25 de abril de 2026
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  • 19:59 Via Sacra de Luziânia pode se tornar patrimônio goiano por iniciativa de Cristóvão Tormin
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O deputado Cristóvão Tormin (PRD) pleiteia, por meio do projeto de lei nº 6246/26, reconhecer a Via Sacra – Encenação do Nascimento, Vida, Morte e Ressureição de Cristo, realizada anualmente na sexta-feira da Paixão, no Distrito do Jardim Ingá, município de Luziânia, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Goiás.

O reconhecimento se dá, conforme o autor da iniciativa, à expressiva relevância histórica, religiosa, cultural e social do evento para a população local e para todo o povo goiano, visto que se consolidou ao longo dos anos como um dos mais significativos eventos religiosos da região do Entorno do Distrito Federal. 

“Trata-se de um evento que ultrapassa o caráter meramente religioso, assumindo também dimensões culturais, educativas e sociais. A participação comunitária é um de seus pilares fundamentais, envolvendo jovens, adultos e idosos em um processo coletivo de construção e preservação da tradição, fortalecendo os vínculos sociais e promovendo o sentimento de pertencimento e identidade cultural”, pontua Tormin.

Cristóvão Tormin salienta que a encenação se destaca pelo seu impacto visual e emocional, sendo realizada, muitas vezes, em espaços abertos, com cenários naturais e urbanos, que contribuem para a dramaticidade da apresentação. “A riqueza dos figurinos, a dedicação dos participantes e o envolvimento da comunidade conferem autenticidade e singularidade ao evento, tornando-o uma referência regional”. 

“O reconhecimento oficial como Patrimônio Cultural Imaterial contribui diretamente para a salvaguarda dessa tradição, possibilitando maior visibilidade, incentivo institucional e acesso a políticas públicas de preservação cultural. Tal medida é essencial para garantir a continuidade da manifestação frente aos desafios contemporâneos, como a descaracterização cultural e a perda de tradições populares”, salienta Tormin. 

A matéria está em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), sob relatoria da deputada Dra. Zeli (PSD). 

Autor Assembleia Legislativa do Estado de Goiás


Pontífice retoma prática abandonada há décadas na cerimônia que relembra os 14 momentos finais da vida de Jesus Cristo

O papa Leão 14 conduziu uma cruz de madeira ao longo de toda a procissão da Via Crucis no Coliseu, em Roma, nesta 6ª feira (3.abr.2026). O ato marca sua 1ª Sexta Feira da Paixão à frente da Igreja Católica e retoma uma prática que não era realizada por um pontífice há décadas.

A cerimônia relembra os 14 momentos finais da vida de Jesus Cristo, da condenação ao sepultamento.

Antes da procissão, o papa rezou deitado no chão da Basílica de São Pedro durante vários minutos. O gesto demonstra respeito e adoração na encenação da Paixão de Cristo. O pontífice também lavou os pés de 12 sacerdotes.

Diferentemente de outras datas, não há missa nesse dia. A celebração é centrada na liturgia da Palavra, na adoração da cruz e na comunhão.

Assista ao momento em que o papa carrega a cruz (1min10s):

 

Tradição retomada depois de décadas

João Paulo 2º carregou a cruz durante toda a procissão a partir de sua 1ª Sexta da Paixão  como pontífice, em 1979. Ele manteve a prática até 1995, quando passou por uma cirurgia no quadril. Depois disso, conduziu a cruz só em parte do percurso.

Bento 16 adotou abordagem diferente nos 2 primeiros anos de seu pontificado. Ele carregou a cruz apenas na 1ª estação, dentro do Coliseu. Depois acompanhou a procissão junto com outros participantes até o encerramento no Monte Palatino.

Francisco nunca carregou a cruz. Ele participou da procissão até o agravamento de sua saúde. O pontífice morreu depois de uma longa doença em 2025, numa 2ª feira depois do domingo de Páscoa.



Autor Poder360 ·