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Tribunal questionou a finalidade da solicitação e não respondeu se o telefone é ou era usado por Alexandre de Moraes
O Supremo Tribunal Federal quer que a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS explique a finalidade do pedido de informações sobre as conversas de um contato ligado ao tribunal nos registros do celular de Daniel Vorcaro, fundador do Master. Em ofício assinado na 2ª feira (23.mar.2026), a Corte não respondeu se o telefone pertence ao ministro Alexandre de Moraes.
“Não obstante, pede-se licença para consignar que a adequada apreciação da solicitação formulada demanda melhor delimitação de sua finalidade e de seu alcance, porquanto, a depender do objeto visado por essa Comissão, poderá a matéria não se inserir na esfera de atribuições desta Diretoria-Geral, hipótese em que sua apreciação deverá ser submetida à Presidência deste Supremo Tribunal Federal”, escreveu a Diretoria-geral da Corte.
O ofício afirma que o STF reconhece a “relevância constitucional” da CPMI e que está à “disposição” para auxiliar os trabalhos de investigação, mas exige um esclarecimento sobre o pedido da comissão.
ENTENDA
O senador e presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), enviou um ofício (íntegra – PDF – 185 kB) em 19 de março, solicitando que o STF informasse “no prazo de 2 (dois) dias úteis” quais foram “os usuários dos últimos 5 (cinco) anos (janeiro de 2021 até a data do presente ofício)” do número de celular identificado como destinatário das mensagens do ex-banqueiro.
O prazo se encerrou na 2ª feira (23.mar). No mesmo dia, Viana afirmou que iria oficiar o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, para saber quem usava o número contatado por Daniel Vorcaro no dia em que o fundador do Banco Master foi preso.
Vorcaro mandou mensagens via WhatsApp para uma pessoa no dia de sua 1ª prisão, em 17 de novembro de 2025. A CPMI do INSS pediu que o nº do celular desse destinatário fosse identificado pelo Sittel (Sistema de Investigação de Registros Telefônicos e Telemáticos). A resposta foi que o telefone era do Supremo Tribunal Federal. O Poder360 sabe qual é o número checado e verificou que esse celular foi usado pelo ministro Alexandre de Moraes durante vários anos, inclusive em conversas com jornalistas no período em que o fundador do Banco Master foi preso.
Moraes negou que tenha recebido tais mensagens.
Em 16 de março, Viana disse em entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, que o colegiado teve acesso aos dados do celular de Vorcaro e confirmou que o número para o qual o agora ex-banqueiro enviou uma mensagem no dia de sua prisão era de um aparelho funcional do STF. O senador chegou a dizer que o dispositivo era de Moraes, mas depois passou a falar que era do Supremo. Questionado sobre como ele sabia da informação, o senador não explicou.
Em 19 de março, o senador fez uma publicação (íntegra – PDF – 5 MB) na qual afirmou que a informação havia sido obtida a partir de um questionamento feito a empresas de telefonia por meio do Sittel.
Segundo a jornalista Malu Gaspar, o ex-banqueiro e o ministro trocaram mensagens no dia em que ele foi preso pela 1ª vez pela Polícia Federal, em 17 de novembro de 2025. A prisão se deu à noite, quando Vorcaro se preparava para sair do Brasil. De acordo com a reportagem, o empresário perguntou em uma mensagem se o interlocutor tinha alguma novidade e se tinha conseguido “bloquear”.
Em nota divulgada (íntegra – PDF – 6 MB) por meio da Secretaria de Comunicação do STF em 6 de março, o ministro reiterou não ter sido o destinatário.
PRÓXIMOS PASSOS
O mais provável é que o STF rejeite o pedido de informação à CPMI do INSS sobre quem usava o telefone que recebeu mensagens de Vorcaro em 17 de novembro de 2025. A Corte deve alegar que a informação violaria a privacidade dos magistrados. Como o Supremo é a última Instância da Justiça no Brasil, a CPMI não terá a quem recorrer.
Vorcaro está preso e em processo de fazer uma delação premiada. Mesmo que ele venha a confirmar que as mensagens que enviou foram para Alexandre de Moraes, ainda será a palavra do ex-banqueiro contra a do ministro do STF. A rigor, só é possível saber se a mensagem saiu de um aparelho e, de fato, chegou ao outro se os 2 celulares forem periciados –e se estiverem íntegros, sem o conteúdo apagado.
A chance de a CPMI conseguir obter o celular de Moraes para fazer uma perícia é nula. Já está claro dentro do STF que os ministros têm tomado atitudes de autopreservação. Na última semana, Moraes foi homenageado pelo decano Gilmar Mendes, que chegou a ficar com voz embargada ao elogiar o colega e dizer que o Brasil tem uma “dívida” com ele.
Durante sessão solene de autoria do deputado Cristiano Galindo (Mobiliza), para entrega de Certificado do Mérito Legislativo, o influenciador digital Rodrigo Gouveia Dantas ressaltou a importância do momento, destacando o papel das redes sociais como ferramenta de trabalho e transformação. Ele agradeceu ao deputado pela oportunidade, reforçando que o reconhecimento também representa todos os influenciadores e profissionais que dependem da comunicação digital para gerar impacto. “Só quem trabalha com redes sociais sabe o quanto é desafiador manter constância, engajamento e relevância”, afirmou.
O vereador Adriano Trajano (PL) enfatizou o orgulho em poder contribuir com pessoas que fazem a diferença em suas comunidades, especialmente na cidade de Bela Vista de Goiás, a qual ele representa. Segundo ele, os homenageados presentes representam valores como honestidade, dignidade e compromisso com uma sociedade melhor.
O vereador de Santa Bárbara de Goiás, Fernando Tchula (PV), também se pronunciou e reforçou o caráter simbólico da homenagem, afirmando que o reconhecimento evidencia o impacto positivo de cada homenageado. “Servir às pessoas, trabalhar com honestidade e contribuir com a comunidade são atitudes que realmente fazem a diferença. Estar aqui hoje não é algo comum, é resultado de um trabalho relevante.”
Já o vereador Sidney Júnior Oliveira Barbosa (PDT), presidente da Câmara de Santa Bárbara, destacou a importância do fortalecimento do Legislativo e da proximidade com a população. Ele mencionou avanços realizados durante a legislatura de Galindo, como a criação de gabinetes para vereadores, garantindo melhores condições de atendimento ao público. “Quem está na política precisa estar próximo do povo. Esse reconhecimento também valoriza o serviço prestado à comunidade”, concluiu.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
A nova edição do Goiás Social em Senador Canedo mobiliza a estrutura do Governo de Goiás com a oferta de serviços gratuitos e a entrega de benefícios à população. A ação, iniciada nesta terça-feira (24/3), reúne atendimentos nas áreas de saúde, cidadania e assistência social, além da distribuição de mais de mil cartões de programas sociais.
Coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado, o programa reforça a proposta de descentralizar o acesso a serviços públicos e alcançar todas as regiões do estado.
“Nós trabalhamos o Goiás Social nos 246 municípios do Estado, sem deixar ninguém para trás. Esse é um programa que criou raízes profundas em Goiás e que vai seguir com o compromisso de ajudar as pessoas”, ressaltou Gracinha.
Nesta edição, foram entregues 844 cartões do programa Mães de Goiás, 12 do Dignidade, 115 do Goiás Por Elas e 91 do Goiás + Inclusivo. Também foram distribuídos documentos e benefícios como Carteira do Autista, Passe Livre da Pessoa com Deficiência e Passaporte da Pessoa Idosa, além de kits de dignidade menstrual.
A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) também realizou a entrega de itens como cadeiras de rodas, fraldas, enxovais e muletas.
O vice-governador Daniel Vilela destacou o alcance social da iniciativa e o impacto direto na vida da população.
“Levamos esse programa para todas as regiões do estado, onde as pessoas tiveram a oportunidade de acessar serviços essenciais. Isso transformou o Goiás Social no maior programa de erradicação da pobreza do país”, afirmou.
Além dos benefícios sociais, o programa também contempla ações voltadas à geração de renda. Em Senador Canedo, foram entregues 68 cartões do Crédito Social, voltados a pessoas em situação de vulnerabilidade que desejam empreender.
Segundo o secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos, o crescimento da iniciativa reflete a ampliação das políticas públicas: “O Goiás Social começou em 2021 com uma estrutura simples e hoje se tornou um grande programa que leva dignidade e oportunidade à população”, disse.
Atendimentos e serviços
Durante os três dias de programação, a população tem acesso a uma ampla rede de serviços públicos concentrados em um único espaço. Na área da saúde, são oferecidos atendimentos como vacinação, exames oftalmológicos, mamografia, papanicolau e ações de prevenção ao câncer de pele.
Na área de cidadania, equipes do Vapt Vupt realizam emissão de documentos como RG, CPF e CRLV. Já a Defensoria Pública e o Tribunal de Justiça prestam assistência jurídica, com serviços de conciliação, divórcio, guarda, pensão alimentícia e reconhecimento de paternidade.

Para o prefeito Fernando Pellozo, a parceria entre Estado e município facilita o acesso da população aos serviços.
“Recebemos uma estrutura completa, com atendimentos que vão desde a emissão de documentos até exames de saúde. Isso agiliza e atende de forma direta as necessidades da população”, destacou.
“O Goiás Social promove inclusão e oportunidades”
A primeira-dama e secretária municipal de Assistência Social, Simone Assis, ressaltou que o Goiás Social vai além da oferta de serviços, ao promover inclusão e oportunidades reais para a população.
“Esse é um evento que traz muito mais do que benefícios, traz inspiração e esperança. É uma gestão que acredita no potencial das pessoas, especialmente das mulheres, dos jovens e dos idosos, com programas que incentivam a qualificação, o empreendedorismo e a autonomia”, afirmou.
Ela também destacou a integração entre município e Estado: “Encerramos recentemente o Avança Canedo e agora o Governo de Goiás reforça esse trabalho, ampliando os atendimentos e garantindo ainda mais acesso da população aos serviços públicos”, completou.
Alcance social
Com atuação em todos os municípios goianos, o Goiás Social é a principal estratégia de ação do governo estadual para promover inclusão social, ampliar o acesso a serviços públicos e estimular a autonomia financeira das famílias.

A iniciativa reúne diferentes órgãos e programas em uma mesma estrutura, reduzindo barreiras de acesso e fortalecendo políticas públicas voltadas à cidadania e à redução das desigualdades.
A programação segue até quinta-feira (26/3), com atendimentos das 8h às 17h na quarta-feira (25/3) e das 8h às 12h no último dia.
Apesar de Flávio Bolsonaro ter votado a favor no Senado, deputados de direita dizem que equiparar misoginia a racismo estimula “divisão e ódio entre homens e mulheres”
Deputados de direita estão usando as redes sociais para dizer que atuarão na Câmara para barrar o Projeto de Lei 896 de 2023, que inclui a misoginia na Lei de Racismo (Lei 7.716 de 1989). A proposta, de autoria da senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA), foi aprovada no Senado na 3ª feira (24.mar.2026).
O texto define misoginia como a conduta que “exteriorize ódio ou aversão às mulheres”. Com a nova norma, crimes praticados com base nesse preconceito passam a ter o mesmo tratamento jurídico de crimes de racismo, sendo inafiançáveis e imprescritíveis.
Apesar de o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ter votado a favor no Senado, deputados de direita dizem que equiparar misoginia a racismo estimula “divisão e ódio entre homens e mulheres”.
Em seu perfil no X, a deputada Bia Kicis (PL-DF) escreveu: “Projeto de divisão e ódio entre homens e mulheres acelerado com sucesso. E a direita cai na armadilha da esquerda”. Ela afirmou que trabalhará “para derrotar esse projeto”.
“Inacreditável é a palavra”, afirmou o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), chamando a proposta de “aberração” em publicação no X.

O deputado Mario Frias (PL-SP) disse em publicação no X que “o projeto se trata de uma mordaça ideológica e da destruição da presunção de inocência”. Ele escreveu: “Na prática, o que estamos vendo é a tentativa de criminalizar o homem pelo simples fato de ser homem”.

A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) chamou a proposta de “censura”. Ela disse em publicação no X: “Esse tipo de lei será usado por quem se veste de mulher para atacar e calar mulheres. Além de responder por transfobia ainda vai responder por misoginia sendo que qualquer um pode ser mulher. E quem nos chamou de imbeCIS vai continuar livre para nós atacar”.

ENTENDA
De acordo com o dicionário Aurélio, misoginia significa o desprezo ou aversão às mulheres, ou a repulsa mórbida do homem ao contato sexual com as mulheres.
Se a proposta for aprovada pelos deputados e depois, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ato de injuriar alguém ofendendo a dignidade ou decoro em razão de misoginia terá pena de 2 a 5 anos, além de multa. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito contra mulheres também passará a ser crime tipificado, com pena de 1 a 3 anos.
A pena será em dobro para crimes cometidos contra mulheres no contexto de violência doméstica e familiar.
O projeto diz que o juiz deve considerar como “discriminatória qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou a grupos minoritários que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos em razão da cor, etnia, religião, procedência nacional ou condição de mulher”.
Casa honrará profissionais e instituição ligados à saúde na quarta-feira, 25
Lidiane 25 de março de 2026
A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) promove, nesta quarta-feira ,25, três sessões solenes que destacam o reconhecimento a personalidades goianas, a inclusão social e a valorização de profissionais da saúde. Duas delas ocorrerão no Plenário Iris Rezende e uma de forma itinerante.
Pela manhã, a partir das 9 horas, o deputado Cristiano Galindo (Mobiliza) presidirá, no Plenário Iris Rezende, sessão solene extraordinária para a entrega do Certificado do Mérito Legislativo a diversas personalidades do Estado. A honraria reconhece serviços relevantes prestados à sociedade goiana em diferentes áreas.
No mesmo horário, às 9 horas, o deputado Ricardo Quirino (Republicanos) comandará uma sessão solene itinerante na sede da Associação dos Deficientes Físicos do Estado de Goiás (Adfego), localizada na Avenida Independência, no Setor Leste Vila Nova, em Goiânia. O evento homenageia os 45 anos de fundação da entidade, que há mais de quatro décadas atua na defesa dos direitos, na inclusão e no apoio a pessoas com deficiência em Goiás.
À noite, às 19 horas, novamente no Plenário Iris Rezende, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Bruno Peixoto, presidirá sessão solene em comemoração ao Dia do Acupunturista. A iniciativa busca valorizar os profissionais da acupuntura e demais trabalhadores da saúde que atuam com terapias integrativas, destacando a importância desses serviços para o bem-estar da população goiana.
As três solenidades refletem o papel do Legislativo goiano em reconhecer contribuições significativas à sociedade, promover a inclusão e fortalecer setores essenciais como a saúde e o apoio às pessoas com deficiência. As sessões são abertas ao público e devem contar com a presença de autoridades, homenageados e representantes das entidades envolvidas.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
A contabilidade goiana voltou a ganhar espaço na direção nacional da profissão. Dois profissionais do estado passam a integrar a nova composição do Conselho Federal de Contabilidade (CFC): o professor Einstein Paniago, empossado como conselheiro, e Weberth Fernandes, eleito vice-presidente administrativo da entidade para o mandato 2026–2029.
A posse ocorreu neste mês no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, reunindo representantes da contabilidade de todo o país, além de autoridades dos três Poderes e dirigentes de conselhos regionais. Durante a cerimônia também foi empossado o novo presidente do CFC, o contador Joaquim Bezerra.
Com a eleição de Weberth Fernandes para a vice-presidência administrativa, Goiás volta a ocupar uma cadeira no colégio de vice-presidentes do Conselho Federal após 18 anos, ampliando a presença do estado nas decisões estratégicas da profissão em nível nacional.
Para o professor Einstein Paniago, a participação na estrutura nacional da entidade representa um momento de reconhecimento e responsabilidade para a classe contábil goiana.
“É uma honra muito grande representar a classe contábil de Goiás no Conselho Federal. Trata-se de um órgão de enorme relevância para a sociedade brasileira, responsável pela normatização, fiscalização e desenvolvimento da contabilidade no país”, afirmou.
Segundo ele, a presença de representantes dos estados é fundamental para garantir equilíbrio e legitimidade nas decisões que orientam a profissão em todo o Brasil.
“O sistema é representativo. Cada estado leva suas experiências e desafios para o debate nacional, contribuindo para o aprimoramento das normas contábeis e para o fortalecimento da transparência e do compliance nas organizações”, destacou.
Transformação tecnológica e novos desafios
Paniago também ressaltou que a profissão atravessa um momento de transformação, impulsionado principalmente pela evolução tecnológica e pela crescente demanda por transparência nas informações econômicas.
“Estamos vivendo uma transição tecnológica significativa, com avanços como inteligência artificial e novos ambientes digitais que impactam diretamente a forma de registrar e analisar informações. A contabilidade precisa acompanhar essas mudanças, garantindo padronização, comparabilidade de dados e segurança nas operações”, pontuou.
“Queremos contribuir para o fortalecimento da contabilidade brasileira”
Ele acrescentou que a atuação no Conselho Federal amplia a possibilidade de contribuição de Goiás nos debates técnicos que definem o futuro da profissão.
“Temos muito trabalho pela frente e queremos contribuir para o fortalecimento da contabilidade brasileira, levando a experiência e as demandas dos profissionais goianos para as discussões nacionais”, completou.
Já o vice-presidente administrativo do CFC, Weberth Fernandes, destacou o simbolismo da cerimônia de posse e a importância da união da categoria em torno do desenvolvimento da profissão.
“É um momento muito emocionante ver todo o sistema contábil brasileiro reunido, demonstrando comprometimento com o país, com as boas práticas de gestão e com o fortalecimento da contabilidade”, afirmou.
O Conselho Federal de Contabilidade é responsável por orientar e regulamentar o exercício da profissão no país, além de atuar na elaboração de normas técnicas, fiscalização do exercício profissional e promoção da ética e da transparência nas atividades contábeis.
Participam da cerimônia o presidente da Câmara e ministros; governo prevê questionamentos no STF a trechos do texto aprovado pelo Congresso
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sanciona nesta 3ª feira (24.mar.2026), no Palácio do Planalto, o PL Antifacção (PL 5.582 de 2025), que institui o marco legal de combate ao crime organizado no Brasil. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), participa da cerimônia.
A sanção ocorre depois da aprovação do texto no Congresso e em meio à avaliação de que trechos da proposta poderão ser questionados no STF (Supremo Tribunal Federal) por suposta inconstitucionalidade.
Assista ao vivo:
O Planalto avalia que o projeto foi modificado ao longo da tramitação legislativa, sob influência do relator Guilherme Derrite (PP-SP), o que reduziu a margem do governo para moldar o conteúdo final da proposta. Diante disso, a estratégia passou a ser a de sancionar o texto e contar com eventual revisão judicial de pontos considerados problemáticos.
O PL Antifacção reúne medidas voltadas ao enfrentamento de facções criminosas e ao combate ao crime organizado. A expectativa do governo é apresentar uma resposta institucional ao avanço dessas organizações, ao mesmo tempo em que preserva a possibilidade de contestação de trechos controversos no Supremo.
Veter Martins quer reforçar segurança no cuidado a idosos e pessoas com deficiência
Lidiane 24 de março de 2026
A Assembleia Legislativa de Goiás analisa o projeto nº 4689/26, que prevê ações em benefício de pessoas idosas no Estado. Se for aprovada na Casa e depois e sancionada pelo Executivo, a matéria criará um orograma estadual de certificação técnica e segurança do cuidado em instituições que atendem pessoas idosas, pessoas com deficiência e indivíduos em situação de dependência temporária ou permanente.
De autoria do deputado Veter Martins (Mobiliza), a proposta estabelece diretrizes para elevar a qualidade do atendimento prestado por instituições como as de longa permanência para idosos (ILPIs), centros-dia, casas de acolhimento e entidades conveniadas ao Estado.
O programa terá caráter administrativo e sanitário, sem interferir na regulamentação de profissões ou nas relações de trabalho. Entre os principais objetivos estão a elevação do padrão técnico do cuidado, a prevenção de negligência e maus-tratos, a implementação de protocolos mínimos de segurança e o fortalecimento da fiscalização preventiva.
Para obter a Certificação Estadual de Segurança do Cuidado, as instituições deverão cumprir critérios como capacitação periódica das equipes, adoção de protocolos de prevenção de quedas e lesões, controle rigoroso na administração de medicamentos, além da criação de planos internos de enfrentamento à violência e canais de denúncia.
A certificação terá validade de dois anos, podendo ser renovada mediante nova avaliação. O projeto também determina a obrigatoriedade de documentos como o Manual de Boas Práticas do Cuidado, registros individualizados de assistência e comunicação às autoridades em casos de suspeita de violência.
A fiscalização ficará a cargo dos órgãos estaduais das áreas de assistência social e vigilância sanitária. Em caso de descumprimento, poderão ser aplicadas sanções como advertência, multa, suspensão da certificação e comunicação ao Ministério Público.
A matéria está sendo encaminhada à Comissão de Constituição, Justiça e Redação para designação de relatoria parlamentar.
Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás
O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), decidiu não entrar na disputa pela Presidência da República neste ano e vai cumprir até o fim o segundo mandato à frente do Estado. A decisão foi comunicada nesta segunda-feira (23/3) ao presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, após conversa com a família no domingo (22).
Com isso, Ratinho Jr. deixa a corrida interna do PSD, na qual aparecia como o nome mais forte da legenda nas pesquisas para 2026. A retirada do governador paranaense recoloca no centro da disputa os governadores Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, que seguem como pré-candidatos do partido.
Ao fim do mandato, em dezembro, Ratinho Jr. disse que pretende se afastar da política para assumir a presidência do Grupo Massa de Comunicação, criado pelo pai, o apresentador de TV Ratinho. Mesmo fora da disputa nacional, ele deve continuar atuando politicamente dentro do PSD e em defesa das pautas da legenda.
Segundo a nota divulgada por sua assessoria (veja íntegra abaixo), o governador avaliou que precisa manter o compromisso assumido com os eleitores paranaenses e dar sequência ao projeto iniciado em 2018. Ratinho Jr. foi reeleito em 2022 com cerca de 70% dos votos válidos.
A decisão também afeta a sucessão no Paraná e frustra a expectativa de parte do partido, que via o governador como favorito de Kassab para a disputa presidencial. Nas sondagens mais recentes, Ratinho Jr. aparecia à frente de Caiado e Leite, chegando a pontuar acima dos dois em alguns levantamentos.
Na pesquisa Quaest mais recente, de março, ele tinha 7% das intenções de voto em cenários de primeiro turno, contra 4% de Ronaldo Caiado e 3% de Eduardo Leite. O bom desempenho nas pesquisas era visto como um dos principais trunfos do governador dentro do PSD.
Mesmo fora da disputa presidencial, o governador afirmou que seguirá à disposição do PSD para contribuir com o debate nacional. A legenda deve agora concentrar seus esforços na definição entre Caiado e Eduardo Leite como nome do partido para a eleição presidencial.
Leia na íntegra da nota do governador
O governador Ratinho Junior decidiu concluir seu mandato no Paraná até dezembro deste ano. Portanto, ele deixa de participar da discussão interna do PSD (Partido Social Democrático), que escolherá um candidato disposto a concorrer às eleições presidenciais deste ano. A decisão foi tomada na noite deste domingo, 22, após profunda reflexão com sua família. O fato foi levado ao conhecimento do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, nesta segunda, 23.
Ratinho está convicto que deve manter o compromisso selado com os paranaenses nas eleições de 2018 e não pode interromper o projeto que tem garantido o ciclo de crescimento econômico do Paraná. Sob a gestão de Ratinho Junior, que alcançou 85% de aprovação, o Estado se consolidou como a melhor educação do Brasil, obteve os menores índices criminais dos últimos 20 anos, o maior investimento em infraestrutura da história, e conquistou, por quatro vezes consecutivas, a excelência em sustentabilidade no Brasil.
O governador do Paraná continuará à disposição do PSD para ajudar o Brasil virar a página do atraso, criar perspectivas mais otimistas para os jovens, ser destravado com menos burocracia, endurecimento de leis criminais e tenha o agronegócio brasileiro como trunfo na competição global entre nações.
Eleito com quase 70% dos votos válidos em 2022, Ratinho permanecerá pautando a sua vida para ajudar o Brasil a partir do Paraná, ao defender um estado menor e mais eficiente, que tem a educação como instrumento para melhorar a vida de jovens e apostando na pacificação e no diálogo como alicerces do Estado Democrático de Direito.
Carlos Massa Ratinho Júnior nasceu numa família humilde em Jandaia do Sul. Mudou para Curitiba ainda criança, onde o pai chegou desempregado na década de 80. A trajetória simples do governador permitiu que ele jamais fosse contaminado pelas benesses do Poder.
Ao encerrar em dezembro essa fase de sua vida, Ratinho Júnior pretende voltar ao setor privado e presidir o Grupo de Comunicação criado pelo pai, o apresentador Ratinho.
Autor Manoel Messias Rodrigues
Miguel Díaz-Canel diz que está comprometido com o diálogo, mas que se prepara para “o pior dos cenários”
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel (Partido Comunista de Cuba, esquerda), disse que está disposto a “dar a vida pela revolução”, caso não haja espaço para diálogo. Ao falar sobre a defesa da soberania da ilha, afirmou que está se preparando para “o pior dos cenários”.
A declaração foi dada ao político espanhol Pablo Iglesias, que publicou na 2ª feira (23.mar.2026) um trecho da entrevista em seu perfil nas redes sociais. Cuba atravessa uma crise energética, com sucessivos apagões nas últimas semanas, e sofre com o aumento da pressão do presidente norte-americano, Donald Trump (Partido Republicano) sobre a ilha.
“Não queremos guerra, queremos diálogo. Queremos chegar a esse ponto de neutralidade que vocês considerariam ideal, mas se esse ponto não for alcançado, estamos preparados. E digo isso com a profunda convicção que tenho, que compartilhei com a minha família, de que daríamos nossas vidas pela revolução”, disse Díaz-Canel.
O presidente cubano não mencionou o nome de Trump, mas disse que tem “um plano para aumentar a prontidão de toda a população para a defesa”. Segundo ele, esse plano inclui “participação popular”. Ele declarou: “Cada cubano sabe qual papel e qual missão deve desempenhar na defesa e a maioria do nosso povo está disposta”.
Assista ao vídeo:
El gesto de Silvio Rodríguez exigiendo su fusil de asalto si Trump envía a sus soldados a Cuba, ha dado la vuelta al mundo.
Pregunté a @DiazCanelB por ese gesto y su respuesta fue muy clara: no queremos guerra, queremos diálogo, pero si entran daremos la vida por la revolución pic.twitter.com/CHNeJznBNd
— Pablo Iglesias 🔻{R} (@PabloIglesias) March 23, 2026
Trump tem intensificado a retórica contra o governo cubano e chegou a afirmar que teria a “honra” de assumir o controle do país. As sanções impostas pelos EUA foram ampliadas e incluem um bloqueio de fato ao fornecimento de combustível, agravando a crise energética e econômica na ilha.
O governo cubano diz que não discute mudanças no regime político. O vice-ministro das Relações Exteriores, Carlos Fernández de Cossío, disse no domingo (22.mar) que Cuba está “aberta a negócios”, mas rejeitou condições impostas pelos EUA relacionadas a mudanças políticas internas ou à libertação de presos.
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