19 de março de 2026
  • 16:31 Frente calcula alta de 10% na luz com leilão de capacidade de geração
  • 12:47 Título de cidadania e utilidades públicas aprovados por colegiado de constitucionalidade
  • 09:03 Delegado denuncia avanço de facções em Aparecida de Goiânia
  • 05:19 Flávio chega mais preparado que Jair Bolsonaro, diz Queiroga
  • 01:35 Parlamento vai honrar profissionais das carreiras jurídicas e líderes religiosos amanhã


Representante dos consumidores de energia critica remate e diz que contratação de térmicas elevará custos e emissões

A FNCE (Frente Nacional de Consumidores de Energia) criticou o resultado do LRCAP 2026 (Leilão de Reserva de Capacidade), realizado pelo governo federal na 4ª feira (19.mar.2026), e afirmou que a medida pode elevar em ao menos 10% a conta de luz dos brasileiros nos próximos anos.

O leilão, que contratou cerca de 19 GW (gigawatts) de potência –quase integralmente de usinas termelétricas a gás natural, além de projetos a carvão, irá criar um custo anual estimado em até R$ 39 bilhões ao setor elétrico, segundo a frente. Esses valores, na avaliação da FNCE, tendem a ser repassados às tarifas pagas pelos consumidores.

“Ao insistir em beneficiar diversos grupos de geração obrigará os consumidores brasileiros a contratar muito mais do que o necessário fontes de energia mais caras e mais poluentes”, afirmou por meio de nota. 

O LRCAP é um mecanismo usado para garantir que o sistema elétrico tenha capacidade disponível para atender à demanda em momentos críticos, como períodos de seca. Nesses leilões, os empreendimentos são remunerados pela disponibilidade de geração, e não apenas pela energia efetivamente produzida.

Para a FNCE, no entanto, o certame teve baixa concorrência e privilegiou fontes mais caras e poluentes. A representação de consumidores afirma que o nível de deságio foi reduzido (13,6%), indicando pouca disputa entre os participantes e preços elevados.

O presidente da frente, Luiz Eduardo Barata, disse que o volume contratado é “excessivo” e criticou a condução da política energética. Segundo ele, o Ministério de Minas e Energia teria cedido à pressão de agentes do setor de geração ao priorizar termelétricas em vez de adotar critérios mais neutros entre fontes.

Afirmou que além dos contratos firmados no leilão, os consumidores ainda terão de arcar com os custos de combustível quando as usinas forem acionadas, o que pode ampliar o impacto nas tarifas. Entre os efeitos indiretos, a FNCE cita pressão sobre a inflação e aumento das emissões de gases de efeito estufa.

Uma nova rodada do LRCAP está agendada para a 6ª feira (20.mar), com foco na contratação de usinas movidas a óleo, o que, segundo a entidade, pode elevar ainda mais os custos do sistema.



Autor Poder360 ·


A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) aprovou o relatório favorável ao projeto de lei nº 32194/25, de autoria do presidente do colegiado, deputado Amilton Filho (MDB), cujo objetivo é conceder o Título de Cidadania Goiana em reconhecimento pela contribuição nas áreas de inovação, biotecnologia, biossegurança e desenvolvimento estratégico, ao fluminense José Ricardo Marques.

Nascido em Nova Friburgo (RJ), Marques é advogado, cientista político e jornalista, além de possuir especializações em gestão de negócios e marketing. O seu currículo multidisciplinar é acompanhado por uma carreira executiva, tendo atuado como CEO, cargo máximo de liderança, em empresas do setor de tecnologia da informação e com participação em projetos relacionados à saúde e à inovação tecnológica.

No serviço público, Marques tem como marca a presença em funções estratégicas relacionadas à modernização administrativa e ao avanço social. Foi, por exemplo, secretário municipal de Itatiaia (RJ), onde implementou o primeiro modelo de Cidade Biossegura do País. O relatório foi aprovado pela unanimidade dos presentes.

Na sequência, Amilton Filho colocou cinco projetos que declaram entidades como utilidades públicas para votação em bloco. Todos os relatórios foram aprovados sem manifestação contrária.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Recém-removido da Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia, o delegado e ex-deputado estadual Humberto Teófilo participou da sessão plenária da Câmara Municipal nesta quarta-feira (18/3). Na ocasião, ele fez um balanço dos meses em que comandou o plantão da Polícia Civil na cidade e falou sobre a nova função, agora na área administrativa da corporação.

A presença do delegado no plenário também marcou a aprovação, pelos vereadores, da concessão do título de Cidadão Aparecidense, por iniciativa do vereador Felipe Cortez (sem partido). Ao usar a tribuna, Teófilo afirmou que o Legislativo é a Casa que mais se aproxima da população e destacou que, assim como uma delegacia, a Câmara também recebe demandas cotidianas de quem busca solução para problemas imediatos.

Teófilo relatou que sua saída da Central ocorreu após questões administrativas e também por graves ameaças atribuídas a facções criminosas, como PCC e CV. Segundo ele, ao longo de pouco mais de três meses na unidade, o trabalho resultou em 72 prisões ligadas ao tráfico de drogas e a integrantes dessas organizações.

O delegado, que é pré-candidato ao Senado pelo partido Novo, lembrou ainda outras operações realizadas no período, entre elas a apreensão de toneladas de cafés adulterados e a desarticulação da chamada máfia dos pneus. Ele citou também a atuação integrada com a Prefeitura de Aparecida, lembrando um episódio em que pediu apoio da Vigilância Sanitária ao prefeito Leandro Vilela (MDB) e foi prontamente atendido.

Humberto Teófilo com o presidente da Câmara, Gilsão Meu Povo

Na avaliação do ex-titular da Central, a situação da segurança pública em Aparecida merece preocupação. Em seu discurso, ele disse que percorreu praticamente todos os bairros do município e que encontrou um cenário de forte avanço das facções criminosas.

“Eu andei em praticamente todos os bairros de Aparecida e posso dizer que fiquei muito preocupado sobre o quanto o PCC avançou em Aparecida. Inúmeros bairros estão tomados por facções criminosas”, afirmou Teófilo da tribuna da Câmara.

Durante a sessão, o vereador Dieyme Vasconcelos (PL) questionou a remoção do delegado da Central de Flagrantes para a área administrativa da Polícia Civil e disse que a saída dele representa uma perda para o município.

“O povo de Aparecida é que perde com a saída do delegado Humberto Teófilo. Quando você veio para Aparecida você demonstrou serviço no combate ao crime organizado na cidade. Todo mundo quer o delegado aqui. Por que o delegado Humberto Teófilo saiu de Aparecida?”, indagou o parlamentar.



Autor Manoel Messias Rodrigues


Ex-ministro da Saúde diz que ex-presidente monto equipe às pressas após facada; filho disputa com mais estrutura e experiência

O ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga  (PL-PB) afirmou, nesta 4ª feira (18.mar.2026), que o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) possui articulação política e equipe de governo superiores às que Jair Bolsonaro (PL) tinha ao assumir o Executivo em 2019.

Queiroga disse ao Poder360 que o ex-presidente teria enfrentado dificuldades iniciais para formar seu secretariado e estabelecer diálogo com o Congresso. Bolsonaro “falava com as paredes” do Congresso naquele período inicial, de acordo com o ex-ministro, enquanto Flávio já teria um “time para governar” desde o primeiro dia de mandato.

Queiroga destacou que Flávio Bolsonaro também tem a seu favor a experiência adquirida durante o governo Bolsonaro e que já conta com uma equipe preparada para governar. O ex-ministro ressaltou que Jair Bolsonaro levou 2 anos para formar essa estrutura.

Em resposta sobre as possíveis diferenças entre os 2 governos, o ex-ministro comparou as condições de ambos ao assumir o governo. Bolsonaro precisou montar seu governo em um mês, enquanto se recuperava em um hospital depois que foi esfaqueado durante a campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG).

“Ele sabe o que vai fazer, tem o time para governar. E o Flávio é hábil. A gente está trabalhando para, no 2º dia do governo, o Flávio já começar a trabalhar num programa de reconstrução do Brasil com outras bases”, declarou o ex-ministro, sem especificar essas “outras bases”.

Na área da saúde, Queiroga mencionou ter proposto um “Plano Real da saúde”. O ex-ministro estabeleceu um paralelo com o Plano Real, que entrou em vigor em julho de 1994. Segundo ele, assim como este devolveu o conceito de valor da moeda, o Plano Real da saúde devolveria o conceito de valor em saúde.

“A gente precisa desenvolver a questão do valor de saúde. Então o Flávio vai fazer isso”, declarou.

 



Autor Poder360 ·


Na próxima quinta-feira, 19, a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizará duas sessões solenes extraordinárias, uma no período vespertino e outra à noite, para honrar representantes das carreiras jurídicas e líderes religiosos. Ambas as solenidades vão ocorrer no Plenário Iris Rezende da Casa de Leis. 

O primeiro evento será por iniciativa do deputado Delegado Eduardo Prado (PL), às 15 horas, em tributo a profissionais da carreira jurídica, com a entrega da Medalha Pedro Ludovico Teixeira e do Certificado do Mérito Legislativo.

Em seguida, com início previsto às 19 horas, o presidente da Casa de Leis, deputado Bruno Peixoto (PRD), vai prestar tributo a pastores da Igreja Evangélica, entregando a Comenda Apóstolo Sinomar Fernandes da Silveira, honraria criada para esse segmento por iniciativa da Mesa Diretora da Casa. 

Comenda

No início do ano passado, o Plenário aprovou o projeto de resolução nº 2960/25, de autoria da Mesa Diretora, que estabelece a criação da Comenda Apóstolo Sinomar Fernandes da Silveira no Parlamento goiano. A condecoração visa a reconhecer e homenagear líderes religiosos que se destacam pelos serviços prestados na evangelização, assistência social e na formação de líderes dentro do segmento religioso.

De acordo com a iniciativa, a comenda será concedida anualmente, reunindo autoridades, religiosos e membros da sociedade para celebrar aqueles que contribuem significativamente para o desenvolvimento social e espiritual.

A criação da honraria tem como objetivo reforçar a importância do trabalho dos líderes religiosos e das ações de evangelização, assistência e educação desenvolvidas em Goiás, e ressaltar o legado do apóstolo Sinomar Fernandes, cuja trajetória foi marcada por sua dedicação e sua contribuição para o fortalecimento da fé e da comunidade.

Sinomar Fernandes da Silveira (1948–2024) foi um influente líder religioso evangélico e fundador do Ministério Luz Para os Povos, em 1987, na capital. Com uma trajetória de mais de 40 anos, ele expandiu a igreja para mais de 100 templos, publicou livros e consolidou sua congregação como referência no meio apostólico do Estado.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


O Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) deflagrou na manhã desta quarta-feira (18/3) a Operação Confrades para apurar suspeitas de irregularidades em contratos milionários firmados pela Agência Goiana de Habitação (Agehab) com construtoras, utilizando recursos do Fundo Protege Goiás. A investigação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial do Patrimônio Público (Gaepp) e aponta possível esquema de desvio de verbas públicas.

Todas as medidas da operação foram autorizadas pela 5ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, que determinou o cumprimento de mandados de busca e apreensão e o afastamento temporário de dois integrantes da cúpula gestora da Agehab, apontados como responsáveis por viabilizar a contratação das empresas investigadas.

Ao todo, foram cumpridos nove mandados em endereços de Goiânia e Anápolis, incluindo a sede da agência e locais ligados a empresários e a uma construtora supostamente beneficiada. Entre os alvos está o vice-presidente da Agehab, Wendel Garcia, afastado do cargo, e o empresário André Luiz Hajjar (Dedé Hajjar), sócio da Excel Construtora, empresa também alvo da operação. Garcia mantém um relacionamento em estágio avançado, com noivado, com uma familiar de Hajjar.

“As irregularidades apuradas não dizem respeito à gestão ou aos objetivos do programa, mas à conduta dos agentes públicos responsáveis pela contratação da construtora”, informou o MPGO ao detalhar o foco da apuração, que envolve contratos ligados ao programa habitacional Pra Ter Onde Morar.

Segundo o Ministério Público, há indícios de falhas na seleção de projetos de engenharia, além de possíveis irregularidades na celebração e execução dos contratos, incluindo reajustes ilícitos, flexibilização de regras previstas em editais, pagamentos indevidos e interferência em áreas técnicas da agência para favorecer empresas.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos documentos, dispositivos eletrônicos, armas e dinheiro em espécie, cujo volume não foi divulgado. Os contratos investigados podem alcançar cerca de R$ 160 milhões, embora o valor ainda não tenha sido oficialmente confirmado.

Em nota (veja íntegra abaixo), a Agehab afirmou que a operação não tem relação com a alta gestão da agência nem compromete os programas habitacionais em andamento. A autarquia informou ainda que colabora com as investigações e que todos os autos e processos eletrônicos foram disponibilizados à Justiça.

Nota da Agehab

A Agência Goiana de Habitação (Agehab) informa que foi cumprido mandado de busca e apreensão expedido pela 5ª Vara da Fazenda Pública Estadual, sob pedido do MPGO. A operação não tem relação com a alta gestão da Agência nem prejudica os programas da empresa, conforme esclareceu o próprio MP em nota.

A Agehab colabora, prestando todas as informações à Justiça, e todos os autos e processos eletrônicos relacionados foram devidamente acessados e registrados. Os servidores envolvidos foram demitidos. A Agehab busca colaborar e esclarecer para toda sociedade.”

Autor Manoel Messias Rodrigues


Na reunião extraordinária do Confaz, maioria concordou com as propostas; 6 unidades da federação ainda não aderiram a um acordo com a ANP

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda e presidente do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), Dario Durigan, afirmou nesta 4ª feira (18.mar.2026) que os Estados aprovaram duas medidas e passaram a discutir uma 3ª iniciativa para reduzir o impacto dos combustíveis. 

O envio de listas de devedores contumazes de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e maior fiscalização do setor foram medidas aprovadas pela maioria das unidades da Federação. Zerar o imposto sobre diesel importado ainda está em discussão.

As declarações foram feitas no edifício-sede do Ministério da Fazenda após reunião extraordinária do Confaz. Segundo Durigan, as medidas buscam reforçar a arrecadação, combater irregularidades e reduzir a pressão sobre os preços dos combustíveis em meio à alta internacional do petróleo.

A 1ª medida aprovada estabelece que os Estados enviem à Receita Federal listas de devedores contumazes de ICMS, com ênfase no setor de combustíveis. A ideia é unificar os dados em âmbito nacional para ampliar a atuação contra empresas que deixam de pagar tributos de forma recorrente. 

A 2ª medida foi um acordo entre Estados e a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) para o compartilhamento em tempo real de notas fiscais do varejo de combustíveis. A iniciativa permitirá fiscalização mais rápida por órgãos federais e pelos Procons estaduais, com o objetivo de identificar aumentos considerados abusivos.

Segundo Durigan, 21 Estados aderiram imediatamente ao acordo com a ANP. Outros 6 ainda não aceitaram: São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Amazonas, Mato Grosso e Alagoas. A adesão segue aberta.

A 3ª medida, ainda em discussão, trata da possível redução a zero do ICMS sobre a importação de diesel. O governo federal propôs compensar aproximadamente 50% da perda de arrecadação dos Estados, em uma tentativa de viabilizar a redução do custo do combustível e garantir o abastecimento.

Durigan disse que essa proposta será analisada pelos governadores e discutida tecnicamente até 27 de março de 2026, data da próxima reunião do Confaz. Segundo ele, o governo busca uma solução conjunta, com participação dos Estados, para enfrentar os efeitos externos sobre os preços internos.

O secretário declarou que as iniciativas combinam medidas tributárias e de fiscalização para evitar repasses indevidos ao consumidor. Também afirmou que há preocupação com aumentos sem justificativa nos preços de gasolina e etanol, o que motivou reforço na atuação dos órgãos de controle.



Autor Poder360 ·


Três propostas apresentadas pelo deputado Virmondes Cruvinel (UB) à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) concedem o Título Honorífico de Cidadania Goiana a personalidades que se destacaram por relevantes serviços prestados ao desenvolvimento econômico, institucional e social do Estado. 

As homenagens contemplam o empresário Antônio Benedito dos Santos, o engenheiro civil Sarkis Nabi Curi e o magistrado Jonir Leal de Souza. As três matérias estão sob relatoria da deputada Dra. Zeli (UB) na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).

Empreendedorismo 

O projeto de lei nº 3475/26 homenageia o empresário Antônio Benedito dos Santos, natural de Rio Paranaíba (MG), que construiu em Goiás uma trajetória marcada pelo empreendedorismo e pela geração de oportunidades. Radicado em Goiânia desde a década de 1980, iniciou sua vida profissional em Goiás como motorista de ônibus interurbano. Alguns anos depois, decidiu investir no setor alimentício e fundou, em 1987, uma pequena sorveteria artesanal na garagem de sua casa, no setor Cidade Jardim.

O empreendimento deu origem à Creme Mel Sorvetes, empresa que se consolidou como a maior indústria do segmento no Centro-Oeste e uma das maiores do país. Ao longo de sua expansão, a marca alcançou presença em diversas unidades da federação e chegou a produzir centenas de milhares de picolés e milhares de litros de sorvete diariamente, gerando mais de mil empregos diretos.

Além da atuação empresarial, Santos exerce papel relevante na representação do setor produtivo como presidente do Sindicato das Indústrias de Alimentação no Estado de Goiás (Siaeg). À frente da entidade, tem contribuído para o fortalecimento institucional da indústria alimentícia goiana e para a defesa de políticas que estimulem inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável.

Construção civil

A proposta de nº 3476/26 concede o título honorífico ao engenheiro civil Sarkis Nabi Curi, natural de Uberlândia (MG). Formado em engenharia civil pela Universidade Católica de Minas Gerais em 1981, ele acumulou ampla experiência técnica em empresas de referência do setor antes de fundar a Sarkis Engenharia Ltda., em 2001.

Ao longo de sua carreira, coordenou projetos em Goiás, Minas Gerais e no Distrito Federal, abrangendo edificações residenciais e comerciais, clínicas, instituições de ensino, centros de distribuição e empreendimentos industriais. Entre seus clientes estão organizações de grande porte, o que consolidou sua reputação profissional baseada em qualidade técnica e confiabilidade.

Curi  também exerce liderança institucional no setor. Atualmente preside a Câmara da Indústria da Construção (CIC) da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) e integra a diretoria do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), onde atua na promoção de inovação tecnológica, melhoria da produtividade e qualificação profissional.

Magistratura 

A terceira homenagem, com o projeto de lei nº 3477/26, contempla o juiz de direito Jonir Leal de Souza, titular da 5ª Vara Cível e de Arbitragem da Comarca de Goiânia. Natural de Estreito (MA), ele chegou a Goiás em 1987 em busca de melhores oportunidades. Trabalhando e estudando simultaneamente, concluiu o ensino médio no Estado e graduou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO).

Em 1999, foi aprovado em concurso para o Ministério Público estadual e, pouco depois, para o cargo de juiz de direito substituto, carreira na qual atua há cerca de 25 anos. Atualmente exerce jurisdição em área especializada que envolve arbitragem, recuperação judicial e falências, temas de grande relevância para o ambiente empresarial.

Reconhecido pela dedicação e pelo rigor técnico, o magistrado também se destaca pela atuação voltada à efetividade da Justiça. Em processos de recuperação judicial, por exemplo, adota metodologia que inclui análise detalhada das condições financeiras das empresas e acompanhamento direto das atividades econômicas, buscando preservar empregos e estimular a continuidade das atividades produtivas.

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


A Prefeitura de Senador Canedo iniciou, na última semana, o período de pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto Territorial Urbano (ITU) referentes ao exercício de 2026. Os contribuintes que optarem pelo pagamento em cota única terão desconto de 20% sobre o valor total, enquanto aqueles que preferirem poderão parcelar o tributo em até seis vezes.

De acordo com o cronograma estabelecido pelo município, o prazo para pagamento com desconto segue até o dia 30 de abril. Após essa data, o contribuinte ainda poderá quitar o imposto, porém sem o benefício do abatimento.

A administração municipal disponibilizou diferentes canais para facilitar o acesso às guias de pagamento. Os boletos podem ser emitidos de forma online, por meio do portal de serviços da prefeitura, permitindo maior praticidade ao contribuinte.

Também é possível obter atendimento pelo canal digital “Zap da Prefs”, via aplicativo de mensagens, onde são fornecidas as orientações e esclarecimentos sobre os tributos.

Além das opções digitais, o município mantém atendimento presencial para quem prefere suporte direto. Os serviços estão disponíveis nas unidades do Ganha Tempo da região central, no Paço Municipal, e também nos pontos de atendimento localizados na Vila Galvão e no Jardim das Oliveiras. O funcionamento ocorre das 8h às 17h.

Segundo a prefeitura, a campanha busca incentivar a regularização dos imóveis e ampliar a arrecadação municipal, garantindo recursos para investimentos em áreas essenciais. O IPTU é uma das principais fontes de receita própria dos municípios e contribui diretamente para a manutenção de serviços públicos, como infraestrutura urbana, saúde e educação.

A orientação é para que os contribuintes fiquem atentos aos prazos e escolham a modalidade de pagamento mais adequada à sua realidade financeira, evitando a incidência de juros e multas decorrentes de atraso.

Autor Rogério Luiz Abreu


5 das principais companhias aéreas da região continuam com redução de voos em relação aos números de antes da guerra

Companhias aéreas de vários países seguem com a suspensão de algumas operações no Oriente Médio nesta 4ª feira (18.mar.2026) depois que os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã.

Segundo o mapa de voos Flightradar24, 5 das principais companhias aéreas da região continuam com redução de voos em relação aos números antes da guerra.

Para efeito de comparação, Air Arabia, Emirates Airlines, Etihad Airways, FlyDubai e Qatar Airways, somadas, registraram 2.056 voos no dia 24 de fevereiro, ante 853 na 3ª feira (17.mar).

Transportadoras de diferentes países anunciaram cancelamentos ou suspensões de rotas. Eis a situação nesta 4ª feira (18.mar):

  • Ethiopian Airlines – Voos de e para Amã, Beirute, Bahrein, Tel Aviv, Doha, Kuwait, Dubai, Sharjah, Abu Dhabi e Damã continuam cancelados até novo aviso;
  • Royal Air Maroc – A companhia marroquina publicou em 9 de março que as rotas envolvendo Dubai e Doha estão canceladas até 31 de março;
  • Turkish Airlines – A empresa mantém a permissão para que clientes com passagens compradas para rotas envolvendo Bahrein, Irã, Iraque, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Arábia Saudita, Síria e Emirados Árabes Unidos antes de 28 de fevereiro de 2026 alterem gratuitamente as datas ou peçam reembolso. A medida vale para voos até 30 de abril e pode ser acionada até 10 de junho;
  • Etihad Airways – A empresa confirmou voos para diversas cidades da Ásia, Oceania, Europa e América do Norte a partir de Abu Dhabi até 5ª feira (19.mar). Todas as outras rotas comerciais estão canceladas, e neste caso, os passageiros que compraram as passagens antes do dia 28 de fevereiro com datas até 31 de março podem reagendar ou pedir reembolso até 15 de maio;
  • Emirates Airlines – A empresa diz que opera um número limitado de voos e permite que passageiros alterem as rotas ou solicitem reembolso. A Emirates solicita que os passageiros busquem as informações antes de se deslocarem para o aeroporto;
  • FlyDubai – A FlyDubai opera um número limitado de voos e permite aos passageiros que alterem as rotas ou solicitem reembolso para passagens compradas até 31 de março;
  • Qatar Airways – A companhia informou que mantém temporariamente suspensas as operações. A empresa disse que retomará a atividade completa quando as autoridades considerarem seguro reabrir o espaço aéreo do país. Enquanto isso, a Qatar Airways conseguiu autorização para realizar rotas limitadas até 28 de março;
  • Air Arabia – A companhia árabe retomou em 6 de março rotas limitadas para alguns países da Ásia, África e Europa até 22 de março;
  • Air India – A empresa assumiu-se como um ponto de conexão entre o Oriente Médio e outros locais, e anunciou 36 datas extras de voos de e para Londres, Frankfurt, Zurique e Toronto a partir de Nova Déli ou Mumbai de 19 a 28 de março. A Air India tem feito cerca de 50 rotas diárias envolvendo Emirados Árabes Unidos, Omã e Arábia Saudita;
  • Lufthansa – O grupo informou que suspendeu voos para Dubai, Abu Dhabi, Amã, Erbial e Beirute até 28 de março; para Tel Aviv até 2 de abril; para Riyadh até 5 de abril; e para Teerã até 30 de abril;
  • Air France – Cancelou rotas até sábado (21.mar) para Riade, Dubai, Tel Aviv e Beirute;
  • Wizz Air – A companhia não emitiu novos comunicados. Mas só é possível agendar rotas para Tel Aviv, Jeddah e Medina a partir de abril para a maioria dos destinos disponíveis. A empresa não está vendendo passagens para Doha e Dubai;
  • KLM, braço holandês do grupo Air France-KLM – Voos de e para Damã, Riyadh e Dubai estão suspensos até 28 de março, e até 11 de abril para Tel Aviv;
  • Oman Air – A companhia programou rotas extras até domingo (22.mar) para Londres, Cairo, Roma, Paris, Kuala Lumpur, Phuket, Bangcoc e Salalah. Voos de e para Amã, Dubai, Bahrein, Doha, Damã, Kuwait, Copenhague, Khasab e Bagdá estão cancelados até 31 de março;
  • Japan Airlines – Suspendeu voos entre Tóquio e Doha até 1º de abril;
  • Iberia – A companhia espanhola diz que alguns voos de e para Doha foram cancelados e oferece alterações de rotas ou reembolsos. Operações para Tel Aviv estão canceladas até 31 de maio;
  • Air Europa – A companhia espanhola afirma que voos de e para Israel estão cancelados até 10 de abril;
  • Malaysia Airlines – A empresa da Malásia retomou em 8 de março as rotas para Jeddah e Medina, mas os voos de e para Doha estão suspensos até 20 de março;
  • British AirwaysA empresa britânica anunciou que está impossibilitada de operar voos para Abu Dhabi, Amã, Bahrein, Doha, Dubai e Tel Aviv. A companhia interrompeu os voos que realizou diariamente partindo de Muscat por causa da baixa demanda, mas que vai rever a decisão regularmente. A empresa vai realizar rotas nesta semana para Cingapura e Tailândia para apoiar clientes no Oriente Médio;
  • American Airlines – A companhia informou que passageiros com voos de e para Abu Dhabi, Amã, Bahrein, Doha, Dubai, Larnaca e Tel Aviv podem alterar a viagem sem taxa de remarcação. A medida vale para bilhetes comprados até 11 de março, com embarque previsto até 31 de maio. Clientes também têm a opção de cancelar a passagem e solicitar reembolso;
  • United Airlines – A companhia informou que passageiros com voos de e para Dubai ou Tel Aviv podem alterar a viagem sem cobrança de taxa de remarcação. A medida vale para bilhetes comprados até 28 de fevereiro, com embarque programado até 19 de abril. Clientes também têm a opção de cancelar a passagem e solicitar reembolso;
  • Delta Airlines – A empresa informou que cancelou os voos entre Nova York (JFK) e Tel Aviv até 31 de março e no sentido inverso até 1º de abril, por causa do conflito na região. A rota entre Israel e Atlanta vai ser retomada em agosto. Passageiros afetados podem remarcar a viagem sem taxa ou cancelar a passagem e solicitar reembolso.

ESCALADA NA TENSÃO

O ataque dos EUA ao Irã foi realizado depois de semanas de tensão entre os 2 países. Em 19 de fevereiro, Trump afirmou que, em até 10 dias, saberia se deveria dar “um passo adiante” em relação a um ataque contra o país persa.

Depois, o republicano declarou que todos, incluindo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Dan Caine, consideram que uma eventual guerra contra o Irã resultaria em uma “vitória fácil” dos norte-americanos.

No discurso do Estado da União, em 24 de fevereiro, Trump disse que os EUA ainda não tinham ouvido o Irã pronunciar “aquelas palavras mágicas: ‘nunca teremos uma arma nuclear’”. No pronunciamento, o presidente norte-americano afirmou que o regime persa “já desenvolveu mísseis que podem ameaçar a Europa e as nossas bases no exterior, e está trabalhando para construir mísseis que, em breve, chegarão aos EUA”.

As declarações de Trump foram feitas enquanto o país realizava conversas diplomáticas com o Irã, que não resultaram em acordo.

Uma autoridade sênior do Irã disse à Reuters que o país estaria disposto a fazer concessões aos EUA se os norte-americanos reconhecessem o seu direito de enriquecer urânio para fins pacíficos e suspendessem as sanções econômicas.


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Autor Poder360 ·