13 de fevereiro de 2026
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta quarta-feira (21/1) a venda, fabricação, distribuição, importação, divulgação e uso de medicamentos à base de tirzepatida e de retatrutida que estão sendo comercializados sem registro no Brasil. A medida atinge produtos anunciados em redes sociais e conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

A proibição, segundo a agência, inclui as apresentações das marcas Synedica e TG, além de todas as marcas e lotes de retatrutida. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta (21) e determina a apreensão imediata desses produtos.

Perfis em redes sociais, sobretudo no Instagram, vinham oferecendo as canetas sem qualquer autorização do órgão regulador, afirmam as autoridades. Em Goiás, a polícia apreendeu várias vezes, ao longo de 2025, canetas emagrecedoras de procedência desconhecida.

A Anvisa informou que os medicamentos são produzidos por empresas não identificadas e comercializados, majoritariamente, em perfis nas redes sociais. Segundo o comunicado, esses produtos são vendidos “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.

A agência alerta ainda para os riscos desses produtos. Por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”. Por essa razão, afirma a Anvisa, essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.

A resolução publicada no Diário Oficial determina a apreensão e a proibição total das atividades relacionadas aos produtos. A medida vale para qualquer pessoa ou estabelecimento que comercialize, importe ou divulgue esses medicamentos.

A retatrutida, citada na determinação, é descrita como um novo tipo de GLP — uma classe de fármacos que mimetizam um hormônio natural do intestino para controlar o açúcar no sangue e o apetite. Há expectativa de que a substância provoque perda de peso superior à de medicamentos já disponíveis no mercado, mas ela ainda está em fase de testes e não há distribuição oficial por parte de quem pesquisa o composto. Em outras palavras, as canetas oferecidas sob a alegação de conter essas substâncias não têm garantia de segurança, eficácia ou qualidade.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Resolução foi publicada no “Diário Oficial da União”; o produto é de origem clandestina, não possui anuência da Anvisa nem registro na Anmat

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a apreensão do azeite de oliva da marca Los Nobles em todo o território nacional. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União de 3ª feira (16.set) e proíbe a comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso do produto.

De acordo com a agência, o produto é de origem clandestina, não possui anuência da Anvisa nem registro na Anmat (Administración Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnología Médica), um organismo descentralizado do Ministério da Saúde da Argentina, responsável por assegurar a qualidade, a segurança e a eficácia de medicamentos, alimentos e dispositivos médicos no país.

Suplemento alimentar

Na mesma resolução, a Anvisa proíbe ainda a venda de um suplemento alimentar que promete emagrecimento. O produto Zempyc Natural tem sido comercializado por meio de sites, plataformas eletrônicas e redes sociais, mas tem origem e composição desconhecidas.

De acordo com a Anvisa, o produto utiliza denominação irregular e é divulgado por meio de propagandas enganosas que alegam queima de gordura, redução do apetite, aceleração do metabolismo, da energia e da disposição.

A agência afirma ainda que o rótulo do produto traz o nome de uma empresa farmacêutica que, procurada, “declarou que não localizou em seus controles internos, nenhum produto com a denominação de Zempyc“.


Com informações da Agência Brasil. 



Autor Poder360 ·


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), concedeu reconhecimento de destaque ao Hospital Estadual da Mulher Dr. Jurandir do Nascimento (Hemu), em Goiânia, por meio da Avaliação Nacional de Práticas de Segurança do Paciente. Em Goiás, 13 hospitais foram mencionados na avaliação, sendo quatro deles estaduais.

“Esse reconhecimento chega para validar o emprenho da equipe do hospital, que tem dado uma importância rigorosa nas práticas de segurança do paciente em todos os setores da instituição, na busca pela excelência no atendimento e na segurança dos pacientes”, destacou a enfermeira Lílian Fernandes do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP).

Durante o processo, foram analisados 21 requisitos como estruturas e processos, além de protocolos para segurança do paciente, práticas de higiene das mãos, cirurgia segura, prevenção de quedas e lesões por pressão, monitoramento de indicadores de infecções e de conformidade aos protocolos de segurança do paciente.

Referência em gestão de alto risco e no tratamento de bebês prematuros, o Hemu realizou 251.721 atendimentos em 2023 – resultado parcial até outubro – entre internações, consultas, exames e cirurgias.

“Além de oferecermos um serviço exclusivo para a mulher em gestação de alto risco e seu bebê, com referência regional em média e alta complexidade, buscamos atender cada paciente com excelência de forma ética e adequada às suas necessidades individuais”, afirma o secretário estadual da Saúde, Sérgio Vencio.

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