A contabilidade goiana voltou a ganhar espaço na direção nacional da profissão. Dois profissionais do estado passam a integrar a nova composição do Conselho Federal de Contabilidade (CFC): o professor Einstein Paniago, empossado como conselheiro, e Weberth Fernandes, eleito vice-presidente administrativo da entidade para o mandato 2026–2029.
A posse ocorreu neste mês no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, reunindo representantes da contabilidade de todo o país, além de autoridades dos três Poderes e dirigentes de conselhos regionais. Durante a cerimônia também foi empossado o novo presidente do CFC, o contador Joaquim Bezerra.
Com a eleição de Weberth Fernandes para a vice-presidência administrativa, Goiás volta a ocupar uma cadeira no colégio de vice-presidentes do Conselho Federal após 18 anos, ampliando a presença do estado nas decisões estratégicas da profissão em nível nacional.
Para o professor Einstein Paniago, a participação na estrutura nacional da entidade representa um momento de reconhecimento e responsabilidade para a classe contábil goiana.
“É uma honra muito grande representar a classe contábil de Goiás no Conselho Federal. Trata-se de um órgão de enorme relevância para a sociedade brasileira, responsável pela normatização, fiscalização e desenvolvimento da contabilidade no país”, afirmou.
Segundo ele, a presença de representantes dos estados é fundamental para garantir equilíbrio e legitimidade nas decisões que orientam a profissão em todo o Brasil.
“O sistema é representativo. Cada estado leva suas experiências e desafios para o debate nacional, contribuindo para o aprimoramento das normas contábeis e para o fortalecimento da transparência e do compliance nas organizações”, destacou.
Transformação tecnológica e novos desafios
Paniago também ressaltou que a profissão atravessa um momento de transformação, impulsionado principalmente pela evolução tecnológica e pela crescente demanda por transparência nas informações econômicas.
“Estamos vivendo uma transição tecnológica significativa, com avanços como inteligência artificial e novos ambientes digitais que impactam diretamente a forma de registrar e analisar informações. A contabilidade precisa acompanhar essas mudanças, garantindo padronização, comparabilidade de dados e segurança nas operações”, pontuou.
“Queremos contribuir para o fortalecimento da contabilidade brasileira”
Ele acrescentou que a atuação no Conselho Federal amplia a possibilidade de contribuição de Goiás nos debates técnicos que definem o futuro da profissão.
“Temos muito trabalho pela frente e queremos contribuir para o fortalecimento da contabilidade brasileira, levando a experiência e as demandas dos profissionais goianos para as discussões nacionais”, completou.
Já o vice-presidente administrativo do CFC, Weberth Fernandes, destacou o simbolismo da cerimônia de posse e a importância da união da categoria em torno do desenvolvimento da profissão.
“É um momento muito emocionante ver todo o sistema contábil brasileiro reunido, demonstrando comprometimento com o país, com as boas práticas de gestão e com o fortalecimento da contabilidade”, afirmou.
O Conselho Federal de Contabilidade é responsável por orientar e regulamentar o exercício da profissão no país, além de atuar na elaboração de normas técnicas, fiscalização do exercício profissional e promoção da ética e da transparência nas atividades contábeis.
Ferramenta será divulgada pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein na 4ª feira, durante a COP30
A Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein anunciará na 4ª feira (12.nov.2025), durante a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025), uma plataforma que permite o cruzamento de indicadores climáticos.
O objetivo é facilitar a integração de indicadores climáticos, de saúde e socioeconômicos para apoiar a formulação de políticas públicas. A ideia é cruzar fatores climáticos com questões de saúde pública para antecipar riscos e planejar respostas mais rápidas e eficazes.
A ferramenta terá dados públicos ambientais, como ondas de calor, temperatura, umidade, assim como informações sobre a saúde pública nos municípios e Estados brasileiros.
“Quando temos a integração desses dados e observamos um padrão de comportamento semelhante ao longo do tempo, a gente consegue antecipar essas crises e também organizar o sistema de saúde, planejando uma resposta mais eficaz do sistema”, disse o presidente da entidade, Sidney Klajner, ao Poder360.
Entre os principais conjuntos de dados, estão:
- dados ambientais – temperatura, poluição, umidade, precipitação;
- dados de saúde – internações, óbitos e notificações de doenças (principalmente respiratórias e cardiovasculares);
- dados socioeconômicos – indicadores de vulnerabilidade, desigualdade e infraestrutura de saúde.
Mapeamento de problemas climáticos
Para o mapeamento, serão utilizadas informações públicas divulgadas pelo governo. Ao todo, serão usadas mais de 40 fontes como SUS (Sistema Único de Saúde), Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) e redes estaduais para manter essa plataforma com dados específicos por municípios.
O foco é aproximar dados dispersos para facilitar aos setores:
- comparar indicadores entre município, Estado e país;
- visualizar tendências temporais e espaciais da saúde da população;
- identificar correlações concretas (exemplo: aumento da mortalidade cardiovascular associado à elevação de temperatura).
A Organização Meteorológica Mundial divulgou na 5ª feira (6.nov.2025) que 2025 está a caminho de se tornar o 2º ou o 3º ano mais quente registrado, mantendo a tendência que vem se consolidando na última década.
“Essas mudanças climáticas, principalmente a elevação de temperatura, intensificam doenças respiratórias, doenças cardiovasculares principalmente, e também as infecciosas por meio de transmissão de doenças por vetores”, afirmou Klajner.



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