Polícia desarticula esquema de desvio de cargas em mineradora de Catalão
Lidiane 8 de janeiro de 2026
A Polícia Civil de Goiás desarticulou, na manhã de 6 de janeiro de 2026, um esquema de desvio de cargas que funcionava dentro de uma mineradora em Catalão. Quatro pessoas foram presas em flagrante — entre elas um funcionário da própria empresa e três motoristas de caminhão — sob a suspeita de furtar fosfato por meio de documentos e tickets de pesagem falsificados.
Segundo a investigação, o grupo atuava há pelo menos dois meses e teria causado prejuízo estimado em R$ 3 milhões à mineradora. A ação foi conduzida pelo Grupo Especial de Investigação Criminal (Geic) de Catalão, da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), após diligências e monitoramento prévio.
Os policiais prenderam os investigados no momento em que as carretas deixavam a unidade. As apurações indicam que o funcionário facilitava a saída irregular dos veículos ao manipular o sistema interno e o monitoramento da empresa, além de emitir notas fiscais e tickets de pesagem falsos que não refletiam a carga efetivamente transportada.
Durante a operação foram apreendidas cerca de 90 toneladas de fosfato, acondicionadas em duas carretas. O material foi recuperado e imediatamente restituído à mineradora vítima.
Os quatro autuados responderão pelos crimes de furto qualificado, uso de documento falso e 288 associação criminosa. Após os procedimentos legais, foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição do Poder Judiciário.
O inquérito policial seguirá para apurar o destino do material furtado, já que há indícios de receptação. As autoridades também vão investigar possíveis envolvimentos adicionais e a extensão do esquema.
A mineradora Cmóc Brasil informou que acionou a Polícia Civil assim que identificou indícios de desvio e que está colaborando com as investigações. A empresa afirmou não compactuar com práticas irregulares.
Os nomes dos presos não foram divulgados. Em nota, a defesa dos motoristas afirmou que o caso está em fase inicial e ressaltou o direito à presunção de inocência, além do compromisso de garantir o devido processo legal; os advogados disseram que se pronunciarão oportunamente.
A operação reforça a atuação das forças de segurança na fiscalização de cadeias de produção e transporte no setor mineral, e evidencia a importância de controles internos mais rígidos para prevenir fraudes e perdas econômicas.
PCGO desarticula grupo que obteve R$ 164 milhões com fraudes cibernéticas
Lidiane 11 de julho de 2025
A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), deflagrou nesta quinta-feira (10/7) a Operação Deep Hunt contra uma associação criminosa que movimentou R$ 164?milhões em fraudes cibernéticas. A ação contou com o apoio da Gerência de Inteligência de Sinais, do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro e da Binance, provedora de serviços de ativos virtuais.
No total, foram representados 41 mandados de prisão temporária, 43 de busca e apreensão e medidas de sequestro de mais de R$ 112 milhões em bens móveis e 32 imóveis. Até agora, 32 pessoas foram presas em Goiás, Distrito Federal e Rio de Janeiro. A megaoperação mobilizou 180 policiais civis em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Goianira, Senador Canedo, Abadiânia, Estrela do Norte, Brasília e Rio de Janeiro.
As investigações, que duraram um ano e meio, tiveram início após a PF identificar “transações feitas por usuários brasileiros com destino a endereços de carteiras virtuais associados a marketplaces ilegais da darkweb”. Nessas plataformas, eram vendidos “cartões de crédito clonados, dumps de cartões, documentos falsos e cédulas de moeda estrangeira falsificadas”.
Modus operandi da associação criminosa
O núcleo criminoso comprava dados bancários com criptoativos para aplicar golpes em fraudes eletrônicas e “carding”.
“Essas plataformas online vendiam softwares para falsificação de documentos, criação de sites falsos e assinatura de autoridades policiais”, explicou a delegada Bárbara Buttini, adjunta a DERCC.

Para lavar o produto dos crimes, os investigados “se colocavam atrás de pessoas físicas e jurídicas interpostas, criavam empresas de fachada e faziam recapitalizações simuladas para justificar o aumento exponencial de capital e operações fictícias”. Em seguida, reintroduziam os recursos “na economia formal” por meio da compra de imóveis, terrenos e veículos.
A organização também empregava técnicas de anonimização e fragmentação de valores, movimentando vultuosas quantias por meio de exchanges que faziam a transição entre a economia clandestina e o sistema financeiro formal.

Durante as buscas, foram apreendidos documentos, cartões, drogas, impressora, máquinas de cartão de crédito e equipamentos de informática. Duas pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo. Os investigados responderão pelos crimes de furto qualificado mediante fraude, lavagem de dinheiro com ativo virtual e falsificação de documentos públicos e particulares.
Uma operação foi deflagrada na manhã desta quinta-feira, 6, com o objetivo de combater e desarticular a ação de “coiotes” que promovem imigração ilegal para os Estados Unidos (EUA), pela Polícia Federal (PF). O contrabando de migrantes ocorre através da travessia da fronteira entre o México e os EUA, com mandados sendo cumpridos em Goiânia e Anápolis.
No total, foram cumpridos dois mandados judiciais, expedidos pela 11ª Vara da Justiça Federal de Goiás, sendo nove de busca e apreensão e três de prisão preventiva, em endereços ligados aos investigados. Um dos suspeitos teve seu nome incluído na difusão vermelha da Interpol.
Os “coiotes” atuantes em Goiás já levaram ilegalmente 448 brasileiros para os EUA. As investigações revelam que, entre 2018 e 2023, o grupo movimentou mais de R$ 59,5 milhões, oriundos dos pagamentos feitos pelos migrantes. O grupo coordenava o ingresso ilegal de brasileiros em território norte-americano, através da fronteira com o México. Muitos desses migrantes foram detidos pelas autoridades migratórias e deportados.
Além de atuar em Goiás, a organização criminosa tinha membros em outras unidades da federação e também nos EUA, responsáveis por receber aqueles que conseguiam cruzar as fronteiras de forma ilegal.
Mesmo com o pagamento dos valores cobrados, muitos migrantes não conseguiram cruzar a fronteira, sendo detidos e deportados para o Brasil. Os investigados poderão responder pelos crimes de promoção de migração ilegal, lavagem de dinheiro e associação criminosa, cujas penas somadas podem ultrapassar 18 anos de reclusão.
Polícia de Catalão Goiás Desarticula Esquema de Estelionato e Conduz Suspeito
Lidiane 4 de abril de 2024
Em uma operação realizada pela Equipe CPE de Catalão, Goiás, um homem foi conduzido sob a acusação de envolvimento em um esquema de estelionato que impactou diversos comércios da região. A ação policial, marcada pela eficiência e rapidez, revelou a extensão de um golpe elaborado que vitimou cerca de 60 estabelecimentos comerciais, com prejuízos significativos para os empresários locais.
O suspeito, cuja identidade não foi divulgada para não prejudicar as investigações em curso, é acusado de realizar aproximadamente 60 transações financeiras fraudulentas, utilizando a modalidade de pagamento PIX. Segundo as autoridades, todos os pagamentos efetuados pelo acusado foram materializados como falsos, gerando alarme e insegurança entre os comerciantes e a população de Catalão.
Catalão Online Oficial Publicidade 790×90
Durante a condução, a equipe da CPE também apreendeu duas porções de substância entorpecente, identificada preliminarmente como maconha, aumentando a gravidade da situação do detido. Essa evidência adicional reforça a linha de investigação que aponta para a atuação do suspeito em outras modalidades criminosas.
A ação da polícia de Catalão não apenas frustrou um esquema criminoso em andamento mas também serviu como um alerta para que comerciantes e cidadãos estejam mais atentos a transações financeiras, especialmente aquelas realizadas por meios digitais. A polícia continua com as investigações para identificar possíveis cúmplices e alerta para a importância da denúncia cidadã na luta contra o crime.










Posts recentes
- Renovação automática de CNH beneficia 300 mil na 1ª semana
- Lula assina decreto para faculdades comunitárias depois de 12 anos
- Bombeiros atendem acidente na BR-020, em Alvorada do Norte
- Líderes realizam 56ª edição do Fórum de Davos nesta 2ª feira
- Aparecida garante novo lar para animais na primeira feira de 2026
Comentários
Arquivos
- janeiro 2026
- dezembro 2025
- novembro 2025
- outubro 2025
- setembro 2025
- agosto 2025
- julho 2025
- junho 2025
- maio 2025
- abril 2025
- março 2025
- fevereiro 2025
- janeiro 2025
- dezembro 2024
- novembro 2024
- setembro 2024
- agosto 2024
- julho 2024
- junho 2024
- maio 2024
- abril 2024
- março 2024
- fevereiro 2024
- dezembro 2023
- novembro 2023
- outubro 2023
- setembro 2023
- agosto 2023
- julho 2023
- junho 2023
- maio 2023
- abril 2023
- janeiro 2023
- outubro 2022
- setembro 2022
- julho 2022
- junho 2022
- maio 2022
- março 2022
- janeiro 2022
- dezembro 2021
- novembro 2021
- outubro 2021
- setembro 2021
- agosto 2021
- julho 2021
- junho 2021
- maio 2021
- agosto 2020
- julho 2020
- junho 2020
- maio 2020
- abril 2020
- fevereiro 2020
- janeiro 2020
- dezembro 2019
- novembro 2019
- outubro 2019
- setembro 2019
- agosto 2019
- julho 2019
- junho 2019
- maio 2019
- abril 2019
- março 2019
- fevereiro 2019
- janeiro 2019
- dezembro 2018
- novembro 2018
- outubro 2018
- setembro 2018
- agosto 2018
- julho 2018
- junho 2018





