17 de abril de 2026
  • 12:27 Lincoln Tejota propõe reconhecimento oficial de festas religiosas de São João d’Aliança
  • 08:43 Aparecida apura venda ilegal de fórmula infantil especial
  • 04:59 Lula desembarca em Barcelona e inicia tour pela Europa
  • 01:15 Homenagens na Estrada de Ferro
  • 21:31 Pane elétrica na Câmara de Aparecida adia prestação de contas


A família Bolsonaro sinalizou nesta sexta-feira (5/12) uma estratégia explícita para preservar seu peso político na direita: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi apresentado como o nome indicado pelo pai para disputar a Presidência em 2026. A escolha é vista por aliados como tentativa de manter o núcleo familiar no centro das negociações que vão moldar a campanha.

A indicação busca garantir poder de barganha ao bolsonarismo familiar nas articulações partidárias que ganham ritmo nos próximos meses. Ao mesmo tempo, analistas alertam para os riscos: a condenação e prisão de Jair Bolsonaro podem contaminar a imagem de uma candidatura associada diretamente ao ex-presidente.

A decisão empurra para a retaguarda pretensões de aliados que ambicionavam o apoio do ex-presidente — como o nome do governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que vinha sendo cotado por caciques políticos. Parlamentares próximos a Flávio dizem que ele recebeu orientações do pai para intensificar a projeção nacional, ampliar participação em eventos públicos e articular ações também em âmbito estadual.

O próprio senador anunciou a indicação nas redes sociais: “É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação”, disse Flávio.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou o apoio do partido em nota oficial e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comentou a nota do PL nas redes sociais.

“Que o Senhor te dê sabedoria, força e graça em cada passo, e que a mão d’Ele conduza o teu caminho para o bem da nossa nação”, escreveu Michelle.

Aliados apontam falta de competitividade

A indicação, porém, ainda precisa ser consolidada internamente. Membros do PL dizem que a pré-candidatura de Flávio depende de costura partidária e de adesões em setores mais amplos do bolsonarismo. Por ora, a avaliação entre deputados e dirigentes é de que o senador não é ainda competitivo nacionalmente.

Analistas consultados apontam que a estratégia tem dupla função: afirmar que o bolsonarismo continua vivo como ator decisivo e criar capital política para negociar palanques e alianças. Mas ressaltam que há riscos consideráveis, sobretudo pela associação direta com Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e preso em processo relacionado às tentativas de atentado à ordem democrática.

A prisão do ex-presidente levanta um ponto sensível para a campanha: ela pode prejudicar a narrativa que hoje tenta obter anistia aos condenados pelos atos golpistas, tese que o núcleo bolsonarista defende. Especialistas lembram que a repercussão desse capítulo judicial pode afastar eleitores moderados e provocar resistência em setores que ainda contemplavam o apoio de Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro: orientações do pai para ampliar sua projeção nacional, como participação em eventos públicos e estratégias que contemplem ações estaduais

Fontes próximas a Flávio informam que o senador tem recorrido a orientações do pai para ampliar sua agenda pública. Flávio visitou Jair Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, na última terça-feira (2/12). A previsão é de que Michelle faça nova visita ao marido e que Flávio retorne ao encontro familiar na próxima terça-feira (9/12), com autorização do ministro do STF Alexandre de Moraes.

A movimentação dentro do PL também sinaliza tentativa de unificação. A nota de Valdemar Costa Neto tende a fechar fileiras no partido, ao menos publicamente. Resta saber até que ponto lideranças nacionais e estaduais aceitarão a opção por um nome do núcleo familiar, diante de incertezas eleitorais e do receio de desgastes judiciais.

No campo da política prática, a indicação deve alterar o mapa de candidaturas à direita. Nomes que buscavam o endosso do ex-presidente terão de reavaliar estratégias e composições. A resistência interna pode se traduzir em candidaturas alternativas ou em negociações por espaço em palanques regionais.

A confirmação da indicação inaugura, portanto, um período de intensas negociações internas e de avaliação dos impactos eleitorais. Para a família Bolsonaro, a aposta é que um nome familiar mantenha a coesão do grupo e amplie sua capacidade de influência. Para adversários e analistas, porém, a jogada contém riscos concretos — políticos e judiciais — que podem limitar a viabilidade de uma campanha presidencial vinculada ao ex-presidente.



Autor Manoel Messias Rodrigues


O senador liderou o grupo que cantou louvores evangélicos e orou pela saúde de Jair Bolsonaro, preso em 22 de novembro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comandou a vigília em prol da saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no sábado (22.nov.2025). O encontro de aliados começou por volta das 19h20 em um estacionamento perto do condomínio Solar de Brasília, na capital federal, onde Jair cumpria pena domiciliar até ser preso e levado à Superintendência da Polícia Federal.

Flávio esteve acompanhado de seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), mas não contou com a presença de sua madrasta, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), e tampouco de seus irmãos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o vereador de Balneário Camboriú Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), que moram nos Estados Unidos e em Santa Catarina, respectivamente.

Estiveram presentes o senador Rogério Marinho (PL-RN), o juiz aposentado Sebastião Coelho e os deputados Helio Lopes (PL-RJ), Bia Kicis (PL-DF) e Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara, que chegou nos minutos finais. 

Flávio, que convocou a vigília na 6ª feira (21.nov.2025), foi recebido com abraços de apoiadores, que entoaram “volta Bolsonaro” como forma de apoio ao ex-presidente. Ao centro da roda, o senador liderou o grupo, que cantou louvores evangélicos e orou pela saúde de Jair Bolsonaro. Lopes, Kicis e Marinho ficaram ao lado do senador durante as orações.

Carlos Bolsonaro, porém, não participou ativamente. O vereador preferiu se distanciar do centro da roda de orações e limitou sua participação a tirar fotos e conversar com apoiadores. 

Grande parte dos presentes vestiam camisas verde e amarela com mensagens a favor de Jair Bolsonaro. Os apoiadores também levaram um boneco de papelão em tamanho real do ex-presidente.

A vigília foi encerrada por volta das 20h25, pouco depois da confusão na qual um homem foi agredido enquanto fazia pregação. 

VIGÍLIA MOTIVOU PRISÃO

Jair Bolsonaro teve sua prisão decretada no sábado (22.nov) depois de a PF (Polícia Federal) divulgar elementos que, segundo o ministro do STF Alexandre de Moraes, indicam risco de fuga e ameaça à ordem pública. 

A vigília foi citada pelo ministro como elemento adicional para fundamentar a necessidade de prisão preventiva.

“O conteúdo da convocação para a referida ‘vigília’ indica a possível tentativa da utilização de apoiadores do réu Jair Messias Bolsonaro, em aglomeração a ser realizada no local de cumprimento de sua prisão domiciliar, com a finalidade de obstruir a fiscalização das medidas cautelares e da prisão domiciliar pela Polícia Federal e pela Polícia Polícia Penal do Distrito Federal”, escreveu Moraes.



Autor Poder360 ·


Casa dos pais de Rogéria Bolsonaro fica em cidade no sudoeste do Estado do Rio de Janeiro e ladrões queriam “dinheiro que o Bolsonaro mandava”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (24.ago.2025) que sua mãe, Rogéria Bolsonaro, 65 anos, e seus avós (os 2 na faixa dos 80 anos) foram feitos reféns durante um assalto em Resende (RJ). Segundo ele, os criminosos mantiveram a família sob ameaça por mais de 1 hora “de terror”. Ninguém se feriu.

O congressista compartilhou nas redes sociais um vídeo e relatou que eles foram amarrados com fita adesiva e tiveram armas apontadas contra a cabeça. Flávio afirmou que os assaltantes abordaram sua mãe ao chegarem à casa, no sudoeste do Estado. Armados, teriam dito que “sabiam quem ela [Rogéria] era” e perguntaram sobre “onde estava o dinheiro” que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviaria aos avós.

“Reviraram a casa inteira. Como não havia dinheiro, levaram alguns anéis e fugiram roubando o carro do meu avô”, disse.

O senador declarou que providências já foram tomadas e disse esperar que os responsáveis sejam encontrados.

Assista (1min16s):

Leia abaixo a íntegra da nota de Flávio Bolsonaro: 

“Acabaram de fazer minha mãe e meus octogenários avós de reféns, na casa deles em Resende/RJ. E não foi um simples assalto.

“Graças a Deus estão todos bem, mas foi mais de uma hora de terror, com arma na cabeça e boca tampada com fita adesiva.

“Os marginais chegaram abordando minha mãe, dizendo que sabiam quem ela era e querendo saber onde estava o “dinheiro que o Bolsonaro mandava para meus avós”.

“Reviraram a casa inteira.

“Como não havia dinheiro, levaram alguns anéis e fugiram roubando o carro do meu avô.

“Já tomamos as providências e, se Deus quiser, em breve esses marginais covardes serão encontrados!”



Autor Poder360 ·


Decisão se deu após o ministro bloquear as contas de seu irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro, e impor medidas cautelares contra o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta 2ª feira (21.jul.2025) que irá protocolar “nas próximas horas” mais um pedido de impeachment contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

A decisão se deu depois de Moraes bloquear as contas do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e impor medidas cautelares contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Para ‘salvar a democracia’, Alexandre de Moraes continua usando os mesmos métodos que acabaram com a democracia no Brasil. Tortura suas vítimas com todos os aparelhos que tem a sua disposição: de asfixia financeira a ameaça de prisão de familiares para fabricar uma falsa delação. A espinha de peixe na garganta do Brasil precisa ser retirada”, escreveu o senador em seu perfil no X.

Em abril do ano passado, Flávio havia dito ser contra retirar ministros da Corte do cargo e defendeu uma “autorregulação do próprio Supremo”. Como mostrou o Poder360, o impeachment de Moraes será uma das prioridades da oposição no Congresso no 2º semestre.

Há mais de 50 pedidos de impeachment contra ministros do STF parados na Casa. A decisão de pautar ou arquivar cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Nunca um ministro da Corte foi retirado do cargo. Seria algo inédito. Entenda o rito do processo.



Autor Poder360 ·


Senador diz que Brasil não tem condições de exigir nada e não deveria resistir após Trump anunciar tarifa de 50%

Ao comentar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), de taxar em 50% os produtos brasileiros, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu que a situação deve ser encarada como “uma negociação de guerra”. Flávio afirmou que o Brasil não está em “condições normais” de exigir nada do governo Trump.

Em entrevista à CNN Brasil, Flávio afirmou que “essa situação tem que ser encarada como uma negociação de guerra, sim, onde nós não estamos em condições normais”. Segundo ele, “nós não estamos em condições de exigir nada por parte do governo Trump. Ele vai fazer o que ele quiser independente da nossa vontade”.

O senador comparou o tarifaço às bombas atômicas lançadas na 2ª Guerra Mundial e afirmou que a resposta do Brasil deve ser estratégica. “Cabe a nós a responsabilidade de evitar que duas bombas atômicas caiam aqui no Brasil para, só depois, anunciarmos uma anistia”.

De acordo com Flávio, a resistência do Brasil em resolver a situação pode trazer consequências severas. “A consequência vai ser o aumento de taxas, imposição de sanções a alguns CPFs aqui no Brasil. Isso já vem sendo anunciado por algumas autoridades do governo americano na chamada Lei Magnitsky. É algo muito grave”, declarou.



Autor Poder360 ·


O Bate-Papo NG desta quarta-feira (11/12) recebeu o vereador reeleito em Aparecida de Goiânia, Gleison Flávio, do  Partido Liberal, que inicia seu quinto mandato na Câmara Municipal a partir de 1º de janeiro de 2025. Gleison falou sobre sua trajetória política, sua atuação no legislativo, seu posicionamento de oposição e fará um balanço das eleições deste ano em que apoiou o ex-candidato Professor Alcides. Gleison Flávio é o atual primeiro vice-presidente da Câmara em Aparecida também falou sobre um dos problemas mais sensíveis neste momento na cidade que é a irregularidade na coleta de lixo.

Sobre seu trabalho no legislativo, Gleison Flávio, evidenciou o que mais fez em seu atual mandato, seu trabalho na mesa diretora e falou sobre quem pretende apoiar para presidente no próximo biênio. “Fiz meu papel de fiscalizar os gastos do executivo. Esse foi o maior foco do meu quarto mandato. Fiscalizei o funcionamento de hospitais e secretarias da nossa cidade. Ser da área da comunicação me ajuda a ter uma visão ampla da sociedade. Cheguei a cogitar ser candidato para a próxima legislatura, porém, não avancei com esse projeto porque o mentor da proposta entendeu que outros nomes poderiam ir para essa disputa, porém, me sinto realizado pelo trabalho que fiz como 1º vice-presidente nesta legislatura. Eu estou defendendo o nome do Gilsão Meu Povo para a próxima legislatura porque conheço sua história e por que acho que a hora agora é dele. Ele conhece e gosta das pessoas da nossa cidade”, explicou.

O 1º vice-presidente do legislativo municipal denunciou o alto valor do contrato atual que a Prefeitura tem com uma empresa que faz a coleta de lixo na cidade. “A empresa Vale Norte fazia o trabalho da coleta de lixo em Aparecida. E uma nova empresa consorciada fez um contrato que considero ter sido a toque de caixa de R$ 485 milhões em quatro anos. Esse é o contrato atual. Eu ofereci denúncia no Ministério Público e no Tribunal de Contas dos Municípios contra isso, porém, ainda não foi feito nada em relação a isso. Temos uma conta de R$ 13 milhões com duas empresas hoje que não atendem a cidade, não só com a coleta, mas também com a limpeza da cidade. A prefeitura de Aparecida não tem condições de seguir com essa gestão do lixo”, criticou.

Gleison falou sobre sua relação com o futuro prefeito eleito Leandro Vilela (MDB) e também com o atual prefeito Vilmar Mariano (UB) e o ex-prefeito Gustavo Mendanha (MDB). “Tive a oportunidade de conversar com ele (Leandro) por telefone umas quatro vezes. E já o vi duas vezes pessoalmente. E eu já o disse que estou na Câmara para somar como vereador para as coisas que forem boas para a população. Tive um pequeno desconforto com o ex-prefeito Gustavo Mendanha, mas algo que já está resolvido. Já em relação ao prefeito Vilmar Mariano, para mim é um covarde, pois eu tinha 137 indicações de cargos na Prefeitura e ele demitiu todos. Cortou gratificações de companheiros para me atingir. Demitiu pessoas com câncer e grávidas. Mudei minha estratégia e hoje ajudo as pessoas a arrumar empregos na iniciativa privada. Não tenho amizade com Vilmar e não pretendo ter”, revelou.

O vereador Gleison também analisou os pontos negativos da campanha de seu então candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia nestas eleições, o deputado federal Professor Alcides (PL). “Teve muitos erros na campanha, que se não houvessem acontecido ele assumiria a prefeitura em 2025. Professor Alcides para mim é uma pessoa excepcional. Mas estava muito cercado de pessoas oportunistas, aproveitadores e que não tinham capacidade para esse projeto. Outros se aproveitaram das fraquezas da equipe do Professor Alcides. O fato dele não ir aos debates foi equivocado, um erro da equipe de marketing”, avaliou.

Gleison Flávio também falou sobre a presença de Bolsonaro nas eleições em Aparecida neste ano e revelou quais projetos têm para as eleições estaduais de 2026. “Professor Alcides demarcou território e a vinda do Jair Bolsonaro contribuiu muito com sua campanha nestas eleições na cidade. Alcides é um deputado atuante e campeão de emendas para nossa cidade, mas para prefeito, acredito que ele não volte a disputar pelo nosso município. Em 2026 não tenho interesse em ser candidato e já tenho um pré-candidato a deputado federal que é o Professor Alcides, pois tenho gratidão por ele”, considerou.



Autor Felipe Fulquim