Governo de Goiás lança obra da duplicação da Go -330 entre Catalão a Ipameri
Lidiane 3 de setembro de 2025G
governo de Goiás lança obras de duplicação da GO-330 entre Catalão e Ipameri
Investimento de R$ 149 milhões marca nova fase para o desenvolvimento de Catalão e da região Sudeste goiana
Na manhã desta quarta-feira (3/8), autoridades estaduais e municipais se reuniram em Catalão para o lançamento oficial das obras de duplicação da GO-330, no trecho que liga o município a Ipameri. A iniciativa representa um marco para a infraestrutura rodoviária da região, com impacto direto na segurança viária, mobilidade e desenvolvimento econômico local.
O evento contou com a presença do vice-governador de Goiás, Daniel Vilela; do deputado federal, José Nelto; do deputado estadual, Jamil Calife; do secretário estadual de Infraestrutura, Adib Elias; do presidente da GoInfra, Pedro Sales; do prefeito de Catalão, Velomar Rios; do prefeito de Ipameri, Jânio Pacheco; além de outros prefeitos da região, vereadores, lideranças políticas e representantes da sociedade civil e militar.
Durante a cerimônia, foi destacada a importância estratégica da GO-330 como corredor logístico para o escoamento da produção agrícola, industrial e mineral da região. A duplicação do trecho entre Catalão e Ipameri é parte de um projeto maior que visa transformar a rodovia em um eixo de desenvolvimento, conectando o Sudeste goiano à capital, Goiânia.
Para Catalão, o início das obras representa mais do que infraestrutura: é um avanço que valoriza a cidade como polo regional, atrai novos investimentos e garante mais segurança para quem transita diariamente pela rodovia. A Prefeitura de Catalão celebrou o início das obras como uma conquista coletiva, fruto da união entre os governos estadual e municipal.
Com investimento de R$ 149 milhões, esta etapa da obra prevê melhorias significativas na segurança dos usuários, redução de acidentes e maior fluidez no tráfego de veículos pesados. A duplicação atende a uma demanda histórica da população e reforça o compromisso do Governo de Goiás com obras estruturantes que promovem qualidade de vida e crescimento regional.
A solenidade foi marcada por discursos de otimismo e união entre os poderes públicos, reforçando o papel da infraestrutura como vetor de progresso e integração regional — com Catalão no centro dessa transformação.
Segundo o senador, a aprovação da PEC que atrasa o pagamento de precatórios causou um “pé atrás” com parceiros da oposição
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) avalia que o projeto de lei que anistia os envolvidos no 8 de Janeiro deve passar por “um jogo mais pesado” em uma eventual tramitação no Senado Federal.
Ao Poder360, o ex-vice-presidente disse que a oposição tem o número mínimo de 41 votos –referentes ao quórum necessário para a aprovação de um PL (Projeto de Lei)– com base nas assinaturas do pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Em contrapartida, Mourão afirma que a aprovação da PEC 66 de 2023 (relativa ao atraso do pagamento de precatórios), na 3ª feira (2.set.2025) em 2º turno, causou “um pé atrás” com colegas da oposição.
“Ontem, naquela questão da PEC 66 e aquele ‘jabuti’ que o governo tinha enfiado na Câmara para se aproveitar do pagamento, com um espaço fiscal de R$ 12,5 bilhões, eu julguei que não iam passar aquilo ali. Nosso lado caiu no ‘conto da carochinha’ que o Jaques Wagner e o Weverton venderam ali. Então, vamos aguardar a introdução dessa anistia para ver se o resultado vai ser esse mesmo. No Senado, o jogo fica mais pesado”, disse o senador.
Na 3ª feira, o projeto da anistia voltou a ganhar força na Câmara depois que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), passou a articular para que o texto seja votado na Casa.
Segundo o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), o clima para que a proposta avance cresceu entre os líderes partidários. Disse que o ambiente “mudou” e que agora há uma “boa vontade” por parte do Centrão. Tarcísio teria sido um dos pivôs da mudança.
Para Mourão, se acendeu uma “luz amarela” para o projeto de anistia no Congresso, muito em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no STF por tentativa de golpe de Estado. Os depoimentos das defesas do chamado núcleo 1 da trama golpista começaram na 2ª feira.
O senador também avalia que o desembarque da federação União Progressista (União Brasil e Progressistas) do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contribuiu para o reavivamento do debate sobre o texto.
“Eu vejo que agora, nos últimos dias, começou a haver um movimento maior na Câmara, principalmente depois do desembarque do União Brasil e do PP do governo. Acho que compraram uma briga dura, porque resolveram jogar um dos principais líderes da oposição e da federação, que é o Ciro Nogueira, nesse pacote lá do PCC e da Faria Lima. Ele está revoltado. E aí tudo pode acontecer contra o governo. Ele já era um opositor. Eles estão entrando de cabeça e chamando o nosso partido também para entrar de cabeça na questão da anistia, e aí criou a maioria lá dentro da Câmara”, completou Mourão.
O senador disse ainda que o nome de Tarcísio de Freitas para o Palácio do Planalto em 2026 “salta aos olhos”, mas que ainda há muitos desenrolares políticos e jurídicos para definir favoritismos em candidaturas.
“É óbvio que hoje todo mundo está com um holofote em cima do Tarcísio, muito pelo papel que ele desempenhou no nosso governo. E até então, o pessoal já não conhecia o Tarcísio, apesar de ele ter trabalhado com [Michel] Temer. Aí depois ele foi nosso ministro de infraestrutura, depois governador de São Paulo e deu aula, faz um governo extremamente eficiente e eficaz no Estado. Então, ele salta aos olhos dos candidatos do país, mas tem outros candidatos. A gente tem que aguardar o que vai acontecer”, concluiu.
Na última semana, Tarcísio afirmou que seu 1º ato caso fosse eleito e assumisse a Presidência da República seria o de conceder indulto a Bolsonaro. Entretanto, negou intenção de disputar o Planalto em 2026: “Eu não sou candidato à Presidência, vou deixar isso bem claro. Todo governador de São Paulo é presidenciável pelo tamanho do Estado, mas na história recente só Jânio Quadros e Washington Luís chegaram à Presidência”.
Esta reportagem foi produzida pelo estagiário de Jornalismo Davi Alencar sob supervisão da secretária de Redação adjunta, Sabrina Freire.
A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) realiza, nesta quarta-feira, 3, a segunda sessão deliberativa ordinária da semana, a partir das 15 horas, no Palácio Maguito Vilela. Na pauta constam 89 processos legislativos, sendo 19 aptos à segunda votação, 63 à primeira e outros sete com pareceres favoráveis da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) passíveis de apreciação.
Em destaque, retorna ao Plenário, para segunda votação, o projeto de lei nº 265/23, do deputado licenciado Henrique Cesar (Podemos), que cria o programa Qualifica Mulher. A proposta prevê, anualmente, no Dia Internacional da Mulher (8 de março), a oferta gratuita de vagas em cursos profissionalizantes e de inscrições em concursos públicos no Estado, por instituições públicas ou privadas de caráter profissionalizante. Em caso de empate, haverá preferência para candidatas em situação de vulnerabilidade, com critérios de baixa renda, maior idade e menor grau de instrução, como forma de ampliar a empregabilidade e o bem-estar social.
Também em segunda votação, o projeto nº 297/23, do deputado Dr. George Morais (PDT), institui a campanha “Quem ama vacina”, voltada à conscientização de famílias e responsáveis sobre a prevenção de doenças por meio da imunização, com diretrizes que incluem a divulgação do calendário oficial, a participação de unidades de saúde e escolas e ações educativas permanentes.
As demais matérias em segunda votação abrangem temas de cultura e patrimônio, inclusão e acessibilidade, educação ambiental e saúde preventiva, como reconhecimento de bens imateriais, políticas de apoio a pessoas com deficiência e medidas de promoção da saúde nas redes pública e escolar.
Em primeira votação, o conjunto de 63 proposições traz sobretudo iniciativas de calendário cívico-cultural e de valorização de identidades locais, além de projetos voltados à proteção social, direitos de públicos específicos, como idosos, pessoas com TEA e profissionais da educação, sustentabilidade urbana, segurança do consumidor e incentivo a boas práticas em saúde e gestão pública.
Por fim, sete processos podem ter confirmados os pareceres favoráveis da CCJ, relativos a patrimônios culturais e festas tradicionais, políticas de apoio a famílias atípicas, ações de diagnóstico de TEA em adultos e idosos, ajustes em programas do agronegócio e a criação da Semana Estadual da Astronomia, entre outros.
Para mais informações sobre as matérias já constantes da Ordem do Dia para a sessão ordinária desta quarta-feira, 3, consulte a pauta prévia.
Sessões ordinárias
As sessões ordinárias constituem o calendário anual de trabalho legislativo e possuem a Ordem do Dia previamente designada, ou seja, têm uma pauta de votação. São realizadas normalmente às terças, quartas e quintas-feiras e compõem-se das seguintes fases: Abertura, onde são feitas apresentações de matérias e demais comunicações parlamentares; Pequeno Expediente; Grande Expediente; e a Ordem do Dia.
Para garantir a transparência, o Legislativo goiano transmite, ao vivo, todas as sessões, e a população pode acompanhar os trabalhos pela TV Assembleia Legislativa (canais 3.2 da TV aberta, 8 da NET Claro e 7 da Gigabyte Telecom), pelo site oficial do Parlamento estadual (portal.al.go.leg.br) e, ainda, pelo canal do YouTube. Dessa forma, a população tem a oportunidade de acompanhar as discussões e votações de todas as matérias em pauta.
A Ordem do Dia, que é a fase mais importante da sessão, envolve a discussão e votação das matérias em destaque. Cada projeto de lei é analisado e debatido pelos deputados antes de ser votado. Esse momento é crucial para a democracia, pois é quando os parlamentares têm a oportunidade de defender suas proposições, ou argumentar contra as matérias das quais discordam.
As decisões tomadas na Assembleia Legislativa têm impacto direto na vida da população. Por isso, é fundamental que os cidadãos acompanhem o trabalho dos parlamentares e participem das decisões, dando a sua opinião e, assim, contribuindo para o aprimoramento da democracia.
O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou nesta terça-feira (2) a conclusão de um acordo tarifário com o governo do Japão para a exportação de gorduras de aves, suínos e bovinos. Os produtos, usados na formulação de rações e na indústria de pet food, passam agora a integrar a pauta de exportações brasileiras para um dos mercados mais exigentes do mundo.
De acordo com a pasta, a decisão reforça a posição do Brasil como fornecedor estratégico em segmentos de alto valor agregado, expandindo o leque além de grãos e proteínas in natura.
Parceria crescente com o Japão
O Japão, terceira maior economia do planeta, tem 125 milhões de habitantes e exige padrões sanitários de excelência. Em 2024, o país foi o 7º maior destino do agronegócio brasileiro, com importações de US$ 3,3 bilhões. Entre janeiro e julho de 2025, as compras já somaram US$ 1,8 bilhão, evidenciando o dinamismo da relação comercial.
Além da soja e do milho — pilares da exportação brasileira para os japoneses — a inclusão das gorduras animais abre espaço para que o Brasil avance em áreas como nutrição animal industrial e alimentação premium para pets, mercado em expansão acelerada.
Efeitos econômicos e estratégicos
Especialistas destacam que a medida representa ganhos em três frentes:
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Competitividade global: amplia a presença brasileira em um setor de alto valor.
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Pet food em crescimento: segmento deve ultrapassar US$ 150 bilhões até 2030, com o Japão entre os principais consumidores.
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Geração de empregos e renda: fortalece cadeias produtivas de aves, suínos e bovinos, beneficiando regiões como o Centro-Oeste, onde Goiás se destaca.
Recorde de abertura de mercados
Com essa conquista, o governo soma 422 novos mercados abertos para produtos agropecuários brasileiros desde o início da atual gestão, consolidando a diplomacia agrícola como um dos pilares do desenvolvimento nacional.
Análise crítica – Folha de Goiás
A entrada da gordura animal brasileira no mercado japonês vai além de números de exportação: trata-se de um selo de confiança internacional. Em um cenário global de disputa acirrada por espaço no comércio exterior, o Brasil demonstra solidez técnica e sanitária para atender às maiores economias do mundo. Para Goiás, que concentra grande parte da produção pecuária e avícola do país, a decisão pode representar aumento de investimentos, estímulo à industrialização local e geração de milhares de empregos.
O vereador Tales de Castro (PSB) protocolou na Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia o Projeto de Lei nº 156/2025, que institui o “Selo Empresa Amiga da Mulher”. A proposta visa reconhecer empresas que contratem mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
Conforme o projeto, o selo será concedido pelo Executivo Municipal às empresas que cumprirem cinco requisitos específicos. Entre eles estão a contratação de mulheres vítimas de violência identificadas por órgãos competentes, a garantia de condições dignas de trabalho e igualdade salarial, e a oferta de programas de capacitação profissional.
As empresas também deverão implementar políticas internas de acolhimento e apoio psicológico, além de promover ações de conscientização contra a violência no ambiente de trabalho. O certificado permitirá que as empresas utilizem o selo em suas comunicações institucionais.
Na justificativa do projeto, o autor destaca que a violência contra a mulher afeta tanto a integridade física quanto a autonomia econômica das vítimas. Tales de Castro argumenta que a dependência financeira do agressor frequentemente impede que as mulheres rompam o ciclo de violência.
“Ainda não há uma equiparação justa de salários e presença da mulher tanto na política como no mercado de trabalho. Quando se trata de mulher vítima de violência e que tem dependência financeira do agressor isso se torna mais grave”, diz Castro, ao pontuar que o projeto visa contribuir para a mulher ter mais autonomia financeira para cuidar da sua vida e dos filhos, sem depender exclusivamente do homem que a agride.
O vereador enfatiza que a inserção no mercado de trabalho é fundamental para garantir a independência financeira e emocional dessas mulheres. O selo pretende reconhecer publicamente as empresas comprometidas com essa causa, incentivando outras a adotarem práticas similares.
A medida ainda fortalece a economia local, fomenta a qualificação profissional e contribui para uma sociedade mais justa e igualitária. O projeto foi protocolado em 14 de agosto de 2025 e está em tramitação na Casa Legislativa, sob relatoria do vereador Gleison Flávio (PL).
Presidente argentino disse que “há espiões disfarçados de jornalistas” por trás das gravações de Karina Milei, secretária-geral da presidência da Argentina
O presidente da Argentina, Javier Milei (La Libertad Avanza), voltou a criticar a imprensa nesta 3ª feira (2.set.2025) na repercussão do escândalo dos áudios atribuídos a sua irmã, Karina Milei, secretária-geral da Presidência da Argentina.
Karina é investigada por suposto esquema de propina em contratos de remédios e próteses para pessoas com deficiência.
Em publicação no X (ex-Twitter), Milei afirmou que “há espiões disfarçados de jornalistas” por trás das gravações, cuja divulgação foi proibida pelo juiz federal Alejandro Maraniello. As informações são do jornal Clarín.
Nos áudios, publicados pelo canal uruguaio Dopamina, a irmã de Milei menciona o presidente da Câmara, Martín Menem, e exalta seu papel como articulador do oficialismo no Congresso. Menem disse que a gravação foi feita “de maneira ilegal”.
A ministra da Segurança, Patricia Bullrich, anunciou que ampliará a denúncia por suposto espionagem ilegal. Segundo ela, as conversas foram registradas na Presidência da Câmara dos Deputados, o que configuraria uma violação institucional.
O porta-voz presidencial, Manuel Adorni, disse que a decisão da Justiça reconhece “grave violação à privacidade institucional” e não um caso de liberdade de expressão. Ele declarou ainda que as gravações foram “guardadas por meses para influenciar a campanha”.
OPOSIÇÃO PRESSIONA NO CONGRESSO
Enquanto o governo tenta minimizar o impacto do escândalo –que envolve menções a supostas propinas na Andis (Agência Nacional para Pessoas com Deficiência) a menos de uma semana das eleições em Buenos Aires– a oposição avançou na Câmara com pedidos de informações e com a instalação da comissão investigadora do caso da criptomoeda $LIBRA.
Os congressistas aprovaram o envio de perguntas por escrito ao presidente Javier Milei e também a convocação de sua irmã, Karina Milei. Além disso, as comissões de Saúde e de Deficiência se reuniram nesta 3ª feira (2.set) para analisar pedidos de informes sobre os contratos da Andis, o impacto orçamentário das operações e possíveis vínculos entre dirigentes do governo e intermediários privados.
Setores opositores ressaltaram que a crise se agrava porque envolve diretamente a cúpula presidencial e se soma às denúncias de espionagem ilegal contra Karina Milei, que obteve na Justiça a suspensão da divulgação de áudios atribuídos a ela. O bloco peronista e parte da União Cívica Radical afirmam que o episódio expõe riscos de desvio de recursos destinados a pessoas com deficiência e pedem responsabilização imediata.
Associação das pensionistas da PM e do CBM será reconhecida em sessão solene nesta 4ª-feira, 3
Lidiane 2 de setembro de 2025
A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) promoverá, nesta quarta-feira, 3, às 19 horas, uma sessão solene extraordinária no Plenário Iris Rezende, no Palácio Maguito Vilela, para homenagear a Associação das Pensionistas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás. A cerimônia, proposta pela deputada Dra. Zeli (UB), visa a reconhecer o papel das pensionistas e seus familiares no apoio às forças de segurança pública do Estado.
De acordo com a propositora, a sessão destacará a importância da associação que representa as famílias de policiais e bombeiros militares, oferecendo suporte emocional, social e jurídico às pensionistas, além de preservar a memória e o legado dos profissionais que dedicaram suas vidas à segurança da sociedade goiana. A iniciativa, segundo a deputada Dra. Zeli, reforça seu compromisso com a valorização das forças de segurança, como já demonstrado em outras ocasiões, como a sessão itinerante realizada em Valparaíso de Goiás.
Durante a solenidade, os homenageados receberão o Certificado do Mérito Legislativo. A cerimônia contará com a presença de autoridades civis e militares, representantes da associação e familiares dos homenageados.
Dra. Zeli destacou a relevância do evento: “As pensionistas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros são verdadeiras heroínas que, muitas vezes, carregam o peso da perda e continuam contribuindo para a sociedade. Esta sessão é uma forma de honrar sua força e seu papel indispensável na história das nossas forças de segurança”.
Operação mira suspeitos de golpes na venda de placas solares em Goiânia
Lidiane 2 de setembro de 2025
A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (Dercc), deflagrou nesta terça-feira (2/9) uma operação contra suspeitos de aplicar golpes na venda de placas solares. Com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais, a ação buscou cumprir seis mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão em Goiânia e Uberlândia. Também foi determinado o sequestro de bens, direitos e valores no montante de quase R$ 60 mil. Cinco integrantes da organização criminosa foram presos temporariamente.
As investigações começaram após o registro de uma ocorrência por parte de uma vítima. Ela relatou ter realizado transferência de altos valores para uma pessoa após negociar a compra de 100 placas solares que nunca foram entregues em seu estabelecimento comercial. No mesmo dia do registro, diante da situação de flagrante, agentes da Dercc prenderam a pessoa que recebeu os valores transferidos pela vítima.
O aprofundamento das apurações revelou a existência de uma associação criminosa especializada em estelionato. A organização funcionava com três núcleos distintos. O primeiro, chamado núcleo de engenharia social, era responsável por enganar as vítimas e praticar os golpes. O segundo, núcleo operacional, recrutava pessoas dispostas a ceder suas contas bancárias para receber os valores ilícitos. O terceiro, núcleo financeiro, era integrado por aqueles que cediam suas contas para o recebimento dos valores transferidos pelas vítimas.
Os crimes apurados incluem estelionato eletrônico (artigo 171, parágrafo 2-A do Código Penal), associação criminosa (artigo 288 do Código Penal) e lavagem de dinheiro (Lei 9.613/98). Segundo a PCGO, a operação representa um avanço no combate a esse esquema delituoso que se utilizava de transações bancárias e promessas fraudulentas de venda de equipamentos de energia solar para aplicar golpes.
Sinqia diz que recuperou parte de R$ 710 mi desviados em ataque hacker
Lidiane 2 de setembro de 2025
Investigação revelou que transações via Pix não autorizadas foram processadas usando credenciais legítimas de fornecedores de TI da empresa
A Sinqia Digital informou nesta 3ª feira (2.set.2025) que avalia que o valor desviado de instituições financeiras alvo de ataque hacker no sistema Pix soma R$ 710 milhões. Segundo a empresa, parte do valor foi recuperado. As autoridades conseguiram assegurar R$ 366 milhões em um primeiro momento.
O ataque ocorreu em 29 de agosto e afetou duas instituições financeiras clientes no Brasil: o HSBC Brasil e a Artta, uma sociedade de crédito. Segundo a companhia, as transações irregulares foram realizadas por meio da exploração de credenciais legítimas de fornecedores de TI. A Sinqia afirma que encerrou o acesso dessas credenciais e que não há indícios de comprometimento de dados pessoais.
A empresa informou que suspendeu imediatamente as operações e contratou especialistas em cibersegurança para investigar o incidente. Informa também que trabalha para retomar a operação no SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) e no Pix.
De acordo com a Sinqia, o incidente ficou restrito ao ambiente Pix da companhia e não afetou outros sistemas.
O ataque cibernético atingiu exclusivamente o ambiente Pix da empresa no Brasil. Nenhum outro sistema da companhia apresentou atividades suspeitas, conforme informado pela própria Sinqia. A empresa foi desligada do sistema de acesso do Banco Central depois da detecção das operações atípicas por volta das 15h30 daquele dia, e não há previsão de retorno ao funcionamento.
De acordo com a empresa, o volume desviado não afetou os clientes bancários, mas sim as contas reservas, que são mantidas pelas instituições financeiras junto ao BC para liquidar operações no SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro). Essas contas registram a entrada e saída de recursos das instituições autorizadas a operar e são fundamentais para o funcionamento do Pix, transações bancárias (TED) e outras operações.
A empresa trabalha para obter autorização e retomar suas operações no SPB e do Pix. A Sinqia mantém colaboração com especialistas externos para solucionar completamente o incidente. “Depois que o ambiente for reconstruído e estivermos confiantes de que está pronto para ser colocado de volta em funcionamento, o Banco Central irá revisá-lo e aprová-lo antes de colocá-lo novamente online”, informou a empresa.
Segundo a Sinqia, não há evidências de que dados pessoais tenham sido comprometidos durante o ataque. Detalhes adicionais sobre o caso estão disponíveis no Relatório sobre o Formulário 8-K arquivado pela Sinqia na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA na 2ª feira (02.set.2025).
O QUE DISSE O HSBC
O banco britânico disse que identificou transações financeiras via Pix em uma conta de um provedor do banco, mas que “nenhuma conta dos clientes ou fundos foram impactados” por elas terem ocorrido exclusivamente no sistema desse provedor.
“O banco esclarece ainda que medidas foram tomadas para bloquear essas transações no ambiente do provedor. O HSBC reafirma o compromisso com a segurança de dados e está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações”, disse em nota.
O QUE DISSE A ARTTA
A sociedade de crédito disse que teve reunião no domingo (31.ago.2025) com o Banco Central, a Sinqia e o HSBC para tratar do tema. Durante o encontro, foi apresentado o planejamento da Sinqia para a retomada dos serviços.
“Existe a previsão de retomada parcial ou total das operações ainda hoje. Assim que tivermos uma posição oficial ou nova atualização, comunicaremos imediatamente a todos”, disse a nota.
A Artta disse que tem compromisso com a transparência e com a segurança dos recursos dos clientes.
Tormim propõe combate à exploração e ao abuso sexual infantil no ambiente virtual
Lidiane 2 de setembro de 2025
O deputado Cristóvão Tormin (PRD) apresentou o projeto de lei de nº 20372/25 para instituir o Programa Estadual de Prevenção ao Crime de Pedofilia Cibernética no Estado de Goiás. A matéria se encontra na Secretaria de Apoio Legislativo para encaminhamento às respectivas comissões.
A escalada da exploração e do abuso sexual infantil no ambiente virtual exige uma resposta coordenada e eficaz. O Brasil enfrenta um cenário alarmante, com denúncias atingindo níveis recordes em 2023, um aumento de 77% em relação ao ano anterior, e o crescimento de 18,9% no primeiro semestre de 2025, segundo dados da SaferNet Brasil.
O avanço tecnológico, o uso de inteligência artificial para criar deepfakes e a adultização de crianças e adolescentes, que têm acesso precoce à internet, tornam o combate ainda mais complexo. A falta de um sistema integrado de dados agrava a situação, dificultando a implementação de políticas públicas assertivas, apesar de centenas de milhares de casos já terem sido notificados.
Para enfrentar essa realidade, um novo projeto de lei propõe um Programa Estadual de Prevenção ao Crime de Pedofilia Cibernética. A iniciativa busca sistematizar dados para orientar políticas públicas, criar um cadastro de domínios com conteúdo de abuso para bloqueio e monitoramento, e reforçar a cooperação internacional.
Além disso, o programa visa garantir a transparência através de relatórios públicos e se alinha com leis como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Constituição Federal. Dessa forma, o Estado se posiciona na vanguarda da proteção de crianças e adolescentes contra as ameaças digitais.










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