25 de fevereiro de 2026
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“A Amazônia sustenta o ar do mundo; é hora de reconhecer a realidade de seu povo e apoiar seu desenvolvimento sustentável”, disse o prefeito; o governador do Pará também se posiciona

O prefeito de Belém, Igor Normando (MDB), criticou na 2ª feira (17.nov.2025), nas redes sociais, o posicionamento do chanceler alemão, Friedrich Merz (CDU, centro-direita), que disse que ele e sua equipe estavam “contentes” depois de participação na COP30.

A declaração do líder alemão foi “infeliz, arrogante e preconceituosa”, segundo Normando. “A fala dele não representa o que a maioria da população do mundo inteiro tem achado da nossa cidade. Por onde a gente anda, muita gente encantada por Belém, com suas belezas naturais, com sua gastronomia”, disse o prefeito.

Assista (1min13s) ao vídeo:

Normando ainda defende que o líder alemão tenha “empatia” com a população da região. A Amazônia ajudou o mundo inteiro a respirar, e agora é hora de vocês reconhecerem a realidade do povo da floresta e ter empatia de ajudar o povo a se desenvolver com equilíbrio e sustentabilidade”, disse. 

HELDER BARBALHO

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), endossou a crítica a Merz. Considerou o discurso do político alemão “preconceituoso”.

Eis a mensagem:

MEMES

Internautas brasileiros publicaram memes do ensaio nu do ex-jogador Vampeta. A mobilização, conhecida como “vampetaço”, se deu como um protesto às declarações de Merz.

Houve também quem defendesse a fala de Merz, como este internauta que comparou uma cidade alemã a Belém. Eis abaixo:



Autor Poder360 ·


Para Friedrich Merz, operações do governo Netanyahu podem enfraquecer país persa; declarações foram feitas em entrevista a TV

O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, afirmou que os ataques de Israel ao Irã são um “trabalho sujo” feito em nome do Ocidente. Segundo Merz, o país persa espalha “morte e destruição” pelo mundo. 

“Só posso dizer que temos grande respeito pelo fato de o exército e o governo israelense terem a coragem de fazer isso. Caso contrário, poderíamos continuar a ver o terror deste regime por meses e anos e, possivelmente, com uma arma nuclear em mãos”, disse o chanceler na 3ª feira (17.jun.2025), em entrevista ao canal alemão ZDF, durante o encontro do G7 no Canadá. 

Para Merz, as operações israelenses podem levar ao colapso do regime iraniano. Ele afirmou que é “improvável” que o país consiga retomar a força que exercia antes dos ataques.  

O chanceler defendeu a retomada das negociações sobre o programa nuclear iraniano, interrompidas pelos ataques israelenses. “Ainda existe a possibilidade de que a parte do governo iraniano capaz de agir retorne à mesa de negociações. Se [o Irã] não estiver preparado para entrar em negociações, Israel seguirá esse caminho até o fim.”

Israel começou a bombardear o Irã depois de o país persa ter sido censurado pela AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) por descumprir obrigações previstas em tratado pela 1ª vez em duas décadas. A ofensiva israelense começou na 6ª feira (13.jun.2025). Tel Aviv afirma que o Irã está avançando no desenvolvimento de armas nucleares, o que considera uma ameaça direta à sua existência.

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse em mensagem gravada na 6ª feira (13.jun) que o país não permitirá que Israel “escape com segurança” do “grande crime” que cometeu. 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a campanha militar vai durar “o tempo que for necessário”.



Autor Poder360 ·


Em 1º encontro com o norte-americano, Wang Yi diz que a relação entre os países vive um momento crítico e que espera colaboração

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, se encontrou na 3ª feira (3.jun.2025) com o embaixador dos Estados Unidos na China, David Perdue. A reunião se deu em Pequim e foi o 1º encontro entre os diplomatas desde que o norte-americano chegou à capital chinesa em 15 de maio.

Na reunião, Wang Yi disse que espera ter a colaboração de Perdue para melhorar as relações diplomáticas entre os 2 países, que na visão do chanceler chinês, vivem “um momento importante e crítico”. 

“A lição mais importante é que a igualdade e o respeito mútuo são os pré-requisitos para a interação entre as duas partes, e o diálogo e a cooperação são as únicas escolhas corretas”, disse Wang Yi.

O encontro entre os diplomatas se deu em um momento em que a tensão entre os países por causa das tarifas comerciais voltou a subir. Desde 6ª feira (30.mai), a Casa Branca e o governo chinês trocam acusações sobre descumprimentos no acordo de Genebra. O pacto firmado em 12 de maio estabeleceu a redução de tarifas impostas durante a guerra comercial.

O ministro chinês declarou que, desde as negociações em Genebra, o país implementou as medidas acordadas, mas que os EUA tomaram uma série de ações “injustificadas” que prejudicaram interesses e direitos da China.

Por sua vez, Perdue afirmou que os países devem manter as relações em um nível respeitoso e com um canal aberto entre suas lideranças. Disse que está disposto a manter uma comunicação próxima com o governo chinês.


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Autor Poder360 ·