3 de abril de 2026
  • 12:08 Crise em maternidade leva Prefeitura de Goiânia a trocar gestão
  • 08:24 Artemis 2 parte em direção à Lua
  • 04:41 Bia de Lima pretende estabelecer dados relativos aos impactos das mudanças climáticas na vida das mulheres
  • 00:57 Preso suspeito de matar enteada de 9 anos envenenada em Goiás
  • 21:13 PM aposenta tenente-coronel suspeito por feminicídio


A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo criou o curso de Engenharia Eletrônica e Sistemas Computacionais. A graduação vai oferecer 56 vagas anuais no campus do Butantã, na capital paulista. O vestibular para seleção dos candidatos realiza-se em 2026, com ingresso previsto para 2027. O Conselho Universitário aprovou a criação em 16 de dezembro de 2025.

O novo curso surgiu do desmembramento da graduação em Engenharia Elétrica, ganhando agora autonomia para atender às crescentes demandas do setor tecnológico. A formação terá duração de 5 anos e representa uma modernização necessária no ensino da engenharia, priorizando a motivação do aluno e a aplicação direta do conhecimento.

Estrutura pedagógica baseada em projetos práticos

O currículo integra teoria e prática desde o 1º ano. A graduação inclui fundamentos sólidos em matemática, física e computação. Os Projetos Integrativos Extensionistas desafiam os estudantes a desenvolver soluções para problemas reais da sociedade.

“O curso foi pensado para motivar os alunos a desenvolverem projetos de engenharia ligados à sociedade. Tem como base um forte desenvolvimento em computação, projeto de semicondutores, chips e inteligência artificial”, destaca Gustavo Pamplona, professor da USP.

Entre os temas abordados estão sistemas de alerta para desastres naturais e estratégias para cidades inteligentes. “Do ponto de vista pedagógico, o desenvolvimento de projetos e a dimensão prática são essenciais para a formação do engenheiro”, explica. Pamplona afirma que o pilar do curso é a conexão entre a excelência técnica e o impacto social.

Trilhas de especialização nos anos finais

Nos 2 últimos anos, os alunos poderão personalizar a formação através de trilhas de especialização em áreas estratégicas. As opções incluem Inteligência Artificial (IA), Semicondutores, Chips, Sistemas Embarcados, Comunicações e Processamento de Sinais.

Exemplos de aplicação prática

Dois projetos ilustram o perfil da nova graduação. O primeiro é o tracker biaxial, dispositivo desenvolvido por alunos para acompanhar o movimento do Sol em 2 eixos. A operação baseia-se nos horários do dia. Um software calcula a posição ideal tanto no eixo da base quanto no da placa. Um sensor de luminosidade (LDR) detecta quando o dia está nublado. O sistema ajusta a placa para captar o máximo de luz possível.

O segundo projeto consiste no monitoramento do Riacho Doce, na comunidade de São Remo, no Butantã, zona oeste de São Paulo. O objetivo é implementar uma rede de sensores para prevenir enchentes. Dados meteorológicos serão cruzados com informações coletadas localmente para reduzir os danos à população. A Poli divulgou um vídeo explicativo sobre o novo curso.


Com informações da Agência São Paulo



Autor Poder360 ·


Fármacos seriam embasados nos conhecimentos milenares da medicina tradicional chinesa, especialidade da Universidade de Hebei

Secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás (SIC), Joel de Sant’Anna Braga Filho, durante nova missão à China (Foto: SIC)

O Governo de Goiás, durante nova missão à China, coordenada pelo secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás (SIC), Joel de Sant’Anna Braga Filho, iniciou discussão sobre a implantação de um laboratório de medicamentos em Anápolis, em parceria com a Universidade de Medicina Chinesa de Hebei. A presidente da universidade Gao Weijuan e o vice-presidente Li Yongmin receberam o secretário goiano em reunião que discutiu o projeto.

A Universidade de Medicina Chinesa de Hebei, anteriormente conhecida como Faculdade de Medicina Tradicional Chinesa de Hebei, é uma universidade pública provincial fundada em 1958, localizada em Wuhan, Hebei, China.

Em 2003, o espaço foi renovado por meio da fusão com a Faculdade de Ciências Laboratoriais Médicas de Hebei (Hebei College of Medical Laboratory Sciences). Atualmente, a faculdade conta com três escolas secundárias, quatro hospitais afiliados, quatro centros de pesquisa médica de nível estadual (nível mais alto) e dez instituições de pesquisa.

“Há uma preocupação muito grande do Governo de Goiás em fornecer uma saúde de qualidade para a população, sendo o próprio governador Ronaldo Caiado um médico com muitos anos de experiência que não mede esforços para fazer investimentos nessa área”, destaca Joel de Sant’Anna Braga Filho.

“Agora, além de todos os recursos destinados para hospitais – como o Estadual de Águas Lindas, que será entregue no próximo dia 17 de junho; o de Uruaçu; o da Criança, entre outros -; os leitos de UTI; e seis policlínicas, a medicina tradicional chinesa vem como complemento ao sistema de saúde de excelência que tem se formado em Goiás”, conclui.

No estado, a Universidade de Medicina Chinesa de Hebei já possui uma parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG) desde 2019, com a criação do Instituto Confúcio, que além de oferecer aulas de língua e cultura chinesa, é o primeiro em toda a América Latina a promover o ensino de Medicina Tradicional Chinesa.

Missão à China
Outros compromissos da agenda oficial incluíram um encontro com os representantes da Organização das Nações Unidas de Agricultura e Alimentação de Hebei (Hebei FAO) e do Departamento Comercial da Província.

No primeiro dia de trabalho da missão técnica, a comitiva se reuniu com o presidente da Associação Sino Brasileira de Mineração (ASBN), Luís Guimarães; com o diretor do Instituto de Ensaios e Testes com Gemas, Sam Hu; além de empresários e membros do Ministério das Minas do governo chinês. Em pauta, a formatação de um acordo para viabilizar o levantamento geofísico do estado de Goiás.



Autor



A Redação

Goiânia –

Professores e professoras da Universidade Federal de Catalão (UFCat) rejeitaram adesão à greve da categoria. A votação eletrônica teve início na última terça-feira (23/4) e foi encerrada nesta sexta-feira (26/4), conforme deliberado em Assembleia Extraordinária realizada pelo Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato). No total, 90 professores votaram, sendo 55 (61,11%) contra a paralisação, 34 (37,77%) a favor e 1 (1,11%) abstenção.


 


A pergunta apresentada na cédula era: “Você é favorável à deflagração de greve da categoria docente na Universidade Federal de Catalão (UFCat)?”. Com a maioria dos votos, foi deliberado que a categoria não entrará em greve. Foram registrados 63 votos de professores não filiados ao Adufg-Sindicato e 27 de docentes filiados.


 

Segundo o presidente do Adufg-Sindicato, professor Geci Silva, a entidade continuará lutando ativamente para que as negociações nacionais, já em andamento, tragam resultados positivos à categoria. “Nossa posição sempre foi de continuar lutando em busca do reajuste salarial, da reestruturação da carreira e de melhores condições de trabalho”, afirma. A diretoria do Adufg-Sindicato reforça, também, que “reajuste zero” é inaceitável. 

Leia mais:
Plebiscito eletrônico vai definir adesão de professores da UFG à greve



Autor


Evento aberto a toda a comunidade

(Foto: Victor Quixabeira)

No próximo dia 9 (terça-feira), a Universidade Federal de Catalão vai receber o espetáculo “Malagueta na Labuta”, da artista circense Fernanda Pimenta (Palhaça Malagueta). A apresentação é gratuita a partir das 19h.

O espetáculo solo “Malagueta na Labuta” combina palhaçaria com o universo feminino, contando a história da diarista Malagueta que, ao trabalhar, brinca e cria outras realidades possíveis para tornar a lida diária menos dura. A obra tem a direção de Thaíse Monteiro e foi criado em 2021, remontado em 2022 com a mirada cênica da palhaça catalã Pepa Plana e reestreou presencialmente em 2023. A Palhaça Malagueta, vivenciada por Fernanda Pimenta, está entre as artistas goianas com maior visibilidade no cenário regional.

A palhaçaria feminina tem se tornado um novo e importante jeito de quebrar estereótipos de gênero na produção cultural e no cenário artístico, além de valorizar o trabalho autoral de mulheres no estado de Goiás. Outra importância da palhaçaria feminista é a possibilidade de criar histórias que representem as experiências e vivências das mulheres, denunciando de forma leve a invisibilidade e a violência contra o feminino em diversas esferas da sociedade.

Este espetáculo foi contemplado pelo Edital de Fomento ao Circo do Fundo de Arte e Cultura – FAC Goiás 05/2023, e tem produção cultural de Larissa de Paula – Meraki Produção Cultural e Farândola Teatro-circo.

VÍDEO TEASER DO ESPETÁCULO: https://youtu.be/voJltnWHdwY

Serviço:

Espetáculo “Malagueta na Labuta”
Quando: terça-feira, 09 de abril
Local: Universidade Federal de Catalão (UFCAT)
Horário: 19H
Entrada franca
Informações: @farandolateatrocirco

(Foto: Victor Quixabeira)



Autor