31 de março de 2026
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O prefeito de Terezópolis de Goiás, Fhelipe Almeida, anunciou o avanço no processo de regularização do Conjunto Maria Pires Perillo após a Justiça acatar o pedido de desistência de uma ação de reintegração de posse que tramitava há mais de cinco anos contra moradores da região. A decisão foi confirmada no último dia 20 de março e, segundo o gestor, representa um marco para a garantia do direito à moradia no município.

De acordo com o prefeito, o pedido de desistência da ação foi protocolado pela atual gestão em dezembro de 2025, como parte de uma estratégia para solucionar o impasse envolvendo as famílias que vivem no local.

“Essa é uma semana muito importante, sobretudo para os moradores do Conjunto Maria Pires. Corre na Justiça, há mais de cinco anos, uma ação de reintegração de posse contra os moradores desse bairro tão importante da nossa cidade”, afirmou.

Ainda segundo Fhelipe Almeida, a iniciativa busca corrigir uma situação histórica e dar segurança jurídica aos moradores: “Desde quando assumimos a gestão, estamos empenhados em resolver definitivamente, garantindo o direito à moradia a essas famílias”, destacou.

Ele também criticou a condução anterior do caso e reforçou o compromisso firmado durante a campanha: “O compromisso que fiz foi de jamais mandar polícia retirar moradores de suas casas, e estamos cumprindo”, disse.

Regularização fundiária

Com a decisão judicial favorável, a Prefeitura afirma que já iniciou as tratativas para avançar na regularização fundiária da área. A próxima etapa envolve a formalização documental das propriedades, o que permitirá aos moradores acesso pleno aos direitos relacionados à posse e à moradia.

O prefeito classificou a medida como um passo decisivo dentro de uma política mais ampla de inclusão social e segurança habitacional: “Essa foi uma ação muito importante da nossa gestão em favor de cada morador desse bairro. Agora, estamos caminhando para garantir, de forma definitiva, o direito ao acesso à moradia”, pontuou.

Fim do conflito

A regularização do Conjunto Maria Pires Perillo deve impactar diretamente dezenas de famílias e reforça uma tendência de atuação municipal voltada à resolução de conflitos fundiários por meio de soluções administrativas e judiciais.

O avanço também sinaliza um reposicionamento da gestão quanto à política habitacional, priorizando estabilidade social e segurança jurídica para comunidades consolidadas.

Autor Rogério Luiz Abreu


A gestão do prefeito de Terezópolis, Fhelipe Almeida (PP), iniciada em janeiro deste ano, recebeu ampla aprovação dos moradores. Levantamento realizado pelo instituto Ativa Pesquisas e Diagnósticos revela que 72% dos entrevistados classificam a administração como ótima ou boa, 22% avaliam como regular e apenas 6% consideram ruim ou péssima.

Em comparação à gestão anterior, 62% acreditam que o atual governo é melhor, enquanto 25% veem como igual e 10% apontam como pior. O levantamento também indica que 59% da população percebem o prefeito mais próximo dos moradores em relação a administrações passadas, o que reforça a estratégia de aproximação adotada desde o início do mandato.

Na avaliação direta sobre a forma de governar, Fhelipe Almeida aparece com 81% de aprovação, contra 12% de desaprovação e 7% que não souberam responder. Esses índices colocam Terezópolis acima da média nacional de satisfação com prefeitos em primeiro ano de mandato, que costuma girar em torno de 60% de aprovação, segundo levantamentos recentes de institutos de pesquisa política.

As prioridades apontadas pela população reforçam os desafios da gestão. Para 33% dos moradores, a saúde deve ser o foco principal, seguida da geração de emprego e renda (29%) e da segurança pública (11%). Para 82% dos entrevistados, a cidade caminha na direção certa, sinalizando confiança no futuro da administração municipal.

Ao comentar os números, Fhelipe Almeida agradeceu a confiança da população e destacou a responsabilidade diante das expectativas: “Recebo esses números com muita humildade e gratidão. Eles mostram que estamos no caminho certo, mas também reforçam a responsabilidade que temos com cada morador”, disse.

“Continuaremos trabalhando firme para melhorar a saúde, gerar mais oportunidades e garantir qualidade de vida para todos os terezopolitanos”, afirmou o gestor.

O desempenho positivo fortalece politicamente o prefeito e sinaliza estabilidade para a continuidade das políticas públicas em Terezópolis. Especialistas apontam que, em cenários semelhantes, altos índices de aprovação no início do mandato tendem a abrir espaço para novas alianças políticas e maior capacidade de atração de investimentos.

Autor Rogério Luiz Abreu


Ex-primeira-dama compartilha post com declaração do ex-ministro dizendo que não vai pedir desculpas às mulheres que dizem ter sido assedias por ele

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relembrou nesta 6ª feira (7.mar.2025) a declaração do ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida de que não irá pedir desculpas às mulheres que dizem ter sido assediadas por ele e perguntou onde estão as feministas.

“Não vou pedir desculpas e não fiz nada de errado”, diz a publicação compartilhada por Michelle nos stories do Instagram. A declaração de Almeida foi dada em entrevista ao Uol, divulgada em 24 de fevereiro, 1 dia antes de ele prestar depoimento à PF (Polícia Federal) sobre o caso.

 “Feministas, cadê vocês???”, pergunta a ex-primeira-dama.

RELEMBRE O CASO

Silvio Almeida é investigado por importunação sexual, crime que teria sido praticado contra a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. As acusações contra o ex-ministro surgiram em setembro de 2024. A organização Me Too, que atua na proteção de mulheres vítimas de violência, disse ter acolhido mulheres que relataram assédio sexual por parte do professor e advogado.

Com o escândalo, Silvio Almeida foi demitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em vídeo divulgado logo após a divulgação das acusações, Almeida disse repudiá-las “com absoluta veemência”.

Na ocasião, ele já tinha qualificado as falas como “mentiras” e “ilações absurdas” e havia sinalizado que o objetivo da disseminação era prejudicá-lo.



Autor Poder360 ·


Lula sinalizou que quer uma mulher negra à frente do Ministério dos Direitos Humanos; PT pleiteia a vaga e Macaé Evaristo é a favorita de Gleisi

O PT vai sugerir nomes ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o cargo de ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania depois da demissão de Silvio Almeida por acusações de assédio sexual na 6ª feira (6.set.2024).

Lula indicou que quer uma mulher negra para o ministério como uma resposta simbólica capaz de frear a crise que assola o Planalto pelas acusações contra o ex-ministro. O Poder360 apurou que, com o perfil escolhido pelo presidente, 3 nomes ganharam força: a socióloga Vilma Reis; a secretária nacional de Acesso à Justiça, Sheila de Carvalho; e a deputada estadual de Minas Gerais Macaé Evaristo (PT). 

Outros nomes também foram aventados nas horas que sucederam à demissão de Almeida, como a advogada Carol Proner, conselheira da Comissão de Ética Pública da Presidência, e de Martvs Chagas, ex-secretário no governo Lula.

Proner, que é mulher de Chico Buarque, afirmou a pessoas próximas que não tinha pretensão de assumir, enquanto o sociólogo perdeu força depois que Lula sinalizou a preferência por uma mulher. 

Integrantes do PT disseram que Macaé Evaristo é a favorita da presidente do partido, Gleisi Hoffmann (PR). A ida da deputada estadual à Esplanada dos Ministérios é um desejo da ala do partido em Minas Gerais, que se sente escanteada no governo. Uma das fiadoras de Macaé é a mineira Gleide Andrade, tesoureira do PT.

O Poder360 apurou que, mesmo com o favoritismo de Macaé, o PT de Minas apresentará mais duas sugestões a Lula: Edilene Lobo e Nilma Lino. 

Lobo foi a 1ª ministra negra do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), enquanto Lino foi ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos durante o 2º governo de Dilma Rousseff (PT), de 2015 a 2016. 

O nome de Sheila de Carvalho é bem-visto por integrantes do Planalto. Em dezembro de 2022, a advogada e ativista do movimento antirracista foi nomeada assessora especial do então ministro da Justiça Flávio Dino. Em 1º de fevereiro deste ano, tornou-se secretária de Acesso à Justiça na gestão Lewandowski. 

Vilma Reis também é defensora do movimento negro, bem como das mulheres. Ocupou o cargo de ouvidora-geral da Defensoria Pública do Estado da Bahia por 2 mandatos, de 2015 a 2019. 



Autor Poder360 ·