31 de março de 2026
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Luis Pablo Almeida é investigado por reportagem na qual disse que o ministro e sua família haviam usado carro bancado pelo TJ-MA para uso pessoal no Maranhão

O  jornalista maranhense Luis Pablo Almeida optou por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio durante seu depoimento à Polícia Federal, nesta 6ª feira (13.mar.2026). A convocação veio 3 dias depois da operação de busca e apreensão contra o jornalista, investigado por crime de perseguição depois de publicar reportagens sobre familiares do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal.

Segundo o Metrópoles, Almeida compareceu à sede da PF para prestar depoimento na condição de investigado e, depois de a corporação informá-lo sobre seus direitos constitucionais, incluindo a preservação do sigilo da fonte, o jornalista decidiu não responder às perguntas sobre os fatos apurados.

Ainda segundo a reportagem, o registro formal do depoimento contém a seguinte informação: “INFORMADO que na qualidade de jornalista tem o direito constitucional de preservação do sigilo da fonte, bem como de que está sendo inquirido na qualidade de investigado, podendo ao final ser acusado do crime de Perseguição, tipificado no art. 147-A do Código Penal, tendo, portanto, direito de permanecer em silêncio, não respondendo às perguntas sobre os fatos apurados, e PERGUNTADO se pretende exercer tal direito; RESPONDEU que pretende permanecer em silêncio”.

O Poder360 entrou em contato com a PF para confirmar as informações, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. 

O jornalista, que publica o Blog do Luís Pablo, teve celulares e computadores apreendidos pela PF na 3ª feira (10.mar.2026), por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Ele publicou reportagens sobre a utilização de um veículo funcional do Tribunal de Justiça do Estado Maranhão pelo ministro Flávio Dino e seus familiares no Maranhão.

As primeiras informações sobre o caso foram enviadas pela equipe de segurança do Supremo para a Polícia Federal. Com a instauração do inquérito, Moraes assumiu a relatoria porque os ministros consideraram que o caso tinha relação com o inquérito das fake news, aberto em 2019 para investigar críticas ao Supremo feitas por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Almeida publicou em novembro de 2025 uma reportagem em que afirma que um carro bancado pelo TJ-MA era utilizado por Dino e sua família no Maranhão. Segundo o texto, o ministro e seus familiares usavam um veículo destinado ao uso oficial de desembargadores em deslocamentos privados. A reportagem não está mais no ar.

O QUE DIZ O SUPREMO

Após críticas de diversos setores à operação, a assessoria de imprensa da Corte afirmou que “a questão em investigação” derivava da necessidade de apurar “monitoramentos ilegais” de procedimentos do ministro Flávio Dino. A nota cita a publicação de placas de veículos utilizados pelo magistrado.

Eis a íntegra da nota: 

“Informamos que a segurança institucional do ministro Flávio Dino foi alertada em 2025 de procedimento de monitoramento ilegal dos seus deslocamentos em São Luís. Houve publicação de placas de veículos utilizados pelo ministro, quantidade de agentes e nomes de agentes de segurança, e outros detalhes. Esse material foi enviado à Polícia Federal e à Procuradoria Geral da República, seguindo-se a instauração do procedimento investigativo cabível. Portanto, a questão em investigação deriva da necessidade de apurar os citados monitoramentos ilegais dos procedimentos de segurança do ministro Flávio Dino. 

“O assunto não tem correlação com crimes contra a honra ou liberdade de expressão ou inquérito das fake news. 

“Veículos de segurança são utilizados pelo STF, em colaboração com os Tribunais, com base nas seguintes normas: 

  • Lei n° 12.694/2012, em especial do artigo 9°, §1°, inciso II, bem como Resolução n° 721/ STF, artigo 5°, inciso I, alínea “a”, e a
  • Resolução n° 435 do CNJ, que disciplina a cooperação entre os órgãos de segurança institucional do Poder Judiciário, especialmente o artigo 19, parágrafo único.”

Apesar da menção ao inquérito das fake news na decisão, a Corte declarou que o assunto não tem correlação com o caso. O Poder360 entrou em contato com o Supremo para perguntar se o Tribunal gostaria de se manifestar sobre a possível contradição, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.



Autor Poder360 ·


Congressistas alegam que Rubens Oliveira ocultou documentos propositalmente e prestou falso testemunho; ele deixou a comissão levado pelo Departamento de Polícia Legislativa

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que investiga descontos ilegais no pagamento de aposentadorias do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) prendeu na madrugada desta 3ª feira (23.set.2025) o empresário Rubens Oliveira Costa, sócio de Antônio Camilo Antunes –conhecido como o Careca do INSS. A voz de prisão foi dada pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG). O homem foi levado pelo Depol (Departamento de Polícia Legislativa).

A decisão se deu depois de os integrantes da comissão aprovarem um requerimento de prisão em flagrante sob a alegação de que Costa ocultou documentos propositalmente e prestou falso testemunho ao se contradizer sobre seu envolvimento no esquema de fraudes. O presidente da CPI afirmou que o esquema de desvios era conhecido pelo empresário e que a conduta, que considerou ser falso testemunho (artigo 342 do Código Penal Brasileiro) é “gravíssima”.

“O que nós vimos hoje, o Brasil assistiu, é mais uma vez o silêncio de quem conhece, sabe como funcionou e não quis trazer informações quando perguntado sobre o maior esquema de roubo de aposentados do Brasil. Nessa comissão, nós vimos aqui, a todo momento, o depoente tentando não dar informações corretas a esse Parlamento. Escondendo documentos, fugindo das respostas e, muitas vezes, ocultando a verdade. Mas aqui não é terra sem lei. Nossa paciência ela tem limites. A nossa determinação, não. Nós vamos até o fim com essa investigação”, afirmou Viana.

Rubens Oliveira é investigado por ter ligação direta com Antônio Camilo Antunes. Eram sócios em empresas investigadas por movimentar milhões de reais que teriam sido desviados de aposentadorias de beneficiários do instituto.

Na maior parte das perguntas do relator, Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), o empresário ficou em silêncio ou alegou esquecimento, mesmo quando se tratava de informações públicas ou que não o incriminavam. A reunião da CPI do INSS, que começou na tarde da 2ª feira (22.set) e foi até a madrugada desta 3ª feira (23.set) chegou a ser suspensa por causa do comportamento do sócio do Careca do INSS –que se apoiou no habeas corpus concedido pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Durante seu depoimento, congressistas afirmaram que, se Costa respondesse determinadas perguntas, ele se incriminaria. O próprio depoente alegou possibilidade de produzir provas contra si mesmo.

Segundo a Lei da Comissão Parlamentar de Inquérito, as CPIs têm o poder de investigação e prisão –semelhante aos poderes de polícias– em casos de falso testemunho durante depoimento.



Autor Poder360 ·


Hospedado no Palácio dos Bandeirantes, ex-presidente circula pela capital paulista e se reúne com advogados a fim de se preparar para o interrogatório

Jair Bolsonaro (PL) circulou por São Paulo e encontrou apoiadores neste sábado (7.jun.2025), 2 dias antes de prestar depoimento no STF (Supremo Tribunal Federal).

Hospedado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, o ex-presidente tem feito reuniões com sua equipe jurídica em preparação para o interrogatório marcado para 2ª feira (9.jun.2025).

Durante o dia, Bolsonaro foi visto em diferentes pontos da capital paulista. Ele publicou vídeos nas redes sociais cumprimentando apoiadores na avenida Faria Lima, zona oeste da cidade, onde fica o escritório de seu advogado Celso Villardi. Pela manhã, também compartilhou imagens em uma padaria no Jardim Europa, na mesma região.

Links de embed:

 

@bolsonaromessiasjair– Jair Bolsonaro. – Galeria dos Pães, Jardim Europa. – São Paulo/SP, 7/Jun Sábado.♬ som original – BolsonaroMessiasJair

 

@bolsonaromessiasjair– Jair Bolsonaro – Faria Lima / São Paulo (SP) – Sábado (07/06/2025)♬ som original – BolsonaroMessiasJair

Bolsonaro está hospedado na residência oficial a convite do governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

DEPOIMENTO

O depoimento de Bolsonaro integra uma série de interrogatórios do processo em que é acusado de tentar dar um golpe de Estado no Brasil. As oitivas começam na 2ª feira (9.jun.2025) e se estendem até 13 de junho, incluindo o ex-presidente e outros 7 aliados.

No STF, Bolsonaro estará ao lado de seu ex-ajudante de ordens Mauro Cid, que fechou delação premiada, e do ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) general Augusto Heleno.

Os réus comparecerão presencialmente à 1ª Turma do STF para responder às perguntas da PGR (Procuradoria Geral da República) e dos ministros do tribunal. Apenas o general Walter Braga Netto, por estar detido no Rio de Janeiro, participará por videoconferência.



Autor Poder360 ·


(Foto: Reprodução)

Ele afirma que a esposa abriu a porta do carro e pulou. Imagens de câmera de segurança mostram quando homem passa com o carro sobre a vítima e desferi socos contra ela. Empresário filmado espancando mulher chora em de em depoimento e nega agressão
O empresário Fabricio Barbosa da Silva, preso após atropelar e agredir a esposa, em Goianésia, na região central de Goiás, chorou e negou as acusações durante depoimento à Polícia Civil (veja acima). Ao depor, ele negou também que tenha empurrado o filho que tentou impedir as agressões, mas um vídeo da câmera de segurança mostra o empresário agredindo a mulher mesmo depois da criança tentar impedi-lo.
O g1 não obteve o contato da defesa do empresário para um posicionamento até a última atualização desta reportagem.
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Para o delegado responsável pelo caso, Marco Antônio Zenaida, o empresário negou as agressões e disse que não está arrependido, pois não fez nada. “Como vou me arrepender de algo que, na minha consciência, eu não fiz nada?”, questiona. Ele nega também que nunca houve caso de agressão em 8 anos em que ele e a esposa estão juntos.
“A gente nunca teve briga, nem confusão, nunca. Sou um pai de família que sempre deu tudo do bom e do melhor para minha família”, disse, chorando, apesar das imagens mostrarem o contrário. O g1 não conseguiu contato com a esposa do empresário para que ela pudesse dar a versão dela sobre o caso.
Empresário que foi filmado espancando mulher mesmo após filho tentar impedi-lo chora em depoimento para Polícia e diz que não agrediu a vítima
Reprodução/Redes Sociais
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De acordo com o empresário, ele, a esposa e o filho haviam ido almoçar em um bar em Goianésia e lá ingeriram bebida alcóolica. O empresário relata que, ao irem embora, ele disse que iria dirigir na volta para casa. Segundo o relato dele, não houve discussão até chegarem à porta de casa, quando a esposa abriu a porta do carro e pulou, pois ele não havia deixado ela dirigir.
“Foi a hora que ela pulou do carro e eu guardei o carro para dentro. Saí para fora para pegar ela. Quando fui no chão, eu fui para pegar ela, para levantar ela, levantar a cabeça dela, porque ela estava ruim, né?”, contou.
Na imagens que registraram o momento (veja o vídeo abaixo), é possível ver quando ele fez a curva para estacionar o carro dentro de casa, já com a porta do carro aberta, e, em seguida, a vítima apareceu deitada na rua. Logo depois, ele saiu da garagem e começou a desferir socos na mulher. A vítima chegou a ser encaminhada para atendimento médico, apresentando sinais de fratura no braço, mas foi embora antes de fazer exames e sem alta, segundo equipe que a atendeu.
Homem é preso suspeito de atropelar e espancar mulher no meio de rua e não parar nem após filho abraçar a perna dele para tentar contê-lo
Reprodução/TV Anhanguera
Sobre ter empurrado o filho que tentava separar os pais, o empresário também negou. “Eu não empurrei ele não, eu coloquei ele para o lado para poder levantar ela do chão”, afirma. Também no vídeo que registrou o momento da agressão, é possível ver que o filho tentou empurrar o pai enquanto ele desferia socos contra a vítima. Em outro momento do vídeo, a criança estava segurando a perna do pai para impedir a agressão.
Na quarta-feira (26), a prisão em flagrante do empresário foi convertida em prisão preventiva em audiência de custódia, contou o delegado Marco Antônio ao g1. “O juiz fez análise da necessidade ou não da prisão preventiva e entendeu que era caso para se manter preso”, explicou. O empresário é investigado por tentativa de feminicídio e por digirir alcoolizado.
Entenda o caso
Homem é preso suspeito de atropelar e espancar mulher no meio de rua e não parar nem após
O empresário de 32 anos foi preso em flagrante após atropelar e agredir a esposa de 29 anos em frente à casa da família, em Goianésia, na segunda-feira (24). O momento da agressão foi registrado por câmera de monitoramento e o vídeo mostra que o homem não parou de agredir a mulher mesmo depois de o filho ter tentado impedi-lo, o empurrando e segurando a perna dele.
Ainda no vídeo, é possível ver a família chegando em casa e, quando o carro faz a curva para entrar na garagem, a porta do passageiro, ao lado do motorista, estava aberta. Logo em seguida, a mulher aparece deitada na rua, perto da calçada da casa.
O filho do casal, que tem em torno de 8 anos, relatou aos policiais militares que atenderam a ocorrência que o empresário empurrou a mulher para fora do carro e, segundo a vítima, uma das rodas do carro passou em cima de um dos braços dela.
A equipe médica que atendeu a vítima no dia da agressão informou, ao g1, que ela apresentava uma ferida com inchaço no braço direito, indicando uma possível fratura. Ela foi encaminhada para fazer uma tomografia, mas foi embora da unidade acompanhada de um conhecido dela, sem fazer o exame de tomografia e alta médica.
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/06/28/empresario-que-foi-filmado-espancando-mulher-mesmo-apos-filho-tentar-impedi-lo-chora-em-depoimento-e-diz-que-nao-agrediu-a-vitima-video.ghtml

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(Foto: Reprodução)

Vereador Vagner Batista Farias disse que agiu errado ao intimidar o servidor público e pediu desculpas à população. Esquema de desvio de verba é investigado. Vereador suspeito de desvio de verba empurra funcionário que prestou depoimento contra ele
Câmeras de segurança registraram quando o vereador Vagner Batista Farias (PSC) empurra e tranca um servidor da Câmara Municipal de Mozarlândia, no norte goiano, em uma sala para intimidá-lo (assista vídeo acima). A situação aconteceu depois que o funcionário prestou depoimento contra o parlamentar em uma investigação sobre supostos desvios de verba.
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O g1 entrou em contato com o vereador Vagner, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem. À TV Anhanguera, ele disse que agiu errado ao arrastar o funcionário e que trancou ele na sala para que explicasse o que aconteceu, já que teria sido contraditório e mentido durante depoimento. Vagner também pediu desculpas à população pelo ocorrido.
As ameaças contra o servidor aconteceram na quarta-feira (5) e deixaram outros funcionários assustados. O vídeo mostra Vagner empurrando o homem e o colocando à força dentro de uma sala. Por dois minutos, a sala permanece fechada. Quando a porta é aberta, o vereador aparece andando tranquilamente. Depois, ele volta à sala e discute novamente com o servidor. Só depois, o vereador deixa o prédio.
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Vereador Vagner Batista Farias empurra e intimida servidor público que depôs contra ele, em Mozarlândia
Reprodução/TV Anhanguera
A Polícia Civil investiga o caso. Segundo a delegada Brunna Karla, o inquérito policial já está quase concluído, testemunhas já foram ouvidas e faltam apenas algumas diligências.
“O vereador está sendo investigado pela prática dos crimes de constrangimento ilegal, calúnia, injúria e ameaça, cujas penas somadas ultrapassam dois anos de prisão”, afirmou.
Desvio de verba
O desentendimento entre o vereador e o motorista aconteceu porque a Câmara Municipal de Mozarlândia abriu Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar um suposto desvio de recursos por parte do também vereador Luiz Fernando Alves da Silva, presidente afastado da Câmara Municipal de Mozarlândia.
Durante o depoimento das testemunhas, o servidor em questão contou que Vagner também tinha se beneficiado do esquema, provocando a ira do vereador.
Os vereadores Vagner Batista Farias e Luiz Fernando Alves Silva, de Mozarlândia
Divulgação/Câmara Municipal de Mozarlândia
O g1 entrou em contato com o vereador Luiz Fernando Alves, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem.
A CEI foi concluída no mês passado, apontando que Luiz Fernando e Vagner tinham se beneficiado com dinheiro público. Na noite de sexta-feira (7), a Câmara aprovou um requerimento que abre um procedimento de impeachment contra os dois parlamentares. Nos próximos 10 dias, a Câmara vai investigar o caso e julgar os dois.
“Se forem inocentes podem ter certeza que vão ser inocentados, se forem culpados podem ter certeza que vão ser culpados. Esse é o nosso papel de vereador, é o papel de fiscalizador”, garantiu o presidente interino da Câmara, José Lúcio Rocha, em vídeo feito para as redes sociais da Câmara Municipal.
O Ministério Público de Goiás (MPGO) informou que acompanha os trabalhos da Comissão Especial da Câmara de Mozarlândia e que, em paralelo, faz as próprias investigações sobre o suposto desvio de recursos. O órgão também explicou que os resultados da comissão serão integrados à investigação do MP.
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Vereador Vagner Batista Farias intimida funcionário público, em Mozarlândia
Reprodução/TV Anhanguera
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/06/08/vereador-investigado-por-desvio-de-verba-empurra-e-intimida-funcionario-que-prestou-depoimento-contra-ele-em-camara-municipal-video.ghtml

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