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Márcio Canella cumprimentou líder da milícia durante ato de campanha à Prefeitura de Belford Roxo, no Rio de Janeiro, em junho
Aliado do candidato à Presidência da Câmara, Elmar Nascimento (União Brasil-BA), o deputado estadual Márcio Canella (União Brasil-RJ) cumprimentou o líder de uma milícia durante um ato de sua campanha a prefeito de Belford Roxo (RJ), em junho. O cumprimento foi registrado em vídeo.
As imagens, gravadas durante uma visita de Canella a uma escola de samba, mostram o candidato a prefeito caminhando em direção a Jefferson Damázio Luquetti, conhecido como “Kim do Babi”, e cumprimentando-o. Em seguida, Canella cumprimenta outras pessoas ao lado de Kim, todas vestidas com camisas pretas.
A reportagem foi publicada pelo jornal O Globo, que optou por não publicar o vídeo. O Poder360 teve acesso às imagens.
Assista (45s):
Jefferson Luquetti foi preso em 2019 acusado de ser o braço-direito do chefe da milícia no bairro do Babi. Segundo a acusação, Jefferson era responsável pela “agiotagem e coordenação da vigilância” da área dominada pelo grupo. Ele foi condenado a 7 anos de prisão, mas solto em 2022.
Ao jornal O Globo, Canella declarou não conhecer Jefferson e que não dá para pedir os antecedentes criminais de todas as pessoas que cumprimenta durante seus atos de campanha.
ALIADO DE ELMAR
Canella é do União Brasil, mesmo partido de Elmar Nascimento, que tenta atrair o apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para ser seu sucessor.
Canella foi eleito vice-presidente da Executiva Nacional do União Brasil em fevereiro deste ano, mas não consta no site do partido.
Elmar declarou apoio a Canella durante um evento de campanha do candidato: “Canella, você não está sozinho, conte conosco. Nós vamos ajudá-lo e viremos aqui quantas vezes forem necessárias”, disse Elmar em cima do palanque, em vídeo publicado por Canella em 18 de agosto.
Assista (1min51s):
A primeira rodada da pesquisa Serpes/O POPULAR, realizada em 24 e 25 de agosto, aponta o deputado estadual Antônio Gomide (PT) com 34,9% das intenções de voto na disputa pela Prefeitura de Anápolis, seguido de perto pelo suplente de deputado federal Márcio Corrêa (PL), com 30,1%. A diferença de 4,8 pontos porcentuais entre os dois candidatos está dentro da margem de erro, que é de 4 pontos.
Outros candidatos, como o ex-deputado José de Lima (PMB) com 6%, e a ex-secretária de Educação Eerizania Freitas (UB) com 5,2%, aparecem seguidos do advogado Hélio José Lopes (PSDB), conhecido como Hélio da Apae, registra 2,8%. A pesquisa indica ainda que 15% dos eleitores estão indecisos e 6% pretendem anular o voto.
A pesquisa reflete o início da campanha eleitoral, que começou em 16 de agosto, antes do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV programada que começou no dia 30 de agosto. A eleição municipal está marcada para 6 de outubro, e os resultados atuais sugerem um possível segundo turno entre Gomide e Corrêa.
Na pesquisa espontânea, onde os nomes dos candidatos não são apresentados, Gomide lidera com 22,8%, seguido de Correa com 19,3%, indicando um empate técnico. O índice de indecisos chega a 47,1%, enquanto 5,5% dos eleitores planejam votar nulo. Outros candidatos têm índices inferiores a 3%.
Comparando com pesquisas anteriores, Gomide aparecia em fevereiro com 47,4% das intenções de voto, bem à frente do segundo colocado na época, o deputado Amilton Filho. Em junho, o petista liderava com 60,2%, enquanto Corrêa tinha 13,7%.
Simulações de segundo turno da pesquisa Serpes mostram Gomide à frente de Correa com 42,1% contra 35,6%. Em cenários alternativos, Gomide venceria Eerizania Freitas por 43,9% a 25,5%, enquanto Correa derrotaria Eerizania com 44,3% a 18,6%. Neste cenário, 19,6% não decidiram e 17,5% anulariam o voto.
Segundo dados do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação, maioria dos municípios não tem vagas
No Brasil, 632.763 crianças aguardam por uma vaga em creches públicas e 44% dos municípios tem fila de espera para fazer a matrícula na educação infantil. Os dados são do levantamento nacional “Retrato da Educação Infantil no Brasil – Acesso e Disponibilidade de Vagas”, feito pelo Gaepe-Brasil (Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação no Brasil), composto pela sociedade civil e entidades do poder público, dentre elas o Ministério da Educação.
O estudo reúne informações sobre o acesso da população à educação infantil, que vão auxiliar na criação de um plano de ação voltado à expansão da oferta de vagas nessa etapa de ensino no país. As conclusões do estudo, realizado de 18 de junho a 5 de agosto, foram divulgadas nesta semana. Eis a íntegra do documento (PDF – 3 MB).
Educação infantil
A educação infantil, com o devido acesso a creches e pré-escolas de qualidade, é um direito de todas as crianças, e a oferta de vagas é obrigação do poder público, ambos previstos na Constituição Federal de 1988 e ratificado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em 2022.
As creches são destinadas às crianças até os 3 anos, ou que tenham 4 anos, se completados depois de 31 de março de cada ano, data que estabelece o corte etário para ingresso na pré-escola.
Na pré-escola, a frequência é obrigatória para crianças de 4 e 5 anos ou que tenham 6 anos, completados depois de 31 de março, quando a criança deve ingressar no ensino fundamental.
Creche
Todos os 5.569 municípios e o Distrito Federal responderam ao levantamento nacional Retrato da Educação Infantil no Brasil – Acesso e Disponibilidade de Vagas, feito em 48 dias. Ao todo, 2.445 (44%) têm fila de espera nessa etapa; 7% não fizeram essa identificação de falta de vagas; e 184 (3%) não têm creche, segundo o Censo Escolar da Educação Básica de 2023.
Ao considerar exclusivamente o total de cidades com filas de espera em creches, 2.160 cidades (88%) relatam que o principal motivo é a falta de vagas.
Na pesquisa, como os municípios puderam marcar mais de um motivo pelos quais os responsáveis não matricularam suas crianças em creches, aparecem outras explicações, como:
- opção dos pais, por entender que as crianças são pequenas demais para ir à creche ou que a primeira infância deve ser vivida em família;
- desconhecimento sobre o processo de matrícula e de prazos;
- distância entre a residência e a instituição de ensino;
- falta de transporte adequado, especialmente, em áreas rurais;
- incompreensão sobre a importância da educação infantil; e
- mudanças frequentes de endereço da criança.
No registro total das mais de 632,7 mil crianças na fila por vaga em creche por faixa etária, 123 mil (19%) têm até 11 meses; 178,4 mil (28%), 1 ano; 165,4 mil (26%) têm 2 anos; 131,4 mil (21%) têm 3 anos; e 34.300 (5%), 4 anos.
Entre as regiões, o Sudeste tem 212,5 mil crianças fora de creches. A região é seguida por Nordeste (124,3 mil), Sul (123,3 mil), Norte (94.300) e Centro-Oeste (78.100).
Pré-escola
Sobre a pré-escola, em números absolutos há 78.237 registros de crianças que não frequentam essa etapa de ensino, sendo que 50% (39.042) estão nessa situação porque a rede não têm vagas.
Em relação aos municípios, na faixa etária relativa à pré-escola o percentual de crianças que deveriam estar matriculadas é 8%. As principais razões são a não realização da matrícula pelos responsáveis, em 7 de cada 10 desses municípios; e a falta de vagas, em 4 de cada 10.
Idade mínima
No Brasil, só 11% dos municípios iniciam o atendimento das crianças em creches sem prever idade mínima para ingresso.
Nos demais, há idades estipuladas: 52% começam a atender bebês de 1 mês a 11 meses; 22%, crianças de 1 ano e 1 ano e 11 meses; 11% de 2 anos e 3 anos incompletos; e 3% atendem só a partir dos 3 anos.
Prioridades
No país, 44% dos municípios têm critérios de priorização do atendimento em creches, enquanto 56% ignoram essas condições.
O principal parâmetro considerado pelas redes de educação pública (64%) é a situação de risco e vulnerabilidade, que se refere, especialmente, a crianças encaminhadas por órgãos como o conselho tutelar, assistência social e Ministério Público.
Outros fatores mais apontados para a definição de ordem na fila por vaga em uma creche são:
- crianças com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e necessidades educacionais especiais, como altas habilidades ou superdotação (48%);
- responsáveis que trabalham fora (48%) no período de aula;
- famílias de renda familiar (38%), particularmente aquelas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou beneficiárias do Bolsa Família;
- mães solo e/ou mães adolescentes (23%), especialmente, aquelas que estudam ou trabalham;
- proximidade da residência (17%);
- encaminhamentos especiais (9%) determinados judicialmente ou por órgãos de proteção;
- ordem de inscrição na lista de espera (6%);
- demais ocorrências (7%), como a presença de irmãos matriculados na mesma instituição, mães que trabalham em áreas rurais e crianças em situação de acolhimento institucional.
Transparência
Os municípios são obrigados a divulgar a lista por vagas nos estabelecimentos de educação básica de sua rede de ensino, conforme determina a Lei 14.685/2023. No entanto, só 25% tornam público o número de vagas existentes em creches.
Outros dados divulgados no levantamento são as ações municipais para garantir a matrícula e frequência de crianças em idade pré-escolar que estão fora das salas de aula: 68% das prefeituras fazem a busca ativa de crianças, mas as famílias não procuraram atendimento, incluindo visitas domiciliares, campanhas de conscientização e parcerias com conselhos tutelares, assistentes sociais.
As ações ainda incluem a divulgação de campanhas de conscientização e sobre o período de matrículas em redes sociais e outros meios de comunicação; o uso de sistemas informatizados e cruzamento de dados para identificação de crianças fora da escola; e por fim, planos de ampliação de salas de aula e a criação de vagas adicionais para atendimento do público alvo.
Ações federais
Em resposta aos desafios difundidos no levantamento, o Ministério da Educação disse que, desde o início da atual gestão, tem investido na educação básica em todo o Brasil, com ênfase na ampliação das vagas e na qualidade da oferta. Até 2026, o MEC planeja construir 2.500 novas creches e pré-escolas por meio do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Além do Novo PAC, o Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica pretende concluir todas as obras paralisadas e inacabadas da educação básica.
A secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, disse que foram investidos mais de R$ 1 bilhão na educação infantil.
“Desde 2023, foram R$ 592 milhões investidos pelo Programa Escola em Tempo Integral, nessa etapa educacional; outros R$ 492 milhões investidos pelo Programa de Apoio à Manutenção da Educação Infantil e, ainda, R$ 93 milhões aplicados no Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil. Além disso, já entregamos 378 novas creches”, declarou.
O secretário de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino, do Ministério da Educação, Maurício Holanda, defende a atuação conjunta da União, estados e municípios para traçar um plano de ação.
“Temos realizado, no MEC, uma grande tarefa de construir relacionamentos interfederativos cada vez mais sólidos. Precisamos pensar o que podemos fazer com e pelos municípios no enfrentamento desse cenário”, disse.
Articulação
A presidente executiva do Instituto Articule, Alessandra Gotti, citou os principais desafios a serem enfrentados imediatamente para reversão dos números negativos.
“Um plano de apoio aos municípios precisa olhar para a universalização, urgente, da pré-escola. Além disso, é preciso construir um plano de expansão de vagas de creche, de forma a atender toda a demanda existente. Havendo lista de espera, priorizar de imediato as crianças que mais precisam de maneira a reduzir as desigualdades sociais”.
O conselheiro da Atricon (Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil), Cezar Miola, enfatizou a necessidade de conhecer os dados para que diferentes instituições auxiliem os municípios: “não se controla o que não se conhece. Precisamos acessar esses dados, para que possamos atuar em cada rede.”
Com informações da Agência Brasil.
Deputado tucano, José Machado aposta na implementação de estradas-parque no Estado de Goiás
Lidiane 1 de setembro de 2024
O deputado José Machado (PSDB) apresentou o projeto de lei de nº 18416/24, que dispõe sobre a criação, implantação, gestão e manutenção de estradas-parque no Estado de Goiás, com vistas à conservação ambiental, promoção do turismo sustentável, desenvolvimento socioeconômico regional e educação ambiental. A medida foi encaminhada à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), que definirá seu relator e votará o parecer emitido.
Em justificativa, o parlamentar afirma que a propositura vai atender à necessidade permanente por infraestrutura viária construída dentro de princípios basilares de sustentabilidade, preservação ambiental e valorização do patrimônio natural, histórico e cultural, que impactam no desenvolvimento do turismo sustentável e socioeconômico das comunidades locais.
As estradas-parque buscam minimizar os danos ambientais típicos de infraestruturas viárias em Goiás, que abriga ecossistemas ricos como o Cerrado. Técnicas como pavimentação permeável e passagens para fauna ajudam a preservar espécies nativas e manter a conectividade ecológica, essencial para a sobrevivência da biodiversidade.
O projeto visa a proteger e valorizar o patrimônio histórico e cultural ao integrar áreas de relevância no planejamento das estradas, promovendo o turismo cultural e o desenvolvimento econômico, sem sacrificar as tradições. O texto preconiza incrementar o desenvolvimento socioeconômico regional priorizando o uso de recursos e mão de obra locais, o que gera empregos, capacita trabalhadores e fortalece as economias regionais.
Por fim, a educação ambiental, promovida pelo poder público, sociedade civil e setor privado, com financiamento diversificado para garantir viabilidade econômica e adaptabilidade do projeto, resulta na atração de visitantes para a manutenção do turismo sustentável.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Comércio registra crescimento de 1,2% em maio e atinge cinco meses consecutivos de alta
Lidiane 1 de setembro de 2024
As vendas do comércio aumentaram 1,2% em maio em comparação a abril, marcando o quinto mês consecutivo de crescimento e atingindo o maior volume registrado na série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que começou em janeiro de 2000. Anteriormente, o recorde era de abril. Com os resultados da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada nesta quinta-feira (11), o setor acumula uma expansão de 5,6% em 2024 e de 3,4% nos últimos 12 meses.
Em maio, cinco das oito atividades pesquisadas apresentaram crescimento. O principal destaque foi o setor de hiper e supermercados, que teve um aumento de 0,7% nas vendas, representando o segundo mês consecutivo de alta e respondendo por mais da metade (54,7%) do volume de vendas do comércio.
Outras atividades que se destacaram foram: outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,6%), tecidos, vestuário e calçados (2,0%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%).
Cristiano Santos, gerente da pesquisa, considera o resultado “bastante forte”. Segundo ele, fatores como o aumento no nível de emprego, da massa salarial e a concessão de crédito contribuíram para os resultados positivos.
Os segmentos que tiveram desempenho negativo foram móveis e eletrodomésticos (-1,2%), combustíveis e lubrificantes (-2,5%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-8,5%).
“No setor de combustíveis e lubrificantes, a queda está relacionada à diminuição da atividade de transporte no sul do país, devido às enchentes”, explicou Cristiano.
Comparação anual
Comparado a maio do ano passado, o comércio brasileiro teve um aumento de 8,1%, com alta em cinco das oito atividades pesquisadas: outros artigos de uso pessoal e doméstico (14,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (13,6%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (10,5%), móveis e eletrodomésticos (2,1%) e tecidos, vestuário e calçados (2,0%).
As atividades que apresentaram resultados negativos foram livros, jornais, revistas e papelaria (-8,9%), combustíveis e lubrificantes (-3,2%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,2%).
O candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia PL, Professor Alcides, se comprometeu a transformar a educação local em uma referência nacional. Caso eleito, ele pretende iniciar uma força-tarefa para eliminar o déficit de vagas nos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) e ampliar a oferta com novos convênios com a rede particular e a construção de mais unidades. A proposta foi apresentada em um evento no Recanto Shalon Eventos, no Jardim Monte Serrat, com a presença de cerca de 500 profissionais da educação.
Durante o evento, Professor Alcides reafirmou seu compromisso com a data-base dos profissionais da educação, garantindo seu cumprimento sem necessidade de disputas judiciais. Ele também ressaltou que sua gestão será voltada para uma educação pública de excelência, sem interferências ideológicas, com foco na valorização dos professores e no aprendizado dos alunos. Segundo o candidato, medidas necessárias, inclusive decretos, serão tomadas para garantir essas metas.
O atual prefeito, Vilmar Mariano (UB), observou que Aparecida pode ter, pela primeira vez, um prefeito que é professor, o que trará maior comprometimento com a educação. A secretária de Educação, Fernanda Laura, manifestou satisfação ao ver os profissionais da educação reunidos com o candidato e destacou o apoio ao atual prefeito, Vilmar Mariano, e à primeira-dama, Sulnara Santana. Ela expressou confiança na vitória de Professor Alcides no primeiro turno e mencionou que vários projetos foram enviados para aprovação na Câmara Municipal.
O ex-secretário de Educação, Divino Gustavo, elogiou as propostas de Professor Alcides, destacando o compromisso do candidato com o aumento de vagas na educação infantil e no ensino fundamental. Ele ressaltou a importância da manutenção dos convênios como uma estratégia crucial para atender à crescente demanda por vagas no município. A ex-secretária de Educação e vereadora Valéria Pettersen (MDB) defendeu um repasse anual de R$ 50 mil para cada unidade escolar, reforçando seu apoio ao candidato e convocando a população para eleger um representante que conheça as necessidades da cidade.
Bairro planejado em Catalão impulsiona crescimento econômico do município
Lidiane 31 de agosto de 2024
O Reserva Catalunha prevê 227 lotes com finalidades residenciais e comerciais, em tipologias que vão de 300 a 647 metros quadrados. (Foto: Divulgação/Reserva Catalunha).
Catalão entra na lista dos dez maiores municípios de Goiás, segundo estimativa divulgada na quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No contexto do crescimento da cidade, novos loteamentos têm surgido e impulsionando o desenvolvimento econômico do município. O primeiro bairro planejado de Catalão, Reserva Catalunha está em fase do lançamento de sua segunda etapa e é uma oportunidade para aqueles que querem morar ou investir.
De acordo com o gestor administrativo e financeiro do Reserva Catalunha, André Galvão, Catalão tem um potencial de crescimento elevado, pois não depende apenas do agronegócio para expandir o crescimento econômico. “Acaba que a parte da indústria da mineração também atrai muita gente nova para o Catalão”, afirmou ao Diário de Goiás.
Catalão está em terceiro lugar no estado de Goiás, entre as cidades que mais abrem empresa por ano. Ou seja, gente nova chegando na cidade e gente da cidade que está acreditando na expansão e está abrindo novos comércios e empresas.
André também destaca que o lançamento é um feito inédito na cidade e reforça a importância do fato de o bairro ser planejado. “Um bairro com vias planejadas resolve questões futuras com trânsito, por exemplo, que tem sido um problema em cidades crescentes como Catalão. Além disso, o projeto desenvolve espaços estrategicamente pensados para atender às demandas dos moradores, para que esses, por sua vez, possam ter acesso a tudo o que precisam à curta distância”, explica.
Para André, um diferencial muito forte do Reserva Catalunha é em relação à localização dele. “É uma área muito grande, mais de um bilhão de metros quadrados, que está dentro da área urbana. Normalmente, empreendimentos desse porte, esses bairros planejados, bairros completos, eles são feitos mais nas extremidades da cidade, até afastado um pouco da cidade. E o nosso não, o nosso está dentro da cidade”, destacou.
O empreendimento está localizado ao lado de outros bairros valorizados, como Alto da Boa Vista, Village e Vila Margon, a apenas cinco minutos do centro da cidade. A avenida principal do empreendimento faz ligação tanto com esses bairros como com o restante do município através da Rodovia GO-210, facilitando o acesso por meio de um trânsito mais fluido.
O Reserva Catalunha prevê 227 lotes com finalidades residenciais e comerciais, em tipologias que vão de 300 a 647 metros quadrados. Há, ainda, 17 lotes na avenida principal do bairro reservados para área comercial. Os lotes residenciais possuem o metro quadrado a partir de R$ 530 e os lotes comerciais possuem o metro quadrado a partir de R$ 783.
Qualidade de vida
O bairro está integrado ao Parque Catalunha, reserva com 55 mil metros quadrados de área verde que inspira o nome do empreendimento. O parque possui vegetação nativa e áreas frutíferas que estão sendo preservadas e cultivadas pelos empreendedores do Reserva Catalunha. O projeto também prevê uma área de lazer com pista de cooper, ciclovia com mais de 1,8 quilômetros de extensão, playground para crianças, estações fitness, quadra poliesportiva, quadra de areia, pista de skate e amplo estacionamento.
Além do primeiro bairro planejado de Catalão, o Reserva Catalunha se diferencia por ser um bairro completo, assegura Galvão. “A gente pensou em tudo para o bairro. Então, as pessoas vão poder morar em uma localização boa, dentro da cidade, vão poder ter vias de acesso que não causam trânsito ali, para as pessoas chegarem em casa. Além disso, terão um comércio bacana próximo de casa”, finalizou.
Leia mais sobre: Bairro Planejado / Economia de Catalão / Goiás / Catalão / Economia
O deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS) declarou neste sábado (31.ago.2024) estar utilizando o VPN para conseguir fazer publicações no X (antigo Twitter). O uso da ferramenta foi proibida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), sob pena de multa diária de R$ 50.000.
- o que é VPN: software (programa de computador) com diversas versões gratuitas ou pagas. Permite a qualquer pessoa utilizar a internet sem que as operadoras saibam a origem do acesso. Esse recurso tecnológico é usado sobretudo em ditaduras em que os cidadãos são proibidos de ter acesso a sites ou aplicativos considerados impróprios pelos autocratas no comando.
Moraes determinou a suspensão do X no Brasil. No entanto, brasileiros que estão no exterior seguem com acesso normal à plataforma. Foi desta maneira que este jornal digital leu as mensagens postadas pelo deputado e replica neste texto, por ser de interesse público e ter relevância jornalística.
Em sua publicação, o congressista chamou Moraes de “tirano” e disse que ele é “amigo” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcando os perfis oficiais de cada um na plataforma.
“No Brasil, nós não temos X mais desde meia-noite. Eu estou tuitando isso com o VPN. Esse tuíte pode me custar US$ 10.000, de acordo com a decisão do tirando Alexandre de Moraes, amigo de Lula”, escreveu, em inglês.

Eis a tradução do tuíte publicado por Van Hattem no X:
“No Brasil, nós não temos mais o X desde meia-noite.
“Eu estou tuitando isso com o VPN.
“Esse tuíte pode me custar US$ 10.000, de acordo com a decisão do tirando Alexandre de Moraes, amigo de Lula: cada brasileiro que publicar no X a partir de agora vai ser multado em R$ 50.000 de acordo com essa ‘regra’ ilegal.
“A minha dignidade vale muito mais do que isso. Na verdade, [a minha dignidade] não tem preço. Eu vou continuar tuitando independentemente da perseguição do Estado ou de ameaças porque eu acredito na liberdade de expressão, na democracia e na justiça de verdade.
“Os brasileiros vão tomar as ruas. No 7 de Setembro, nós vamos fazer nossas vozes serem ouvidas bem claramente. Nós vamos exigir que Moraes sofra um impeachment pelo Senado e que seja enviado à cadeia depois do seu julgamento –algo que Moraes cruelmente e inconstitucionalmente não dá para as pessoas que ele persegue.
“Obrigado, Elon Musk, por permanecer conosco. As suas atitudes contra a censura e o autoritarismo estão nos dando esperança e fortalecendo a nossa causa por liberdade no Brasil!”
Van Hattem também usou seu perfil no Threads, da Meta (dona de WhatsApp, Instagram e Facebook), para chamar Moraes de “covarde”.

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Em sessão solene proposta por Cairo Salim, corretores de imóveis recebem Certificado do Mérito Legislativo no Parlamento
Lidiane 31 de agosto de 2024
Por iniciativa do deputado Cairo Salim (PSD), a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) promoveu, na tarde desta sexta-feira, 30, sessão solene extraordinária em homenagem ao Dia do Corretor de Imóveis, celebrado nesta semana. Realizada no Plenário Iris Rezende, a solenidade contou com a entrega do Certificado do Mérito Legislativo aos profissionais goianos com atuação de destaque na área.
Além de Salim, na presidência, fizeram parte da mesa diretiva o presidente do Sindicato dos Corretores, Geraldo Dias Filho; o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis em Goiás, Eduardo Coelho Seixo de Britto; o empresário e corretor de imóveis Salim Marcelino de Oliveira; e os pastores André Luiz Formiga Alves e Márcio Pedrosa.
Em seu discurso de abertura da sessão, Cairo Salim, que também é corretor de imóveis, ressaltou o crescimento da profissão em Goiás e as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da área. “Nós já somos 39.622 corretores no Estado de Goiás. Um crescimento de mais de 7% no último ano, mas quem está realmente no dia a dia da profissão sabe que não é para qualquer um. A dificuldade do mercado, a demora para se estabelecer e a concorrência enorme fazem e forjam o corretor de imóveis na dificuldade, até que ele consiga realmente sobreviver dessa profissão”, salientou.
O deputado salientou que a homenagem é o reconhecimento à importância da profissão para o desenvolvimento das grandes cidades e para a economia de Goiás como um todo. “Vocês foram selecionados para representar os 40 mil corretores que temos no Estado de Goiás. Fico muito feliz de poder entregar um certificado que eu gostaria que vocês colocassem na parede, porque essa é uma árdua profissão, que é fundamental para o crescimento e o desenvolvimento das cidades e de metrópoles como a nossa”, comentou.
Cairo Salim afirmou que o grande número de novos lançamentos e os condomínios verticais na Região Metropolitana de Goiânia pode dar a impressão de que o mercado está se esgotando para os profissionais, mas, segundo ele, ao contrário do que parece, os projetos não estão chegando ao fim. “Goiânia e Aparecida [de Goiânia] são jovens senhoras e têm ainda muito a crescer. A riqueza vai passar pelas mãos dos senhores. E o segredo do sucesso na profissão do corretor de imóveis, na minha opinião, é a persistência. Persistam no trabalho de vocês”, finalizou.
O pastor e corretor de imóveis André Luiz Formiga foi convidado pelo deputado Salim a fazer uma oração em nome de todos os profissionais do setor. Contudo, antes, o líder religioso fez um pequeno pronunciamento, no qual afirmou que o trabalho dos que atuam no mercado imobiliário é semelhante ao do pastor, pois ambos agem pela fé e dependem da obra divina de Deus. “Todo mês o corretor começa do zero, esperando que do Senhor venha a provisão. E eu quero chamar você para andar na dependência do Senhor, confiar inteiramente nele”, afirmou.
André Luiz lembrou que, em 2010, na imobiliária que fazia parte, existia uma célula, um grupo de oração que começou o ano com 40 corretores e terminou com 120. “Eu podia ver o agir de Deus ali naquele momento de oração, naquele momento de entrega de dependência. Deus faz todas as coisas cooperarem para o seu bem. Então, se você perde uma venda, meu irmão, pode ficar em paz, porque o Senhor tem outra para você. Ele vai trazer o cliente para você”, encerrou.
Realização de sonho
O presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de Goiás (Sindimóveis-GO), Geraldo Dias Filho, fez uso da tribuna, para enaltecer a atuação dos corretores. Ele parabenizou os homenageados e agradeceu a Cairo Salim pela iniciativa. “É uma honra para a categoria termos um deputado desta Casa no nosso meio”, disse. Em seguida, destacou o trabalho realizado pela categoria em Goiás, com a afirmativa de serem responsáveis pela construção da cidade, com a realização do sonho da casa própria.
A realização de uma venda é, conforme Dias, a consolidação de um sonho mútuo, por se tratar de conversão em renda aos profissionais da categoria. Por fim, o presidente do Sindimóveis frisou que a entidade se encontra de portas abertas para os trabalhadores da área.
Segurança jurídica
Eduardo Coelho Seixo de Brito, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Goiás (Creci-GO), também foi um dos oradores. Ele iniciou seu discurso cumprimentando o corretor Salim Marcelino de Oliveira, pai do deputado Cairo Salim, e um dos pioneiros do mercado imobiliário.
Coelho lembrou a luta pela regulamentação da profissão, que veio com a Lei nº 6.530, de 1978. “O mundo mudou de lá para cá. Mudou e muito. O cliente não aceita mais corretor amador. Esse negócio de falar que o corretor é um mero demonstrador de imóvel já era. O corretor vai ajudar a dar segurança jurídica para os clientes, tanto ao comprador quanto ao vendedor. Ele tem conhecimento de tecnologia, de legislação, de engenharia, de arquitetura, de psicologia, de marketing e design. E detalhe, o cliente, quando apaixona pela gente, não quer mais outro na vida dele”, frisou.
Em seu discurso, o pastor e também corretor, Márcio Pedrosa, evidenciou a importância da fé para o desempenho da profissão. Pedrosa agradeceu ao deputado e colega de profissão Cairo Salim pela iniciativa, e afirmou sentir-se privilegiado em prestigiar a cerimônia. Em seguida, relatou o porquê da decisão de se tornar um corretor de imóveis. De acordo com o pastor, o desejo surgiu em um momento de cansaço, durante a compra de um apartamento. “Não deixei a área empresarial somente por questões financeiras, mas por querer ter o meu tempo”, frisou.
Por fim, destacou que a fé e o amor são os pilares fundamentais para o exercício da profissão. “Como pastor, também sou alguém que anda com fé o tempo todo”, pontuou. “A concorrência é grande, mas Deus tem coisas ocultas e destinadas a cada um de nós”, acrescentou, com a afirmativa de que, para permanecer na área, é preciso ter “paixão, perseverança e resiliência”.
Pioneiro
Em seu pronunciamento, Salim Marcelino de Olvieira contou que iniciou na profissão na década de 1960, quando tudo era mais precário. Segundo ele, em 1966, a Avenida Goiás no Centro da Capital tinha em torno de seis prédios. O homenageado relatou ainda que, quando levou clientes ao Jardim Balneário Meia Ponte, em 1968, todos o criticaram, por não acreditarem que o local poderia se tornar um novo bairro.
“Eu disse a eles que a Avenida Goiás passaria por lá, que a fábrica da Antártica iria abrir nas proximidades, que a ponte para o campus universitário seria construída. E olha o resultado: todos os dias as pessoas se casam, todos os dias têm um novo milionário, todos os dias as pessoas estão preparadas para comprar imóveis. Se todos esses imóveis passaram nas mãos de colegas antigos, daqui para a frente passarão nas vossas mãos. Imagine o crescimento de Goiânia nos próximos 10 anos. Imagine quantos edifícios, quantos condomínios, quantos loteamentos surgirão”, ressaltou o corretor.
A cerimônia foi transmitida pela TV Assembleia Legislativa e pode ser vista no canal do YouTube do Parlamento goiano.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Indústria alimentícia planeja investir R$ 120 bilhões no Brasil até 2026
Lidiane 31 de agosto de 2024
A Associação Brasileira de Alimentos (ABIA) anunciou um investimento de R$ 120 bilhões na indústria alimentícia do Brasil até o final de 2026. O anúncio foi realizado durante uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.
Do montante total, cerca de R$ 75 bilhões serão alocados para a expansão e modernização das plantas industriais, enquanto os restantes R$ 45 bilhões serão direcionados para a aquisição de novos equipamentos e investimentos em pesquisa e desenvolvimento.
“Este investimento demonstra o otimismo do setor alimentício, que representa 10,8% do PIB e exporta para 190 países. É um reflexo do retorno do Brasil ao cenário global e do aumento do poder de compra dos brasileiros, impulsionado pelas políticas sociais e pela geração de empregos”, destacou o presidente Lula.
O vice-presidente Alckmin ressaltou que os investimentos da ABIA estão em consonância com duas importantes medidas do governo: a depreciação acelerada e o programa Brasil Mais Produtivo, que apoia micro, pequenas e médias empresas na jornada de produtividade e transformação digital.
O ministro Fávaro destacou a importância do Brasil como um grande produtor de alimentos, capaz de gerar mais renda e emprego dentro do país. Ele também enfatizou o crescimento das exportações brasileiras no mercado internacional. “Já abrimos 160 novos mercados desde o início de 2023, em 54 países, o que reflete o excelente momento que estamos vivendo e o restabelecimento das relações diplomáticas do Brasil”, afirmou.
João Dornellas, presidente executivo da ABIA, realçou a confiança da indústria no potencial do Brasil. “O Brasil se consolidou em 2023 como o maior exportador de alimentos industrializados do mundo. Este anúncio confirma a aposta da indústria alimentícia brasileira no nosso país”, declarou.
As exportações do agronegócio brasileiro atingiram um recorde de US$ 167 bilhões em 2023, representando quase metade de todas as exportações brasileiras. Com o reconhecimento internacional da qualidade e do controle sanitário dos produtos nacionais, o Brasil já abriu 160 novos mercados em 54 países desde o início do governo do presidente Lula.








