora permanece à disposição da Justiça.

Funcionários burlam sistema e desviam R$ 300 mil

A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta sexta-feira (14/3), dois mandados de busca e apreensão em Aparecida de Goiânia para investigar um esquema praticado por funcionários de uma empresa da região. A fraude, que envolvia a solicitação e o cancelamento de adiantamentos salariais, resultou em um prejuízo estimado em R$ 300 mil.

De acordo com as investigações conduzidas pela 2ª Delegacia Distrital de Polícia de Aparecida de Goiânia, os suspeitos realizavam pedidos de adiantamento salarial, recebiam os valores e, em seguida, cancelavam as operações no sistema da empresa. Dessa forma, os montantes não eram descontados dos salários, permitindo que os funcionários ficassem com o dinheiro indevidamente. O valor desviado era então dividido entre os envolvidos no esquema.

Durante a operação, documentos, dispositivos eletrônicos e registros contábeis foram apreendidos para análise detalhada. Os materiais coletados ajudarão a polícia a aprofundar as investigações e a identificar outros possíveis participantes da fraude.

Conforme os policiais, a investigação deve continuar para apurar a possível participação de outros funcionários.

Autor Agatha Castro


Reportagem atualizada ás 17h de 12/2/2025 para acrescentar nota da Equatorial

Um homem invadiu na manhã desta quarta-feira (12/2) a agência da concessionária Equatorial Energia Goiás na cidade de Senador Canedo, na região metropolitana de Goiânia, e ameaçou atear fogo no prédio. A prefeitura municipal informou que ele é cliente da fornecedora de energia elétrica e alegou má qualidade na prestação do serviço, como fato motivador de sua atitude extrema.

Segundo informações da prefeitura, o homem ordenou que os funcionários deixassem o local e espalhou gasolina pelo chão, para incendiar o prédio. Ele seria um produtor rural revoltado após ter o fornecimento de energia de sua propriedade interrompido pela concessionária.

Através do programa de integração da segurança pública municipal, a Polícia Militar, com o apoio da Guarda Civil Municipal, conseguiu controlar a situação até a chegada de equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM.

O NG apurou que ele entrou no local carregando galões de gasolina e chegou a gravar um vídeo explicando os motivos que o levaram a invadir a agência. A gravação foi uma das condições estabelecidas para sua rendição, mas ainda não foi divulgada pela Polícia Militar.

Após negociações com os policiais, o indivíduo desistiu da ação e se entregou. Ele foi preso e conduzido à delegacia local para os procedimentos necessários.

De acordo com a prefeitura, o homem disse que o motivo de sua atitude foi a má qualidade do serviço prestado pela distribuidora. Ele relatou que sofreu prejuízo superior a R$ 10 mil, por conta de oscilações frequentes na energia elétrica fornecida pela Equatorial.

Veja nota da Equatorial Goiás sobre o ocorrido

A Equatorial Goiás lamenta profundamente a situação ocorrida na manhã de hoje (12), na agência de atendimento da companhia em Senador Canedo, durante uma tentativa de ataque. Um homem tentou provocar um incêndio nas dependências da agência, colocando em risco a segurança de nossos colaboradores e clientes.

Imediatamente, as autoridades locais foram acionadas. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros conseguiram controlar a situação de forma eficaz, evitando maiores danos e garantindo a segurança de todos presentes.

A Equatorial Goiás reforça seu compromisso com a segurança e o bem-estar de seus funcionários e clientes, e está colaborando plenamente com as investigações conduzidas com as autoridades para apurar os detalhes do ocorrido e tomar as medidas necessárias.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Esse dinheiro, ofertado pelo programa, era necessário para que ela conseguisse sobreviver e pagar as contas, e por isso ela conseguiu o auxílio jurídico da DPE-GO

Samuel Leão –
Mulher conseguiu decisão favorável e irá receber o Bolsa Família. (Foto: Divulgação/DPE-GO)

Após procurar a Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO), relatando estar tendo problemas para receber o benefício do Bolsa Família, pois não conseguia fechar uma empresa bloqueada judicialmente, uma mulher, de 55 anos, conseguiu resolver a situação após quatro meses, em Goiás.

Esse dinheiro, ofertado pelo programa, era necessário para que ela conseguisse sobreviver e pagar as contas, e por isso ela conseguiu o auxílio jurídico. O empecilho era um processo de Execução Fiscal, que a impossibilitava de fechar a empresa.

A condução do caso foi feita pelo defensor público Felipe Takayassu, titular da 2ª Defensoria Pública Especializada Processual Cível de Aparecida de Goiânia. Foi ele quem protocolou uma petição de Exceção de Pré-Executividade.

Foi requerido o reconhecimento da prescrição intercorrente, apontando a extinção do processo por ele não ter sido movimentado por um longo período de tempo.

Ainda segundo ele, o próprio Estado de Goiás teria pedido a extinção da execução fiscal, ainda em 19 de outubro de 2022, apesar do processo não possuir ainda uma decisão judicial.

“Passado o prazo de um ano da suspensão do processo, que se dá de maneira automática quando a Fazenda é intimada da não localização do devedor, inicia-se automaticamente a contagem do prazo da prescrição intercorrente”, afirmou Felipe Takayassu.

A decisão favorável foi conseguida ainda no dia 18 de dezembro de 2023, transitando em julgado em 07 de março de 2024. Assim, a mulher conseguiu a decisão favorável e efetuou a extinção do processo, de modo que não há mais nenhum empecilho para que ela receba a Bolsa Família.

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Funcionária foi demitida após se recusar a receber figurinhas pornográficas de gerente em Santa Terezinha de Goiás.

Uma mulher de 42 anos denuncia que foi demitida após se recusar a receber figurinhas de cunho pornográfico do gerente do departamento de recursos humanos da empresa onde trabalhava, em Santa Terezinha de Goiás, na região norte do estado. Segundo o relato feito à Polícia Civil, as figurinhas foram enviadas em abril deste ano.

O nome do gerente não foi divulgado pela Polícia Civil e, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa para um posicionamento.

A funcionária foi demitida na última quinta-feira (6). De acordo com o registro da Polícia Civil, o gerente mandava mensagens para a funcionária a chamando de “princesa”, “meu amor”, “minha flor” ou “minha florzinha”, desde de 2023.

Ainda no registro da polícia, a funcionária afirma que, em abril deste ano, o gerente mandou mensagens com figurinhas de cunho sexual. Em seguida, a funcionária afirma que as investidas do gerente estavam a incomodando.

“Isso já está estressante, viu? Só para avisar”, diz ela, respondendo a uma figurinha enviada pelo suspeito.

Funcionária denuncia que foi demitida após se recusar a receber figurinhas pornográficas em Santa Terezinha de Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Em outra mensagem divulgada pela polícia, o suspeito oferece uma casa para a funcionária para que se relacionem.

“Eu dou a casa para você morar, se ela for para nós dois”, relata a vítima à polícia.

Em outra mensagem, a funcionária questiona o envio insistente de figurinhas para ela. — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Já em outra mensagem, o gerente envia uma figurinha, ao que a funcionária responde “de novo??”, questionando o envio insistente de figurinhas de cunho sexual para ela.

De acordo com a polícia, no último dia 6, o gerente disse à funcionária que a estava demitindo e que ia registar ocorrência por difamação, uma vez que outra funcionária relatou para o proprietário da empresa que o gerente tinha esse comportamento com todas as funcionárias. Foi quando ela procurou a delegacia para denunciá-lo.

O nome da empresa não foi divulgado pela polícia, pois, por se tratar de crime contra a dignidade sexual, a investigação corre em sigilo.

📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.

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