10 de março de 2026
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A avaliação, que considerou 100 hospitais públicos atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país, inclui dez unidades de Goiás reconhecidas por sua resolutividade e desempenho. Essas instituições atuam tanto na capital quanto no interior, com serviços que abrangem urgência e emergência, saúde da mulher, pediatria, doenças infecciosas e assistência de alta complexidade.

Em termos brutos, no entanto, Goiás figura em segundo lugar no ranking nacional, atrás apenas de São Paulo — que lidera pela quantidade total de hospitais, mas não pela proporção de oferta por habitante. Essa distinção entre número absoluto e cobertura per capita foi decisiva para a colocação de Goiás no topo do estudo.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde, em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde, e focou exclusivamente em hospitais que atendem pelo SUS. Foram analisados critérios técnicos como acreditação hospitalar, taxas de ocupação, indicadores de mortalidade e estrutura de suporte intensivo. O levantamento teve ainda apoio técnico do Instituto Ética Saúde (IES), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

“Esse resultado foi possível graças aos investimentos do governo do estado em UTIs e na descentralização do atendimento”, afirmou o secretário estadual de Saúde, Rasível dos Reis.

Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), em Goiânia, inaugurado em fevereiro de 2022 // Foto: Iron Braz

Segundo o secretário, foi justamente a descentralização que permitiu a melhoria do acesso aos serviços e a elevação da qualidade dos atendimentos. A estratégia, diz Rasível dos Reis, aproximou pacientes das unidades e distribuiu melhor a capacidade de atendimento no território estadual.

“Esses procedimentos favorecem a chegada dos pacientes às unidades de saúde no tempo adequado, onde encontram profissionais qualificados e equipamentos necessários ao tratamento, que é realizado de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, enfatizou o secretário.

Mais investimento e expansão da rede

Goiás possui hoje 25 hospitais e seis policlínicas sob gestão estadual. Dados oficiais indicam que, entre 2019 e 2025, o investimento anual em saúde subiu de R$ 2,6 bilhões para cerca de R$ 5,7 bilhões, totalizando R$ 29,9 bilhões no período. Nesse intervalo, a rede hospitalar estadual cresceu de 17 para 25 unidades, e os leitos de UTI passaram de 267 para 848. Em 2025, o estado aplicou 15,08% da receita na área da saúde, percentual superior ao mínimo constitucional de 12%.

O Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), em Goiânia, figura entre as principais referências do ranking. A unidade se destaca não só pelo atendimento pediátrico de alta complexidade, mas também pela política de acolhimento familiar que adota.

“Quando uma criança adoece, a família adoece junto. Por isso, proporcionamos uma abordagem diferenciada para garantir melhor resultado no tratamento”.

Além do Hecad, integram a lista dos 100 melhores hospitais públicos do país outras unidades estaduais: Hospital Estadual de Aparecida de Goiânia (Heapa), Hospital Estadual de Santa Helena (Herso), unidade de Luziânia, Hugol (Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira), HDT (Hospital Estadual de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad), HGG (Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi), Hospital do Centro-Norte (HCN – Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano) e Hospital Estadual da Mulher (Hemu – Hospital Estadual da Mulher Dr. Jurandir do Nascimento).

Autor Manoel Messias Rodrigues


Atualmente, as restrições visuais respondem por 91% de todas as anotações aplicadas às 27,9 milhões de CNHs emitidas no Brasil.

(Foto: Reprodução)

O número de brasileiros com restrições na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em decorrência de problemas de visão quase dobrou entre 2014 e 2024. Os dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) foram analisados pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), mostrando a importância dos cuidados com a visão para evitar acidentes nas pistas e rodovias do País.

Goiás lidera o ranking do crescimento do número de condutores que precisam de óculos para dirigir. Ao longo do período dessa década, cresceu 129% o número de condutores que passaram a ter a observação “A” (necessita de lentes corretivas) na habilitação. Esse número era de 364 mil condutores em 2014. Agora, é de 894 mil. O ranking é seguido de Tocantins (128%); Roraima (125%); Mato Grosso (120%); Acre (119%); Amazonas (110%); Rondônia (103%); Alagoas (103%); Maranhão (102%); e Piauí (100%).

Atualmente, as restrições visuais respondem por 91% de todas as anotações aplicadas às 27,9 milhões de CNHs emitidas no Brasil.

FATORES – Na avaliação da entidade, diversos fatores contribuem para a crescente demanda por cuidados oculares para os motoristas. O envelhecimento da população, a exposição prolongada às telas de celulares e computadores, o aumento da incidência de doenças crônicas (diabetes, hipertensão, estresse) e os maus hábitos de vida (alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade) contribuem para o surgimento de problemas de saúde relacionados à visão. Esses elementos enfatizam a importância da prevenção e do diagnóstico precoce de doenças oculares.

APTIDÃO VISUAL – O pedido de inclusão de anotações na CNH é feito pelo médico do tráfego ao final da avaliação prévia exigida para a concessão ou renovação da CNH. No exame, o especialista analisa as condições do candidato de conduzir um veículo, sem oferecer perigo para outros motoristas, passageiros e pedestres.

Entre outras aptidões físicas, são analisadas a acuidade visual, o campo de visão, a capacidade do candidato de enxergar à noite e reagir prontamente – com resposta rápida e segura – ao ofuscamento provocado pelos faróis dos demais veículos; e a capacidade de reconhecer as luzes e sua posição dos semáforos.

Ao identificar a existência ou sintoma de deficiência de visão, o médico do tráfego orienta a busca por uma avaliação especializada, que ser feita por um oftalmologista, para que seja feito o diagnóstico exato do problema e a respectiva prescrição do tratamento.

O QUE DIZ O CTB

Art. 162. Dirigir veículo:
VI – sem usar lentes corretoras de visão, aparelho auxiliar de audição, de prótese física ou as adaptações do veículo impostas por ocasião da concessão ou da renovação da licença para conduzir:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa (R$ 293,47)

O veículo pode ser retido até que o problema seja sanado.



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O casal Elizabete Santos Reis de Lima 36 anos e Jeremias Batista Costa Filho de 39 anos, tiveram uma reviravolta no relacionamento depois de um exame de DNA equivocado.

Elizabete e Jeremias se conheceram em 2018 e no ano seguinte, resolveram morar juntos, começar uma nova vida, constituir família e viver um amor a dois. No entanto, em 2020, Elizabete deu à luz a um casal de gêmeos e, a partir daí, a vida dela começou a mudar completamente.

“A gente já morava junto. Decidimos engravidar, mais por vontade dele, que me disse que sonhava em ser pai”, disse em entrevista ao site Metrópoles.

Tudo começou a se tornar um pesadelo depois que, do nada, onde o homem decidiu fazer um exame de DNA com o filho masculino dos gêmeos sem avisar à mãe das crianças. O resultado deu negativo e ele apresentou a resposta do teste à Elizabete logo às vésperas do Natal no ano de 2020 em pleno auge da pandemia.

“Fiquei sem saber do que se tratava. Não tinha verdade ali. Falei para ele que se ele não era o pai, eu não era a mãe”, enfatizou Elizabete.

Com a intenção de fazer um novo exame contendo o material genético dela, o companheiro negou de imediato e ela então surtou pois havia pensando que os filhos poderiam ter sido trocados enquanto estava internada no hospital.

“Fui ver as fotos do parto de nossos filhos, para conferir se existia alguma semelhança do bebê que saiu de mim com aquela criança que estava ali do meu lado. Entrei em surto, porque tinha certeza que minha honra não havia sido quebrada, não havia outro pai, outro homem em minha vida”, disse Elizabete.

O novo resultado indicou que o exame feito com o garoto estava errado e então a missionária evangélica Elizabete se sentiu arrasada. Foi aí que o projeto de família que estava começando ficou em ruínas.

Causas

Em decorrência do erro no exame de DNA, o fim do relacionamento do casal veio à tona, a mulher perdeu o emprego como auxiliar financeira de uma empresa de publicidade e sofreu muitos ataques. Ainda, Jeremias começou a difamar a então agora ex-mulher usando o resultado do resultado de DNA antigo. Ele passou a chamá-la de adúltera, golpista e “louca dos gêmeos”.

Elizabete foi despejada a pedido de sua ex-cunhada, dona do apartamento onde ela estava com as crianças e o ex-companheiro.

“Eu cheguei a pensar em me matar. Porque não tinha ninguém me apoiando. Não tinha nenhum ombro para chorar aquela injustiça”, desabafou Elizabete.

A verdade

A mulher resolveu buscar apoio jurídico entrando na Justiça para solicitar novos exames de DNA e descobrir a verdade.

No dia 29 de dezembro de 2022, a paternidade de Jeremias para as duas crianças acabou sendo oficialmente comprovada. O homem questionou o resultado e uma contraprova foi feita, confirmando que o homem é sim o pai dos gêmeos.

O reconhecimento da paternidade foi homologado pela Justiça da Bahia, não cabendo mais recursos.

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A goiana Raiza Goulão voltou a somar pontos no ranking olímpico da modalidade de mountain bike no ciclismo feminino. Isso aconteceu após ela vencer o Short Track (XCC) e o Cross Country Olímpico (XCO) na etapa de Nova Lima da Copa Internacional de Mountain Bike (CiMTB), em Minas Gerais. Atualmente, Raiza é a melhor brasileira da categoria.

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Em Nova Lima (MG), Raiza Goulão dominou a disputa da Super Elite Feminina, vencendo duas provas diferentes nos dias 15 e 17 de março. Com isso, a goiana natural de Pirenópolis somou mais 70 pontos nos rankings olímpico e mundial, em busca da vaga brasileira entre as mulheres nas Olimpíadas de Paris de 2024.

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Neste momento, Raiza é a 27ª ciclista mais bem ranqueada na categoria, com um total de 1032 pontos. Entre as brasileiras, ela é a melhor. No entanto, Karen Olímpico aparece pouco atrás, em 29º lugar, com 1012 pontos.

Antes dos Jogos Olímpicos, Raiza Goulão ainda participará da Copa do Mundo em Araxá, no mês de abril, além do Pan-Americano nos EUA e a Copa do Mundo da República Tcheca, em maio, encerrando o ciclo de Paris.

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