15 de março de 2026
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  • 19:08 Ricardo Quirino quer tornar obrigatória exibição de mensagem de prevenção à violência contra a mulher em eventos
  • 15:24 Caiado lança Daniel Vilela ao governo em grande evento em Jaraguá
  • 11:40 Butantan encontra potencial antibiótico em veneno de sapo amazônico
  • 07:55 CCJ analisa incentivo à pesquisa sobre a polilaminina, descoberta brasileira


Equipes se enfrentam em duas partidas marcadas para 17 e 21 de dezembro; clubes já embolsaram R$ 33,1 milhões cada pela vaga na decisão

O Vasco e o Corinthians conquistaram vaga na final da Copa do Brasil de 2025 no domingo (14.dez.2025) e asseguraram premiação milionária com a classificação. As equipes decidirão o título em jogos de ida e volta nos dias 17 e 21 de dezembro, com a 1ª partida na Neo Química Arena, às 21h30. A volta será no Maracanã, às 18h30.

Com a ida à final, o Vasco já acumulou R$ 57,1 milhões (R$ 24 milhões em fases anteriores) em premiações ao longo da competição. O time cruzmaltino superou União-MT, Nova Iguaçu, Operário-PR, CSA, Botafogo e o Fluminense, eliminado nos pênaltis no Maracanã. Apenas pela vaga na decisão, o clube garantiu R$ 33,1 milhões, valor pago ao vice-campeão.

Se conquistar o título diante do Corinthians, o Vasco receberá R$ 77,2 milhões pela conquista da taça. Somado aos R$ 24 milhões arrecadados nas fases anteriores, o total pago pela CBF ao clube pode chegar a R$ 101,2 milhões.

Já o Corinthians garantiu ao menos R$ 53,7 milhões em premiações na Copa do Brasil ao eliminar o Cruzeiro nas semifinais, em decisão por pênaltis. Antes de assegurar a vaga na final, o clube paulista havia arrecadado R$ 20,6 milhões nas fases anteriores do torneio, após eliminar Novorizontino, Palmeiras e Athletico Paranaense.

Com a classificação à final, o time paulista também garantiu R$ 33,1 milhões, valor correspondente ao vice-campeonato. Em caso de título, o Corinthians receberá R$ 77,2 milhões, o que elevará a premiação total para R$ 97,8 milhões.

A diretoria corintiana vê a premiação como fundamental para aliviar o caixa do clube, que enfrenta crise financeira e acumula dívida próxima de R$ 2,7 bilhões. A expectativa é utilizar recursos da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro para quitar compromissos no fim da temporada.



Autor Poder360 ·


A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) analisará o projeto de lei de autoria do deputado Amauri Ribeiro (UB) que propõe instituir a Bíblia Sagrada como material de apoio cultural, histórico e literário obrigatório e permanente nas escolas da rede estadual de ensino. A matéria, protocolada sob o nº 31434/25, será distribuída para análise e relatoria parlamentar na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).

A proposta, além de observar os princípios da laicidade do Estado e da liberdade religiosa, determina que as atividades pedagógicas que utilizem a Bíblia deverão ser integradas ao currículo de acordo com as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Em justificativa, Ribeiro aponta que a Constituição Federal de 1988, embora institua o Brasil como Estado laico, não veda o estudo acadêmico, cultural ou histórico de textos religiosos. “Ao contrário: garante pluralidade, liberdade de crença e liberdade de acesso ao conhecimento”.

Assim, o parlamentar ressalta que do ponto de vista acadêmico, diversas áreas do conhecimento utilizam a Bíblia como objeto de análise. “Assim, permitir seu acesso nas bibliotecas escolares amplia possibilidades pedagógicas e enriquece o repertório cultural dos estudantes, sem violar princípios constitucionais.”

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) realizou, na noite deste sábado (13/12), no Teatro Sesi, em Goiânia, a cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Industrial. O evento integrou a programação comemorativa pelos 75 anos da entidade e homenageou oito personalidades e instituições com atuação relevante no fortalecimento do setor produtivo goiano.

Ao abrir a solenidade, o presidente da Fieg, André Rocha, destacou o papel estratégico da indústria no desenvolvimento do Estado:

“A indústria cria oportunidades, gera empregos e transforma realidades”, afirmou. Segundo ele, a honraria vai além do reconhecimento individual:

Foto: Ascom/Fieg

“Celebrar o Mérito Industrial é valorizar trajetórias que ajudaram a construir Goiás, apostando na indústria como caminho para gerar renda, conhecimento e desenvolvimento para a sociedade”, acrescentou.

Criada em 1968, a Ordem do Mérito Industrial é a mais alta distinção concedida pela indústria goiana e reconhece pessoas e organizações cuja atuação deixa impacto duradouro na economia e na sociedade. A cerimônia reuniu lideranças empresariais, autoridades públicas e representantes de instituições parceiras, reforçando a integração entre indústria, poder público e sociedade civil.

Representando o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, presidente de honra e conselheiro emérito da Fieg, ressaltou o processo de fortalecimento institucional da federação ao longo dos anos:

Foto: Ascom/Fieg

“Cada presidente entrega mais do que recebeu, e isso faz a Fieg crescer junto com Goiás. Ver essa casa forte, dinâmica e cada vez mais preparada dá orgulho e renova a confiança no futuro da indústria”, declarou.

Falando em nome dos homenageados, a primeira-dama de Goiás e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, Gracinha Caiado, destacou a relevância do reconhecimento e a atuação conjunta entre setor produtivo e poder público:

Foto: Ascom/Fieg

“Receber esse reconhecimento da indústria goiana tem um valor imenso. O avanço que Goiás viveu nos últimos anos só foi possível porque o setor produtivo caminhou junto com o poder público, acreditando em um projeto de desenvolvimento que gera oportunidades reais para as pessoas”, afirmou.

Segundo ela, a indústria exerce papel decisivo na geração de emprego, renda e inclusão social, contribuindo para um crescimento mais equilibrado e sustentável no Estado.

Homenageados de 2025

A edição de 2025 da Ordem do Mérito Industrial contemplou trajetórias diversas, refletindo a pluralidade da indústria goiana e seu impacto em diferentes setores. Foram homenageados:

  • Gracinha Caiado, primeira-dama de Goiás e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, pela articulação de políticas públicas voltadas à inclusão, qualificação profissional e redução das desigualdades;
  • Evaristo Lira Baraúna, fundador do Grupo Cereal, com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio;
  • José Ribeiro de Mendonça, líder do Grupo Vale do Verdão, referência no setor sucroenergético;
  • Paulo Júnior, sócio do Grupo MPL & Paco Jeans, responsável pela consolidação de uma das maiores indústrias de confecção do País;
  • Paulo Vargas, diretor regional do Senai e superintendente do Sesi em Goiás, com 56 anos de atuação no Sistema Fieg;
  • Sílvio de Oliveira, presidente da BRG Geradores e do Grupo SDO Business, com atuação no setor energético e em soluções tecnológicas;
  • Tiago Ranieri, procurador do Trabalho, reconhecido pelo projeto Mais Um Sem Dor, desenvolvido em parceria com o Senai Goiás;
  • Embrapa Arroz e Feijão, instituição referência nacional em pesquisa e inovação, sediada em Santo Antônio de Goiás.

Ao final da cerimônia, André Rocha destacou que a trajetória da Fieg se confunde com o próprio processo de industrialização do Estado. “Ao celebrar 75 anos e reconhecer essas trajetórias, reafirmamos nosso compromisso com um Goiás que cresce a partir do trabalho, da inovação e da indústria”, concluiu.

A Ordem do Mérito Industrial reconhece personalidades e instituições que contribuem de forma relevante para o fortalecimento do setor produtivo. Em Goiás, a indústria responde por 22,1% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, emprega mais de 329 mil trabalhadores com carteira assinada e criou 12.797 novos postos formais em 2025. Em outubro, o setor registrou crescimento de 6,5% na produção industrial, o melhor desempenho mensal desde 2021.

Autor Rogério Luiz Abreu


Manifestação na capital carioca, realizada em Copacabana, reuniu cerca de 18.900 pessoas e protestou contra a anistia

As manifestações deste domingo (14.dez.2025) contra o PL da Dosimetria no Rio reuniram diversos artistas da TV Globo. Entre eles: Camila Pitanga, Fernanda Torres, Paulo Vieira, Lucas Righi, Luis Miranda, Heloisa Périssé, João Vicente de Castro, Vinicius Teixeira, Sophie Charlotte, Alinne Moraes e Alessandra Negrini.

A TV Globo afirma em seu código de ética e conduta, publicado em novembro de 2021, que artistas contratados podem participar de ações políticas fora do local de trabalho e das horas de expediente.

O documento só proíbe que sejam usados recursos ou imagens da empresa. Eis a íntegra (2,4 MB).

Veja vídeo que reúne alguns dos artistas presentes no ato:

O ATO

O ato na capital carioca, realizado na praia de Copacabana às 14h, reuniu cerca de 18.900 pessoas no pico da manifestação, segundo o Monitor do Debate Político, da USP (Universidade de São Paulo). 

A mobilização “Ato Musical/Congresso Inimigo do Povo” foi convocada pela Frente Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular depois de a Câmara aprovar o PL (Projeto de Lei) da Dosimetria na madrugada de 4ª feira (10.dez.2025). O texto é uma alternativa ao PL da Anistia e estabelece redução de penas de condenados pela invasão dos prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

Participaram também do ato o político Glauber Braga (Psol-RJ) e os cantores Lenine, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Emicida, Xamã, Fernanda Abreu, Duda Beat, Baco Exu do Blues, Tony Bellotto e Moreno Veloso.



Autor Poder360 ·


O deputado Cristóvão Tormin, do PRD, pretende que seja instituída política de estímulo ao empreendedor do campo no Estado com o projeto nº 30810/25. O objetivo é capacitar o empreendedor rural para uma gestão eficiente de seu empreendimento, visando à geração de emprego e renda. Dessa forma, o legislador busca fomentar o empreendedorismo, a liderança, o cooperativismo, o planejamento e o uso de técnicas de produção e comercialização para o desenvolvimento rural. 

Se o projeto for aprovado na Casa de Leis e, depois, sancionado pelo Executivo, a política será denominada Campanha de Incentivo ao Empreendedor Rural em Goiás e realizada anualmente na semana que compreender o dia 28 de julho, data do Dia do Agricultor.

Entre as finalidades, a campanha visa: incentivar a elaboração de projetos relacionados a atividades agrícolas e não agrícolas com potencial para expansão no meio rural; promover a difusão de tecnologias e inovações e impulsionar investimentos voltados ao agronegócio; integrar políticas agrícolas, ambientais, educacionais, de assistência técnica e de extensão rural; ampliar o conhecimento sobre desenvolvimento rural sustentável, práticas agrícolas, culturas regionais e locais, políticas públicas para a agricultura familiar, organização e gestão social.

Também estão no escopo da proposta associar o uso de práticas tradicionais e modernas para potencializar a produção agrícola e melhorar a qualidade de vida no campo, para fortalecer a cooperação entre as diferentes esferas do setor público e privado, apoiando as iniciativas do empreendedor rural de acordo as finalidades da campanha.

O Poder Executivo poderá atuar de forma coordenada com as demais esferas governamentais, instituições de ensino, entidades representativas do setor rural, cooperativas, organizações da sociedade civil e empresas privadas. As diretrizes a serem observadas incluem promoção da educação empreendedora, com estímulo ao ensino do empreendedorismo nas escolas rurais, instituições técnicas e de ensino superior, visando à formação de empreendedores do campo e a valorização da juventude rural.

A proposta inclui oferta de capacitação técnica e conhecimento prático, formal e não formal, necessários à adequada condução da produção, da comercialização e da gestão econômico-financeira dos empreendimentos rurais; incentivo à difusão de tecnologias, práticas inovadoras e soluções digitais aplicadas ao campo; e promoção do desenvolvimento rural sustentável, observando princípios de conservação ambiental, uso racional dos recursos naturais e fortalecimento das atividades rurais de base familiar.

O texto será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde será distribuído à relatoria parlamentar.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Atiradores abriram fogo durante uma celebração do festival judaico de Hanukkah, neste domingo (14), na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália. O ataque resultou na morte de 11 pessoas e deixou ao menos 11 feridos, entre eles dois policiais. Um dos suspeitos morreu no local e outro foi detido em estado crítico. As autoridades investigam a possível participação de um terceiro envolvido.

Segundo a polícia de Nova Gales do Sul, 29 pessoas foram encaminhadas a hospitais da capital australiana após o ataque. O estado de saúde das vítimas é considerado grave. O comissário da polícia estadual, Mal Lanyon, classificou o episódio como um “incidente terrorista” e afirmou que a motivação do crime está sendo apurada pelas forças de segurança e inteligência.

“O ataque foi planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney no primeiro dia do Hanukkah”, declarou o primeiro-ministro de Nova Gales do Sul, Chris Minns, durante coletiva de imprensa. Entre as vítimas fatais está um cidadão israelense.

Ato heroico

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que um dos atiradores foi desarmado por um civil, que avançou sozinho contra o agressor após os disparos. O homem, de 43 anos, foi atingido no braço e na mão, mas se recupera bem no hospital, segundo informações publicadas pela imprensa local. “É a cena mais inacreditável que já vi”, afirmou Minns, ao destacar a atitude do civil que ajudou a conter o ataque.

Foto: Reprodução

A polícia informou ainda que um objeto suspeito, possivelmente um artefato explosivo, foi localizado dentro de um veículo próximo à praia. A área foi isolada para atuação de equipes especializadas, que seguem analisando outros itens encontrados nas imediações.

O diretor-geral da agência de inteligência australiana (ASIO), Mike Burgess, afirmou que o órgão avalia se há risco de novas ações semelhantes. “Neste momento, não há indicação concreta de outras ameaças, mas a investigação segue ativa”, disse. Segundo ele, o nível de ameaça terrorista no país permanece classificado como “provável”.

Autoridades australianas e líderes internacionais se manifestaram em repúdio ao ataque. O primeiro-ministro Anthony Albanese classificou as imagens como “angustiantes e chocantes” e afirmou que as forças de segurança atuaram para salvar vidas. A ministra das Relações Exteriores, Penny Wong, declarou que “o terrorismo, o antissemitismo, a violência e o ódio não têm lugar na Austrália”.

O episódio também gerou reações internacionais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, descreveu o ataque como “hediondo e mortal”. Os Estados Unidos condenaram o atentado, assim como autoridades de Israel. No Brasil, a Confederação Israelita do Brasil (Conib) divulgou nota de solidariedade à comunidade judaica australiana.

Não há vítimas brasileiras

O Ministério das Relações Exteriores informou que, até o momento, não há registro de brasileiros entre as vítimas.

Raros no país, ataques a tiros em massa reacendem o debate sobre segurança e extremismo na Austrália. Desde o massacre de Port Arthur, em 1996, que levou ao endurecimento das leis de controle de armas, episódios dessa natureza se tornaram exceção. O ataque em Bondi, no entanto, amplia o alerta das autoridades para ameaças motivadas por ódio religioso e terrorismo em espaços públicos.

Autor Rogério Luiz Abreu


Diversos políticos e organizações civis prestaram solidariedade às vítimas de um ataque a tiros registrado em Sydney neste domingo (14.dez)

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) e organizações ligadas à religião judaica lamentaram o ataque a tiros que vitimou 12 pessoas neste domingo (14.dez.2025) na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália. 

O ataque foi realizado durante um evento judaico que celebrava o Hanukkah, a Festa das Luzes. Simboliza um festival de luz, dedicação e esperança, lembrando a luta dos “poucos contra os muitos” e a perseverança do povo judeu em manter sua identidade e crenças. 

De origem judaica, o presidente do Senado classificou o ataque como “inaceitável” e fruto de um “terrorismo motivado pelo antissemitismo”. Leia a íntegra da nota (PDF – 29 kB).

“Trata-se de um ato cruel, movido pelo ódio e pelo antissemitismo, que atinge não apenas a comunidade judaica da Austrália, mas fere valores fundamentais como a vida, a liberdade religiosa e a convivência pacífica”, escreveu.

A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro associou o episódio em Sydney a casos de ódio semelhantes ao atentado contra o influenciador de extrema-direita Charlie Kirk –assassinado durante um evento nos EUA– e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“A consequência dessa lavagem cerebral comunista é sempre a morte de inocentes”, afirmou Michelle em nota divulgada em seu perfil no Instagram. Leia a íntegra (PDF – 29 kB).

Federações ligadas à religião judaica, como a Conib (Confederação Israelita do Brasil), Fierj (Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro) e a Fiesp (Federação Israelita do Estado de São Paulo) também condenaram o ataque e prestaram solidariedade às famílias das vítimas. 

Eis as íntegras das notas:

O ataque

De acordo com a polícia do Estado de Nova Gales do Sul, 2 homens armados abriram fogo contra participantes do “Hanukkah by the Sea” (Hanukkah à Beira-Mar). Segundo a BBC, entre os mortos está 1 dos atiradores. O 2º suspeito foi detido e está em estado crítico.

Ainda segundo a polícia, 29 pessoas foram levadas para o hospital depois do episódio, incluindo uma criança. As autoridades australianas investigam a motivação do crime e examinam itens suspeitos encontrados nas proximidades, que podem fornecer mais informações sobre as razões do incidente.

Testemunhas relataram ter visto 2 homens de preto, posicionados em uma ponte, atirando contra a multidão que participava da celebração judaica.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra 1 homem desarmado enfrentando 1 dos suspeitos e tomando sua arma. O premiê de Nova Gales do Sul, Chris Minns (Partido Trabalhista Australiano, centro-esquerda), elogiou a coragem desse homem. “Ele é um genuíno herói. Eu não tenho nenhuma dúvida de que, se há muitas pessoas vivas nesta noite, foi graças à sua coragem”, afirmou, de acordo com a BBC.

A emissora ABC (Australian Broadcasting Corporation) informou que o evento judaico tinha acabado de começar quando os tiros foram disparados.

Bondi Beach, uma das praias mais famosas da Austrália, é conhecida por ser fortemente policiada e raramente registra episódios de violência armada.



Autor Poder360 ·


O deputado Delegado Eduardo Prado (PL) pleiteia regulamentar e garantir o acesso seguro e eficaz ao spray de extratos vegetais como instrumento de legítima defesa para mulheres no Estado. O projeto de lei consta no processo n° 30797/25 e aguarda designação de relator pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), que faz a análise de sua constitucionalidade e legalidade.

O texto classifica o produto como um item não letal, amplamente utilizado no Brasil e internacionalmente, visando a oferecer um mecanismo adicional de proteção individual, especialmente diante dos elevados índices de violência de gênero em Goiás. O objetivo é complementar as ações repressivas e de acolhimento já existentes, fornecendo um recurso preventivo e de baixo risco para situações de ameaça iminente.

A iniciativa tem como fundamento legal o artigo 226 da Constituição Federal, que impõe ao Estado o dever de assegurar a igualdade e a dignidade da pessoa humana, além de reconhecer a violência doméstica e familiar como um problema que exige políticas públicas efetivas, conforme também previsto na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). Para garantir a segurança e impedir o uso indevido do produto, a medida disciplina critérios objetivos para aquisição, como idade mínima, limitação de quantidade, capacidade máxima dos recipientes e a definição dos locais autorizados para venda.

O autor enfatiza que a proposição não visa a estimular o confronto ou substituir as ações da segurança pública, mas sim atuar como uma medida de caráter preventivo, não letal, proporcional e complementar, oferecendo às mulheres um recurso para a preservação de sua integridade física em momentos de risco imediato.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A caravana do Goiás Social chegou a Caldas Novas neste sábado (13/12), levando uma ampla estrutura de serviços públicos voltados à população em situação de vulnerabilidade. A ação, coordenada pela primeira-dama e responsável pelo programa, Gracinha Caiado, ao lado do vice-governador Daniel Vilela, segue até este domingo (14/12), ao lado do Estádio Municipal Achiles Gonzaga de Menezes, na região central da cidade.

Além da entrega de benefícios sociais, a programação reúne atendimentos nas áreas de saúde, emprego, educação, assistência social, segurança, cidadania e lazer. Entre os programas ofertados estão Mães de Goiás, Dignidade, Goiás Por Elas, Aprendiz do Futuro, Goiás + Inclusivo, Carteira do Autista, Passe Livre da Pessoa com Deficiência, Passaporte da Pessoa Idosa e Dignidade Menstrual.

Durante o evento, Gracinha Caiado destacou o caráter descentralizador da iniciativa: “O Goiás Social é um programa que leva oportunidades. As pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade precisam desse apoio do governo”, afirmou ao enumerar os serviços disponibilizados no local.

Foto: Romullo Carvalho

O vice-governador Daniel Vilela ressaltou que a proposta do programa é facilitar o acesso da população às políticas públicas estaduais: “Nosso objetivo é atender às pessoas mais vulneráveis, trazendo o governo para perto, com mais agilidade e eficiência no acesso aos serviços”, pontuou.

A estrutura mobilizada envolve diversas secretarias estaduais. À frente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), Wellington Matos enfatizou a dimensão da ação. “Chegamos com uma estrutura completa, reunindo secretarias e programas sociais para atender a população de forma integrada”, afirmou, ao anunciar que os municípios de Iporá e Caiapônia também receberão a caravana ainda neste mês.

A Prefeitura de Caldas Novas participa da iniciativa com serviços de assistência social e atendimentos do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Demae), incluindo renegociação de débitos, contestação de valores, emissão de segunda via de fatura, certidão negativa e religação de água.

O prefeito Kléber Marra destacou a importância da parceria com o Governo de Goiás: “Goiás está muito bem assistido na área social, e essa ação fortalece as políticas públicas voltadas à população de Caldas Novas”, avaliou.

Foto: Romullo Carvalho

A caravana também oferece serviços da Secretaria da Retomada, da Defensoria Pública do Estado, como regularização de guarda, divórcios, reconhecimento de paternidade e união estável, além de emissão de RG e atendimentos do Vapt Vupt.

A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) integra a ação com a distribuição de benefícios como kits de enxoval, colchões, fraldas, cadeiras de rodas e o Mix do Bem. Entre os atendidos, a aposentada Josina de Oliveira Silva, de 77 anos, buscou equipamentos para a filha com paralisia cerebral, destacando o impacto direto da iniciativa no cuidado diário.

Foto: Romullo Carvalho

Durante a programação, Gracinha Caiado recebeu o título honorífico de cidadã caldas-novense, concedido a personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do município ou prestaram serviços relevantes à cidade. A homenagem reforça o vínculo institucional entre o programa Goiás Social e as ações de fortalecimento da rede de proteção social em Caldas Novas.

Autor Rogério Luiz Abreu


Levantamento mostra que 70% dos norte-americanos creem que democratas e republicanos sabiam dos crimes

A maioria dos norte-americanos acredita que o governo do presidente Donald Trump (Partido Republicano) oculta informações sobre Jeffrey Epstein, acusado de tráfico sexual, incluindo circunstâncias de sua morte, em 2019, e seus vínculos com pessoas ricas e influentes.

Pesquisa da Reuters/Ipsos, realizada de 3 a 8 de dezembro de 2025, indica que 60% dos entrevistados acreditam que Trump tinha conhecimento dos crimes antes de se tornarem públicos. Entre eleitores republicanos, o percentual foi de 39%.

Uma parcela ainda maior, de 70%, afirmou acreditar que integrantes de ambos os partidos –republicanos e democratas– sabiam da exploração sexual de menores e podem ter participado do suposto esquema de tráfico.

O levantamento também mostra que 23% dos norte-americanos aprovam a forma como o presidente dos Estados Unidos lida com o caso, enquanto 52% desaprovam.

A pesquisa on-line Reuters/Ipsos ouviu 4.434 pessoas nos Estados Unidos de 3 a 8 de dezembro de 2025. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O Congresso dos Estados Unidos aprovou em 18 de novembro uma lei que determina que o Departamento de Justiça divulgue, até 19 de dezembro, documentos relacionados à investigação sobre Epstein.

Desde que reassumiu a Casa Branca, Trump manifestou oposição à divulgação dos arquivos. Os documentos incluem registros que mencionam relações entre Trump e Epstein ao longo dos anos 1990 e início dos anos 2000.

Trump disse que não tinha conhecimento das atividades criminosas do empresário e que rompeu relações com Epstein antes de ele se declarar culpado em 2008.



Autor Poder360 ·