18 de janeiro de 2026
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Ex-presidente passa por cirurgia para correção de duas hérnias inguinais; redução será por meio de incisões nas virilhas

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fazem vigília em frente ao Hospital DF Star, em Brasília. O ex-chefe do Executivo passa, na manhã desta 5ª feira (25.dez.2025), por uma cirurgia para correção de duas hérnias inguinais

Os apoiadores cantaram louvores. Uma das mulheres que estava com o grupo estendeu bandeiras do Brasil e de Israel no gramado do prédio e ajoelhou enquanto orava pelo ex-presidente.

Assista (32s):

O grupo afirmou que a vigília é para orar pela saúde de Bolsonaro e pelo futuro do Brasil. Também manifestaram apoio a pré-candidatura do senador e filho 01 do ex-presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Assista (1min14s):

A cirurgia, que começou por volta das 9h, deve demorar de 3 a 4 horas. O procedimento é realizado por meio das incisões feitas nas virilhas para a redução de duas hérnias. Há também o reposicionamento das alças intestinais na cavidade abdominal.

Bolsonaro foi transferido na manhã de 4ª feira (24.dez) da Superintendência da PF, em Brasília, para o Hospital DF Star, onde passou por exames pré-operatórios. De acordo com o médico,“foi submetido a uma bateria de exames pré-operatório de rotina”, incluindo uma angiotomografia das coronárias. O médico afirmou que foram detectadas “pequenas placas de gordura que não comprometem a cirurgia”.

O ex-presidente tem duas hérnias, uma do lado direito e outra do lado esquerdo. Uma hérnia inguinal ocorre quando uma alça do intestino ou tecido abdominal se projeta através de um ponto fraco ou abertura que se forma na parede muscular do abdômen, perto da região da virilha. Ou seja, é um pequeno “buraco” que se abre. Essa passagem é operada e reparada em geral com a colocação de uma tela de polipropileno, um material sintético biocompatível que reforça a parede abdominal e fica integrado aos tecidos do corpo.

CIRURGIA DE BOLSONARO

O laudo da PF (Polícia Federal) e protocolos médicos para o caso indicam que o procedimento deve seguir a técnica convencional (aberta), que consiste nos seguintes passos:

  • incisão e reposicionamento: o cirurgião realiza um corte na região da virilha (neste caso, em ambos os lados, por ser bilateral) para localizar a hérnia –que é quando uma parte do intestino ou gordura atravessa um ponto de fraqueza na musculatura. Esse conteúdo é empurrado de volta para dentro da cavidade abdominal;
  • reforço com tela: o ponto central da cirurgia é a colocação de uma tela de polipropileno (uma rede sintética resistente). Essa tela é fixada sobre a falha muscular para reforçar a parede abdominal, agindo como um “remendo” que impede a saída de tecidos novamente.



Autor Poder360 ·


Declaração se deu após ex-presidente cancelar entrevista por motivos de saúde; Moraes autorizou que ex-chefe do Executivo passe por cirurgia na 5ª feira (25.dez)

O senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) pediu que apoiadores continuem orando pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) depois que ele cancelou uma entrevista que daria nesta 3ª feira (23.dez.2025) por questões de saúde. 

”Como todo mundo sabe, ele está na iminência de se internar para fazer uma cirurgia. E tem dia que ele acorda bem, tem dia que ele acorda pior. Então hoje pode ter sido um dia que ele acordou mais indisposto”, disse o senador em vídeo publicado no Instagram. 

Horas depois, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes autorizou a saída temporária o ex-presidente da prisão para a realização de uma cirurgia. 

Bolsonaro está custodiado na Superintendência da PF (Polícia Federal, em Brasília), onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.

Moraes autorizou que Bolsonaro seja conduzido ao Hospital DF Star na 4ª feira (24.dez) para a realização de exames preparatórios. O procedimento cirúrgico, para correção de duas hérnias inguinais, está marcado para o dia seguinte, 25 de dezembro. Leia a íntegra (PDF – 121 kB).


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Autor Poder360 ·


Hospedado no Palácio dos Bandeirantes, ex-presidente circula pela capital paulista e se reúne com advogados a fim de se preparar para o interrogatório

Jair Bolsonaro (PL) circulou por São Paulo e encontrou apoiadores neste sábado (7.jun.2025), 2 dias antes de prestar depoimento no STF (Supremo Tribunal Federal).

Hospedado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, o ex-presidente tem feito reuniões com sua equipe jurídica em preparação para o interrogatório marcado para 2ª feira (9.jun.2025).

Durante o dia, Bolsonaro foi visto em diferentes pontos da capital paulista. Ele publicou vídeos nas redes sociais cumprimentando apoiadores na avenida Faria Lima, zona oeste da cidade, onde fica o escritório de seu advogado Celso Villardi. Pela manhã, também compartilhou imagens em uma padaria no Jardim Europa, na mesma região.

Links de embed:

 

@bolsonaromessiasjair– Jair Bolsonaro. – Galeria dos Pães, Jardim Europa. – São Paulo/SP, 7/Jun Sábado.♬ som original – BolsonaroMessiasJair

 

@bolsonaromessiasjair– Jair Bolsonaro – Faria Lima / São Paulo (SP) – Sábado (07/06/2025)♬ som original – BolsonaroMessiasJair

Bolsonaro está hospedado na residência oficial a convite do governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

DEPOIMENTO

O depoimento de Bolsonaro integra uma série de interrogatórios do processo em que é acusado de tentar dar um golpe de Estado no Brasil. As oitivas começam na 2ª feira (9.jun.2025) e se estendem até 13 de junho, incluindo o ex-presidente e outros 7 aliados.

No STF, Bolsonaro estará ao lado de seu ex-ajudante de ordens Mauro Cid, que fechou delação premiada, e do ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) general Augusto Heleno.

Os réus comparecerão presencialmente à 1ª Turma do STF para responder às perguntas da PGR (Procuradoria Geral da República) e dos ministros do tribunal. Apenas o general Walter Braga Netto, por estar detido no Rio de Janeiro, participará por videoconferência.



Autor Poder360 ·


Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participaram neste domingo (6/4) de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato, convocado pelo próprio Bolsonaro, teve como foco a defesa da anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023. Considerado o maior atentado às instituições democráticas desde a redemocratização, o episódio resultou em centenas de prisões. A manifestação foi marcada por discursos políticos e críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).  

Entre as autoridades presentes estavam os governadores Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG), Ratinho Junior (PR), Wilson Lima (AM), Ronaldo Caiado (GO), Mauro Mendes (MT) e Jorginho Mello (SC). Parlamentares, como o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, também marcaram presença. O ato começou às 14h com uma oração da deputada Priscila Costa (PL-CE). Durante os discursos, houve defesa de um projeto de lei que prevê anistia aos condenados pelos atos antidemocráticos.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro participou do ato e pediu uma “anistia humanitária”. Ela mencionou a cabeleireira Débora Rodrigues, presa por pichar com batom a estátua “A Justiça”, em frente ao STF. Muitos manifestantes levaram batons como símbolo de apoio a Débora, que é ré por envolvimento nos atos e acusada de apagar provas. O PL cogita lançá-la como candidata a deputada. O gesto tornou-se um ícone da narrativa de perseguição política defendida por apoiadores de Bolsonaro.

Pré-candidato à presidência, governador Ronaldo Caiado e a primeira-dama Gracinha são favoráveis a anistia

Por volta das 15h40, Jair Bolsonaro subiu ao trio elétrico e discursou ao público. Criticou o STF, o presidente Lula e voltou a questionar o resultado das eleições de 2022. Relembrou a viagem aos Estados Unidos no fim do mandato e afirmou que, se tivesse permanecido no país, poderia ter sido preso ou até “assassinado”. Disse ainda que a eleição de 2026 sem sua participação seria “negar a democracia” e acusou o sistema de persegui-lo por sua reunião com embaixadores estrangeiros em 2022.

Bolsonaro também citou o filho Eduardo, que se licenciou do mandato e se mudou para os EUA, onde atua em articulações políticas. Segundo ele, Eduardo tem contatos com “pessoas importantes do mundo todo”. O ex-presidente reiterou que sua inelegibilidade, decretada pelo TSE, é fruto de uma injustiça e que sua ausência nas próximas eleições representa “a escancarada ditadura no Brasil”. A decisão da Corte o impede de disputar cargos até 2030.

Pesquisa Quaest mostra que 56% da população é contra anistia

O ex-presidente foi tornado réu no Supremo no mês passado, ao lado de sete aliados. A denúncia da Procuradoria-Geral da República foi aceita por unanimidade pelos cinco ministros da Primeira Turma. Os acusados passam agora a responder criminalmente por tentativa de golpe de Estado. Segundo a PGR, eles faziam parte do “núcleo crucial” que planejou romper a ordem democrática no país.

Enquanto os manifestantes pediam anistia, uma pesquisa do instituto Quaest divulgada no mesmo dia mostrou que a maioria da população brasileira é contrária à ideia. Segundo o levantamento, 56% dos entrevistados são contra libertar os envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes. Apenas 34% são favoráveis à medida, e 10% não souberam ou preferiram não opinar. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 27 e 31 de março.



Autor Felipe Fulquim