19 de março de 2026
  • 09:03 Delegado denuncia avanço de facções em Aparecida de Goiânia
  • 05:19 Flávio chega mais preparado que Jair Bolsonaro, diz Queiroga
  • 01:35 Parlamento vai honrar profissionais das carreiras jurídicas e líderes religiosos amanhã
  • 21:49 MP apura desvios em contratos milionários da Agehab
  • 18:04 Estados enviarão listas de devedores de ICMS sobre combustíveis


A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) realiza, no dia 9, duas sessões parlamentares para marcar o reconhecimento e a aproximação do Poder Legislativo com a sociedade goiana. Ambas as sessões acontecerão às 19 horas.

Na sede da Alego, em Goiânia, o encontro solene será comandado pelo deputado Virmondes Cruvinel (União Brasil), com entrega do Certificado do Mérito Legislativo a personalidades e instituições que se destacaram por relevantes serviços prestados ao Estado. A honraria reconhece trajetórias de dedicação em diversas áreas, como já ocorreu em sessões anteriores conduzidas pelo mesmo parlamentar para homenagear procuradores do Estado, auditores de controle externo e instituições do direito.

Na Câmara Municipal de Iporá, o deputado Karlos Cabral (PSB) presidirá a sessão itinerante do Parlamento Estadual no município do centro-oeste goiano. A iniciativa reforça o modelo de descentralização das atividades legislativas, aproximando a Alego das demandas regionais e permitindo que homenagens e debates ocorram diretamente no interior do Estado. Sessões semelhantes já foram realizadas por Cabral em Iporá, como a dedicada a mulheres com a entrega da Comenda Chica Machado, demonstrando o compromisso do parlamentar com a valorização de líderes locais.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O Serviço Social da Indústria (Sesi) inicia, nesta sexta-feira (6/3), a campanha de vacinação contra a gripe voltada a trabalhadores da indústria e seus dependentes em Goiás. A ação ocorre em um momento de alerta para o crescimento de doenças respiratórias no estado e tem como meta imunizar cerca de 75 mil pessoas ao longo de 2026, ampliando a cobertura preventiva no setor produtivo.

A primeira etapa da campanha será realizada na indústria de alimentos All Nutri, localizada em Aparecida de Goiânia. Já na segunda-feira (9/3), a vacinação ocorrerá na sede da Saneago, no Jardim Goiás, em Goiânia. A estratégia da instituição é levar a imunização diretamente aos locais de trabalho, facilitando o acesso dos trabalhadores e contribuindo para reduzir afastamentos por problemas de saúde.

Em 2025, o Sesi vacinou aproximadamente 55 mil pessoas em Goiás, número que a instituição pretende ampliar neste ano diante do cenário epidemiológico que preocupa autoridades de saúde.

Dados da Secretaria de Estado da Saúde indicam crescimento expressivo no número de atendimentos por doenças respiratórias, especialmente entre crianças e adolescentes. Somente em janeiro, o Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad) registrou 574 atendimentos relacionados a problemas respiratórios. Nos primeiros dez dias de fevereiro, já foram contabilizados mais de 310 casos, o que representa aumento de cerca de 72% na média diária em comparação ao mês anterior.

Entre os principais diagnósticos estão gripes, bronquiolites, pneumonias e infecções virais, incluindo influenza e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). A expectativa das autoridades sanitárias é que os casos aumentem nas próximas semanas, impulsionados pelas aglomerações típicas do período e pela maior circulação de vírus respiratórios.

No cenário nacional, Goiás também aparece entre os estados com sinais de crescimento sustentado de internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associadas principalmente ao VSR e à influenza A, segundo monitoramento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O acompanhamento constante dos indicadores é considerado fundamental para orientar ações de vigilância e prevenção.

Para 2026, será aplicada a vacina quadrivalente contra influenza, que segue as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), oferecendo proteção contra as principais cepas do vírus em circulação.

Além de proteger trabalhadores e familiares, a iniciativa também contribui para reduzir a pressão sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo a prevenção dentro do ambiente corporativo e ampliando a cobertura vacinal em todo o estado.

Confira a agenda inicial de vacinação:

06 de março (sexta-feira)
Empresa: All Nutri – Aparecida de Goiânia
Horário: 7h às 12h
09 de março (segunda-feira)
Local: Sede da Saneago – Jardim Goiás, Goiânia
Horário: 7h às 15h

Autor Rogério Luiz Abreu


“É inaceitável que homens continuem achando que são donos das mulheres”, afirmou o presidente em entrevista nesta 6ª feira (6.mar)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o combate à violência contra mulheres precisa estar no centro do debate público e cobrou maior responsabilidade dos homens para enfrentar o problema. 

“É inaceitável que homens continuem achando que são donos das mulheres, que podem agredi-las ou fazer o que bem entendem com elas. Todos – especialmente nós, homens– temos que fazer nossa parte para que essa cultura desapareça de nosso país e se torne coisa do passado”, declarou em entrevista ao jornal O Dia nesta 6ª feira (6.mar.2026).

A declaração foi dada ao comentar ações do governo federal para enfrentar o feminicídio. Lula disse que a violência de gênero é um tema que “tem mexido muito” com ele e que exige mudança cultural no país.

O presidente citou a criação do Pacto Brasil para Enfrentamento do Feminicídio, iniciativa que reúne os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para acelerar a concessão de medidas protetivas, responsabilizar agressores e ampliar a rede de acolhimento às vítimas. 

O pacto foi assinado por Lula, pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em 4 de fevereiro deste ano.

Entre as medidas anunciadas, Lula destacou a implantação do “Alerta Mulher Segura”, sistema que aprimora o monitoramento eletrônico de agressores que usam tornozeleira e permite o acompanhamento dos casos em tempo real.

O governo também prevê ampliar a rede de atendimento com novas unidades da Casa da Mulher Brasileira, além da abertura de centros de referência e do reforço de delegacias especializadas para funcionamento 24 horas.

Segundo o presidente, as medidas visam a garantir uma resposta mais rápida do Estado. “Com tudo isso, vamos dar a atenção e a prioridade que as mulheres precisam quando sofrem ameaças, sem perder tempo e deixar o pior acontecer”, afirmou.



Autor Poder360 ·


O deputado Issy Quinan (MDB) protocolou na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) o projeto nº 3269/26, para que seja oficializado o reconhecimento do evento denominado Caminhada Ecológica, realizado, anualmente, no mês de julho, como patrimônio histórico, cultural e imaterial goiano.

Segundo o parlamentar, o evento se consolidou ao longo de décadas como uma das mais relevantes manifestações de integração social, valorização ambiental, promoção do turismo sustentável e fortalecimento da identidade cultural do povo goiano.

A proposta explica que o evento tem como finalidade central promover a preservação do bioma Cerrado, a proteção da fauna e da flora, bem como a conscientização ambiental voltada à conservação dos recursos naturais, com destaque especial para a importância ecológica do rio Araguaia. Durante a realização da caminhada, são desenvolvidas ações educativas, plantio de mudas e atividades de sensibilização ambiental, reforçando seu caráter pedagógico e socioambiental.

“Além de seu caráter cultural e ambiental, o evento chama a atenção para a necessidade urgente de proteção dos animais silvestres, frequentemente vítimas de queimadas e acidentes nas regiões percorridas, promovendo, assim, relevante debate público sobre conservação da biodiversidade e responsabilidade socioambiental”, escreve Quinan.

A matéria será encaminhada à Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia, onde será distribuído para relatoria parlamentar.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Câmara de Goiânia aprovou, nesta quinta-feira (5/4), na Comissão de Saúde e Assistência Social, um projeto de lei que estabelece normas sanitárias para entregas de alimentos por meio de plataformas de delivery. A proposta, de autoria do vereador Lucas Kitão (União Brasil), agora está pronta para ir à segunda e última votação em plenário.

A matéria determina verificação do licenciamento dos estabelecimentos fornecedores e prevê capacitação e treinamento dos entregadores, com o objetivo de garantir segurança alimentar e reduzir riscos de contaminação. O texto busca proteger o consumidor, elevar a qualidade dos serviços e prevenir problemas de saúde pública decorrentes de manuseio inadequado.

“O que queremos é que todo mundo que acesse um aplicativo e faça um pedido de um alimento tenha segurança de que a cozinha foi inspecionada e que esta venda seja justa para todo mundo, com garantia e segurança para o consumidor”, disse Kitão ao PORTAL NG, ao justificar a iniciativa.

Lucas Kitão: projeto recebeu aval da Comissão de Saúde e seguirá para segunda votação em plenário

Kitão afirmou que a regulamentação visa coibir a atuação de fornecedores que cobram altas taxas das plataformas e, muitas vezes, não cumprem normas sanitárias.

“Em alguns casos tem gente vendendo produto alimentício em plataforma que não passou por nenhum exame de normas sanitárias. Isso é preocupante”, afirmou, citando flagrantes de cozinhas insalubres noticiados por portais.

Fiscalização, justificativas e próximos passos

Segundo o vereador, o controle será exercido junto às plataformas por meio de monitoramento e capacitação dos entregadores, que desempenham papel crucial no transporte e na conservação do alimento até a casa do consumidor.

“A regulamentação desse setor pode reduzir o número de intoxicações alimentares e outros problemas de saúde pública que possam surgir de alimentos preparados e entregues sem o devido cuidado”, declarou.

Na prática, o projeto estabelece regras para produção, embalo e transporte, exige capacidade de fiscalização e cria mecanismos para responsabilização e recebimento de denúncias por parte dos consumidores. Se aprovado em plenário, o texto seguirá para sanção do prefeito e a prefeitura terá prazo para regulamentar os procedimentos operacionais e os critérios de fiscalização.

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Autor Manoel Messias Rodrigues


Regra eleitoral exige que Alckmin se afaste do cargo de ministro para se candidatar, mas não impede que ele continue como vice-presidente de Lula

Vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB) anunciou nesta 5ª feira (5.mar.2026) que deixará o comando do ministério em 4 de abril, prazo limite para integrantes do Executivo que pretendem disputar as eleições de 2026 deixem seus cargos. Ele permanecerá no posto de vice-presidente, que não exige afastamento para quem pretende disputar o pleito.

A regra de desincompatibilização determina que ministros deixem o cargo 6 meses antes do 1º turno da eleição, marcado para 4 de outubro. A exigência, no entanto, não se aplica à vice-presidência. Por isso, Alckmin poderá continuar no posto mesmo participando da disputa eleitoral, desde que não assuma a Presidência da República durante esse período.

Pela legislação, caso o vice pode se tornar inelegível caso exerça temporariamente a Presidência dentro dos 6 meses que antecedem a eleição. Por isso, se decidir disputar outro cargo, Alckmin terá de evitar substituir Lula em eventuais ausências.

FUTURO POLÍTICO

O futuro político de Alckmin ainda é tema de negociações no governo. Ainda não se sabe se ele disputará novamente a vice-presidência na chapa de Lula, o governo de São Paulo –cargo que ocupou por 4 mandatos (2001 a 2006 e 2011 a 2018)–, ou uma vaga ao Senado pelo Estado. São Paulo é o maior colégio eleitoral do país.

As negociações também envolvem o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), citado como possível candidato ao governo paulista, embora tenha demonstrado resistência à disputa. A definição deve vir só nos próximos meses, à medida que as alianças e candidaturas nos Estados forem sendo consolidadas.

ACORDO MERCOSUL-UE

Em clima de despedida do cargo, Alckmin compareceu à apresentação dos números da balança comercial de fevereiro. Normalmente, apenas técnicos da Secretaria de Comércio Exterior divulgam os dados. Ele fez um breve balanço dos pouco mais de 3 anos à frente do MDIC.

O vice-presidente e ministro comentou a aprovação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia e reafirmou que a expectativa do governo é que o tratado entre em vigor em maio.

Segundo Alckmin, a ratificação pelo Congresso Nacional, que concluiu a aprovação do tratado na noite de 4ª feira (4.mar.2026), encerra mais de duas décadas de negociações e abre caminho para a aplicação provisória do pacto. O vice-presidente destacou ainda que o acordo prevê salvaguardas para proteger a indústria nacional em caso de aumento excessivo de importações.


Com informações de Agência Brasil.



Autor Poder360 ·


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) recebeu da Governadoria um veto parcial à iniciativa de instituir o Mês Cívico, Cultural e Turístico de Goiás em outubro. A proposição, nº 21479/25, é assinada por Antônio Gomide (PT). O Parlamento pode manter o veto, contido no processo nº 2138/26, ou derrubá-lo, caso em que a matéria passará à publicação para integrar a legislação.

Instada a se pronunciar, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) sugeriu vetar o art. 2º do autógrafo de lei em razão de inconstitucionalidade subjetiva. Para a PGE, o dispositivo, em vez de apenas indicar atividades que poderiam ser priorizadas no mês que se quer instituir, determinou-as, o que, de acordo com a Constituição Estadual, interfere na organização e no funcionamento da administração, prerrogativa privativa do chefe do Executivo.

Na justificativa da matéria, Gomide argumenta que a instituição do Mês Estadual de Defesa da Cultura Goiana representa “não apenas uma homenagem às nossas raízes, mas também um instrumento de promoção, difusão e preservação das manifestações culturais que distinguem Goiás no cenário nacional”.

O veto está em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), sob a relatoria da deputada Rosângela Rezende (Agir).

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Polícia Civil de Goiás realiza, neste mês de março de 2026, a Operação Marias, uma força-tarefa em todo o território goiano de enfrentamento à violência contra a mulher. Até o momento, pelo menos seis investigados foram presos em diferentes regiões do estado. A iniciativa faz parte da Operação Mulheres, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública de Goiás, que integra as forças de segurança na proteção às vítimas e na responsabilização dos agressores.

A ação tem como foco o cumprimento de medidas cautelares de prisão e mandados de busca e apreensão contra investigados por violência doméstica, familiar e crimes sexuais. As equipes também fiscalizam o cumprimento de medidas protetivas de urgência, garantindo a efetividade das decisões judiciais. No âmbito preventivo, a operação promove palestras e ações educativas para conscientizar a sociedade sobre os canais de denúncia e os mecanismos legais de proteção.

Na cidade de Morrinhos, a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC) cumpriu um mandado de busca na manhã desta quinta-feira (5/3) contra um investigado por armazenar e compartilhar material de exploração sexual infantil na internet. Dois celulares e um tablet foram apreendidos e passarão por análise pericial.

Ainda em Morrinhos, uma equipe da delegacia local foi acionada por familiares de uma vítima de violência doméstica na quarta-feira (4/3). A mulher relatou que acordou amarrada à cama pelo companheiro, que a agrediu com socos e a ameaçou de morte. Com a ajuda das filhas, ela conseguiu fugir. O autor foi preso em flagrante dentro da residência.

Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC) cumpre mandado de busca em casa em Morrinhos

O Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic) de Mineiros prendeu na quarta-feira (4/3) o suspeito de um feminicídio ocorrido na cidade. Após o crime, o autor fugiu para uma área rural e retornou à noite, havendo indícios de que pretendia ocultar o corpo. Preso preventivamente, ele confessou o crime durante interrogatório.

Na mesma data, a Delegacia de Itapuranga prendeu um motorista de van escolar acusado de estupro de vulnerável contra uma criança de quatro anos. A vítima revelou o abuso ao pai, e uma psicóloga confirmou os indícios. Devido ao contato diário do investigado com menores, a Justiça deferiu a prisão preventiva.

Em Padre Bernardo, a Delegacia de Polícia prendeu em flagrante na quarta-feira (4/3) um homem investigado por violência doméstica. Durante a abordagem, ele tentou fugir pelos fundos da residência e forneceu nome falso, mas foi localizado com apoio da Polícia Militar. O suspeito foi autuado por ameaça, violação de domicílio e falsa identidade.

Já em Luziânia, a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher prendeu na mesma data um homem suspeito de tentativa de feminicídio, ameaça e cárcere privado. A vítima, que convivia com ele há 16 anos, relatou agressões constantes. Na madrugada do crime, ele a atacou com socos, chutes e uma faca, mas uma das filhas do casal impediu o golpe fatal. O autor foi preso em flagrante.

Todas as prisões foram realizadas no âmbito da Operação Marias e da Operação Mulheres, que reforçam o compromisso da Polícia Civil de Goiás no enfrentamento permanente à violência contra a mulher. As ações têm foco na proteção das vítimas e na responsabilização dos agressores em todo o estado.

Autor Manoel Messias Rodrigues


Partido fará evento de adesão alusivo aos 46 anos de fundação em 6 de abril, em Brasília; há 3 categorias de ingressos

O Partido dos Trabalhadores fará um jantar de adesão alusivo aos 46 anos de fundação da sigla, completados em 10 de fevereiro. O evento será realizado em 6 de abril, às 20h, no CICB (Centro Internacional de Convenções do Brasil), em Brasília, e terá a finalidade de obter recursos.

Os ingressos custam de R$ 1.000 a R$ 50.000. “Quem pode mais, doa mais”, afirma a Secretaria de Finanças e Planejamento do PT, responsável pela organização.

Eis as 3 opções de convite de adesão ao jantar:

  • Democracia – R$ 1.000;
  • Soberania – R$ 20.000;
  • Justiça Social – R$ 50.000.

Ainda não há confirmação sobre quem participará do evento, mas a expectativa é de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteja.

“Ao longo de 46 anos, o Partido dos Trabalhadores construiu uma trajetória marcada pela defesa da democracia, da soberania e do povo brasileiro! Para celebrar essa história e reafirmar nosso compromisso de continuar mudando a vida do povo, realizaremos um Jantar de Comemoração e Arrecadação, fortalecendo as bases que sustentam a continuidade do projeto petista para o Brasil”, diz o convite.

CopyrightDivulgação/PT

O evento será realizado em 6 de abril, às 20h, no CICB (Centro Internacional de Convenções do Brasil), em Brasília

O pagamento é feito pelo Pix do partido. A Secretaria de Finanças do PT reforça que a doação tem de ser feita exclusivamente por pessoa física em razão da legislação, que impede a doação de empresas.

Depois do pagamento, é necessário entrar em contato com uma mensagem pelo WhatsApp para que o convite digital seja enviado ao doador. A entrada é individual.

Em fevereiro, o PT fez em Salvador uma festa de 3 dias para celebrar os 46 anos da sigla. Lula, ministros de Estado, congressistas e figuras históricas do partido estiveram no evento.

Festa gratuita em 2025

Em 2025, o PT comemorou o aniversário de fundação com uma festa gratuita no centro do Rio. Para participar, era necessário só um cadastro prévio.



Autor Poder360 ·


A sessão ordinária da tarde desta quarta-feira, 4, realizada de forma híbrida, teve o predomínio de discussões sobre o fim da chamada “taxa do agro”. Houve, ainda, a aprovação de quatro projetos de lei e discursos sobre outros temas no Pequeno Expediente.

A extinção da taxa do agro é parte da proposta do Executivo estadual que tramita no Poder Legislativo como processo nº 2534/26 e está, atualmente, em análise na Comissão Mista.

O projeto tem dois eixos: o fim da cobrança da taxa, uma contribuição destinada ao Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), e a regulamentação da sucessão da titularidade, gestão, execução, fiscalização e acompanhamento de projetos, obras e contratos vinculados ao fundo, atribuições que passarão à Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra).

Embora todos os deputados tenham se manifestado favoráveis à extinção da taxa, houve debate quanto aos recursos ainda em posse do Fundeinfra. Clécio Alves (Republicanos) e Major Araújo (PL) declararam que apresentarão emenda à propositura para que o dinheiro arrecadado pelo fundo, e ainda não utilizado em obras, seja devolvido aos produtores rurais, posicionamento rechaçado por deputados da base governista como Amauri Ribeiro (UB) e Issy Quinan (MDB).

O Executivo afirma, na justificativa da medida, que o Fundeinfra “se consolidou como instrumento planejado para o desenvolvimento de Goiás” e arrecadou, com a taxa a ele destinada, R$ 3,16 milhões entre 2023 e janeiro de 2026. Desse total, 78,6% teriam sido formalizados em contratos, e desse montante formalizado 51,5% teriam sido pagos.

A oposição questionou o fato de a verba do fundo ter resultado em apenas quatro obras concluídas até o momento, de um total previsto de 70. Tais números foram confirmados pelos parlamentares da situação, mas Amauri Ribeiro ressalvou que há 28 obras em andamento, que o restante está sendo licitado e que uma emenda pedindo a devolução da verba do Fundeinfra seria inconstitucional, prejudicando o projeto de lei e impedindo o fim da taxa do agro.

“Queremos que as obras sejam concluídas, e vamos cobrar isso nesta Casa”, afirmou. “O dinheiro não pode ser usado para outro fim a não ser para a execução dessas obras. Não é porque sou base do Governo que vou concordar que algo esteja errado.”

Clécio Alves criticou mais de uma vez o desempenho do Fundeinfra pela entrega de apenas quatro obras em três anos. Não obstante o atraso que a apresentação de emenda ao projeto geraria, disse que, ao pedir a devolução do dinheiro, está agindo em nome do produtor rural. Major Araújo fez coro, assim como Bia de Lima (PT).

“As obras estão evoluindo, estão acontecendo”, contrapôs Issy Quinan. Elas não teriam sido mais rápidas “porque não existia uma carteira de projetos disponível para que tivessem início”. Há, acrescentou, uma “via-crúcis burocrática” envolvendo licitação dos projetos, contratação da mão de obra, execução do serviço. “Não se constrói uma rodovia em seis meses”, disse, destacando, ainda, que as obras a serem realizadas pelo Fundeinfra totalizam cerca de R$ 4,7 bilhões, portanto o Governo Estadual contribuirá aportando R$ 1,6 bilhão.

Sobre o atraso que a apresentação de emenda poderia causar, Bia de Lima afirmou que “nós [da oposição] é que estávamos na CCJ ontem para votar a matéria. Estamos sempre presentes, fazendo dar quórum, garantindo que a Assembleia possa e funcionar. Foi a base governista que não veio ontem, que está [atuando de forma] remota [no Plenário] hoje”.

Campanha da Fraternidade será divulgada no âmbito da Alego

Entre os projetos aprovados, recebeu validação definitiva matéria do presidente da Casa de Leis, Bruno Peixoto (UB), que estabelece que a Campanha da Fraternidade – promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) anualmente no período da Quaresma – será divulgada no âmbito da Assembleia Legislativa goiana (processo nº 2357/26). Essa divulgação pode incluir, por exemplo, sessões solenes, audiências públicas, seminários e debates.

Prosperou também, mas em primeira votação, projetos do Executivo sobre colégio estadual em Hidrolândia (nº 603/25). A matéria corrige o nome da personalidade homenageada (a unidade se chamará Sebastião Antônio Mendonça) e formaliza a criação do colégio, que está em fase final de construção e deve ter as atividades escolares iniciadas este ano.

As duas outras proposições chanceladas em escrutínio único consistem em prestações de contas do Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO). 

O processo nº 2065/22 traz o balanço anual da corte referente ao exercício de 2021. Já o processo nº 1984/17 trata das contas anuais do TCE e do respectivo Fundo de Modernização, relativas ao exercício de 2016. 

Pequeno Expediente tem falas sobre a Saneago

Pouco depois do início da sessão, no Pequeno Expediente, Clécio Alves se posicionou contra a possível privatização da Saneago. “Água não pode ser privatizada. Nada vive sem água”, disse, afirmando, em seguida, que a companhia “nunca arrecadou tanto dinheiro como nos últimos tempos”, por exemplo com taxa que teria aumentado acima da inflação.

Mauro Rubem (PT) também criticou a parceria público-privada pensada para a Saneago, argumentando que a companhia se mostrou sustentável ao atender quase todos os goianos. “A privatização é por lucro, todo mundo sabe. Que iniciativa privada vai colocar dinheiro? Não, ela vai é tirar, com o chamado subsídio cruzado”, declarou, explicando se tratar de dinheiro que sobra para a Saneago em cidades maiores, mais que repondo a perda nas menores. Redução de salários e do total de funcionários, disse, seriam outras medidas possíveis de lucro.

Bia de Lima voltou ao tema da taxa de 14,25% que a Previdência desconta de aposentados em Goiás e convocou para manifestação que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) fará na manhã desta quinta-feira, 5, diante do Palácio das Esmeraldas.  

Major Araújo também pediu o fim desse desconto.

Amauri Ribeiro discordou de Bia de Lima afirmando que o sistema previdenciário estadual “está quebrado”, portanto o desconto é “infelizmente” necessário. Se não ocorresse, acrescentou, o sistema falharia e “os aposentados nem receberiam”.

 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás