6 de abril de 2026
  • 07:27 Barril Brent bate US$ 111,65 com novas ameaças de Trump
  • 23:59 Bombeiros localizam vítima de afogamento no Rio do Peixe
  • 20:15 Astronauta da Artemis 2 diz que Terra é “uma só” e pede união
  • 12:46 Bactérias no cultivo da pimenta-do-reino reduzem uso de químicos
  • 05:18 TV do Irã mostra imagens de homens armados em busca de piloto dos EUA


A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), deflagrou nesta quinta-feira (26/2) a Operação Engrenagem para desarticular um esquema de receptação e desmanche de caminhonetes furtadas. As diligências ocorreram em Goiânia e Goianira e resultaram na prisão de um empresário do ramo automotivo, apontado como integrante do grupo investigado.

Segundo a Polícia Civil, a organização criminosa atuava principalmente na receptação de caminhonetes do modelo I/Toyota Hilux, furtadas na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Os veículos eram trazidos para Goiás e destinados a galpões utilizados exclusivamente para o desmanche, onde tinham os sinais identificadores suprimidos antes da comercialização das peças de forma fracionada.

As investigações apontam que dois lojistas mantinham um estabelecimento comercial na Vila Adélia, em Goiânia, que funcionava como fachada para a venda de peças e veículos do segmento de picapes. Um deles foi preso durante a operação desta quinta-feira e já havia sido identificado como receptador em pelo menos quatro outros inquéritos policiais instaurados na DERFRVA desde 2024, o que indica atuação reiterada no esquema criminoso.

Para dificultar a ação policial, os investigados chegaram a alugar um imóvel em Goianira, utilizado exclusivamente como local de desmanche. Esse galpão já havia sido alvo de uma ação policial no dia 24 de janeiro, quando dois homens foram presos em flagrante enquanto fracionavam uma caminhonete recém-chegada. Ambos permanecem presos preventivamente.

Além da prisão do empresário, a operação cumpriu três mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais ligados aos investigados, incluindo uma loja localizada na Avenida Consolação, na região da Canaã, em Goiânia. Outro investigado também foi detido, embora a polícia não tenha detalhado o grau de envolvimento dele no esquema.

A Operação Engrenagem contou com apoio da Core/DOA, da Polícia Militar de Goiás e da Polícia Rodoviária Federal, além de peritos do Laboratório de Identificação Veicular da Superintendência de Polícia Técnico-Científica.

Os investigados vão responder por associação criminosa, receptação qualificada e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. As diligências seguem em andamento para identificar outros envolvidos.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás desarticulou, na manhã de 6 de janeiro de 2026, um esquema de desvio de cargas que funcionava dentro de uma mineradora em Catalão. Quatro pessoas foram presas em flagrante — entre elas um funcionário da própria empresa e três motoristas de caminhão — sob a suspeita de furtar fosfato por meio de documentos e tickets de pesagem falsificados.

Segundo a investigação, o grupo atuava há pelo menos dois meses e teria causado prejuízo estimado em R$ 3 milhões à mineradora. A ação foi conduzida pelo Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic) de Catalão, da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), após diligências e monitoramento prévio.

Os policiais prenderam os investigados no momento em que as carretas deixavam a unidade. As apurações indicam que o funcionário facilitava a saída irregular dos veículos ao manipular o sistema interno e o monitoramento da empresa, além de emitir notas fiscais e tickets de pesagem falsos que não refletiam a carga efetivamente transportada.

Durante a operação foram apreendidas cerca de 90 toneladas de fosfato, acondicionadas em duas carretas. O material foi recuperado e imediatamente restituído à mineradora vítima.

Os quatro autuados responderão pelos crimes de furto qualificado, uso de documento falso e 288 associação criminosa. Após os procedimentos legais, foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição do Poder Judiciário.

O inquérito policial seguirá para apurar o destino do material furtado, já que há indícios de receptação. As autoridades também vão investigar possíveis envolvimentos adicionais e a extensão do esquema.

A mineradora Cmóc Brasil informou que acionou a Polícia Civil assim que identificou indícios de desvio e que está colaborando com as investigações. A empresa afirmou não compactuar com práticas irregulares.

Os nomes dos presos não foram divulgados. Em nota, a defesa dos motoristas afirmou que o caso está em fase inicial e ressaltou o direito à presunção de inocência, além do compromisso de garantir o devido processo legal; os advogados disseram que se pronunciarão oportunamente.

A operação reforça a atuação das forças de segurança na fiscalização de cadeias de produção e transporte no setor mineral, e evidencia a importância de controles internos mais rígidos para prevenir fraudes e perdas econômicas.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), deflagrou nesta quinta-feira (10/7) a Operação Deep Hunt contra uma associação criminosa que movimentou R$ 164?milhões em fraudes cibernéticas. A ação contou com o apoio da Gerência de Inteligência de Sinais, do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro e da Binance, provedora de serviços de ativos virtuais.

No total, foram representados 41 mandados de prisão temporária, 43 de busca e apreensão e medidas de sequestro de mais de R$ 112 milhões em bens móveis e 32 imóveis. Até agora, 32 pessoas foram presas em Goiás, Distrito Federal e Rio de Janeiro. A megaoperação mobilizou 180 policiais civis em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Goianira, Senador Canedo, Abadiânia, Estrela do Norte, Brasília e Rio de Janeiro.

As investigações, que duraram um ano e meio, tiveram início após a PF identificar “transações feitas por usuários brasileiros com destino a endereços de carteiras virtuais associados a marketplaces ilegais da darkweb”. Nessas plataformas, eram vendidos “cartões de crédito clonados, dumps de cartões, documentos falsos e cédulas de moeda estrangeira falsificadas”.

Modus operandi da associação criminosa

O núcleo criminoso comprava dados bancários com criptoativos para aplicar golpes em fraudes eletrônicas e “carding”.

“Essas plataformas online vendiam softwares para falsificação de documentos, criação de sites falsos e assinatura de autoridades policiais”, explicou a delegada Bárbara Buttini, adjunta a DERCC.

Delegada Bárbara Buttini, da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos

Para lavar o produto dos crimes, os investigados “se colocavam atrás de pessoas físicas e jurídicas interpostas, criavam empresas de fachada e faziam recapitalizações simuladas para justificar o aumento exponencial de capital e operações fictícias”. Em seguida, reintroduziam os recursos “na economia formal” por meio da compra de imóveis, terrenos e veículos.

A organização também empregava técnicas de anonimização e fragmentação de valores, movimentando vultuosas quantias por meio de exchanges que faziam a transição entre a economia clandestina e o sistema financeiro formal.

Durante as buscas, foram apreendidos documentos, cartões, drogas, impressora, máquinas de cartão de crédito e equipamentos de informática. Duas pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo. Os investigados responderão pelos crimes de furto qualificado mediante fraude, lavagem de dinheiro com ativo virtual e falsificação de documentos públicos e particulares.

Autor Manoel Messias Rodrigues



Imagem ilustrativa da imagem Operação desarticula esquema de imigração ilegal de goianos para os EUA


Uma operação foi deflagrada na manhã desta quinta-feira, 6, com o objetivo de combater e desarticular a ação de “coiotes” que promovem imigração ilegal para os Estados Unidos (EUA), pela Polícia Federal (PF). O contrabando de migrantes ocorre através da travessia da fronteira entre o México e os EUA, com mandados sendo cumpridos em Goiânia e Anápolis.

No total, foram cumpridos dois mandados judiciais, expedidos pela 11ª Vara da Justiça Federal de Goiás, sendo nove de busca e apreensão e três de prisão preventiva, em endereços ligados aos investigados. Um dos suspeitos teve seu nome incluído na difusão vermelha da Interpol.

Os “coiotes” atuantes em Goiás já levaram ilegalmente 448 brasileiros para os EUA. As investigações revelam que, entre 2018 e 2023, o grupo movimentou mais de R$ 59,5 milhões, oriundos dos pagamentos feitos pelos migrantes. O grupo coordenava o ingresso ilegal de brasileiros em território norte-americano, através da fronteira com o México. Muitos desses migrantes foram detidos pelas autoridades migratórias e deportados.

Além de atuar em Goiás, a organização criminosa tinha membros em outras unidades da federação e também nos EUA, responsáveis por receber aqueles que conseguiam cruzar as fronteiras de forma ilegal.

Mesmo com o pagamento dos valores cobrados, muitos migrantes não conseguiram cruzar a fronteira, sendo detidos e deportados para o Brasil. Os investigados poderão responder pelos crimes de promoção de migração ilegal, lavagem de dinheiro e associação criminosa, cujas penas somadas podem ultrapassar 18 anos de reclusão.


Autor


04/04/2024 às 16h12min – Atualizada em 04/04/2024 às 16h12min



Catalão Online

Em uma operação realizada pela Equipe CPE de Catalão, Goiás, um homem foi conduzido sob a acusação de envolvimento em um esquema de estelionato que impactou diversos comércios da região. A ação policial, marcada pela eficiência e rapidez, revelou a extensão de um golpe elaborado que vitimou cerca de 60 estabelecimentos comerciais, com prejuízos significativos para os empresários locais.

O suspeito, cuja identidade não foi divulgada para não prejudicar as investigações em curso, é acusado de realizar aproximadamente 60 transações financeiras fraudulentas, utilizando a modalidade de pagamento PIX. Segundo as autoridades, todos os pagamentos efetuados pelo acusado foram materializados como falsos, gerando alarme e insegurança entre os comerciantes e a população de Catalão.

Catalão Online Oficial Publicidade 790x90

Catalão Online Oficial Publicidade 790×90

Durante a condução, a equipe da CPE também apreendeu duas porções de substância entorpecente, identificada preliminarmente como maconha, aumentando a gravidade da situação do detido. Essa evidência adicional reforça a linha de investigação que aponta para a atuação do suspeito em outras modalidades criminosas.

A ação da polícia de Catalão não apenas frustrou um esquema criminoso em andamento mas também serviu como um alerta para que comerciantes e cidadãos estejam mais atentos a transações financeiras, especialmente aquelas realizadas por meios digitais. A polícia continua com as investigações para identificar possíveis cúmplices e alerta para a importância da denúncia cidadã na luta contra o crime.



Autor