5 de fevereiro de 2026
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Intervenções na logística internacional são um caminho para conter o avanço do lixo plástico em países mais vulneráveis

O plástico cresceu mais rápido que qualquer outro material industrial nos últimos 65 anos. Sua durabilidade barata, inicialmente uma inovação, virou um problema ambiental e de saúde pública de proporções globais. Sem estratégia de fim de vida, o mundo faz um experimento sem controle, com plástico acumulando-se em países pobres, rios, e no Oceano todo.

O plástico não se fabrica em um bairro. Muitas vezes, nem dentro de um único país. Ele depende de uma cadeia internacional gigantesca. Os chamados plásticos primários —produtos químicos líquidos ou gasosos utilizados para fazer produtos plásticos— atravessam oceanos para abastecer fábricas pelo mundo.

Desde os anos 1950, quando os primeiros plásticos surgiram, a complexidade e dimensão dessa cadeia só cresceu. Hoje, o plástico é uma commodity global, tão presente que quase tudo à nossa volta contém algum pedaço dele. Olhe a sua volta: é possível visualizar porque a demanda mundial por plásticos mais que triplicou entre 1991 e 2021.

Um crescimento tão grande de moléculas sintetizadas em laboratório – que não existem na natureza – certamente traria desafios. Entre eles, o desafio da contaminação dos nossos próprios corpos e ecossistemas.

Em locais com regulações e/ou capacidades institucionais mais fracas – especialmente em países do Sul Global – esses desafios se transformam em crises visíveis: plásticos no solo, na água, nas ruas, nos peixes, no leite materno.

Avaliações tecnológicas e análises de ciclo de vida mostram que, a todo e qualquer custo, ainda não dispomos de um sistema de gestão de resíduos realmente eficiente quando o assunto é plástico —não na escala em que o temos produzido, consumido e descartado; nem mesmo considerando cenários amplos de reciclagem e incineração.

As veias abertas do plástico

O comércio internacional teve (e tem) papel central na cadeia de valor do plástico em todo o mundo. A própria indústria do plástico reflete essa complexidade e escala: empresas líderes do setor muitas vezes não possuem fábricas próprias —elas dependem de amplas redes de fabricantes terceirizados, geralmente localizados em países com mão de obra mais barata. O resultado é uma cadeia longa, complexa e difícil de rastrear. Por décadas, o comércio internacional e o lobby do petróleo sustentaram a dependência econômica de 140 plásticos-commodities.

Considerando a alta ramificação dessa cadeia, um estudo brasileiro elaborado por nós, autores deste artigo, começou a destacar o papel de alguns portos —territórios restritos e delimitados do comércio internacional— nessa cadeia.

Muitas cadeias de valor globais — não só a do plástico — passam por poucos portos espalhados pelo mundo. Isso significa que uma grande parte do poder e do controle dessas cadeias está concentrada em poucas empresas portuárias nessas passagens fronteiriças.

Mesmo quando essas empresas assumem alguma responsabilidade socioambiental, elas raramente cobrem toda a extensão e a complexidade dos impactos gerados. Afinal, as cadeias entram e saem pelos portos, mas se espalham pelo mundo.

Na maioria dos casos, são multinacionais sem qualquer vínculo comercial com os produtores e consumidores da parte doméstica da cadeia do plástico. O estudo propõe investigar quais portos, ao funcionarem como funis dessa cadeia, são pontos estratégicos para a implementação de políticas públicas para iniciar o gerenciamento dessa crise.

Por isso, pensar na redução gradual —e realmente intencional— da cadeia do plástico como política ambiental é também pensar em políticas de planejamento econômico que incidam sobre fluxos de sua cadeia de valor.

É uma orquestração necessária (o planejamento de políticas ambientais junto às macroeconômicas) e em uma escala necessária (internacional), às políticas que visem buscar com seriedade, nos dados, soluções para as crises climática e do plástico.

O crescimento prejudicial da produção de plástico não aconteceu sozinho. Ele teve —e segue tendo— acordos comerciais favoráveis e incentivos de governos de todo o mundo.

Por ser um produto refinado do petróleo, as cadeias de suprimento do plástico confluem no seu início para a extração de petróleo. Ou seja, o lobby do petróleo, com suas atividades fortemente subsidiadas, também desestimula o desenvolvimento de produtos e modelos de negócio mais circulares.

Redirecionar esses incentivos poderia mudar o jogo

Investimentos em inovação e transferência de tecnologia para materiais alternativos, substitutos, compostáveis e biodegradáveis, em sistemas varejistas baseados em reuso das embalagens, podem guiar economias para a saída dessa crise. Junto a tarifas sobre produtos descartáveis ou não recicláveis, e taxas sobre aterros e incineração, intervir no “meio da cadeia” — o midstream — é um ponto de virada que vem sendo esquecido, e é onde políticas podem agir muito antes que o plástico chegue ao consumidor.

Diante da urgência, mas também diante da complexidade da crise plástica, a questão não dá pra ser participar ou não do comércio global da cadeia do petróleo. Não conseguimos deixar de comprar plástico nas nossas escolhas diárias. A questão na escala coletiva é como participar de uma transição para novas cadeias de substitutos do plástico, que também promovam menor disparidade entre economias.

No estudo desse como, chamamos para a mesa as agências portuárias. Para que, antes de chegarmos à fixação de metas operacionais mais refinadas, possamos trabalhar com algo aplicável e testável hoje nos principais portos da cadeia.

midstream dos portos é estratégico: é territorialmente limitado, informatizado e monitorado. Por que não começar por eles então?

Começando pelos portos do Sul

Para minimamente planejar uma saída da dependência do plástico, no entanto, a visão de duas dimensões são essenciais — tanto para evitar uma abordagem simplista e que desconsidere históricas assimetrias de poder em curso.

Primeiro, a visão estratégica. Alguns portos, muitas vezes, influenciam economias de regiões e países inteiros. E, portanto, também são atores-chaves para políticas ambientais. Com essa visão, as agências portuárias assumem o papel de parceiras estratégicas para intervenções em determinadas cadeias e determinadas regiões.

Hoje falamos muito de soluções no começo da cadeia (upstream) ou no fim (downstream). Mas pouco sobre o meio —o midstream— onde decisões realmente podem ter impacto. A dimensão estratégica coloca a territorialização da política no centro da análise, e se baseia antes nos dados dos volumes e valores movimentados, do que em bandeiras de amplos ou desconexos territórios nacionais.

Segundo, a visão de justiça. Justiça, seja distributiva, ambiental, ou climática, tem uma direção comum: a para o mais pobre, vulnerável, e exposto a risco. A mera tarifação de certos plásticos em portos do Norte simplesmente reduzirá mais o poder de compra e de acesso a serviços no Sul e, portanto, da qualidade de vida dessa população de forma generalizada.

Nesse sentido, políticas ambientais atuando sobre cadeias de valor devem destacar múltiplas formas de intervenção possíveis e direcionadas a economias diversas, tomando a dicotomia Norte e Sul apenas como um pano de fundo histórico a ser considerado, mas não generalizável.

Outros resultados iniciais da pesquisa no Porto de Santos destrincham esses fluxos totais nos códigos de cargas mais representativos e estratégicos, também considerando os processos químicos envolvidos na fabricação dos diferentes tipos de plásticos e conexões com outros setores.

Mais que apresentar uma seleção padronizada para todas as economias dentre os 140 tipos de insumos da cadeia do plástico e os plásticos em si, a evidência científica provoca a discussão política sobre metas de redução gradual a esses plásticos-commodities, cujos dados são facilmente acessíveis no portal ‘World Integrated Trade Solution’, que opera com dados do UNCOMTRADE – United Nations Commodity Trade Statistics Database.

Dados sobre como os plásticos são comercializados internacionalmente sob 140 nomes diferentes (incluindo como resíduo) estão na seção 39, para todos os países. A complexidade dessa análise é um desafio imenso. No entanto, apresentar um pacote inicial de indicadores do comércio internacional no timing das negociações do GPT também é uma estratégia de diplomacia científica. E visibilizar esse midstream da cadeia ajuda a tirar o foco corrente na culpabilização do consumidor final, ou da ineficiência dos sistemas de coleta e separação e reciclagem.

Sem perder de vista essas duas dimensões —a estratégica e a em favor da justiça— a experimentação coordenada dessa tarifação de transição pode (e deve) começar.

O rápido e volumoso aporte de recursos provenientes dela, aplicada em portos selecionados pelo mundo todo, pode abastecer fundos específicos destinados ao financiamento de inovação para: novos sistemas distributivos com menos descarte e mais reuso; desenvolvimento de materiais substitutos no setor de embalagem; ou ainda ao financiamento da recuperação de zonas de sacrifício já cobertas de plástico ou emitindo dioxinas e furanos.

Plásticos nascem do petróleo, um lobby poderoso que bloqueia mudanças. O “ato final” do lobby do petróleo só acontecerá com políticas internacionais fortes. A pesquisa brasileira, iniciada no Porto de Santos, mostra um caminho em caráter experimental: começar pelos portos —poucos, centrais e poderosos. Podem ser eles os pontos de virada de algumas de nossas crises tecnológicas.


Este texto foi republicado de The Conversation sob licença Creative Commons. Leia o texto original aqui.



Autor Poder360 ·


Anúncio foi feito por Hakan Fidan, ministro das Relações Exteriores da Turquia, depois de reunião com líderes de países muçulmanos

O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, afirmou nesta 2ª feira (3.nov.2025) que o Hamas está pronto para transferir o controle da Faixa de Gaza para um comitê palestino. O anúncio se dá depois de uma reunião em Istambul envolvendo ministros de Qatar, Arábia Saudita, Indonésia, Paquistão, Jordânia e Emirados Árabes Unidos para discutir a situação do cessar-fogo entre o grupo extremista e Israel.

Fidan declarou que os palestinos devem governar seu próprio território e que Gaza precisa ser reconstruída depois de 2 anos de destruição. Ele também disse que “nenhuma ação que prejudique o cessar-fogo deve ser permitida. Esse processo requer paciência e determinação”. As informações são do Türkiye Today.

Um dos pontos do acordo de cessar-fogo intermediado pelos Estados Unidos é o fim da administração do Hamas sobre a Faixa de Gaza. Antes da criação de um Estado Palestino reconhecido internacionalmente, o plano do presidente norte-americano Donald Trump (Partido Republicano) determina a criação de uma administração temporária no enclave comandada por tecnocratas palestinos.

Esse governo provisório seria supervisionado por um comitê de paz liderado por Trump e pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair (Partido Trabalhista, centro-esquerda).

O cessar-fogo entrou em vigor em 10 de outubro de 2025, encerrando os 2 anos de conflito iniciado depois dos ataques do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023. Desde então, Israel fez bombardeios em Gaza que deixaram ao menos 104 mortos. Fidan disse que o país deve interromper as “provocações” e permitir a entrada da ajuda humanitária internacional.

O ministro declarou que a Turquia está disposta a fazer sacrifícios para alcançar a paz. O país tem ajudado a mediar o conflito e tem expressado desejo de auxiliar no monitoramento do cessar-fogo.

O Hamas controla a Faixa de Gaza desde 2007, depois de encerrado um conflito interno entre o grupo e o Fatah, partido secular fundado por Yasser Arafat (1929-2004) e liderado atualmente por Mahmoud Abbas. O Fatah controla a Autoridade Palestina, órgão de governo provisório que é reconhecido por alguns países, mas que, na prática, só governa a região da Cisjordânia.



Autor Poder360 ·


Usuários podem indicar desinteresse por vídeos; a atualização traz buscas com IA e novos recursos sociais

A Meta anunciou nesta 3ª feira (7.out.2025) uma atualização no algoritmo do Facebook que amplia o controle dos usuários sobre os vídeos exibidos em Reels. A mudança inclui opções para personalizar conteúdos, novas sugestões de busca impulsionadas por IA (inteligência artificial) e recursos sociais para aumentar a interação.

Com a atualização, os usuários podem selecionar a opção “Não tenho interesse” em um Reel ou marcar comentários específicos para indicar desinteresse. O sistema de recomendações se ajusta automaticamente com base nesses sinais. A medida responde a críticas de usuários que reclamavam da exibição de vídeos enganosos, repetitivos ou de baixa qualidade.

A empresa informou ainda que o novo algoritmo dá prioridade a conteúdos recentes: usuários devem ver até 50% mais Reels carregados no mesmo dia.

Segundo informou a Meta em comunicado, o recurso tem como objetivo “melhorar a experiência do usuário na plataforma, oferecendo maior controle sobre o conteúdo visualizado”.

Novos recursos integrados

  • o recurso “Salvar” foi atualizado para reunir Reels e postagens favoritas em um único local;
  • as buscas agora contam com sugestões criadas por IA, que indicam consultas relacionadas e ajudam a descobrir mais conteúdos, recurso semelhante ao usado no TikTok;
  • foram adicionados “Bubbles” de amigos nos Reels e no feed principal. Essa função mostra quais publicações os contatos curtiram e permite iniciar conversas privadas ao tocar na foto de perfil.

IA no centro da estratégia

As mudanças seguem o investimento da Meta em IA. A companhia lançou recentemente o Vibes, feed de vídeos curtos no aplicativo Meta AI, com conteúdo exclusivamente criado por IA.

A atualização está sendo implementada globalmente e deve impactar diretamente o engajamento no Facebook. Até o momento, a empresa não divulgou métricas sobre os resultados das alterações.



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Ex-jogador brasileiro anunciou transferência do pacote majoritário de ações do clube espanhol; o negócio depende de aprovação regulatória

Ronaldo Luís Nazário de Lima transferirá o pacote majoritário de ações do Real Valladolid Club de Fútbol a um grupo de investimento norte-americano apoiado por um fundo europeu. A operação foi anunciada nesta 6ª feira (23.mai.2025). O ex-jogador atualmente ocupa o cargo de presidente do Conselho de Administração e acionista majoritário do clube espanhol. A conclusão do negócio ainda depende da autorização do CSE (Conselho Superior de Esportes) da Espanha.

A transferência do controle acionário modificará a estrutura administrativa do clube. O grupo norte-americano assumirá o comando da instituição esportiva após o período em que o ex-atacante brasileiro esteve à frente como principal acionista.

O comunicado oficial não detalha os valores envolvidos na transação nem os percentuais exatos das ações negociadas. O documento limita-se a mencionar que se trata do “pacote majoritário” do clube.

 Leia a íntegra do comunicado:

“O presidente do Conselho de Administração e acionista majoritário do Real Valladolid Club de Fútbol, Ronaldo Luís Nazário de Lima, comunica a assinatura de um acordo para a transferência do pacote majoritário de ações do Clube a um grupo de investimento norte-americano com respaldo financeiro de um fundo europeu.

Essa operação está sujeita à autorização administrativa do Conselho Superior de Esportes, conforme a regulamentação vigente.

Nos próximos dias serão oferecidos mais detalhes sobre o novo projeto que marcará esta nova etapa.

Agradecemos à torcida, à imprensa e a todos os envolvidos pela compreensão e apoio durante este processo.”



Autor Poder360 ·


Oferta Pública de Aquisição será realizada na B3 na 2ª feira (28.abr); empresa tem 74% das ações da companhia de publicidade

Na 2ª feira (28.abr.2025), o Grupo Globo realizará um leilão na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo) referente à OPA (Oferta Pública de Aquisição) para adquirir o controle integral da Eletromidia –empresa de publicidade out of home (fora de casa, na tradução para o português).

A Globo adquiriu o controle acionário da companhia em novembro de 2024. À época, a empresa comprou a participação do fundo de investimentos Vesuvius LBO, administrado pela HIG Capital, por aproximadamente R$ 1,7 bilhão.

A operação envolveu a compra de 65.923.980 ações (47,094% do capital social da Eletromidia) a R$ 27 cada, incluindo um prêmio adicional de R$ 131,8 milhões, equivalente a R$ 2 por ação. O contrato de compra estabeleceu a transferência de 65.923.980 ações ordinárias.

Em dezembro, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a aquisição.

Antes da compra, a Globo controlava 27,01% do capital social da empresa de publicidade. Depois da transação, a participação subiu para 74,01%.

Em 17 de janeiro de 2025, a Globo protocolou na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) o pedido de OPA para adquirir o controle integral da Eletromidia. O pedido foi aprovado em 26 de março.

Na prática, significa que a Globo quer comprar todas as ações da empresa que estão circulando no mercado sob posse de investidores comuns para deslistá-la da Bolsa de Valores e torná-la uma empresa de capital fechado.

A Eletromidia opera no segmento de publicidade em mobiliário urbano, utilizando telas digitais e painéis estáticos. A empresa atua em diversas cidades brasileiras e oferece soluções em transportes, aeroportos, edifícios residenciais e comerciais, shoppings e espaços públicos.

Conforme descrição publicada no balanço mais recente da companhia, “a aquisição faz parte da estratégia da Globo de diversificar seus negócios e oferecer soluções publicitárias mais completas e conectadas às necessidades de anunciantes e consumidores”. Leia a íntegra do balanço (PDF – 995 kB).



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Empresa fala em ter processamento anual de 11,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar até o final do ano fiscal de 2030

A Cargill informou nesta 5ª feira (6.fev.2025) a aquisição de mais 50% de participação na SJC Bioenergia. Com isso, assumiu o controle total da companhia.

“Nos últimos anos, investimos mais de R$ 6,8 bilhões em nossas operações e, se concretizada após a necessária aprovação dos órgãos reguladores, ter a SJC como uma empresa 100% controlada pela Cargill é um reforço importante em nossa estratégia de crescimento em energias renováveis”, afirma Paulo Sousa, presidente da Cargill no Brasil, em comunicado. Eis a íntegra (PDF – 126 kB).

A transação vem em um momento de ampliação do uso de biocombustíveis no Brasil. Com a compra, a Cargill estima alcançar um processamento anual de 11,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar até o final do ano fiscal de 2030.

O acordo será submetido à análise do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

HISTÓRICO

A SJC Bioenergia tem origem em 2006, sob o nome Usina São João. Destaca-se no processamento de cana-de-açúcar e milho, com produção de açúcar bruto, etanol (hidratado e anidro), óleo de milho, DDGs (grãos secos de destilaria) ricos em proteína, além de energia elétrica.

A companhia opera duas usinas agroindustriais situadas em Quirinópolis e Cachoeira Dourada, em Goiás. Juntas, podem processar 9 milhões de toneladas de cana e 2 milhões de toneladas de milho.

Em 2011, surge a joint venture entre a Cargill e a Usina São João, com objetivo de expandir a atuação da norte-americana no Centro-Oeste do Brasil. Contudo, a empresa enfrentou desafios devido a mudanças nas políticas públicas e variações nos preços do etanol.



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(Foto: Reprodução)

Gigante teve um traumatismo craniano grave, foi reanimado várias vezes, mas não resistiu. Uma menina de 6 anos e uma mulher, que também estavam no carro, ficaram feridas. ‘Denis Gigante’ morre após acidente em Goiás
Denis Albino Barbosa, de 50 anos, morreu após perder o controle da direção enquanto passava por uma curva na GO-430, em Formosa. Segundo a Polícia Militar, o carro dele capotou e só parou ao bater contra uma árvore. Denis era conhecido como “Denis Gigante”, por ter 2,30 metros de altura e ter participado de programas de televisão na década de 90.
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O acidente aconteceu na manhã de quarta-feira (10), no km 8 da rodovia estadual. Segundo o Corpo de Bombeiros, Denis teve um traumatismo craniano grave, foi reanimado por médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) várias vezes, mas não resistiu. Ele morreu a caminho do hospital.
Uma menina de 6 anos e uma mulher, de 47, que também estavam no carro, ficaram feridas. A menina teve somente um corte na boca e a mulher escoriações leves. A relação entre elas e Denis não foi informada por nenhuma das autoridades.
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Divulgação/Corpo de Bombeiros
A causa do acidente ou o motivo que levou Denis a perder o controle da direção ainda não foram descobertos. O Instituto Médico Legal (IML) recolheu o corpo de Denis e uma perícia foi feita no local.
Os bombeiros isolaram a rodovia e a bateria do carro, a fim de evitar um possível incêndio.
‘Denis Gigante’
Em seus perfis nas redes sociais, Denis contava que trabalhava como artista, participando de propagandas e eventos. Nascido em 3 de agosto de 1973, ele também participou de diversos programas de televisão desde a década de 1990.
Em 2020, ele ficou amplamente conhecido ao participar do programa Auto Esporte, da Rede Globo, no qual falou sobre as adaptações realizadas no carro dele para que pudesse dirigir.
De acordo com a reportagem da época, o carro, que já tinha um comprimento maior, precisou ter o trilho do banco do motorista estendido em 10 cm. Inclusive, Denis continuava usando o mesmo veículo 4 anos depois da entrevista, já que o carro foi o envolvido no acidente.
A reportagem também narrou a luta de Denis para conseguir tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), visto que precisava de uma autorização para usar o próprio veículo na prova.
O g1 entrou em contato com o Guinness Book para saber se Denis fez parte do livro ou quebrou algum recorde oficial por ser muito alto.
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Denis Albino Barbosa era conhecido como gigante por ter 2,30 metros de altura
Reprodução/Redes Sociais
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FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/07/11/denis-gigante-morreu-apos-perder-controle-de-carro-em-curva-e-bater-em-arvore-diz-policia.ghtml

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