19 de janeiro de 2026
  • 13:19 Bombeiros atendem acidente na BR-020, em Alvorada do Norte
  • 09:35 Líderes realizam 56ª edição do Fórum de Davos nesta 2ª feira
  • 02:07 Aparecida garante novo lar para animais na primeira feira de 2026
  • 22:23 Incêndios florestais no Chile matam 18 e forçam milhares a fugir
  • 14:55 Zé Délio reforça frota escolar de Hidrolândia com micro-ônibus


Três pessoas foram presas pela Polícia Civil de Goiás em uma operação realizada na manhã desta sexta-feira (16/1), em Goiânia. A ação, conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores, cumpriu mandados de prisão temporária e busca e apreensão contra um casal investigado por extorsão e tráfico de drogas.

As investigações começaram em maio de 2025, após a retenção de uma motocicleta em uma boca de fumo. De acordo com a polícia, uma usuária de drogas havia entregado o veículo como garantia de uma dívida. Para recuperar seu patrimônio, a proprietária da motocicleta foi coagida a pagar um valor de resgate, transferido diretamente aos suspeitos.

A operação desta sexta-feira resultou de um trabalho detalhado de inteligência e análise de movimentações financeiras. As provas técnicas coletadas confirmaram que o dinheiro da extorsão chegou à conta de uma das investigadas poucos minutos após o pagamento realizado pela vítima. O companheiro dela é identificado como o responsável pelo fornecimento das drogas e pela apreensão ilegal do veículo.

Os presos, que não tiveram nomes divulgados, foram levados para o sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça

Com a execução das ordens judiciais, a polícia trabalha agora para consolidar as provas dos crimes de cárcere privado e associação para o tráfico. Os detidos foram levados para uma unidade prisional e permanecem à disposição da Justiça.

Nesta fase, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão domiciliar e três mandados de prisão. Dois deles são temporários, pelo crime de extorsão, e um é preventivo, por porte de arma, que já estava em aberto contra um dos investigados.

Os nomes dos presos não foram divulgados pelas autoridades.

Autor Manoel Messias Rodrigues


O deputado André do Premium (Avante) quer proibir o uso de aplicativos e programas de inteligência artificial (IA) direcionados à criação de deep fakes em Goiás. A iniciativa legislativa estabelece a proibição do desenvolvimento, distribuição, venda, promoção ou o uso dessas ferramentas. A proposta foi protocolada na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) no processo 27339/25.

O texto define o termo deep fake como imagens ou vídeos gerados artificialmente que mostram corpo das pessoas a partir de fotos ou vídeos originais, sem o consentimento das pessoas retratadas.

“Ao proibir aplicativos e programas de inteligência artificial que criam deep fakes sem consentimento, buscamos evitar danos e abusos que possam resultar dessas práticas”, justifica André do Premium. O parlamentar cita como exemplos bullying, depressão e síndrome do pânico. Além dos danos materiais, sentimentais e físicos, o parlamentar explica que tais ações geram custos direcionados ao Estado e aos cidadãos quando tais práticas são realizadas. Outro ponto citado pelo deputado é a influência negativa de deep fakes nos resultados de eleições.

A norma estabelece, também, responsabilidades aos provedores de plataformas digitais. O normativo define que esses provedores devem programar medidas técnicas para detectar e remover deep fakes de suas plataformas, bem como para identificar e remover aplicativos e programas de IA que violem essa proibição.

Em casos concretos, a proposta define que os provedores de plataformas digitais devem cooperar com as autoridades competentes na investigação de crimes relacionados à criação, distribuição ou uso de deep fake.

Por fim, o parlamentar defende a conscientização da sociedade sobre os riscos e impactos negativos dessas tecnologias, incentivando uma abordagem ética e responsável no uso de inteligência artificial.

A matéria está tramitando na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde foi distribuída ao deputado Virmondes Cruvinel (UB) para relatoria. 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Presidente dos EUA disse que ofensiva aérea focou em “terroristas” que tem assassinado “cristãos inocentes”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que realizou nesta 5ª feira (25.dez.2025) ataques aéreos contra integrantes do Estado Islâmico no noroeste da Nigéria. Em publicação na rede social Truth Social, o presidente norte-americano afirmou que o grupo tem assassinado “cristãos inocentes, em níveis não vistos há muitos anos”.

Trump declarou que o Departamento de Guerra dos EUA “executou numerosos ataques perfeitos” ao Estado Islâmico. “Anteriormente avisei esses terroristas que se não parassem o massacre de cristãos, haveria um inferno a pagar e, hoje à noite, houve”, afirmou.

Segundo o secretário de defesa, Pete Hegseth, a operação contou com a “cooperação” do governo da Nigéria. “O Presidente foi claro no mês passado: a morte de cristãos inocentes na Nigéria (e em outros lugares) precisa acabar. O Departamento de Guerra está sempre pronto, então o ISIS descobriu essa noite, no Natal”, afirmou.

O comando das Forças Armadas dos EUA declarou que os ataques foram realizados na região de Sokoto.

Leia a manifestação de Donald Trump:

“Hoje à noite, sob minha direção como Comandante em Chefe, os Estados Unidos lançaram um ataque poderoso e letal contra a Escória Terrorista do ISIS no noroeste da Nigéria, que tem atacado e assassinado brutalmente, principalmente, cristãos inocentes, em níveis não vistos há muitos anos, e até Séculos! O Departamento de Guerra executou numerosos ataques perfeitos, como apenas os Estados Unidos são capazes de fazer. Sob minha liderança, nosso País não permitirá que o Terrorismo Islâmico Radical prospere. Que Deus abençoe nossas Forças Armadas, e FELIZ NATAL a todos, incluindo os Terroristas mortos, dos quais haverá muitos mais se seu massacre de cristãos continuar. DONALD J. TRUMP, PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA”.

 



Autor Poder360 ·


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizou na tarde desta sexta-feira, 19, o evento de instalação do Banco Vermelho na Esplanada do Palácio Maguito Vilela. O banco é um símbolo nacional da luta contra o feminicídio e em prol da conscientização sobre o combate à violência contra a mulher.

A solenidade contou com a presença da procuradora especial adjunta da Mulher da Casa, deputada Rosângela Rezende (Agir); da secretária de Projetos Especiais da Alego, Dra. Cristina Lopes; da subsecretária de execução de políticas social da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), Silvana Fuini; da vereadora por Brazabrantes, Laís Teles; da chefe de gabinete da deputada Vivian Naves (PP), Leilaine Rodovalho e do chefe da Assessoria Adjunta de Assistência Bombeiro Militar da Casa, Rogério Silva de Matos.

O Banco Vermelho permanecerá instalado na Assembleia Legislativa até o dia 25 de janeiro de 2026, aberto à visitação do público e funcionando como um espaço permanente de reflexão, conscientização e informação sobre o enfrentamento à violência contra a mulher. A iniciativa é do Instituto Banco Vermelho (IBV), organização nacional sem fins lucrativos e suprapartidária, que atua na prevenção e no enfrentamento ao feminicídio por meio de ações educativas, intervenções urbanas e mobilização social.

Segundo a deputada Rosângela Rezende, o envolvimento do Parlamento goiano, juntamente ao IBV, na luta contra o feminicídio tem enorme importância. “Esse banco simboliza um chamado ao povo goiano à reflexão sobre o que é sentir a dor dessas mulheres. É um chamado para nos levar a agir; espero que essa ação chegue a cada município de Goiás. Essa causa é gigante e urgente, precisamos dar um basta à violência contra mulher. Temos que lutar para que os casos de feminicídio zerem no nosso Estado, para encerrarmos esse ciclo de violência, essa dor e a sensação de impotência que cerca nós, mulheres”, enfatizou a parlamentar.

A secretária de Projetos Especiais da Alego, Dra. Cristina Lopes, também destacou a importância da campanha do Instituto Banco Vermelho para a reflexão acerca da violência contra a mulher e na busca de solução para o problema. “O crime contra a mulher tem um poder de devastação gigante nas famílias. A Alego, por meio da Procuradoria Especial da Mulher e do nosso presidente Bruno Peixoto, vem recepcionar esse banco e convidar as pessoas a refletir e, mais, a agir e mudar o comportamento. Até quando o sangue das mulheres vai correr nas mãos dos homens brasileiros? Fica aqui o convite à reflexão”, enfatizou Lopes.

Banco Vermelho

A ação integra uma política pública nacional, respaldada pela Lei Federal nº 14.942/2024, que incorpora o Banco Vermelho às estratégias de enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil, fortalecendo a Campanha “Feminicídio Zero. Não é ilusão. É compromisso”.

A instalação do Banco Vermelho na Assembleia Legislativa reafirma o compromisso institucional com a defesa da vida, dos direitos das mulheres e o combate à violência de gênero, com ampliação do debate para além dos espaços institucionais e aproximação da pauta à sociedade. O IBV já está em atividade em 12 estados brasileiros, com bancos gigantes e pequenos em vias, além de um banco fixo no Senado Federal, no Tribunal de Justiça de Pernambuco, no Ministério das Mulheres, no Tocantins e no Maranhão.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) recebeu o projeto de lei nº 30.240/25, de autoria do deputado Virmondes Cruvinel (UB), que pretende instituir ação contra a doenças chamada febre do Oropouche, transmitida por mosquito. Caso seja aprovado na Casa e sancionado pelo Executivo, ação será denominada Política Estadual de Prevenção, Vigilância e Enfrentamento da Febre Oropouche no Estado de Goiás. A matéria foi encaminhada à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), e está sob relatoria da deputada Rosângela Rezende (Agir). 

A febre do Oropouche é uma doença que foi identificada na década de 1960 no Brasil, transmitida principalmente pelo mosquito maruim, mais conhecido como mosquito-pólvora. Goiás apresenta condições favoráveis à proliferação desses vetores, como clima quente e úmido, urbanização acelerada em locais úmidos com matérias orgânicas, sem infraestrutura adequada de saneamento e drenagem.

Os sintomas são semelhantes a outras arboviroses: febre súbita, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulares, dor retro-orbital e mal-estar, durando de dois a sete dias. A maioria dos casos evolui bem, mas podem ocorrer complicações graves, como manifestações hemorrágicas e meningite. Não há tratamento específico nem vacina – apenas terapia de suporte com hidratação, analgésicos e repouso.

Apesar de ser uma doença com casos importados, a ausência não garante imunidade futura. Sendo assim, o parlamentar fundamenta-se no princípio da precaução em saúde pública, para estruturar uma política de fortalecimento para a vigilância epidemiológica e capacitação profissional; implementação de vigilância entomológica; manejo ambiental para controle de vetores; garantia de assistência a pacientes e gestantes; e incentivo à pesquisa científica. 

Cruvinel afirma que “experiências de outros estados brasileiros demonstram que políticas de conscientização e integração entre vigilância e assistência são fundamentais para o sucesso das ações”. Por fim, o deputado destaca que “os custos de preparação prévia são significativamente inferiores aos custos de resposta emergencial a surtos estabelecidos. Investimentos em vigilância e prevenção constituem medidas economicamente eficientes”.

 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Manifestação na capital carioca, realizada em Copacabana, reuniu cerca de 18.900 pessoas e protestou contra a anistia

As manifestações deste domingo (14.dez.2025) contra o PL da Dosimetria no Rio reuniram diversos artistas da TV Globo. Entre eles: Camila Pitanga, Fernanda Torres, Paulo Vieira, Lucas Righi, Luis Miranda, Heloisa Périssé, João Vicente de Castro, Vinicius Teixeira, Sophie Charlotte, Alinne Moraes e Alessandra Negrini.

A TV Globo afirma em seu código de ética e conduta, publicado em novembro de 2021, que artistas contratados podem participar de ações políticas fora do local de trabalho e das horas de expediente.

O documento só proíbe que sejam usados recursos ou imagens da empresa. Eis a íntegra (2,4 MB).

Veja vídeo que reúne alguns dos artistas presentes no ato:

O ATO

O ato na capital carioca, realizado na praia de Copacabana às 14h, reuniu cerca de 18.900 pessoas no pico da manifestação, segundo o Monitor do Debate Político, da USP (Universidade de São Paulo). 

A mobilização “Ato Musical/Congresso Inimigo do Povo” foi convocada pela Frente Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular depois de a Câmara aprovar o PL (Projeto de Lei) da Dosimetria na madrugada de 4ª feira (10.dez.2025). O texto é uma alternativa ao PL da Anistia e estabelece redução de penas de condenados pela invasão dos prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

Participaram também do ato o político Glauber Braga (Psol-RJ) e os cantores Lenine, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Emicida, Xamã, Fernanda Abreu, Duda Beat, Baco Exu do Blues, Tony Bellotto e Moreno Veloso.



Autor Poder360 ·


Pré-candidato ao Palácio do Planalto em 2026, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), defendeu, durante entrevista à Record News nesta terça-feira (2/12), uma atuação incisiva do presidente da República no enfrentamento ao crime organizado.

“A caneta do presidente é mais forte do que qualquer fuzil de miliciano ou de faccionado”, ressaltou Caiado, ao apontar a superioridade da autoridade legal e institucional do mandatário maior do país sobre qualquer poder criminoso.

O governador goiano, que tenta viabilizar seu nome como representante da direita, também apresentou resultados de sua gestão e defendeu uma eleição que priorize a “independência moral”.

“Esta é a coragem que tem de ter o presidente para resgatar a soberania brasileira, levar paz à população e fazer o país crescer, como nós fizemos em Goiás”, acrescentou Caiado, ao citar o alto nível de aprovação popular que conquistou no estado e o desempenho na área para validar seu posicionamento.

Sob o comando de Caiado, Goiás tem uma política de segurança que está entre as líderes do país no quesito efetividade, com reduções gradativas em todos os índices criminais e taxas de até 90%.

De volta à cena pública após ter sido submetido a um procedimento de ablação cardíaca no dia 24 de novembro, Caiado também participou do Jornal Goiás Record e enfatizou que investir nas forças de segurança é o instrumento mais eficaz para combater o crime organizado.

“Historicamente, o que mais avançou no país não foi nenhuma área de indústria, de prestação de serviço ou de logística. O que teve crescimento em proporção exponencial foi o crime”, frisou em menção às gestões dos opositores políticos.

Caiado participou mais cedo de audiência pública, na Câmara dos Deputados, em Brasília, sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. Ao comentar o texto enviado pela União ao Congresso, apontou a complacência do governo federal.

“Hoje a preocupação primeira em todas as pesquisas é exatamente a violência, a ocupação das facções criminosas e o quanto, realmente, eles estão invadindo a soberania brasileira e escravizando pessoas”, apontou.

Maior legado que eu deixo é cuidar das pessoas’

Em tom de encerramento administrativo, Caiado também fez um balanço de seu mandato e destacou que “o maior legado que eu deixo é cuidar das pessoas”. Ao final de março de 2026, Caiado entrega o posto ao vice-governador Daniel Vilela (MDB).

“Sempre quis que os cidadãos se sentissem orgulhosos de morar no Estado de Goiás”, afirmou, com ênfase nos resultados da educação, redução da pobreza, infraestrutura, inovação tecnológica, regionalização da saúde.

O líder goiano aproveitou o momento para reafirmar o compromisso com os goianos e que está “agitado” trabalhar muito e buscar solução para os problemas.

“Hoje estou com oito dias de pós-operatório, estou evoluindo bem, mas ainda com cautela, neste ritmo de final de ano”, afirmou ao mencionar que, após recuperação orçamentária, o próximo ano será dedicado a obras estruturantes.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Decisão mantém valores recebidos por beneficiários até abril de 2024 e dispensa devolução de recursos aos cofres públicos

A maioria do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por 6 votos a 2, invalidar a tese da “revisão da vida toda” das aposentadorias do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A decisão foi tomada no plenário virtual. Com isso, os beneficiários que receberam valores determinados por ordens judiciais até abril de 2024 não precisarão devolver o dinheiro aos cofres públicos.

O relator, ministro Alexandre de Moraes, ajustou seu voto ao posicionamento mais recente do Supremo. Foi acompanhado por Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Nunes Marques e pelo ministro aposentado Roberto Barroso.

O ministro André Mendonça divergiu, assim como a ministra aposentada Rosa Weber, que já havia votado antes de deixar o cargo.

A decisão estabelece que ficam proibidas cobranças de valores recebidos por beneficiários em virtude de decisões judiciais, sejam provisórias ou definitivas, proferidas até 5 de abril de 2024, data da publicação da ata de julgamento.

O julgamento no plenário virtual do STF terminará em 25 de novembro de 2025, quando será consolidada a decisão sobre o tema.

Mudança de entendimento

Em 2022, o STF havia considerado constitucional o mecanismo da “revisão da vida toda”. Dois anos depois, o Supremo mudou o entendimento por considerar que a constitucionalidade da regra impossibilita que o beneficiário opte pelo regime mais favorável. 

A alteração de posicionamento do STF aconteceu depois que beneficiários do INSS ingressaram com ações judiciais. Muitos obtiveram decisões favoráveis em 1ª Instância, baseadas no entendimento anterior da Corte. Com a nova decisão, os segurados ficam restritos às regras do fator previdenciário, sem direito de escolha.

Em março de 2024, o Supremo derrubou o próprio entendimento que autorizava a “revisão da vida toda” em uma reviravolta sobre o assunto. Na ocasião, foi revertida a maioria alcançada em 2022, quando a composição plenária era diferente da atual. 

Com isso, o STF deu vitória à União, e retirou o direito dos aposentados de optarem pelo cálculo que proporcionasse o maior benefício: com ou sem as contribuições anteriores a 1994, quando foi implementado o Plano Real. Essas parcelas haviam sido excluídas do cálculo com a reforma da Previdência de 1999.



Autor Poder360 ·


A Polícia Civil de Goiás, por intermédio da Delegacia de Polícia de São Simão, cumpriu 41 mandados nesta quinta-feira (13/11) no município da região Sul do estado. A ação integra a nova etapa da Operação Espectro e visa desmantelar o esquema de tráfico de drogas que atua na cidade e na região.

A fase deflagrada nesta quinta-feira incluiu ordens judiciais para prisão temporária, busca e apreensão domiciliar, veicular e pessoal, além de medidas cautelares como sequestro de bens e bloqueio de contas bancárias. Todas as medidas foram direcionadas a investigados por tráfico de drogas e por associação para o tráfico.

Foram executados 29 mandados de busca e apreensão e 12 mandados de prisão temporária, todos expedidos pelo Poder Judiciário da Comarca de São Simão. As diligências resultaram em prisões e na apreensão de celulares, documentos, valores em espécie e veículos.

Diligências resultaram em prisões e na apreensão de celulares, documentos, valores em espécie e veículos

Um dos investigados foi autuado em flagrante por tráfico de drogas durante as operações. Além das prisões, as medidas visaram coletar provas e interromper a logística financeira e material do grupo.

A nova etapa reforça investigações que, desde 2023, vêm desarticulando uma rede criminosa complexa responsável pela distribuição e comercialização de entorpecentes. O esquema era organizado em núcleos familiares interligados, com papéis distintos entre fornecedores, distribuidores, responsáveis logísticos e operadores financeiros.

Entre os alvos desta fase estão traficantes reincidentes e membros de famílias já atingidas em fases anteriores da Operação Espectro. As apurações identificaram investigados com movimentações bancárias incompatíveis com a renda declarada e vínculos diretos com fornecedores de drogas de outros estados.

Autor Manoel Messias Rodrigues


A Polícia Civil de Goiás cumpriu três mandados de prisão preventiva nesta quarta-feira (12/11) nas cidades de São Paulo e Guarulhos. A ação, batizada de Operação Falso Prêmio, contou com o apoio da Polícia Civil de São Paulo e também cumpriu dez mandados de busca e apreensão.

A operação teve como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em estelionato virtual e lavagem de dinheiro. Os crimes foram cometidos contra uma vítima que reside na cidade de Catalão, localizada no Sudeste Goiano.

As investigações da 1ª Delegacia Distrital de Polícia de Catalão começaram em julho deste ano. Tudo partiu de um boletim de ocorrência registrado por uma mulher que foi vítima de um golpe aplicado por videochamada no WhatsApp.

Durante a ligação, os criminosos anunciaram falsamente que a vítima havia sido sorteada para receber um prêmio em dinheiro de um supermercado local.

Seguindo as instruções recebidas, a vítima clicou em um link enviado e foi direcionada ao aplicativo do banco, sendo induzida a acessar a área Pix. Imediatamente após a ligação, a mulher percebeu que uma transferência não autorizada de R$ 14 mil havia sido realizada de sua conta. Foi quando ela constatou que havia sido enganada.

Por meio de técnicas de inteligência e investigação cibernética, a polícia identificou um grupo criminoso estruturado. Descobriu também que o grupo era sediado na zona leste de São Paulo e em Guarulhos.

A organização era responsável por adquirir celulares e chips, habilitar redes Wi-Fi e realizar as chamadas fraudulentas. Sua principal função, no entanto, era a abertura de contas bancárias de terceiros, conhecidas como “laranjas”. Essas contas eram usadas para receber e movimentar o dinheiro obtido de forma ilícita.

Durante a operação, dois homens e uma mulher foram presos. A investigação apurou que dois dos detidos já tinham registros anteriores por estelionato. Eles possuíam contas bancárias que foram usadas em golpes semelhantes, o que reforça os indícios de reincidência e sua ligação com o principal investigado, que também foi preso.

Foram apreendidos notebooks, computadores e sete aparelhos celulares. Todo o material recolhido será submetido a perícia técnica.

Após os procedimentos legais na Polícia Civil de São Paulo, os presos foram encaminhados para o sistema prisional paulista. Eles permanecem à disposição da Justiça e agora aguardam o traslado para o estado de Goiás. Os nomes dos indivíduos presos não foram divulgados pelas autoridades.

Autor Manoel Messias Rodrigues