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Uber é condenada a indenizar passageiro que teve várias corridas canceladas por usar cadeira de rodas
Lidiane 28 de maio de 2024
Pedro Henrique tem tetraparesia e usava os serviços do transporte por aplicativo para realização de tratamento. Empresa foi condenada a indenizar passageiro em R$ 4 mil por danos morais. Uber é condenada a indenizar passageiro cadeirante que teve várias corridas canceladas
A Uber foi condenada a indenizar em R$ 4 mil um passageiro que teve várias corridas canceladas por usar cadeira de rodas, em Goiânia. O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) explicou que Pedro Henrique Felipe Bezerra tem tetraparesia, que o impede de andar e falar, e que usava os serviços do transporte por aplicativo para realização de tratamento frequente no Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer).
“Eu perguntava se eles se importavam em levar uma cadeira de rodas que dobra e que eu mesma iria guardar. Uns falavam que tinham caixa de som [ocupando o espaço]. Outros passavam direto quando viam o Pedro na cadeira de rodas”, explicou a mãe de Pedro, Eliene Bezerra dos Santos.
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O caso foi divulgado pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) na última sexta-feira (23). O g1 solicitou uma nota de posicionamento à Uber por e-mail na manhã desta terça-feira (28), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
A condenação inicial aconteceu em outubro de 2023. Em seguida, tanto Pedro quanto a empresa entraram com recurso sobre a decisão: a Uber alegava “não ter responsabilidade pela atitude dos motoristas” e o cliente solicitava o aumento do valor da indenização. Ambos foram negados em julgamento realizado no dia 15 de maio.
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Eliene Bezerra e o filho, Pedro Henrique, tinham corridas canceladas pelo jovem usar cadeira de rodas, em Goiânia
Reprodução/TV Anhanguera
Cancelamento de corridas
Em entrevista à TV Anhanguera, a mãe de Pedro, Eliene Bezerra, detalhou que quase sempre solicitava carros classificados como “comfort”, que costumam ser mais espaçosos, para as corridas. Segundo Eliene, ao solicitar a viagem, ela enviava uma mensagem ao motorista avisando que teria uma cadeira de rodas dobrável para ser levada junto com ela e o filho. Além disso, a mulher ainda explicou que se comprometia em guardar a cadeira no veículo.
“Eles liam. Uns falavam que tudo bem. Outros não respondiam e vinham. Outros não respondiam, vinham e cancelavam. Um senhor virou para mim e disse que não iria levar porque não gostava”, contou Eliene.
Ela ainda disse ter tentado a situação diretamente com o aplicativo antes de levar o caso à Justiça.
Mensagem enviada por Eliene Bezerra a motorista por aplicativo, em Goiânia
Reprodução/TV Anhanguera
Decisão judicial
O documento que determina a manutenção da sentença, assinado pelo desembargador Anderson Máximo de Holanda, caracteriza a conduta de cancelar a corrida pelo fato de o passageiro usar cadeira de rodas como ilícita. Além disso, diz que o aplicativo de transportes deve tomar medidas para assegurar que apenas motoristas qualificados e corteses sejam cadastrados em sua plataforma.
“Se determinado motorista agir de forma grosseira ou preconceituosa, o segundo apelante [a empresa] deverá ser responsabilizado por danos morais porventura causados aos consumidores. Isso porque é legítima expectativa dos consumidores que a viagem ocorra em condições normais de normalidade e segurança”, escreveu o desembargador.
📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Uber é condenada a indenizar passageiro que teve várias corridas canceladas por usar cadeira de rodas | Goiás
Lidiane 28 de maio de 2024
Uber é condenada a indenizar passageiro cadeirante que teve várias corridas canceladas
A Uber foi condenada a indenizar em R$ 4 mil um passageiro que teve várias corridas canceladas por usar cadeira de rodas, em Goiânia. O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) explicou que Pedro Henrique Felipe Bezerra tem tetraparesia, que o impede de andar e falar, e que usava os serviços do transporte por aplicativo para realização de tratamento frequente no Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer).
“Eu perguntava se eles se importavam em levar uma cadeira de rodas que dobra e que eu mesma iria guardar. Uns falavam que tinham caixa de som [ocupando o espaço]. Outros passavam direto quando viam o Pedro na cadeira de rodas”, explicou a mãe de Pedro, Eliene Bezerra dos Santos.
O caso foi divulgado pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) na última sexta-feira (23). O g1 solicitou uma nota de posicionamento à Uber por e-mail na manhã desta terça-feira (28), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
A condenação inicial aconteceu em outubro de 2023. Em seguida, tanto Pedro quanto a empresa entraram com recurso sobre a decisão: a Uber alegava “não ter responsabilidade pela atitude dos motoristas” e o cliente solicitava o aumento do valor da indenização. Ambos foram negados em julgamento realizado no dia 15 de maio.
Em entrevista à TV Anhanguera, a mãe de Pedro, Eliene Bezerra, detalhou que quase sempre solicitava carros classificados como “comfort”, que costumam ser mais espaçosos, para as corridas. Segundo Eliene, ao solicitar a viagem, ela enviava uma mensagem ao motorista avisando que teria uma cadeira de rodas dobrável para ser levada junto com ela e o filho. Além disso, a mulher ainda explicou que se comprometia em guardar a cadeira no veículo.
“Eles liam. Uns falavam que tudo bem. Outros não respondiam e vinham. Outros não respondiam, vinham e cancelavam. Um senhor virou para mim e disse que não iria levar porque não gostava”, contou Eliene.
Ela ainda disse ter tentado a situação diretamente com o aplicativo antes de levar o caso à Justiça.
O documento que determina a manutenção da sentença, assinado pelo desembargador Anderson Máximo de Holanda, caracteriza a conduta de cancelar a corrida pelo fato de o passageiro usar cadeira de rodas como ilícita. Além disso, diz que o aplicativo de transportes deve tomar medidas para assegurar que apenas motoristas qualificados e corteses sejam cadastrados em sua plataforma.
“Se determinado motorista agir de forma grosseira ou preconceituosa, o segundo apelante [a empresa] deverá ser responsabilizado por danos morais porventura causados aos consumidores. Isso porque é legítima expectativa dos consumidores que a viagem ocorra em condições normais de normalidade e segurança”, escreveu o desembargador.
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Caiado apresenta potencial de Goiás ao embaixador da Itália
O fortalecimento das relações econômicas e culturais entre Goiás e Itália foram tema do encontro, nesta segunda-feira, 27, no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia, entre o governador Ronaldo Caiado, o embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese, auxiliares da gestão do Estado e integrantes da delegação italiana. Caiado apresentou ainda à comitiva as potencialidades goianas. “Essa visita me convenceu de que é preciso trabalhar isso, porque temos ótimas perspectivas. É um estado que está se desenvolvendo e crescendo muito nos últimos anos, com potencialidades e segurança. Tudo isso é muito importante para criar laços mais fortes com a Itália”, destacou o embaixador Cortese.
Com Lula
Ronaldo Caiado participa nesta terça-feira, 28, às 10h, de reunião com o presidente Lula, em Brasília (DF). Em pauta, os resultados da participação dos estados no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Goiás é destaque na alfabetização das crianças no 2º ano do Ensino Fundamental com a instituição do Programa AlfaMais.
Agasalho
Nesta quarta-feira, 29, às 9 horas, no Centro Administrativo, ocorre o lançamento da Campanha do Agasalho 2024. Segundo a organização, o tema deste ano é “sua doação aquece alguém, sua solidariedade também”. O trabalho é coordenado pela Secretaria de Integração Social, Esporte, Cultura, Trabalho, Emprego e Renda.
Audiência
Nesta terça-feira, 28, às 10 horas, na Câmara Municipal, acontece a Audiência Pública para a prestação de contas do município, relativas ao 1º quadrimestre de 2024. É uma determinação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e acontece nos meses de fevereiro, maio e setembro a cada ano.
Observatório
A Alego aprovou, em 2ª votação, nesta segunda-feira, 27, a alteração na Lei do Observatório Estadual da Violência Contra a Mulher. A proposta é do deputado Coronel Adailton (SD). Assim, mulheres vítimas de violência devem ser informadas de imediato sobre soltura, perdão ou extinção da pena de seus agressores.
Presidente do Detran ameaçado de morte
A informação abalou o ambiente político goiano nesta segunda-feira, 27. O presidente do Detran, Waldir Soares, teria sido ameaçado de morte por um comerciante, que, segundo informações que chegaram à polícia, teria comentado com pessoas próximas o desejo de fazer uma vaquinha para contratar uma pessoa para cometer o crime. O comerciante foi localizado pela Polícia Civil e negou o crime em depoimento. Seu nome não foi divulgado pela polícia, o que dificultou a busca de informações junto à sua defesa.
Golpe do boleto falso: Operação prende grupo suspeito de fraudes com prejuízo de mais de R$ 500 mil | Goiás
Lidiane 28 de maio de 2024
Golpe do boleto falso: Operação prende grupo suspeito de fraudes em Goiás
Uma operação da Polícia Civil cumpre mandados contra grupo suspeito de fraudar boletos bancários para aplicar golpes que causaram prejuízo de mais de R$ 500 mil. Até às 7h35 desta terça-feira (28), 24 pessoas foram presas.
O g1 não conseguiu localizar a defesa dos presos para um posicionamento até a última atualização desta reportagem.
Ao todo, são cumpridos 72 mandados. Já foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão e 30 de prisão, com 24 pessoas presas. Isso, porque contra seis dos presos, existiam dois mandados de prisão ao mesmo tempo.
O objetivo da operação, segundo a polícia, é reprimir os crimes de estelionato, associação criminosa e lavagem de capitais praticados na internet.
A operação acontece em conjunto com a Polícia Civil de Sergipe e foi iniciada por meio de uma cooperação entre uma instituição financeira com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
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Turma de Uniformização dos Juizados Especiais de Goiás mantém decisão que desobriga a Apple de vender iPhone com carregador
Lidiane 28 de maio de 2024
A Turma de Uniformização do Sistema dos Juizados Especiais seguiu voto do relator, juiz Luís Flávio Cunha Navarro, e negou provimento a Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR) mantendo, assim, decisão da 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais. A unidade rejeitou recurso interposto por uma mulher contra decisão que deixou de condenar a Apple Computer Brasil Ltda. a ressarcí-la em razão de ter adquirido iPhone sem carregador.
Na ação de obrigação de fazer cominada com indenização moral, a mulher queria que a Apple fosse condenada a lhe fornecer o carregador e pagar R$ 10 mil por danos morais. Contudo, ao manter a sentença que negou provimento a esse pedido, o juiz Luis Flávio Navarro pontuou que a consumidora não juntou nota fiscal ou qualquer outra prova de que adquiriu o aparelho diretamente da Apple.
Com isso, segundo o magistrado, fica impossível a aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor (CDC) no que se refere à responsabilidade da empresa por entregar o smartphone com o carregador. “Consequentemente, mostra-se descabida qualquer reparação a título de indenização por danos morais”, ponderou.
O juiz relator observou, ainda, que a Apple cumpriu as normativas referentes ao direito do consumidor à informação e promoveu ampla divulgação da nova política de venda de seus aparelhos – que passaram a ser comercializados sem o carregador.
Ele salientou que as alterações constam no site da empresa e nas embalagens das novas versões do aparelho de celular. “Informação adequada e clara sobre o conteúdo incluído no produto adquirido tendo havido suficiente divulgação quanto à ausência do adaptador de tomada e, inclusive, fones de ouvido”, destacou.
Ao rejeitar alegação de “compra casada”, o magistrado ressaltou que a fonte de carregamento não se caracteriza como produto essencial, embora seja utilizado para facilitar o uso, uma vez que é possível a utilização de diversos dispositivos para carregamento, de diversas marcas disponíveis no mercado nacional. Assim, ao adquirir um aparelho, o consumidor não é obrigado a comprar, também, um carregador da mesma empresa.
No voto ficou, como proposta de súmula, o seguinte texto: “O consumidor que detenha a nota fiscal de aquisição do produto em seu nome tem legitimidade ativa para demandar questões relativas ao adaptador de smartphone ou similar da Apple. A alegação de ausência do fornecimento do adaptador, entendida como vício de qualidade do produto, sujeita-se ao prazo decadencial de 90 dias e não constitui prática abusiva ou venda casada, nem gera, por si só, dano material ou moral, uma vez que devidamente informado ao consumidor”.
Governador Ronaldo Caiado entregou as chaves das moradias a famílias em situação de vulnerabilidade social; município é o quinto contemplado neste mês
O município de Davinópolis foi o quinto contemplado com casas a custo zero neste mês de maio. A entrega foi realizada nesta segunda-feira (27/05) pelo governador Ronaldo Caiado, que recebeu as 50 famílias sorteadas com imóveis do programa Pra Ter Onde Morar – Construção. “É com muita alegria que estou aqui. Vocês vão se sentir muito orgulhosos de viver nessas casas, construídas com capricho e acabamento de qualidade”, afirmou aos contemplados.
As unidades habitacionais receberam investimento de R$ 6,5 milhões, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e da Secretaria da Infraestrutura (Seinfra). Prontas para mudar, elas possuem dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, com uma área construída média de 42 metros quadrados. O condomínio está localizado no Residencial Conquista, em terreno doado pela prefeitura de Davinópolis, com infraestrutura de asfalto e iluminação pública.

A alegria é compartilhada pela diarista Maria Rocha da Silva, de 48 anos. “Vai ser bom ter onde morar e não precisar depender de favor. Já fiz várias inscrições e nunca tinha conseguido”, lembrou. No sorteio desta vez, ela também havia ficado de fora, mas entrou para o cadastro de reserva. “Eles me ligaram e chamaram para organizar os papéis”. A dona de casa Luciana Ferreira, 42 anos, também recebeu as chaves. “Eu moro numa casa de aluguel que estava quase caindo aos pedaços”, disse.

Para o governador, os depoimentos servem como estímulo para a construção de mais casas em cidades como Davinópolis, que possui menos de 2 mil habitantes. “Essas cidades menores, distantes de Goiânia, muitas vezes eram esquecidas e não recebiam programas sociais como este”, destacou. Somente neste mês, foram sorteadas unidades em Perolândia, Israelândia, Fazenda Nova, Montividiu, Santa Helena de Goiás, Porteirão, Abadiânia e Piracanjuba, entre outros.
Reconhecimento
As moradias são entregues com as escrituras, com garantia de segurança jurídica aos proprietários. Desde a inscrição até o sorteio, o processo segue regras definidas em edital, o que foi elogiado pelo deputado federal José Nelto. “Neste governo, não tem essa de pedir político, deputado ou prefeito. Recebe quem realmente precisa”, frisou. O prefeito de Davinópolis, Diogo Rosa, afirmou que a modalidade “custo zero” ajuda muitas famílias a sair do aluguel, porque não demanda nenhum tipo de contrapartida.
Balanço
O programa “Pra Ter Onde Morar – Construção” foi lançado em 2021. Atualmente são 3.657 casas em construção no estado, 610 prestes a iniciar, 1.007 já concluídas e 1.465 já entregues, de acordo com a Agehab. Mais de 140 municípios foram beneficiados. “Goiás é um estado rico e em cinco anos de governo já mudou totalmente em relação ao que era. E as pessoas sentem que não é mudança só no outdoor ou na propaganda, elas percebem a diferença na vida delas”, finalizou Caiado.

Professora denuncia aluno por injúria racial após estudante escrever ‘preto não é gente’ em folha de papel | Goiás
Lidiane 28 de maio de 2024
Uma professora denunciou um estudante de 14 anos à polícia após ele escrever “preto não é gente” em uma folha de papel, em uma escola de Orizona, na região sul de Goiás. Segundo o delegado responsável pelo caso, Kennet de Souza, o adolescente vai responder por ato infracional análogo ao delito de injúria racial.
Como os nomes não foram divulgados, o g1 não conseguiu localizar a defesa do adolescente.
De acordo com o delegado, as ofensas ocorreram em abril e maio deste ano. Além de “preto não é gente”, o estudante teria escrito outras frases ofensivas.
Casos de racismo e injúria racial em Goiás
Os casos de racismo em Goiás mais do que triplicaram entre 2021 e 2022, de acordo com o Anuário de Segurança Pública divulgado em 2023. Em 2021, o estado registrou 51 casos. Já em 2022, esse número aumentou para 179.
Os casos de injúria racial também tiveram um aumento de cerca 48%, com 576 casos em 2021 e 865 em 2022.
Ao g1, o delegado Joaquim Adorno, titular do Grupo Especializado no Atendimento às Vítimas de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Geacri), explicou que o crime de racismo é entendido como uma ofensa discriminatória contra um grupo ou coletividade, enquanto a injúria racial é a ofensa à dignidade ou ao decoro com utilização palavras depreciativas referentes à raça, cor e origem.
“Por causa dessa diferença saiu separado no anuário. Mas é importante a gente entender que, desde 2020, isso [injúria racial] também é considerado racismo”, destacou o delegado.
A delegada adjunta do Geacri, Carolina Neves, complementou que o aumento nas denúncias de casos de racismo está relacionado à difusão de conhecimento sobre o assunto e empoderamento da comunidade. “Observamos que a população vem tomando consciência sobre as mazelas históricas e sociais geradas pelo racismo estrutural e, consequentemente, reivindicando direitos”, disse a delegada.
“É importante lembrar que a conscientização efetiva da sociedade depende que todos assumam práticas antirracistas”, ressaltou a delegada Carolina Neves.
📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Sistema de reconhecimento facial erra e mulher é acusada de roubo em loja
Lidiane 28 de maio de 2024
Mulher foi vítima de erro grave de Inteligência Artificial – Foto: Reprodução/Internet
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Uma cliente foi vítima de uma acusação injusta e expulsa de uma loja após um erro em um novo software de reconhecimento facial. O incidente ocorreu em uma filial da rede de lojas Home Bargains, onde a mulher foi identificada erroneamente como uma ladra pelo sistema Facewatch.
Após a identificação equivocada, a cliente foi abordada por um funcionário da loja, teve sua bolsa revistada e foi expulsa do estabelecimento. Além disso, ela recebeu uma proibição de entrar em todas as lojas que utilizam o sistema Facewatch, incluindo Budgens, Sports Direct, Southern Co-Op e Costcutter.
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+ Mulher paga pizza com pix falso e finge que morreu para fugir de dívida
+ Jiboia aparece em ralo de casa em Goiás
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A empresa Facewatch, responsável pelo software, enviou uma carta à mulher reconhecendo a falha no sistema. O impacto emocional do incidente foi profundo, deixando a cliente em lágrimas e questionando se sua vida seria a mesma após a acusação injusta.
Tanto a Facewatch quanto a Home Bargains se recusaram a comentar diretamente o caso. No entanto, a Facewatch afirmou que sua tecnologia visa prevenir crimes e proteger trabalhadores. Essa postura tem sido criticada por muitos que questionam a eficácia e a ética do uso da tecnologia de reconhecimento facial.
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Além das lojas, a tecnologia de reconhecimento facial também é amplamente utilizada pela polícia do Reino Unido para escanear multidões em busca de suspeitos. A Polícia Metropolitana considera a ferramenta uma “ferramenta vital” para prisões. No entanto, casos de erros têm sido relatados, como o de Shaun Thompson, do grupo de defesa Street Fathers, que foi erroneamente identificado e detido brevemente.
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A Diretora de Inteligência da Polícia Metropolitana, Lindsey Chiswick, defendeu o uso da tecnologia, afirmando que ela está tornando as comunidades mais seguras. Ela ressaltou que imagens biométricas de não suspeitos são deletadas automaticamente dentro de um segundo.
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Prazo inicia nesta segunda-feira (27/05); para incentivar a participação dos alunos da rede estadual de ensino, escolas colocam computadores à disposição e programam “Dia D” de inscrições
Começa nesta segunda-feira (27/05) o prazo para se inscrever no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) 2024. As inscrições são feitas exclusivamente on-line, no site enem.inep.gov.br/participante até o dia 7 de junho. Para estimular a participação dos alunos da rede estadual, as escolas disponibilizam computadores e orientações aos interessados.
Por meio da Secretaria da Educação (Seduc), o Governo de Goiás também prepara um “Dia D” de inscrições, que ocorrerá no próximo dia 4 de junho. Ainda, estão sendo realizadas maratonas de Redação e de revisão das demais áreas do conhecimento. As aulas estão incluídas no horário regular de estudos, seguindo cronograma estabelecido para todo o ano.
No ato da inscrição, o estudante deve informar o número de CPF e a data de nascimento, bem como indicar a unidade da federação e o munícipio em que deseja realizar o exame. Também é preciso escolher o idioma (Inglês ou Espanhol) em que realizará a prova de Língua Estrangeira e se necessitará de atendimento especializado.
Após o preenchimento do formulário, é gerada uma guia de recolhimento no valor de R$ 85,00 referente à taxa de inscrição. O pagamento deve ser feito pelos participantes que não solicitaram ou não obtiveram a isenção da taxa. O prazo para efetuar o pagamento termina no dia 12 de junho. Já as provas estão previstas para os dias 3 e 10 de novembro.
Vizinho matou mãe e filho após não conseguir atirar em rival, conclui polícia | Goiás
Lidiane 28 de maio de 2024
“O atirador tinha um longo histórico de desavença com seu vizinho de fundo de quintal por conta de parte do terreno. No dia do crime, João foi a casa desse vizinho para tirar satisfação alegando que alguém tinha atirado em seu muro”, disse Christian.
O crime aconteceu no dia 2 de maio. João Martins foi preso após duas horas em uma força-tarefa da Polícia Militar (PM). O g1 não localizou a defesa dele para pedir um posicionamento.
Conforme a polícia, no dia do crime, o idoso procurou o rival, que é seu vizinho de muro, para matar, mas não o encontrou em casa. Antes do crime, João foi a polícia denunciar que ele se apossou de uma parte do terreno dele.
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O motorista do carro é Alexandre Murilo Fontes, que foi preso nesta segunda-feira (27), suspeito de participar do crime. O g1 não localizou a defesa dele para pedir um posicionamento. Segundo a polícia, o outro homem que também estava no carro com o idoso, por enquanto, não teve a participação no crime confirmada.
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A Polícia Militar disse que as equipes foram chamadas após os vizinhos ouvirem disparos de arma de fogo. Ao chegarem no local, os familiares disseram à Polícia Militar que o idoso atirou durante uma discussão.
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