Equipes se enfrentam em duas partidas marcadas para 17 e 21 de dezembro; clubes já embolsaram R$ 33,1 milhões cada pela vaga na decisão
O Vasco e o Corinthians conquistaram vaga na final da Copa do Brasil de 2025 no domingo (14.dez.2025) e asseguraram premiação milionária com a classificação. As equipes decidirão o título em jogos de ida e volta nos dias 17 e 21 de dezembro, com a 1ª partida na Neo Química Arena, às 21h30. A volta será no Maracanã, às 18h30.
Com a ida à final, o Vasco já acumulou R$ 57,1 milhões (R$ 24 milhões em fases anteriores) em premiações ao longo da competição. O time cruzmaltino superou União-MT, Nova Iguaçu, Operário-PR, CSA, Botafogo e o Fluminense, eliminado nos pênaltis no Maracanã. Apenas pela vaga na decisão, o clube garantiu R$ 33,1 milhões, valor pago ao vice-campeão.
Se conquistar o título diante do Corinthians, o Vasco receberá R$ 77,2 milhões pela conquista da taça. Somado aos R$ 24 milhões arrecadados nas fases anteriores, o total pago pela CBF ao clube pode chegar a R$ 101,2 milhões.
Já o Corinthians garantiu ao menos R$ 53,7 milhões em premiações na Copa do Brasil ao eliminar o Cruzeiro nas semifinais, em decisão por pênaltis. Antes de assegurar a vaga na final, o clube paulista havia arrecadado R$ 20,6 milhões nas fases anteriores do torneio, após eliminar Novorizontino, Palmeiras e Athletico Paranaense.
Com a classificação à final, o time paulista também garantiu R$ 33,1 milhões, valor correspondente ao vice-campeonato. Em caso de título, o Corinthians receberá R$ 77,2 milhões, o que elevará a premiação total para R$ 97,8 milhões.
A diretoria corintiana vê a premiação como fundamental para aliviar o caixa do clube, que enfrenta crise financeira e acumula dívida próxima de R$ 2,7 bilhões. A expectativa é utilizar recursos da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro para quitar compromissos no fim da temporada.
Amauri Ribeiro propõe uso da Bíblia como material de apoio cultural nas escolas
Lidiane 15 de dezembro de 2025
A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) analisará o projeto de lei de autoria do deputado Amauri Ribeiro (UB) que propõe instituir a Bíblia Sagrada como material de apoio cultural, histórico e literário obrigatório e permanente nas escolas da rede estadual de ensino. A matéria, protocolada sob o nº 31434/25, será distribuída para análise e relatoria parlamentar na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).
A proposta, além de observar os princípios da laicidade do Estado e da liberdade religiosa, determina que as atividades pedagógicas que utilizem a Bíblia deverão ser integradas ao currículo de acordo com as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Em justificativa, Ribeiro aponta que a Constituição Federal de 1988, embora institua o Brasil como Estado laico, não veda o estudo acadêmico, cultural ou histórico de textos religiosos. “Ao contrário: garante pluralidade, liberdade de crença e liberdade de acesso ao conhecimento”.
Assim, o parlamentar ressalta que do ponto de vista acadêmico, diversas áreas do conhecimento utilizam a Bíblia como objeto de análise. “Assim, permitir seu acesso nas bibliotecas escolares amplia possibilidades pedagógicas e enriquece o repertório cultural dos estudantes, sem violar princípios constitucionais.”
A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) realizou, na noite deste sábado (13/12), no Teatro Sesi, em Goiânia, a cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Industrial. O evento integrou a programação comemorativa pelos 75 anos da entidade e homenageou oito personalidades e instituições com atuação relevante no fortalecimento do setor produtivo goiano.
Ao abrir a solenidade, o presidente da Fieg, André Rocha, destacou o papel estratégico da indústria no desenvolvimento do Estado:
“A indústria cria oportunidades, gera empregos e transforma realidades”, afirmou. Segundo ele, a honraria vai além do reconhecimento individual:
“Celebrar o Mérito Industrial é valorizar trajetórias que ajudaram a construir Goiás, apostando na indústria como caminho para gerar renda, conhecimento e desenvolvimento para a sociedade”, acrescentou.
Criada em 1968, a Ordem do Mérito Industrial é a mais alta distinção concedida pela indústria goiana e reconhece pessoas e organizações cuja atuação deixa impacto duradouro na economia e na sociedade. A cerimônia reuniu lideranças empresariais, autoridades públicas e representantes de instituições parceiras, reforçando a integração entre indústria, poder público e sociedade civil.
Representando o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, presidente de honra e conselheiro emérito da Fieg, ressaltou o processo de fortalecimento institucional da federação ao longo dos anos:

“Cada presidente entrega mais do que recebeu, e isso faz a Fieg crescer junto com Goiás. Ver essa casa forte, dinâmica e cada vez mais preparada dá orgulho e renova a confiança no futuro da indústria”, declarou.
Falando em nome dos homenageados, a primeira-dama de Goiás e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, Gracinha Caiado, destacou a relevância do reconhecimento e a atuação conjunta entre setor produtivo e poder público:

“Receber esse reconhecimento da indústria goiana tem um valor imenso. O avanço que Goiás viveu nos últimos anos só foi possível porque o setor produtivo caminhou junto com o poder público, acreditando em um projeto de desenvolvimento que gera oportunidades reais para as pessoas”, afirmou.
Segundo ela, a indústria exerce papel decisivo na geração de emprego, renda e inclusão social, contribuindo para um crescimento mais equilibrado e sustentável no Estado.
Homenageados de 2025
A edição de 2025 da Ordem do Mérito Industrial contemplou trajetórias diversas, refletindo a pluralidade da indústria goiana e seu impacto em diferentes setores. Foram homenageados:
- Gracinha Caiado, primeira-dama de Goiás e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, pela articulação de políticas públicas voltadas à inclusão, qualificação profissional e redução das desigualdades;
- Evaristo Lira Baraúna, fundador do Grupo Cereal, com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio;
- José Ribeiro de Mendonça, líder do Grupo Vale do Verdão, referência no setor sucroenergético;
- Paulo Júnior, sócio do Grupo MPL & Paco Jeans, responsável pela consolidação de uma das maiores indústrias de confecção do País;
- Paulo Vargas, diretor regional do Senai e superintendente do Sesi em Goiás, com 56 anos de atuação no Sistema Fieg;
- Sílvio de Oliveira, presidente da BRG Geradores e do Grupo SDO Business, com atuação no setor energético e em soluções tecnológicas;
- Tiago Ranieri, procurador do Trabalho, reconhecido pelo projeto Mais Um Sem Dor, desenvolvido em parceria com o Senai Goiás;
- Embrapa Arroz e Feijão, instituição referência nacional em pesquisa e inovação, sediada em Santo Antônio de Goiás.
Ao final da cerimônia, André Rocha destacou que a trajetória da Fieg se confunde com o próprio processo de industrialização do Estado. “Ao celebrar 75 anos e reconhecer essas trajetórias, reafirmamos nosso compromisso com um Goiás que cresce a partir do trabalho, da inovação e da indústria”, concluiu.
A Ordem do Mérito Industrial reconhece personalidades e instituições que contribuem de forma relevante para o fortalecimento do setor produtivo. Em Goiás, a indústria responde por 22,1% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, emprega mais de 329 mil trabalhadores com carteira assinada e criou 12.797 novos postos formais em 2025. Em outubro, o setor registrou crescimento de 6,5% na produção industrial, o melhor desempenho mensal desde 2021.
Manifestação na capital carioca, realizada em Copacabana, reuniu cerca de 18.900 pessoas e protestou contra a anistia
As manifestações deste domingo (14.dez.2025) contra o PL da Dosimetria no Rio reuniram diversos artistas da TV Globo. Entre eles: Camila Pitanga, Fernanda Torres, Paulo Vieira, Lucas Righi, Luis Miranda, Heloisa Périssé, João Vicente de Castro, Vinicius Teixeira, Sophie Charlotte, Alinne Moraes e Alessandra Negrini.
A TV Globo afirma em seu código de ética e conduta, publicado em novembro de 2021, que artistas contratados podem participar de ações políticas fora do local de trabalho e das horas de expediente.
O documento só proíbe que sejam usados recursos ou imagens da empresa. Eis a íntegra (2,4 MB).
Veja vídeo que reúne alguns dos artistas presentes no ato:
Artistas manifestam no Rio de Janeiro contra o Congresso e os desmandos de Hugo Motta.
SEM DOSIMETRIA pic.twitter.com/4wO25MUa2J
— Cídya Mara🚩 (@arc_maiana) December 14, 2025
O ATO
O ato na capital carioca, realizado na praia de Copacabana às 14h, reuniu cerca de 18.900 pessoas no pico da manifestação, segundo o Monitor do Debate Político, da USP (Universidade de São Paulo).
A mobilização “Ato Musical/Congresso Inimigo do Povo” foi convocada pela Frente Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular depois de a Câmara aprovar o PL (Projeto de Lei) da Dosimetria na madrugada de 4ª feira (10.dez.2025). O texto é uma alternativa ao PL da Anistia e estabelece redução de penas de condenados pela invasão dos prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.
Participaram também do ato o político Glauber Braga (Psol-RJ) e os cantores Lenine, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Emicida, Xamã, Fernanda Abreu, Duda Beat, Baco Exu do Blues, Tony Bellotto e Moreno Veloso.
Cristóvão Tormin quer instituir campanha de incentivo ao empreendedor rural
Lidiane 15 de dezembro de 2025
O deputado Cristóvão Tormin, do PRD, pretende que seja instituída política de estímulo ao empreendedor do campo no Estado com o projeto nº 30810/25. O objetivo é capacitar o empreendedor rural para uma gestão eficiente de seu empreendimento, visando à geração de emprego e renda. Dessa forma, o legislador busca fomentar o empreendedorismo, a liderança, o cooperativismo, o planejamento e o uso de técnicas de produção e comercialização para o desenvolvimento rural.
Se o projeto for aprovado na Casa de Leis e, depois, sancionado pelo Executivo, a política será denominada Campanha de Incentivo ao Empreendedor Rural em Goiás e realizada anualmente na semana que compreender o dia 28 de julho, data do Dia do Agricultor.
Entre as finalidades, a campanha visa: incentivar a elaboração de projetos relacionados a atividades agrícolas e não agrícolas com potencial para expansão no meio rural; promover a difusão de tecnologias e inovações e impulsionar investimentos voltados ao agronegócio; integrar políticas agrícolas, ambientais, educacionais, de assistência técnica e de extensão rural; ampliar o conhecimento sobre desenvolvimento rural sustentável, práticas agrícolas, culturas regionais e locais, políticas públicas para a agricultura familiar, organização e gestão social.
Também estão no escopo da proposta associar o uso de práticas tradicionais e modernas para potencializar a produção agrícola e melhorar a qualidade de vida no campo, para fortalecer a cooperação entre as diferentes esferas do setor público e privado, apoiando as iniciativas do empreendedor rural de acordo as finalidades da campanha.
O Poder Executivo poderá atuar de forma coordenada com as demais esferas governamentais, instituições de ensino, entidades representativas do setor rural, cooperativas, organizações da sociedade civil e empresas privadas. As diretrizes a serem observadas incluem promoção da educação empreendedora, com estímulo ao ensino do empreendedorismo nas escolas rurais, instituições técnicas e de ensino superior, visando à formação de empreendedores do campo e a valorização da juventude rural.
A proposta inclui oferta de capacitação técnica e conhecimento prático, formal e não formal, necessários à adequada condução da produção, da comercialização e da gestão econômico-financeira dos empreendimentos rurais; incentivo à difusão de tecnologias, práticas inovadoras e soluções digitais aplicadas ao campo; e promoção do desenvolvimento rural sustentável, observando princípios de conservação ambiental, uso racional dos recursos naturais e fortalecimento das atividades rurais de base familiar.
O texto será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde será distribuído à relatoria parlamentar.
Atiradores abriram fogo durante uma celebração do festival judaico de Hanukkah, neste domingo (14), na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália. O ataque resultou na morte de 11 pessoas e deixou ao menos 11 feridos, entre eles dois policiais. Um dos suspeitos morreu no local e outro foi detido em estado crítico. As autoridades investigam a possível participação de um terceiro envolvido.
Segundo a polícia de Nova Gales do Sul, 29 pessoas foram encaminhadas a hospitais da capital australiana após o ataque. O estado de saúde das vítimas é considerado grave. O comissário da polícia estadual, Mal Lanyon, classificou o episódio como um “incidente terrorista” e afirmou que a motivação do crime está sendo apurada pelas forças de segurança e inteligência.
“O ataque foi planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney no primeiro dia do Hanukkah”, declarou o primeiro-ministro de Nova Gales do Sul, Chris Minns, durante coletiva de imprensa. Entre as vítimas fatais está um cidadão israelense.
Ato heroico
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que um dos atiradores foi desarmado por um civil, que avançou sozinho contra o agressor após os disparos. O homem, de 43 anos, foi atingido no braço e na mão, mas se recupera bem no hospital, segundo informações publicadas pela imprensa local. “É a cena mais inacreditável que já vi”, afirmou Minns, ao destacar a atitude do civil que ajudou a conter o ataque.
A polícia informou ainda que um objeto suspeito, possivelmente um artefato explosivo, foi localizado dentro de um veículo próximo à praia. A área foi isolada para atuação de equipes especializadas, que seguem analisando outros itens encontrados nas imediações.
O diretor-geral da agência de inteligência australiana (ASIO), Mike Burgess, afirmou que o órgão avalia se há risco de novas ações semelhantes. “Neste momento, não há indicação concreta de outras ameaças, mas a investigação segue ativa”, disse. Segundo ele, o nível de ameaça terrorista no país permanece classificado como “provável”.
Autoridades australianas e líderes internacionais se manifestaram em repúdio ao ataque. O primeiro-ministro Anthony Albanese classificou as imagens como “angustiantes e chocantes” e afirmou que as forças de segurança atuaram para salvar vidas. A ministra das Relações Exteriores, Penny Wong, declarou que “o terrorismo, o antissemitismo, a violência e o ódio não têm lugar na Austrália”.
O episódio também gerou reações internacionais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, descreveu o ataque como “hediondo e mortal”. Os Estados Unidos condenaram o atentado, assim como autoridades de Israel. No Brasil, a Confederação Israelita do Brasil (Conib) divulgou nota de solidariedade à comunidade judaica australiana.
Não há vítimas brasileiras
O Ministério das Relações Exteriores informou que, até o momento, não há registro de brasileiros entre as vítimas.
Raros no país, ataques a tiros em massa reacendem o debate sobre segurança e extremismo na Austrália. Desde o massacre de Port Arthur, em 1996, que levou ao endurecimento das leis de controle de armas, episódios dessa natureza se tornaram exceção. O ataque em Bondi, no entanto, amplia o alerta das autoridades para ameaças motivadas por ódio religioso e terrorismo em espaços públicos.
Diversos políticos e organizações civis prestaram solidariedade às vítimas de um ataque a tiros registrado em Sydney neste domingo (14.dez)
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) e organizações ligadas à religião judaica lamentaram o ataque a tiros que vitimou 12 pessoas neste domingo (14.dez.2025) na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália.
O ataque foi realizado durante um evento judaico que celebrava o Hanukkah, a Festa das Luzes. Simboliza um festival de luz, dedicação e esperança, lembrando a luta dos “poucos contra os muitos” e a perseverança do povo judeu em manter sua identidade e crenças.
De origem judaica, o presidente do Senado classificou o ataque como “inaceitável” e fruto de um “terrorismo motivado pelo antissemitismo”. Leia a íntegra da nota (PDF – 29 kB).
“Trata-se de um ato cruel, movido pelo ódio e pelo antissemitismo, que atinge não apenas a comunidade judaica da Austrália, mas fere valores fundamentais como a vida, a liberdade religiosa e a convivência pacífica”, escreveu.
A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro associou o episódio em Sydney a casos de ódio semelhantes ao atentado contra o influenciador de extrema-direita Charlie Kirk –assassinado durante um evento nos EUA– e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“A consequência dessa lavagem cerebral comunista é sempre a morte de inocentes”, afirmou Michelle em nota divulgada em seu perfil no Instagram. Leia a íntegra (PDF – 29 kB).
Federações ligadas à religião judaica, como a Conib (Confederação Israelita do Brasil), Fierj (Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro) e a Fiesp (Federação Israelita do Estado de São Paulo) também condenaram o ataque e prestaram solidariedade às famílias das vítimas.
Eis as íntegras das notas:
O ataque
De acordo com a polícia do Estado de Nova Gales do Sul, 2 homens armados abriram fogo contra participantes do “Hanukkah by the Sea” (Hanukkah à Beira-Mar). Segundo a BBC, entre os mortos está 1 dos atiradores. O 2º suspeito foi detido e está em estado crítico.
Ainda segundo a polícia, 29 pessoas foram levadas para o hospital depois do episódio, incluindo uma criança. As autoridades australianas investigam a motivação do crime e examinam itens suspeitos encontrados nas proximidades, que podem fornecer mais informações sobre as razões do incidente.
Testemunhas relataram ter visto 2 homens de preto, posicionados em uma ponte, atirando contra a multidão que participava da celebração judaica.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra 1 homem desarmado enfrentando 1 dos suspeitos e tomando sua arma. O premiê de Nova Gales do Sul, Chris Minns (Partido Trabalhista Australiano, centro-esquerda), elogiou a coragem desse homem. “Ele é um genuíno herói. Eu não tenho nenhuma dúvida de que, se há muitas pessoas vivas nesta noite, foi graças à sua coragem”, afirmou, de acordo com a BBC.
A emissora ABC (Australian Broadcasting Corporation) informou que o evento judaico tinha acabado de começar quando os tiros foram disparados.
Bondi Beach, uma das praias mais famosas da Austrália, é conhecida por ser fortemente policiada e raramente registra episódios de violência armada.
Acesso a spray de defesa pessoal para mulheres pode se tornar uma garantia legal
Lidiane 14 de dezembro de 2025
O deputado Delegado Eduardo Prado (PL) pleiteia regulamentar e garantir o acesso seguro e eficaz ao spray de extratos vegetais como instrumento de legítima defesa para mulheres no Estado. O projeto de lei consta no processo n° 30797/25 e aguarda designação de relator pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), que faz a análise de sua constitucionalidade e legalidade.
O texto classifica o produto como um item não letal, amplamente utilizado no Brasil e internacionalmente, visando a oferecer um mecanismo adicional de proteção individual, especialmente diante dos elevados índices de violência de gênero em Goiás. O objetivo é complementar as ações repressivas e de acolhimento já existentes, fornecendo um recurso preventivo e de baixo risco para situações de ameaça iminente.
A iniciativa tem como fundamento legal o artigo 226 da Constituição Federal, que impõe ao Estado o dever de assegurar a igualdade e a dignidade da pessoa humana, além de reconhecer a violência doméstica e familiar como um problema que exige políticas públicas efetivas, conforme também previsto na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). Para garantir a segurança e impedir o uso indevido do produto, a medida disciplina critérios objetivos para aquisição, como idade mínima, limitação de quantidade, capacidade máxima dos recipientes e a definição dos locais autorizados para venda.
O autor enfatiza que a proposição não visa a estimular o confronto ou substituir as ações da segurança pública, mas sim atuar como uma medida de caráter preventivo, não letal, proporcional e complementar, oferecendo às mulheres um recurso para a preservação de sua integridade física em momentos de risco imediato.
A caravana do Goiás Social chegou a Caldas Novas neste sábado (13/12), levando uma ampla estrutura de serviços públicos voltados à população em situação de vulnerabilidade. A ação, coordenada pela primeira-dama e responsável pelo programa, Gracinha Caiado, ao lado do vice-governador Daniel Vilela, segue até este domingo (14/12), ao lado do Estádio Municipal Achiles Gonzaga de Menezes, na região central da cidade.
Além da entrega de benefícios sociais, a programação reúne atendimentos nas áreas de saúde, emprego, educação, assistência social, segurança, cidadania e lazer. Entre os programas ofertados estão Mães de Goiás, Dignidade, Goiás Por Elas, Aprendiz do Futuro, Goiás + Inclusivo, Carteira do Autista, Passe Livre da Pessoa com Deficiência, Passaporte da Pessoa Idosa e Dignidade Menstrual.
Durante o evento, Gracinha Caiado destacou o caráter descentralizador da iniciativa: “O Goiás Social é um programa que leva oportunidades. As pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade precisam desse apoio do governo”, afirmou ao enumerar os serviços disponibilizados no local.
O vice-governador Daniel Vilela ressaltou que a proposta do programa é facilitar o acesso da população às políticas públicas estaduais: “Nosso objetivo é atender às pessoas mais vulneráveis, trazendo o governo para perto, com mais agilidade e eficiência no acesso aos serviços”, pontuou.
A estrutura mobilizada envolve diversas secretarias estaduais. À frente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), Wellington Matos enfatizou a dimensão da ação. “Chegamos com uma estrutura completa, reunindo secretarias e programas sociais para atender a população de forma integrada”, afirmou, ao anunciar que os municípios de Iporá e Caiapônia também receberão a caravana ainda neste mês.
A Prefeitura de Caldas Novas participa da iniciativa com serviços de assistência social e atendimentos do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Demae), incluindo renegociação de débitos, contestação de valores, emissão de segunda via de fatura, certidão negativa e religação de água.
O prefeito Kléber Marra destacou a importância da parceria com o Governo de Goiás: “Goiás está muito bem assistido na área social, e essa ação fortalece as políticas públicas voltadas à população de Caldas Novas”, avaliou.

A caravana também oferece serviços da Secretaria da Retomada, da Defensoria Pública do Estado, como regularização de guarda, divórcios, reconhecimento de paternidade e união estável, além de emissão de RG e atendimentos do Vapt Vupt.
A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) integra a ação com a distribuição de benefícios como kits de enxoval, colchões, fraldas, cadeiras de rodas e o Mix do Bem. Entre os atendidos, a aposentada Josina de Oliveira Silva, de 77 anos, buscou equipamentos para a filha com paralisia cerebral, destacando o impacto direto da iniciativa no cuidado diário.

Durante a programação, Gracinha Caiado recebeu o título honorífico de cidadã caldas-novense, concedido a personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do município ou prestaram serviços relevantes à cidade. A homenagem reforça o vínculo institucional entre o programa Goiás Social e as ações de fortalecimento da rede de proteção social em Caldas Novas.
Levantamento mostra que 70% dos norte-americanos creem que democratas e republicanos sabiam dos crimes
A maioria dos norte-americanos acredita que o governo do presidente Donald Trump (Partido Republicano) oculta informações sobre Jeffrey Epstein, acusado de tráfico sexual, incluindo circunstâncias de sua morte, em 2019, e seus vínculos com pessoas ricas e influentes.
Pesquisa da Reuters/Ipsos, realizada de 3 a 8 de dezembro de 2025, indica que 60% dos entrevistados acreditam que Trump tinha conhecimento dos crimes antes de se tornarem públicos. Entre eleitores republicanos, o percentual foi de 39%.
Uma parcela ainda maior, de 70%, afirmou acreditar que integrantes de ambos os partidos –republicanos e democratas– sabiam da exploração sexual de menores e podem ter participado do suposto esquema de tráfico.
O levantamento também mostra que 23% dos norte-americanos aprovam a forma como o presidente dos Estados Unidos lida com o caso, enquanto 52% desaprovam.
A pesquisa on-line Reuters/Ipsos ouviu 4.434 pessoas nos Estados Unidos de 3 a 8 de dezembro de 2025. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O Congresso dos Estados Unidos aprovou em 18 de novembro uma lei que determina que o Departamento de Justiça divulgue, até 19 de dezembro, documentos relacionados à investigação sobre Epstein.
Desde que reassumiu a Casa Branca, Trump manifestou oposição à divulgação dos arquivos. Os documentos incluem registros que mencionam relações entre Trump e Epstein ao longo dos anos 1990 e início dos anos 2000.
Trump disse que não tinha conhecimento das atividades criminosas do empresário e que rompeu relações com Epstein antes de ele se declarar culpado em 2008.



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