23 de abril de 2026
  • 14:07 PL aciona TSE contra Lula por entrevistas no Planalto
  • 10:22 Parlamento goiano rende honras a atletas e instrutores de Tiro Prático, em sessão proposta por Bruno Peixoto nessa 4ª-feira
  • 06:38 Mercado Livre chega a Hidrolândia e deve gerar empregos
  • 02:53 Insatisfeito, governo quer novo relator da PEC da escala 6 X 1
  • 23:09 Jornada de trabalho, assistência à saúde e proteção animal motivaram a participação plenária nesta quarta-feira


A Polícia Científica já trabalha na geração de imagens 3D para identificar e detalhar as lesões no corpo de Marcela Luise de Souza, de 31 anos. A mulher, morreu na segunda-feira (20/5). Ela estava internada desde o último dia 10 de maio em um hospital particular de Aparecida de Goiânia, para onde foi levada pelo próprio companheiro, o fisiculturista Igor Porto Galvão, em decorrência de supostas agressões cometidas por ele.

O intuito é identificar e detalhar os ferimentos e contrastar com a versão dada por Igo. Ele afirma que a companheira caiu em casa, porém, ao chegar no hospital, Marcela tinha traumatismo craniano e 8 costelas quebradas. O fisiculturista foi preso após funcionárias do hospital suspeitarem de que a mulher foi vítima de agressão doméstica e chamarem a polícia.

As imagens 3D foram feitas por um aparelho de tomografia, na terça-feira (21/5), após a morte de Marcela, e vão possibilitar que a perícia identifique cada uma das fraturas e lesões sofridas pela mulher.

“Localizar esses vestígios, a localização exata, a dimensão e a profundidade cada fratura com a história que foi apresentada pelo suspeito, vai ser muito importante para que a nossa colega delegada possa concluir as investigações”, disse o superintendente da Polícia Científica Ricardo Matos à TV Anhanguera.

A equipe médica, o fisiculturista disse que Marcela estava limpando a casa quando escorregou, caiu e iniciou o processo de convulsão, o que teria gerado as lesões.


Leia mais:

Mulher é encontrada morta em quarto de hotel no litoral de SP

VÍDEO: Adolescente que matou família em SP é visto em padaria após o crime


Ele ainda teria dado um banho na companheira e a levou para o hospital, onde, de imediato, foi encaminhada para uma cirurgia e depois para a UTI.

Bruna Coelho, a delegada responsável pelo caso, informou que o fisiculturista já tinha agredido a mulher, chegando a responder a um inquérito por lesão corporal contra ela e, também, em um caso de violência contra outra ex-namorada.

“Ele tem antecedentes de Maria da Penha com ex-namorada e com a própria vítima. [Ela teve] medida protetiva deferida, contudo eles reataram e a medida foi arquivada”, explicou a delegada.

Segundo ela, o próximo passo é finalizar as diligências para remeter o inquérito ao Poder Judiciário.



Autor

Lidiane

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT