11 de janeiro de 2026
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Via Dutra, rodovia operada pelo grupo Motiva, não tem nada a ver com administração de São Paulo, mas metroviários fazem campanha contra governo paulista

O Sindicato dos Metroviários criticou nesta 6ª feira (28.nov.2025) o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) por implantar um novo pedágio na Rodovia Dutra, no acesso ao aeroporto de Cumbica. O trecho em questão, localizado na pista expressa entre a Marginal do Tietê e o Arujá, no entanto, faz parte de uma concessão federal, não estadual.

O atual contrato de concessão federal da Dutra foi assinado em 2022 pelo grupo Motiva, antigo Grupo CCR, e é válido por 30 anos. Pelo acordo, a empresa deve instalar monitoramento automatizado por câmeras, oferecer wi-fi e iluminação em LED, além de adotar a passagem automática de veículos nos pedágios de Guarulhos.

Em postagem no X, o sindicato, que representa os trabalhadores do Metrô, diz que o Estado de SP estaria “nas nuvens” “se a cada novo pedágio Tarcísio construísse uma escola ou hospital”. A mensagem também trouxe as hashtags #ForaTarcisio #PrivatizaQuePiora.

O Poder360 tentou entrar em contato com o Sindicato dos Metroviários por e-mail e telefone, mas não obteve resposta. O espaço segue aberto.

Como será o pedágio

O Grupo Motiva diz que o pedágio free flow, sem cancela, começa a operar no dia 6 de dezembro, um sábado. Saindo da Marginal Tietê, em um horário de pico em dia de semana, o motorista pagará até o Aeroporto Internacional de Guarulhos uma taxa de R$ 1,37. Segundo a empresa, o valor pode ficar maior de acordo com a data. Leia a tabela (PDF – 58 KB)

O sistema funciona por meio de ‘pórticos eletrônicos’ instalados nos acessos à pista expressa da Dutra. Ao passar por esses pórticos, a tag ou a placa do veículo é lida automaticamente, e o sistema calcula o valor correspondente ao trecho percorrido. 

Com a tag, o valor é debitado automaticamente na fatura da operadora, com 5% de desconto por viagem. Sem tag, o pagamento deve ser feito pelo site pedagiodigital.com, em até 30 dias. 

A tarifa é programada variando conforme o dia da semana, horário e feriados prolongados. As placas eletrônicas colocadas na entrada da via exibem os preços atualizados para cada destino possível da pista expressa. Motocicletas pagam metade do valor. 

É possível calcular o preço do pedágio das vias Dutras e Rio-SP nesse link: https://rodovias.motiva.com.br/riosp/servicos/calcular-pedagio/



Autor Poder360 ·


Segundo o presidente, as pesquisas são uma “fotografia do momento”; PoderData mostra que 56% desaprovam a gestão petista

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atribuiu a queda na popularidade de seu governo a uma “fotografia do momento” captada pelas pesquisas de opinião.

“Eu sempre acho que pesquisa é uma fotografia do momento em que você faz a pesquisa. Até o 2º semestre deste ano, eu dizia para as pessoas: não há por que ainda terem a afirmação de que o governo está indo muito bem, porque a gente não está entregando as coisas que nós temos que entregar. Este é o ano da colheita. Nós vamos entregar”, disse o petista.

A declaração foi dada durante gravação do programa Mano a Mano, no domingo (15.jun.2025), no Palácio da Alvorada. O podcast é apresentado por Mano Brown e Semayat Oliveira. Esta é a 2ª vez que Lula participa do programa. A 1ª foi em 2021, quando ainda não era candidato à Presidência.

“Quando sai uma denúncia de corrupção no meu governo, é normal que, no momento, as pessoas pensem que foi no governo Lula, porque fomos nós que descobrimos. Então, cabe a nós dizer em alto e bom som por que aconteceu aquela corrupção, quem foi que fez aquilo, quem é a quadrilha que estava por trás daquilo. E aí isso cria um debate. Eles sempre vão dizer que fomos nós, e nós sempre vamos dizer a verdade”, declarou o petista.

Pesquisa PoderData realizada de 31 de maio a 2 de junho mostrou desaprovação de 56% ao governo Lula. Já foi possível, portanto, captar o impacto do caso das fraudes dos descontos ilegais em aposentadorias e beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O chefe do Executivo falou sobre como funcionava o esquema: “Nós descobrimos através da CGU [Controladoria Geral da União] e da Polícia Federal que várias entidades foram criadas no governo Bolsonaro. Na perspectiva de mudança de governo, eles facilitaram para que os caras pudessem cobrar dos aposentados, colocar seus nomes como se fossem os sócios, mandaram o nome do aposentado como se fosse para o INSS, o INSS mandava para o Serpro e o Serpro autorizava o pagamento de um desconto, não sei se em média de 40 reais. Isso virou uma febre”.

O presidente afirmou que as investigações continuam e que “certamente” os responsáveis serão presos.



Autor Poder360 ·