A Prefeitura de Senador Canedo registrou 8.376 atendimentos durante mais uma edição do programa Avança Canedo, realizada neste sábado (28/2), na Praça Criativa Central. A mobilização, promovida em parceria com o projeto Balanço Geral nos Bairros, da TV Record, concentrou diversos serviços municipais em um único espaço e atraiu mais de 15 mil pessoas ao longo do dia, consolidando a iniciativa como estratégia de descentralização do atendimento público.
Desde as primeiras horas da manhã, moradores buscaram serviços nas áreas de saúde, educação, meio ambiente, infraestrutura, tributos e assistência social. Secretarias como AMMA, Saúde, Bem-Estar Animal e Educação estiveram entre as mais procuradas, além de setores responsáveis por regularização fiscal, ouvidoria e encaminhamentos administrativos. A integração das equipes no mesmo local permitiu resolutividade imediata para grande parte das demandas.
O prefeito Fernando Pellozo destacou que a proposta do programa é aproximar a gestão municipal do cotidiano da comunidade.
“O Avança Canedo é sobre estar perto das pessoas, ouvir cada necessidade e garantir que os serviços cheguem a quem precisa. Quando a Prefeitura vai até a população, o resultado aparece”, afirmou o gestor após a abertura da edição.
A programação incluiu atendimentos clínicos, vacinação, orientações odontológicas, ações preventivas, além de serviços voltados ao bem-estar animal, como vacinação antirrábica, orientações veterinárias e adoção de pets. A SANESC também registrou movimento intenso, com negociação de débitos, atualização cadastral e esclarecimentos técnicos.
A primeira-dama Simone Assis reforçou o impacto social da iniciativa, especialmente para famílias em situação de vulnerabilidade.
“Atualização do Cadastro Único, orientações gerais, acesso a benefícios, vagas de emprego e atendimento específico para idosos e pessoas com deficiência. A prefeitura toda está mobilizada, com expediente estendido, para atender a comunidade até o último usuário”, disse.
Com funcionamento das 8h às 17h, o Avança Canedo manteve o foco em facilitar o acesso a serviços essenciais, reduzindo deslocamentos e ampliando a presença do poder público nos bairros. A proposta, segundo a gestão municipal, é manter o modelo itinerante ao longo do ano, fortalecendo o atendimento direto e a eficiência administrativa.
Houve redução de cerca de 60% nos 7 primeiros meses de 2025 em relação ao mesmo período de 2024; dados são do MapBiomas
O Brasil registrou 2.451.130 hectares queimados de 1º de janeiro a 31 de julho de 2025, segundo dados do MapBiomas. Houve uma redução de cerca de 60% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o fogo atingiu 6 milhões de hectares nos 7 primeiros meses de 2024.
Segundo o MapBiomas, a maior parte da área queimada (28,5%) foi em formação campestre. Na sequência estão formação savânica (21,2%) e pastagem (14,6%). Eis a íntegra do relatório (PDF – 3 MB).
A área queimada apenas no mês de julho foi de 748.178 hectares. A maior parte foi registrada no Tocantins: 203.854 hectares. O Estado é seguido por Mato Grosso, Maranhão, Piauí, Amazonas e Goiás.

O bioma mais afetado em julho foi o Cerrado, com 571.214 hectares queimados. Seguem-se Amazônia (143.164), Mata Atlântica (24.429), Caatinga (6.822), Pampa (1.277) e Pantanal (1.272).
ÁREAS NATURAIS
O Brasil perdeu, em média, 2,9 milhões de hectares de áreas naturais por ano, de 1985 a 2024, totalizando uma redução de 111,7 milhões de hectares. Essa área é maior que a Bolívia, país com cerca de 109,9 milhões de hectares.
Os dados são da nova coleção do projeto MapBiomas, lançada em 13 de agosto. Eis a íntegra do comunicado (PDF – 2 MB).
O levantamento mostra um cenário de profundas transformações, com impactos significativos nas áreas naturais e na expansão da agropecuária. A edição deste ano também inclui uma nova categoria: o mapeamento de usinas fotovoltaicas, que se expandiu pelo país de 2015 a 2024, com 62% da área mapeada no país concentrada na Caatinga.
O percentual de municípios que têm a agropecuária como atividade que ocupa a maior parte de seu território subiu de 47% em 1985 para 59% em 2024. Pastagem e agricultura foram os usos da terra que mais se expandiram. A área ocupada com pastagem cresceu 68% (62,7 milhões de hectares) e a agricultura, 236% (44 milhões de hectares).



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