7 de fevereiro de 2026
  • 12:56 Senador Vanderlan não descarta deixar PSD para buscar reeleição
  • 09:12 Centro-esquerda é favorita na eleição presidencial portuguesa
  • 05:28 Parlamento promove sessão solene, neste sábado, em homenagem às mulheres empreendedora
  • 01:44 Saiba qual é o lugar mais antigo de Goiás: “Nunca aceitaram”
  • 22:00 Aparecida promove edição da feira de adoção de Pets


O senador Vanderlan Cardoso, presidente do PSD em Goiás e pré-candidato à reeleição, não exclui a possibilidade de deixar a legenda caso não consiga viabilizar sua candidatura ao Senado pelo partido. A definição, segundo ele, será tomada em reunião com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, e com o governador Ronaldo Caiado, marcada para segunda-feira (9/2) em São Paulo.

O cenário se complicou após a filiação de Caiado ao PSD. A entrada do governador abre espaço para articulações que podem priorizar uma chapa com outros nomes — entre eles Gracinha Caiado e Gustavo Gayer — e tensiona a disputa interna pela vaga ao Senado no Estado. Vanderlan sustenta, porém, que a decisão sobre sua candidatura é pessoal e que sua intenção é disputar pelo PSD.

“Nessa reunião que teremos com o Kassab, e provavelmente o governador Ronaldo Caiado estará presente, nós vamos estar decidindo os passos aqui no estado de Goiás”, declarou Vanderlan nesta sexta-feira (6/2), durante visita à Associação Comercial, Industrial e de Serviços da Região Leste de Aparecida de Goiânia (Acirlag).

Senador falou com a imprensa durante visita à Acirlag, nesta sexta-feira, em Aparecida de Goiânia

O senador afirmou que apoiou a filiação de Caiado ao partido e que vê como natural a necessidade de desprendimento mútuo nas negociações internas: “Eu já tive total desprendimento ao ser consultado sobre a vinda do governador para o PSD. Então, fui favorável, dei o parecer positivamente”.

Apesar do apoio inicial, ele deixou claro que não abrirá mão da pré-candidatura se entender que há condições para disputar.

“Essa decisão de candidatura a senador da República é uma decisão do senador Vanderlan Cardoso. […] Hoje eu sou o presidente do PSD, caso eu entender que não é o PSD, aí sim é uma decisão minha”, afirmou.

Parlamentar diz que prefere caminhar com Daniel Vilela

Ainda na entrevista, Vanderlan ressaltou que sua postulação foi construída ao longo de sete anos de trabalho e que a candidatura não depende de aliança automática com nomes do grupo governista.

“A minha candidatura nunca impôs isso. Minha candidatura é uma candidatura que ela foi construída, não foi só agora, ela foi construída ao longo de sete anos de muito trabalho”, disse.

Questionado sobre alternativas fora do PSD, o senador não descartou migrar para outra sigla se não conseguir viabilizar a reeleição internamente.

“A pessoa nunca pode ter só o plano A. Tem que ter plano B, plano C, plano D, plano E. Só com esses burburinhos desses dias já têm seis partidos me convidando”, disse Vanderlan, que citou ainda a possibilidade de diálogo com lideranças como Marconi Perillo, sem, contudo, confirmar tratativas.

Apesar das movimentações, o parlamentar sinalizou preferência por caminhar com o vice-governador Daniel Vilela e disse empenhar-se para consolidar essa união: “Hoje a tendência é estar caminhando com o vice-governador Daniel Vilela”, assegurou.

Vanderlan concluiu afirmando que não permanecerá oferecendo apoio caso não seja desejado pelo grupo: “Eu não vou ficar oferecendo apoio se não querem”, disse o senador, ressaltando que a reunião de segunda-feira deve esclarecer os próximos passos.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Pesquisas indicam vitória de António José Seguro sobre André Ventura; 2º turno é realizado no domingo (8.fev)

Portugal escolhe no domingo (8.fev.2026) seu novo presidente. As pesquisas de intenção de voto dão vantagem a António José Seguro, 63 anos, candidato de centro-esquerda apoiado pelo PS (Partido Socialista). Ele concorre com André Ventura (Chega, direita), 43 anos. 

No 1º turno, Seguro teve 31,1% (1.755.563 votos) e Ventura, 23,5% (1.327.021 votos). Os levantamentos mostram que Seguro mantém uma diferença superior a 20 p.p. (pontos percentuais) em relação a Ventura.

Pesquisa realizada de 29 de janeiro a 2 de fevereiro de 2026 pela Universidade Católica para o jornal Público, para a emissora RTP e para a rádio Antena 1 indica que Seguro tem 56% contra 25% de Ventura. 

Os veículos de comunicação CNN Portugal, TVI, TSF e Jornal de Notícias têm divulgado diariamente uma tracking poll que permite analisar as tendências de voto dos portugueses. Apesar da diferença entre Seguro e Ventura ter diminuído ao longo dos dias, ela ainda é significativa.

A vantagem de Seguro se dá pela transferência de votos dos candidatos eliminados no 1º turno, principalmente dos eleitores de Luís Marques Mendes (centro-direita), mas também dos que apoiaram Henrique Gouveia e Melo (independente) e João Cotrim Figueiredo (Iniciativa Liberal) no 1º turno.

Marques Mendes declarou seu apoio a Seguro, dizendo que era o único candidato que se aproxima dos “valores que defende”, como “defesa da democracia”, “garantia do espaço da moderação” e o “respeito pelo propósito de representar todos os portugueses”. 

Gouveia e Melo seguiu a mesma linha. Declarou voto “útil” em Seguro.

Cotrim Figueiredo não declarou apoio explícito a nenhum candidato, mas disse que não votaria em Ventura, nem em branco. 

Com pautas como endurecimento das leis de imigração e revisão constitucional, Ventura enfrenta altos índices de rejeição.

O resultado do 1º turno representou uma vitória para a esquerda, que passa por um momento de desgaste no país europeu, e marcou o fim de pleitos presidenciais decididos ainda no 1º turno. As eleições em Portugal têm o sistema de votação em 2 turnos, mas desde 1986 os resultados sempre se deram na 1ª fase. 

O vencedor das eleições assume em 9 de março de 2026, substituindo Marcelo Rebelo de Sousa, depois de 10 anos de mandato.

O mandato do presidente de Portugal dura 5 anos, contados a partir da data da tomada de posse. O presidente português pode ser reeleito, mas não pode exercer mais de 2 mandatos consecutivos.

O sistema de governo em Portugal é semipresidencialista. Nesse modelo, o chefe de governo é o primeiro-ministro e o chefe de Estado é o presidente da República. Enquanto nas eleições legislativas, para formar a Assembleia da República, os eleitores votam em partidos, nas presidenciais, as candidaturas são individuais –mas podem, eventualmente, ser apoiadas pelas legendas.

Apesar disso, o presidente português não é um “rei da Inglaterra” e tem funções relevantes, como nomear o primeiro-ministro, promulgar ou vetar leis, convocar referendos, comandar as Forças Armadas e representar o Estado internacionalmente. Além dessas prerrogativas, pode, ainda, demitir o governo, dissolver a Assembleia da República e convocar novas eleições.

DESGASTE NA ESQUERDA

A esquerda em Portugal passa por um momento de desgaste. Ao longo da campanha, houve pressão para que os demais candidatos do espectro político desistissem de suas candidaturas em favor de Seguro. O ex-dirigente socialista amparou sua campanha no apelo do voto útil, afirmando que só a congregação em torno de seu nome poderia impedir um 2º turno que opusesse Cotrim e Ventura.

Os candidatos da esquerda não desistiram, mas Seguro conseguiu chegar ao 2º turno e vem apelando ao voto útil para vencer Ventura. 

As diversas eleições legislativas para a Assembleia da República são essenciais para se entender como Portugal chegou a 2026 com um domínio da direita. De 2019 para cá, nas 4 eleições realizadas, o Chega passou de 1 para 60 deputados no Parlamento português; o PS, que garantiu 120 assentos em 2022, caiu para 58 deputados; o BE foi de 19 para 1 e o PCP de 12 para 3. A única exceção foi o Livre, que passou de 1 deputado em 2019 para 6 em 2025.

Jorge Pinto, deputado do Livre (centro-esquerda) e um dos candidatos derrotados no 1º turno, mencionou ao menos 2 fatores que ajudam a explicar essa crise da esquerda. O 1º é uma articulação internacional de movimentos da direita radical que conta com financiamento e tem capacidade de influenciar o ambiente digital. “Esse é um ponto da questão ao qual é difícil dar resposta enquanto não regularmos e não legislarmos convenientemente essas plataformas”, afirmou ao Poder360.

Pinto também atribuiu uma parte da culpa à própria esquerda. Para ele, as experiências governativas lideradas pelo PS, de 2015 a 2024, produziram um “cansaço” na população, que não viu a melhora nas crises da habitação e do sistema público de saúde, agravadas no período.

Ao falar sobre o assunto com o Poder360, Catarina Martins, eurodeputada pelo BE (Bloco de Esquerda) que se candidatou no pleito de 2026, lembrou da chamada “geringonça”, coligação que governou Portugal de 2015 a 2019. 

Liderada pelo PS, contava com apoio parlamentar dos partidos mais à esquerda no espectro político: o BE, o PCP e o PEV (Partido Ecologista “Os Verdes”). Foi essa aliança que levou António Costa ao cargo de primeiro-ministro em 2015.

O alto índice de aprovação da “geringonça”, de acordo com Catarina, se dá “porque foi um governo em que muitos salários aumentaram” e em que os serviços públicos “responderam melhor às pessoas”. Ela disse que o BE deixou de ser parte do governo em 2019, mas que a direita foi “hábil” em colar o partido e seus integrantes ao que se passou depois.

O PS venceu as eleições legislativas de 2019. Conseguiu manter Costa como primeiro-ministro, mas, sem o apoio dos demais partidos da “geringonça”, precisou negociar a cada votação. A relação entre os partidos de esquerda deixou de ser tão amigável.

Em outubro de 2021, o PS não conseguiu aprovar o Orçamento, levando o presidente do país, Marcelo Rebelo de Sousa (independente), a dissolver o Parlamento e convocar eleições antecipadas. O partido de António Costa conseguiu a maioria absoluta no pleito realizado no começo de 2022. Catarina afirmou que foi nesse momento que o PS “desbaratou”, não “dando resposta aos problemas das pessoas” e possibilitando a ascensão da direita.

Costa demitiu-se, em novembro de 2023, por causa de um comunicado da PGR (Procuradoria Geral da República) que o apontava como alvo de suspeitas em um processo relacionado à exploração irregular de lítio e hidrogênio verde. Até o momento, o político, que hoje é presidente do Conselho Europeu, não foi formalmente indiciado.

Nas eleições seguintes, o governo de Portugal passou para as mãos da direita, com Luís Montenegro (PSD) como primeiro-ministro. O país europeu ainda passou por mais uma dissolução em março de 2025. Nas eleições de maio do ano passado, a direita consolidou sua predominância e Montenegro foi reempossado como premiê.

Leia mais sobre o assunto nesta reportagem do Poder360.



Autor Poder360 ·


Por iniciativa do deputado Cristóvão Tormin (PRD), a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizará, neste sábado, 7, sessão solene para entrega do Certificado do Mérito Legislativo em homenagem às mulheres empreendedoras de Goiás. O evento terá local no Plenário Iris Rezende, às 15 horas.

Um levantamento feito pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, em parceria com o Ministério  do Desenvolvimento, Comércio e Serviços, sobre empreendedorismo feminino, aponta que o Brasil possui 21,7 milhões de empresas ativas no Brasil e, destas, 12,1 milhões eram microempreendedores individuais (MEI), todas geridas por mulheres.

Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), embora tenha ocorrido um aumento da participação das mulheres em diversos setores da sociedade, quando se trata de empreendedorismo, ainda há obstáculos a serem superados.

As estatísticas demonstram que as mulheres abrem negócios na mesma proporção que os homens e, normalmente, são mais escolarizadas. Entretanto, seus empreendimentos faturam menos, são menos inovadores, têm lucros menores, são pouco diversificados e têm baixa potencialidade de internacionalização. Além disso, elas pagam taxas de juros mais altas, mesmo sendo mais adimplentes.

Assim, a homenagem, além de reconhecer a atuação dessas mulheres para a economia goiana, celebra a conquista de espaços no cenário do empreendedorismo. Assim, a solenidade é ainda um incentivo para que outras mulheres busquem no empreendedorismo a oportunidade de independência financeira e sua contribuição para o desenvolvimento econômico de Goiás.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e do Centro de Castração Animal (PATA), realiza neste sábado (7/2) mais uma edição da feira de adoção “Deu Match com Meu Pet”, dentro da programação do Carnaval Pet promovido pelo Buriti Shopping. A ação integra o Clubinho BloCÃO, das 9h às 12h, no Buriti Kids (Piso 1), e reforça o compromisso do município com a proteção animal e a adoção responsável. 

Mais de 30 cães e gatos resgatados que aguardam por um novo lar estarão disponíveis para adoção. Os animais são entregues vacinados e, no caso dos adultos, já castrados. Os interessados passam por triagem e assinam termo de responsabilidade, garantindo a segurança e o bem-estar dos pets adotados. 

O evento contará também com o desfile de fantasias do BloCÃO, fotos temáticas, atividades interativas, animador, stands pet e brinquedos para crianças, criando um ambiente de diversão para toda a família. Para participar do desfile, é obrigatório apresentar a carteirinha de vacinação do pet e utilizar coleira ou guia. 

A secretária municipal de Meio Ambiente, Pollyana Borges, reforça a importância da ação: “Eventos como este são fundamentais para conscientizar a população sobre adoção responsável, os cuidados com a saúde dos animais e o combate aos maus-tratos. Cada adoção representa uma vida transformada”, destaca. 

O Buriti Shopping também ressalta o impacto positivo da parceria: “O Buriti Shopping é pet friendly e acredita no poder de ações que unem lazer, responsabilidade social e afeto. O Clubinho BloCÃO já virou um momento esperado pelo público e, quando somamos isso à feira de adoção, esperamos que o impacto seja ainda mais positivo”, afirma o gerente de marketing, Thiago Souza.

Autor Rogério Luiz Abreu


Para presidente, anistiar envolvidos no 8 de Janeiro comprometeria credibilidade e desmoralizaria o STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “fez sua parte” sobre PL (Projeto de Lei) da Dosimetria, que reduz as penas dos condenados pelo 8 de Janeiro. A declaração foi feita nesta 6ª feira (6.fev.2026) em entrevista à TV Aratu, em Salvador (BA).

“É problema do Congresso. Eu fiz a minha parte. O Congresso fez a dele, aprovou. Eu sei as condições em que isso foi discutido. Eu vetei porque não concordo. Esse cidadão [o ex-presidente Jair Bolsonaro] tem que ficar preso, mas um belo dia pode ter uma anistia para ele”, declarou.

O veto presidencial foi assinado em 8 de janeiro deste ano, na cerimônia que marcou os 3 anos dos ataques às sedes dos Três Poderes. A proposta foi aprovada pelo Legislativo em dezembro de 2025.

Para o presidente, a aprovação do projeto comprometeria a credibilidade do STF (Supremo Tribunal Federal). “Não dá para você brincar de fazer julgamento. Se você liberta ele, você desmoraliza a seriedade da Suprema Corte que o condenou”, afirmou.

Lula fez referência direta à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e 3 meses de prisão. O atual chefe do Executivo também mencionou acusações de que seu antecessor teria planejado assassinatos de autoridades.

“Você acha que se você tiver um cachorro louco preso e você soltar ele, ele vai estar mais manso? Ele vai morder alguém. Esse cidadão tentou destruir a democracia brasileira. Esse cidadão, que foi condenado a 27 anos e 3 meses de cadeia, tinha um plano para matar Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes. E não foi ninguém da oposição que denunciou. Foram os comparsas dele que delataram ele”, disse.

A decisão final sobre o PL da Dosimetria ficará com o Congresso Nacional, que analisará o veto presidencial em sessão mista ainda sem data definida. Se o veto for derrubado, o projeto entrará em vigor, reduzindo as penas dos condenados pelos pela Suprema Corte no julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado.



Autor Poder360 ·


Foi publicada no Diário Oficial a sanção da Lei Estadual nº 24.061 que institui o Dia Estadual das Santas Casas e dos Hospitais Filantrópicos em Goiás, a ser celebrado anualmente em 1º de novembro. A matéria é de autoria do deputado Antônio Gomide (PT).

O legislador destaca que o projeto tem como objetivo reconhecer a importância dessas instituições no fortalecimento das políticas públicas de saúde, sensibilizar a sociedade sobre seu papel na prestação de serviços e incentivar a cooperação com o poder público para aprimorar os atendimentos à população. Além disso, a proposta ressalta a atuação dessas entidades como complemento ao Sistema Único de Saúde (SUS). 

A lei inclui a data do primeiro dia de novembro no calendário oficial do Estado de Goiás, permitindo que o poder público promova e apoie atividades comemorativas, educativas e de divulgação. Essas iniciativas visam a enaltecer a relevância das santas casas e dos hospitais filantrópicos, além de estimular debates e propostas para fortalecer essas instituições.  

“A escolha do dia 1º de novembro para essa homenagem é simbólica, pois marca o início da construção da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia, em 1936. Desde então, essa instituição tem prestado serviços à população goiana, tornando-se um marco no atendimento à saúde no Estado”, justificou Antônio Gomide.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Plataforma TrumpRx.gov conta com 40 fármacos populares a preços reduzidos para os norte-americanos

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), criou na 5ª feira (5.fev.2026) um site que oferece descontos em 40 medicamentos, incluindo Ozempic. A plataforma TrumpRx.gov permite que os norte-americanos comprem fármacos a preços equivalentes aos mais baixos pagos em outras nações desenvolvidas, seguindo o conceito de MFN (Most Favorable Nation, nação mais favorecida), de acordo com a Casa Branca.

O site disponibiliza inicialmente medicamentos de 5 fabricantes que estabeleceram acordos com o governo dos EUA: AstraZeneca, Eli Lilly, EMD Serono, Novo Nordisk e Pfizer. Os pacientes norte-americanos podem obter os descontos apresentando receitas médicas válidas e utilizando cupons impressos ou digitais em seus telefones.

A criação do TrumpRx.gov resulta de ações governamentais que começaram em maio de 2025, quando Trump assinou um decreto chamado “Entregando Preços de Medicamentos de Nação Mais Favorecida aos Pacientes Norte-Americanos”.

Os dados divulgados pela Casa Branca mostram reduções expressivas nos valores dos medicamentos. O Ozempic, utilizado para diabetes, passou de US$ 1.028 para preço médio de US$ 350 mensais, podendo chegar a US$ 199, dependendo da dosagem. O Wegovy injetável, que custava US$ 1.349 por mês, terá preço médio similar ao Ozempic, enquanto sua versão em comprimido custará a partir de US$ 149.

O Zepbound, anteriormente vendido a US$ 1.088 mensais, terá preço médio de US$ 346, podendo chegar a US$ 299. Medicamentos para fertilidade também apresentam quedas nos preços: o Gonal-F custará a partir de US$ 168 por caneta, o Cetrotide cairá de US$ 316 para US$ 22,50, e o Ovidrel de US$ 251 para US$ 84. Pacientes com problemas de fertilidade economizarão em média mais de US$ 2.000 por ciclo de tratamento.

O inalador Bevespi Aerosphere para DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) terá seu preço reduzido de US$ 458 para US$ 51. O Airsupra, usado para asma, cairá de US$ 504 para US$ 201. A pomada Eucrisa para dermatite atópica passará de US$ 792 para US$ 158.

A insulina Lispro estará disponível por valores a partir de US$ 25 mensais, e o Duavee, para ondas de calor e osteoporose, terá seu preço reduzido de US$ 202 para US$ 30.

Nos próximos meses, medicamentos de outras empresas que assinaram acordos de preços MFN serão disponibilizados no TrumpRx.gov. Em 15 de janeiro de 2026, Trump solicitou ao Congresso a aprovação do Grande Plano de Saúde, que busca codificar as economias obtidas com a iniciativa de preços MFN, reduzir prêmios de seguros e maximizar a transparência de preços.

Em 31 de julho de 2025, Trump enviou cartas aos principais fabricantes farmacêuticos delineando as medidas necessárias para reduzir os preços dos medicamentos nos EUA. Desde 30 de setembro de 2025, o presidente anunciou 16 acordos com grandes fabricantes para alinhar os preços com os praticados em outros países desenvolvidos.


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Autor Poder360 ·


Entre audiências, reuniões e eventos temáticos, a Comissão de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Cmarh) da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) discutiu e chancelou uma série de iniciativas voltadas às pautas ambientais goianas em 2025. A comissão apresenta o balanço de suas atividades no último ano, que contou com 37 eventos e  77 projetos de lei discutidos em sete encontros ordinários.

A instalação do colegiado ocorreu em 26 de fevereiro, com a definição de Antônio Gomide (PT) na presidência, e Rosângela Rezende (Agir) na vice-presidência, para o biênio 2025/2026.

A 5ª Conferência Estadual do Meio Ambiente foi destaque no início dos trabalhos do ano, com o tema “Emergência climática e o desafio da transformação ecológica”. Para o presidente da Cmarh, a conferência foi crucial para refletir sobre mudanças de atitude e comportamento na gestão ambiental. Ele defendeu propostas concretas para enfrentar os desafios do clima, acabar com os lixões nas cidades, melhorar o saneamento, garantir água tratada e preservar as nascentes de Goiás, além da definição de avanços no debate sobre a descarbonização da economia. Os temas citados pelo deputado foram contemplados com projetos de lei pautados na Alego em 2025.

Cerrado em pauta

A defesa do Cerrado esteve presente em eventos, debates e iniciativas legislativas em 2025. A exposição Cerrado: Berço das Águas e da Biodiversidade trouxe ao público da Alego o compromisso com a preservação do segundo maior bioma do Brasil.

Em uma vivência imersiva, o evento abordou, especialmente, a preservação das nascentes em Goiás. No evento, presidente da Semarh ressaltou o enfoque, por vezes ignorado, de que o Cerrado “é o berço das águas”, e defendeu pautas voltadas a uma melhor fiscalização para evitar o desmatamento ilegal no bioma.

Uma série de propostas legislativas que dizem respeito ao Cerrado passaram pelo crivo da comissão em 2025.

Para fomentar pesquisas científicas voltadas para a compreensão da biodiversidade, solos, e processos ecológicos do bioma, o deputado Virmondes Cruvinel (UB) propõe uma Política Estadual de Incentivo à Pesquisa no Cerrado. A iniciativa promove a conservação e uso sustentável dos recursos naturais do Cerrado, com incentivos à formação e capacitação de pesquisadores especializados no bioma goiano. Na Cmarh, a proposta foi distribuída para relatoria de Paulo Cezar Martins (PL).

Bia de Lima (PT), por sua vez, quer unir sabedoria de povos tradicionais e cuidados com o Cerrado. Nesse sentido, a parlamentar quer o reconhecimento de comunidades quilombolas e povos tradicionais como agentes ambientais no processo de preservação, conservação e manejo sustentável do bioma, em territórios onde essa população historicamente estabeleceu suas práticas e tradições. Em seu trâmite pela comissão, a pauta aguarda o posicionamento do relator Wagner Camargo Neto (SD).

Causa animal

A atenção aos animais domésticos em Goiás também foi tema de ampla discussão em iniciativas parlamentares. O estímulo à adoção e o combate ao abandono animal predominaram entre as pautas e, aprovadas na Comissão de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, agora estão aptas para análise no Plenário da Casa de Leis.

Dr. George Morais (PDT) quer instituir um programa estadual de animais de estimação perdidos ou aptos para adoção, voltado à divulgação de fotografias e informações de abandono. Na mesma esteira, Veter Martins (UB) quer estabelecer uma política para adoção canina nos estabelecimentos penitenciários e de menores infratores.

Gustavo Sebba (PSDB) também discute a relevância da pauta, com foco na realização de campanhas em escolas públicas e privadas para estimular a adoção de animais abandonados.

Houve, ainda, a análise e aprovação pelo colegiado de propostas voltadas à castração gratuita de cães potencialmente perigosos; à instalação de abrigos, comedouros e bebedouros para os animaizinhos em espaços públicos; animais abandonados em estradas; e regulamentação dos serviços de hotel para animais domésticos, esta última já convertida na Lei n° 23.859, de 19 de novembro de 2025.

Outra matéria chancelada pelo colegiado ambiental da Assembleia Legislativa, a proposição de Amauri Ribeiro (UB) que aborda o manejo do javali em Goiás, aguarda análise final da Governadoria para também integrar a legislação goiana. De acordo com o texto, o controle populacional e o manejo sustentável deverão ser realizados para a minimizar os impactos ambientais e os efeitos nocivos à saúde pública, bem como serão realizados sem limite de quantidade e em qualquer época do ano. A matéria já cumpriu seu rito no Legislativo com aprovação do Plenário em duas instâncias.

Inovação e meio ambiente

Tramitaram pelo colegiado ambiental da Alego medidas que unem tecnologia, inovação e meio ambiente, a exemplo da Política Estadual de Incentivo à Implementação de Telhados Verdes. A iniciativa, assinada por Virmondes Cruvinel, tem como enfoque reduzir o consumo de energia elétrica com refrigeração, além da contribuição para reduzir as ilhas de calor urbano.

Dentre os mecanismos para a implementação da cobertura de edificações com vegetação, estão previstos estudos para concessão de incentivos fiscais e a criação de linhas de crédito e financiamento facilitado para a implementação de telhados verdes.

Após o trâmite na Cmarh, a matéria obteve aprovação definitiva em Plenário, e agora aguarda a sanção da Governadoria para converter-se em lei.

A comissão também discutiu incentivos legais voltados aos veículos eletrificados (elétricos ou híbridos); e a regulamentação do mercado de créditos de carbono em Goiás, o Programa Ecogoiás.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Casa Branca diz que uma extensão do acordo deve incluir a China, que pede retomada de diálogo; é a 1ª vez desde a Guerra Fria que os países estão sem limites nucleares

Países e organismos internacionais reagiram ao fim do New Start (Tratado de Redução de Armas Estratégicas) entre Estados Unidos e Rússia que se deu na 4ª feira (4.fev.2026). É a 1ª vez desde a Guerra Fria que os 2 países estão sem limites para produzir e posicionar ogivas atômicas.

O acordo foi assinado em 2010 pelos presidentes Barack Obama, dos EUA, e Dmitry Medvedev, da Rússia. Limitava a quantidade de ogivas em 1.550 cada. Também impunha um teto para o número e uso de armas nucleares, além de regulamentar onde seria o armazenamento.

Levantamento de janeiro de 2025 do Sipri (Instituto de Pesquisa da Paz de Estocolmo) indica que a Rússia tem 5.429 ogivas nucleares, ante 5.177 dos Estados Unidos.

Leia as principais reações:

Estados Unidos

O governo do presidente Donald Trump (Partido Republicano) ainda não se manifestou de forma oficial. O secretário de Estado, Marco Rubio, disse na 4ª feira (4.fev.2026) que uma extensão do acordo precisa incluir a China por causa de seu “vasto e crescente arsenal”.

Rússia

O governo russo lamentou nesta 5ª feira (5.fev) o fim do acordo. Em entrevista coletiva, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que a Rússia “manterá sua abordagem responsável e atenta em relação ao tema da estabilidade estratégica no campo de armas nucleares”, mas que agirá de acordo com seus “interesses nacionais”

Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, disse na 4ª feira, em seu perfil no X (ex-Twitter), que todos os tratados nucleares “ficaram no passado” e publicou uma imagem com a frase: “O inverno está chegando”

China

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, disse nesta 5ª feira que compartilha a preocupação da comunidade internacional sobre os possíveis impactos do fim do acordo. Pediu que os Estados Unidos “deem uma resposta ativa” e retomem diálogos com o governo da Rússia.

ONU

O secretário geral da ONU, Antonio Guterres, disse na 4ª feira (4.fev) que o fim do tratado é um “grave momento” para a paz e a segurança internacional. Segundo ele, pela 1ª vez em mais de 50 anos, não há “quaisquer limites vinculantes aos arsenais nucleares estratégicos” dos 2 países.



Autor Poder360 ·


Começou a tramitar na Assembleia Legislativa de Goiás o projeto de lei nº 32065/25, de autoria do presidente da Casa de Leis, deputado Bruno Peixoto (UB), que visa a alterar o Plano de Carreira e Remuneração da Secretaria de Estado de Saúde. O foco central da mudança é a proteção financeira de mais de cem servidores efetivos que desempenham funções de fiscalização sanitária no estado há diversos anos. A matéria encontra-se em fase de distribuição para o relator na Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

A necessidade de alteração na legislação atual, especificamente na Lei nº  22.524 de 2024, surgiu após a criação do cargo específico de Fiscal de Saúde Pública. Pela regra vigente, os servidores que já exerciam a fiscalização deixariam de receber a gratificação de produtividade fiscal assim que as novas vagas fossem preenchidas. O projeto de Bruno Peixoto propõe a criação da gratificação de apoio ao fiscal de saúde pública para evitar que esses profissionais sofram perdas salariais significativas após a transição administrativa.

Além de garantir a estabilidade remuneratória, a medida pretende aproveitar a experiência e capacitação técnica acumulada por esses servidores ao longo de sua atuação na vigilância sanitária. A proposta argumenta que a nova gratificação é uma forma justa de reconhecer o trabalho prestado e assegurar que o conhecimento desses funcionários continue sendo utilizado em apoio à nova estrutura de fiscalização do estado.

 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás