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Com o objetivo de reconhecer o trabalho de profissionais e lideranças que atuam nas áreas da saúde, educação, segurança e assistência social, a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizou, na tarde desta quinta-feira, 16, duas sessões solenes na região da Estrada de Ferro, contemplando os municípios de Leopoldo de Bulhões e Gameleira de Goiás.
Sob a condução do presidente da Casa, deputado Bruno Peixoto (UB), a primeira sessão ocorreu às 14 horas, na Câmara Municipal de Leopoldo de Bulhões, reunindo autoridades e representantes da comunidade para homenagear lideranças políticas e sociais que prestam relevantes serviços à população.
Durante o evento, Peixoto comentou a aprovação da Lei nº 24.141, de 17 de março de 2026, que autoriza o Governo de Goiás a estadualizar a estrada vicinal que liga a rodovia GO-010, em Bonfinópolis, à BR-060, em Anápolis. O trecho, com 27,7 quilômetros, passa a ser de responsabilidade estadual para execução de obras de infraestrutura, pavimentação e conservação. “Essa era uma reivindicação antiga e nós atendemos”, destacou o parlamentar.
A prefeita de Leopoldo de Bulhões, Roberta Caetano (MDB), ressaltou a importância do momento. “Para nós, é um dia especial, marcado por esta sessão que acontece aqui no município, recebendo o presidente da Alego e demais deputados. É um momento significativo, em que o representante da região da Estrada de Ferro presta homenagem a diversas pessoas de grande relevância para nossa cidade. Deixo registrada minha gratidão”, afirmou.
Também participaram da solenidade secretários, diretores e servidores da Alego, além de autoridades locais.
Gameleira
Já no município de Gameleira de Goiás, uma segunda sessão solene foi realizada às 18 horas, no Salão Paroquial, também sob a condução de Bruno Peixoto, com a presença dos deputados Issy Quinan (MDB) e Cairo Salim (MDB).
Durante a cerimônia, o presidente da Alego anunciou a destinação de uma emenda parlamentar no valor de R$ 300 mil para a área da saúde do município. “Destinamos o recurso porque sabemos que ele será, de fato, aplicado na saúde da população”, ressaltou Peixoto.
Na ocasião, o parlamentar também destacou ações voltadas à transparência e economicidade do Poder Legislativo, além de mencionar investimentos em infraestrutura, como a duplicação do trecho entre Goiânia e Orizona.
“É uma alegria muito grande estar aqui em Gameleira de Goiás participando desse momento tão importante. Reconhecer quem trabalha pela população é essencial. São profissionais da saúde, da educação, da segurança e da assistência social que fazem a diferença todos os dias. Podem contar com o nosso mandato, que segue firme no compromisso de apoiar iniciativas que melhorem a vida das pessoas”, disse Cairo Salim.
Na sequência, o deputado Issy Quinan falou aos presentes. “Cada homenageado aqui tem uma história de dedicação e serviço prestado à comunidade. Eu tenho um carinho especial por ser representante da região da Estrada de Ferro”.
A prefeita Wivviane Duarte (PL) agradeceu a homenagem e destacou que o reconhecimento do Legislativo representa, sobretudo, o compromisso com a população de Gameleira e o trabalho que vem sendo desenvolvido em favor do município.
“Recebo esse reconhecimento com muita gratidão e, acima de tudo, com o coração voltado para a nossa gente de Gameleira. Esse momento não é só meu, é de todos que acreditam no nosso trabalho e caminham ao nosso lado. Seguimos firmes, com fé e compromisso, fazendo sempre o melhor pela nossa população”, discursou Wivviane Duarte.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
A prestação de contas do prefeito Leandro Vilela (MDB), que seria apresentada à Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia nesta quinta-feira (16/4), acabou adiada por causa de uma falha no sistema interno de energia elétrica da Casa. A sessão ordinária foi iniciada pela manhã, mas precisou ser encerrada após o prédio operar com meia fase de energia.
De acordo com a Câmara, o problema foi registrado por volta das 8h na rede interna de distribuição, no trecho entre o gerador e o sistema elétrico. Com a pane, o equipamento de emergência não pôde ser acionado, já que depende da interrupção total do fornecimento para entrar em funcionamento.
No momento da suspensão, todos os vereadores já estavam presentes, além do prefeito Leandro Vilela, do vice-prefeito João Campos e de secretários municipais, que participariam da apresentação das contas do Executivo.
Sem condições técnicas para manter os trabalhos, a sessão foi encerrada. A Câmara informou que a prestação de contas será remarcada e que a nova data ainda será divulgada. Já a sessão ordinária prevista para esta sexta-feira (17) está mantida, caso o sistema elétrico seja normalizado.
O adiamento ocorreu em um momento relevante do calendário legislativo, já que a prestação de contas é uma das principais ferramentas de fiscalização do Executivo. Entre os vereadores, a interrupção gerou críticas e desconfiança.
“Eu tinha mais de 150 perguntas para fazer ao prefeito. Mobilizamos pessoal da educação, da saúde, pelas redes sociais, então tínhamos muito o que perguntar”, afirmou Felipe Cortez (sem partido).
“Incrivelmente a energia acabou. E o gerador também acabou. Olha que coincidência!”, acrescentou.
O presidente da Câmara, Gilsão Meu Povo (MDB), explicou que o fornecimento estava comprometido.
“Infelizmente não tem como realizar a sessão”, disse.
Em nota (veja íntegra ao final), a Equatorial informou que a interrupção foi causada por um defeito nas instalações internas da própria Câmara.
Secretário diz que contas foram equilibradas
Antes da suspensão da sessão, o secretário da Fazenda, Carlos Eduardo de Paula Rodrigues, falou com a imprensa e evitou antecipar números da prestação de contas. Segundo ele, os dados seriam apresentados de forma mais detalhada no momento adequado.

“Eu prefiro não antecipar a prestação de contas. Não é suspense, é algo que precisa ser dito com mais objetividade e formalidade. Mas, de forma resumida, podemos dizer que conseguimos o equilíbrio das contas públicas com esses três meses já de 2026. Nós tivemos uma receita em 2025 ligeiramente superior às despesas”, afirmou.
O secretário acrescentou que o resultado não se deve apenas ao aumento da arrecadação, mas também à redução dos gastos públicos.
“Não só pelo crescimento da receita, mas também pela redução das despesas. As despesas de 2025 ficaram abaixo das despesas de 2024”, observou.
Confira nota da Equatorial
“A Equatorial Goiás informa que realizou verificação técnica no fornecimento de energia elétrica à Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia e não identificou defeito na rede de distribuição que atende a unidade, a qual opera normalmente.
Em vistoria no local, foi constatada que a falha ocorre nas instalações internas da unidade consumidora, relacionada ao disjuntor, de responsabilidade do próprio cliente.”
Autor Manoel Messias Rodrigues
Guimarães pediu retirada da pauta ao relator; sem consenso entre trabalhadores e plataformas, texto deve retomar na próxima legislatura
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu o adiamento da votação do PLP (Projeto de Lei Complementar) 152 de 2025 que regula o trabalho por aplicativo. A matéria deve ficar para depois das eleições presidenciais de outubro. Mesmo sendo decisão do Palácio do Planalto, é uma derrota para o Executivo, já que entrou no mandato prometendo proteger os trabalhadores de plataformas como Uber, iFood e 99.
A análise do PLP 152 de 2025 estava prevista para esta 3ª feira (14.abr.2026). Guimarães disse nesta 5ª feira (16.abr.2026), em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto, que o projeto não foi votado porque “não tinha acordo sobre nada”.
O governo colocou o PL na fila prioritária da Câmara no início do ano. O ministro Guilherme Boulos (Psol) chegou a atuar pessoalmente na negociação. Não adiantou. Sem acordo entre plataformas, entregadores e donos de estabelecimentos, o Planalto preferiu recuar.
O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, solicitou ao relator do projeto, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), a retirada da pauta ainda antes de sua posse. Coutinho acatou e levou o pedido ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
O relatório do deputado Merlong Solano (PT-PI), indicado pelo governo para relatar a matéria, não unificava nenhuma das partes. O parecer ficou com o relator, o deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE).
A oposição, segundo o ministro, ficou à espera de um erro do governo para dizer que o PT estava prejudicando os entregadores. O resultado é que o projeto fica para depois de outubro de 2026, quando o 2º turno presidencial já terá acontecido.
Durante a abertura da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), nesta quinta-feira, 16, no Parlamento goiano, o presidente do colegiado, deputado Wagner Camargo Neto (Solidariedade), deu início à sabatina dos nomes indicados pelo Poder Executivo para composição do Conselho Estadual de Educação (CEE).
Ao declarar abertos os trabalhos, o parlamentar anunciou a análise de três decretos legislativos oriundos da Governadoria, que tratam das indicações de Neire Divina Mendonça, Orlando Lisita Júnior e Edson Arantes Júnior. As matérias têm relatoria do deputado Virmondes Cruvinel (UB).
Os indicados participam do processo de avaliação conduzido pela comissão, etapa que antecede a apreciação das matérias em Plenário. Camargo Neto convidou Neire Divina Mendonça e Orlando Lisita Júnior, presentes de forma presencial, a ocuparem a mesa para apresentação, enquanto Edson Arantes Júnior participa remotamente.
Na sequência, cada indicado terá o tempo de cinco minutos para que façam sua apresentação inicial, antes da abertura para questionamentos por parte dos parlamentares.
As indicações encaminhadas pelo Executivo preveem a composição do CEE com representantes de diferentes segmentos. Neire Divina Mendonça foi indicada como membro suplente, vinculada ao Sindicato dos Professores do Estado de Goiás (Sinpro-GO). Orlando Lisita Júnior foi indicado como membro titular, também representando o Sinpro-GO. E Edson Arantes Júnior foi indicado para recondução ao colegiado como membro titular, na condição de representante da Universidade Estadual de Goiás (UEG).
A sabatina segue com a participação dos deputados presentes, que poderão questionar os indicados antes da emissão de parecer pela comissão.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
A Câmara Municipal de Senador Canedo aprovou em primeira votação, nesta terça-feira (14/4), o Projeto de Lei nº 010/2026. A proposta torna obrigatória a instalação de câmeras de videomonitoramento em salas de aula de escolas públicas e privadas da cidade.
Autor da iniciativa, o vereador Sérgio Bravo Jr. (PSB) defende que a medida visa reforçar a segurança e proteger a integridade de alunos e educadores.
“Hoje, a maioria das escolas particulares já tem câmeras. Nosso intuito é que as públicas também tenham”, destacou o parlamentar.
De acordo com o projeto, o monitoramento servirá para coibir práticas como agressões, bullying e falsas acusações. Em casos excepcionais, as imagens poderão ser utilizadas como meio de prova em investigações.
Proibição de áudio e imagens íntimas
O texto estabelece regras rígidas de privacidade: é proibida a captação de áudio e as câmeras não podem ser direcionadas a banheiros, vestiários ou partes íntimas. O armazenamento das imagens deve ser feito por, no mínimo, 30 dias, e a escola deve fixar avisos visíveis sobre a vigilância.
O acesso às gravações será restrito à direção da escola, à Secretaria Municipal de Educação e a órgãos de controle, como o Conselho Tutelar e o Ministério Público. Pais e responsáveis poderão solicitar imagens apenas em casos específicos envolvendo seus filhos.
O projeto proíbe expressamente o uso das câmeras para controle pedagógico ou avaliações disciplinares de professores. A proposta ainda passará por uma segunda votação antes de seguir para a sanção ou veto do prefeito.
Autor Manoel Messias Rodrigues
O Itaú Unibanco informou na 4ª feira (15.abr.2026) que uma de suas subsidiárias “celebrou instrumento por meio do qual se comprometeu a adquirir” ativos do BRB (Banco de Brasília).
“Não obstante, os valores envolvidos na referida transação são imateriais para a Companhia, de acordo com os seus critérios, razão pela qual tal transação não se qualifica como ‘fato relevante’ para o Itaú Unibanco para fins da legislação”, diz o comunicado, assinado pelo diretor de Relações com Investidores do banco, Gustavo Lopes Rodrigues.
No comunicado (íntegra – PDF – 212 kB), o Itaú não informou valores ou deu detalhes do acordo.
O banco divulgou a nota em resposta a questionamento feito pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), acerca de notícia publicada pelo jornal Correio Braziliense.
Na reportagem, a publicação diz que o banqueiro André Esteves, do BTG, declarou em evento em São Paulo que estaria avaliando a aquisição de ativos do BRB e que Itaú Unibanco e o Bradesco “já negociaram com o BRB R$1 bilhão em carteiras de contratos de empréstimos concedidos pelos Estados e municípios com aval da União”.
Crise no BRB
O BRB enfrenta uma crise depois da compra de carteiras do Banco Master, operação que resultou em forte deterioração patrimonial. Segundo o banco, será necessário provisionar (reservar) cerca de R$ 8,8 bilhões. No entanto, uma auditoria forense independente falou na necessidade de R$ 13 bilhões.
A própria instituição financeira informou que os ativos adquiridos do Master considerados saudáveis estão avaliados em R$ 21,9 bilhões.
No último dia 10, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), anunciou que um fundo de investimentos apresentou proposta de R$ 15 bilhões para adquirir parte dos ativos do Banco Master que foram incorporados pelo BRB.
Segundo o governo local, a operação ainda depende de aval técnico e regulatório do BC (Banco Central). Em nota, o governo do Distrito Federal declarou que a negociação não envolve uso de recursos públicos nem compromete o caixa do banco, mencionando que o processo “busca preservar os interesses do DF”.
Este texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil às 19h57 de 15 de abril de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (UB), comunicou aos servidores efetivos da Casa presentes na sessão ordinária desta quarta-feira, 15, sobre a chegada de consenso com o governador Daniel Vilela (MDB) acerca da progressão vertical de seus vencimentos. A Alego chegou a aprovar um projeto de lei que trata do tema, no entanto, o texto terminou vetado parcialmente pelo chefe do Poder Executivo. Após conversa com Vilela, Peixoto disse que ele entendeu a necessidade de atualização da remuneração, o que deve resultar, nos próximos dias, na derrubada do veto.
No Pequeno Expediente, Clécio Alves (PSDB) voltou a criticar a administração municipal, em específico a ação de fiscais em relação ao trabalho de vendedores ambulantes. Cairo Salim (MDB) usou sua fala para enaltecer o governador emedebista Daniel Vilela e dizer que a migração dele, Salim, para os quadros do partido se deve justamente à vontade de se alinhar com a gestão de Vilela, que assumiu o Executivo estadual no dia 31 de março.
Análise de constitucionalidade
Após os discursos, Peixoto encerrou o encontro para que os deputados pudessem se reunir, em seguida, na Sala das Comissões Júlio da Retífica, quando foi acolhida pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) uma mudança regimental para a realização das sessões ordinárias do Parlamento estadual.
Diz respeito ao projeto de resolução que altera seu Regimento Interno, relatado favoravelmente pelo deputado Virmondes Cruvinel (UB). A propositura n° 6868/26 define que apenas as plenárias deliberativas realizadas às terças-feiras serão em formato presencial. Consequentemente, as demais, ou seja, as realizadas às quartas e quintas-feiras, passam a ter formato híbrido.
“Isso se justifica para que a maioria dos parlamentares possa atender às suas bases, com exceção daqueles que integram as comissões temáticas. Importante salientar que a dita alteração não trará prejuízo ao bom funcionamento da Casa, tendo em vista que as sessões continuarão sendo realizadas. O que se altera é apenas a forma de realização”, elucida a justificativa da matéria acolhida pelo colegiado.
A expectativa é de que o projeto de resolução seja submetido ao crivo dos deputados na reunião regimental de amanhã. Às terças e quartas-feiras, vale lembrar, as sessões ocorrem no período vespertino, às 15 horas. Às quintas, o encontro é pela manhã, às 10 horas. As votações e demais atividades da Casa podem ser acompanhadas ao vivo no canal oficial da Alego no YouTube ou no canal 31.2 da TV aberta.
Sabatina
Na mesma reunião que aprovou a mudança no Regimento Interno, os parlamentares também deram sinal verde à indicação de Paulo Antônio de Azevedo Lima para compor o Conselho Estadual de Educação (CEE). A indicação foi feita pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Educação Superior do Estado de Goiás.
Lima trabalha há mais de 20 anos com educação e atualmente é reitor da UniGoiás. Formado em direito, o indicado também atua como atual presidente do sindicato. “Fui indicado para assumir uma vaga que é destinada ao sindicato e estou aqui à disposição de todos”, frisou. Após responder aos questionamentos dos deputados Amauri Ribeiro (PL), Bia de Lima (PT) e Wagner Camargo Neto (SD), o nome dele terminou confirmado pela unanimidade dos votos.
Posteriormente, o deputado e presidente do colegiado, Amilton Filho (MDB), declarou encerrada a reunião extraordinária da CCJ e convocou um novo encontro para as 19 horas, ocasião em que a Casa vai realizar uma sessão solene dedicada a profissionais da saúde e da assistência social. A solenidade é resultado de uma iniciativa do deputado Lucas Calil (PRD).
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
Mais de 6,6 mil famílias podem perder moradia por conflito agrário em Goiás
Lidiane 15 de abril de 2026
CRISE FUNDIÁRIA EM GOIÁS
Cerca de 60 acampamentos vivem sob risco iminente de expulsão em Goiás; força-tarefa tenta substituir despejos violentos
Acordo entre órgãos federais e estaduais busca destravar desapropriações paradas e garantir indenizações (Foto: caminandolibertad)
Mais de 6,6 mil famílias podem perder moradia em áreas de conflito agrário em Goiás por conta da demora para ter resoluções nos processos. Atualmente, o cenário fundiário no território goiano é de tensão. São mais de 60 acampamentos espalhados pelo estado, onde milhares de pessoas vivem sob a sombra de ordens de despejo que podem ser executadas a qualquer momento.
Para destravar oito processos fundiários que são considerados prioridade, representantes do Ministério Público de Goiás (MPGO) estiveram em Brasília, na sede do Incra, na terça-feira (14/4), onde participaram de uma reunião decisiva. A intenção é substituir a insegurança e o risco de reintegrações de posse violentas por cronogramas claros de desapropriação e assentamento, garantindo que quem produz no campo tenha, finalmente, a segurança jurídica para trabalhar.
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Foco nos conflitos de Catalão, Formosa e Piranhas
A força-tarefa que reuniu o Incra, o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), o MP e a Defensoria Pública, colocou na mesa casos emblemáticos onde a produção agrícola já é uma realidade, mas a posse da terra ainda é instável:
- Acampamento Oziel Alves (Catalão): Consolidada desde 2017, a ocupação aguarda que o Incra defina os prazos para a desapropriação. Sem isso, as famílias que já produzem no local enfrentam a ameaça constante de perderem tudo o que construíram em quase uma década.
- Acampamento Dom Tomás Balduíno (Formosa): Com 218 famílias cadastradas, o processo de desapropriação por interesse social avançou em 2025, mas a imissão na posse e o cronograma de assentamento definitivo ainda dependem de fluxo financeiro do governo federal.
- Fazenda Tucum (Piranhas): Apesar de estar em fase avançada de compra e venda, o local sofre com entraves jurídicos, como penhoras e irregularidades dominiais, que mantêm os trabalhadores rurais em estado de alerta.

A estratégia da autocomposição
De acordo com o promotor de Justiça Márcio Lopes Toledo, o MP-GO tem atuado por meio do Centro de Autocomposição (Compor) para mediar essas crises. O objetivo é garantir que o proprietário da terra receba uma indenização justa e que as famílias de interesse social recebam o título da terra, encerrando ciclos de violência que duram anos.
“Queremos evitar reintegrações de posse violentas e priorizar a negociação”, afirma o promotor. Para as famílias acampadas, o sucesso dessas reuniões em Brasília é a única barreira que os separa da perda total de suas moradias e do sustento que retiram da terra.
A meta agora é pacificar o campo em Goiás por meio de atualizações processuais e recursos orçamentários, transformando ocupações instáveis em assentamentos produtivos e devidamente legalizados.
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A Polícia Civil de Goiás (Deic/Garra) e a Polícia Civil de São Paulo deflagraram, nesta quarta-feira (15/4), uma operação contra uma associação criminosa especializada em furto qualificado. Até o momento, os prejuízos apurados ultrapassam R$ 150 mil.
Ao todo, as equipes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva. O grupo agia em quase todas as regiões do Brasil, com foco nos estados de Goiás, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia.
Como funcionava o esquema
A quadrilha tinha como alvo principal os idosos. Dentro das agências bancárias, os criminosos se dividiam em funções específicas: alguns se passavam por clientes, outros por funcionários do banco, enquanto um integrante vigiava toda a ação.
Após conseguirem efetivar a troca dos cartões e obter as senhas, os criminosos realizavam transferências, saques e compras de artigos de luxo e eletrônicos. O impacto financeiro atingiu tanto as vítimas quanto as instituições bancárias.
Combate à venda de dados sigilosos
Em outra frente de trabalho nesta quarta-feira, a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública (Dercap) realizou a Operação Mercador de Dados.
A ação cumpriu um mandado de busca e apreensão em Aparecida de Goiânia, no endereço residencial de um empregado público. Ele é investigado pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e violação de sigilo funcional.
A investigação apura o fornecimento de informações sigilosas de usuários — dados de pessoas físicas e jurídicas protegidos pela LGPD — que eram extraídos do banco de dados interno de uma empresa pública e vendidos a terceiros.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Comissão sabatinou 5 indicados ao Conselho Nacional de Justiça e outros 2 para o Conselho Nacional do Ministério Público; os nomes serão analisados no plenário
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta 4ª feira (15.abr.2026) as indicações feitas pelo presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao todo, foram 7 nomes analisados, entre eles 5 destinados ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e 2 ao CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). As indicações seguem para deliberação do plenário da Casa Alta na tarde desta 4ª.
A sabatina na CCJ do Senado é a etapa em que senadores avaliam publicamente os indicados para cargos de alta relevância institucional. Nesse momento, os senadores podem fazer perguntas, solicitar esclarecimentos e discutir as qualificações dos nomes antes da votação.
O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) é o órgão responsável pelo controle administrativo e financeiro do Poder Judiciário, além de fiscalizar o cumprimento dos deveres funcionais dos magistrados, sem interferir no conteúdo das decisões judiciais.
Já o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) atua no controle da atuação administrativa e financeira do Ministério Público. O órgão também tem a função de zelar pela autonomia funcional e administrativa da instituição, além de contribuir para o aprimoramento de sua atuação e fiscalizar o cumprimento de deveres administrativos.
Eis os 7 nomes indicados por Lula que foram aprovados:
- Marcio Barra Lima, para o CNMP;
- Ilan Presser, para o CNJ;
- Andréa Cunha Esmeraldo, para o CNJ;
- Carl Olav Smith, para o CNMP;
- Kátia Magalhães Arruda, para o CNJ;
- Paulo Regis Machado Botelho, para o CNJ;
- Noemia Aparecida Garcia Porto, para o CNJ.
Também foram apresentados na reunião da CCJ os relatórios das mensagens que indicam a juíza Margareth Rodrigues Costa ao cargo de ministra do TST (Tribunal Superior do Trabalho) e Tarcijany Linhares Aguiar Machado ao posto de defensora pública-geral da DPU (Defensoria Pública da União). As duas indicadas serão sabatinadas pelo colegiado no dia 28 de abril, no mesmo dia da sabatina de Jorge Messias ao STF.








