23 de abril de 2026
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Líder do União Brasil afirma que não é razoável a ocupação de cargos no governo que a nova federação “não fará parte”

O presidente do União Brasil, ACM Neto (BA), afirmou nesta 3ª feira (19.ago.2025) que a federação União Progressista não terá alinhamento com o governo Lula nem com o PT, e nasce para ser uma alternativa política para 2026.

“Não vejo hipótese de alinhamento com o governo nem de aliança com o PT”, declarou a jornalistas durante evento que oficializou a federação.

ACM disse que a sigla tem o tamanho e peso das lideranças para trazer temperança à política e afastar radicalizações.

“É fundamental não ter cargos no governo para garantir independência e liberdade de crítica”, afirmou o dirigente.

Ele ressaltou que a decisão sobre a saída de filiados da federação que ocupam ministérios ainda deve ser discutida após a homologação pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Mas disse que há pressa, já que não seria razoável a ocupação de cargos no governo que o União-PP “certamente não fará parte” em 2026.

“Eu acho que o quanto antes vai ser preciso debater a saída de qualquer quadro pertencente aos partidos da federação do governo. É uma situação que certamente gera desconforto, gera incômodo”, afirmou.

Segundo ACM Neto, o objetivo é construir um projeto político de centro-direita que ofereça uma alternativa nas próximas eleições.

Mas na hora do discurso, ele foi mais brusco: disse que o lado da federação é contra o PT. “E o próximo presidente que não é do PT, sairá daqui hoje”, declarou.

A federação União Progressista reúne União Brasil e PP, controlando 109 deputados, 15 senadores e quatro ministérios no governo federal.

Na Bahia, reduto eleitoral de sua família, ele afirma que o objetivo é construir uma oposição unificada capaz de enfrentar o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT).

Um levantamento recente revelou que, se as eleições fossem hoje, o ex-prefeito de Salvador venceria a disputa pelo governo da Bahia no 1º turno, com 53,5% contra 28,1% do governador.

“Agora, a missão é conversar com outros partidos que fazem oposição ao PT e constituir uma ampla oposição, de preferência uma única”, afirmou.



Autor Poder360 ·

Lidiane

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